Em 1905, o Exército resolveu dotar-se de balões para melhor derrotar as tribos angolanas, nas campanhas coloniais do Sul do Angola.
As terras dos bravos cuanhamas.
Iam copiar a experiência do exército britânico que os usara para caçar brancos indómitos. Os valentes boers que tinham resistido à invasão inglesa da República do Transvaal.
Encomendaram a nova arma aerostática à casa londrina Spencer & Sons.
Fizeram-se experiências e entre os militares escolhidos estava o tenente de engenharia Joaquim Maria Valente (de Alvega).
A experiência foi em Tancos.

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O engenheiro Valente chegou a Coronel, foi um distinto oficial de engenharia, com particular currículo na construção de linhas férreas em Angola e em 1963 deu-nos este belíssimo livro de memórias abrantinas

mn
devida vénia: Hemeroteca Municipal de Lisboa, Coisas de Abrantes-sr. Zé Vieira (foto do eng. Valente) e Livraria Tubuciana (Paulo Falcão Tavares)

Uniao Cathólica, 1905
Folha oficial da Diocese de Portalegre

Esquecia-se D.Gaudêncio José Pereira; Arcebispo de Mitilene e a título pessoal, Bispo de Portalegre, que o concurso estava viciado à partida. Obtinha carta de pároco quem fosse do partido rotativo no poder.
Avellar Machado encheu a região de padres regeneradores....
mn

1905
Manuel Martins foi além disso um dirigente do Partido Progressista (parceiro de Solano de Abreu) e enfrentou-se aos regeneradores de Avellar Machado, designadamente ao cacique dr.António Bairrão, que demoliu o Convento da Graça.
O Padre Martins (que era do Sardoal e duma célebre família produtora de padres, cujos vultos mais importantes foram o Cónego Silva Martins e o Padre Raposo, que o Gaspar odeia por desconhecidos motivos) queria manter intacto o cenóbio e montar um seminário lá.
Foi um homem notável da vida de Abrantes nas últimas décadas do XIX.
mn ,
sobre o assunto: artigos sobre o Convento da Graça, de Diogo Oleiro, no Jornal de Abrantes
Diário Ilustrado, um dia 13 de 1905
Em 1905 havia problemas de abastecimento de água às Barreiras do Tejo e ao Rocio....e começaram os protestos....
Vindos do movimento anti-oligárquico
A Oposição pôs-se a bradar contra a oligarquia local e nacional, fuzilando o ''avellarismo'' que tinha no Visconde da Abrancalha, o seu principal vulto local.
Quem era a ''oligarquia'' em 1905?
Presidente: Dr. António Bairrão, Vice- Guilherme Henrique Moura Neves,
Vereadores: Guilherme Motta Ferraz, João José Soares Mendes, José dos Santos Ruivo....etc
Era Administrador do Concelho: outro ''oligarca'' Luis Falcão Pacheco Mena (que de oligarca tinha pouco, porque o encontro tesoureiro da Fazenda Pública em Elvas, em 1911), ....
Quem foram os responsáveis destas furiosas críticas????
A esquerda local, que seriam os progressistas do Solano e Severino Santana-Marques mais o PRP do Ramiro Guedes & Farinha Pereira, porque em 1905, o Valente das Mouriscas ainda era um simples moço de recados....???
Não a crítica contra os ''oligarcas'' veio da extrema-direita, porque o Diário Ilustrado tinha passado de ser regenerador a regenerador-liberal, ou seja era o órgão dos amigos políticos do João Franco.
O autor da notícia deve ter sido o Frazão
Quem eram os franquistas locais anti-oligárquicos?
O eng e militar Jacinto Carneiro e Silva, dr. Campos Mello (Coriscada de título familiar e de raízes marranas), o militar Abel Hipólito e o solicitador Almeida Frazão...
Eram estes os regeneradores-liberais abrantinos (faltarão alguns)
Os três primeiros deram excelentes ''adesivos''. O Frazão não sei. Mas a troika anti-oligárquica (Carneiro, Hipólito e o Campos Mello) não teve vergonha na cara para se tornar republicana ''histórica'' de primeira apanha.
Só que a sua história republicana começou a 6 de Outubro de 1910.
Os anti-oligárquicos costumam dar mau resultado.
Ouvi a dr Isilda Jana garantir, pela Rádio, que o Monteiro de Lima tinha uma estátua em Abrantes. Aonde fica?
ma
créditos: Eduardo Campos para os cargos políticos de 1905, na Cronologia
Fábrica de Água, demolida pelo Carvalho do Cria, Cidadão Abt
Uma das mais antigas imagens do Jardim do Castelo. Pimentel Pinto era o nome dum General que fora Ministro.Era colega partidário do cacique local Avellar Machado nos regeneradores e na Câmara Alta.
A menina Maria José de Sá que manda o postal a Mademoiselle Brenier,desconhecemos quem era.
mn
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Antologia feita pelo abrantino Almeida Frazão, de quem esperamos tratar,
devida vénia a Arquipélagos, assim não destroço o meu exemplar
mn
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