Sexta-feira, 05.10.18

 

jos´maria pereira

Foi deputado à Constituinte de 1911.  Militou depois no Partido Unionista de Brito Camacho.  Foi senador durante a República.  Deu especial atenção ao associativismo abrantino, designadamente ao Montepio Soares Mendes.

Era natural de Abrantes, de família pobre e graças ao seu esforço tinha nas vésperas da República, uma posição destacada na Companhia de Tabacos.

Biografia a desenvolver quando houver mais tempo.

Mas já agora deixemo-lo fuzilar Afonso Costa:

AFONSO_COSTA

 

(...) ''No ano da graça de 1916-1917, quando o país se encontra na miséria, quando se verifica que há falta de pão, que há fome, nós verificamos este caso extravagante do Sr. Ministro das Finanças apresentar ao Parlamento um superavit, ou no dizer de S. Ex.a, visto que o termo já vai estando desacreditado, um excesso de receitas sobre as despesas!

Eu não quero proferir a frase que está no meu espírito, para não faltar ao respeito que devo à Câmara, mas isto não passa duma mistificação e dum insulto atirado à miséria pública.

Nós verificamos a miséria em que todos se debatem, estamos comendo um pão detestável, e em alguns pontos da cidade já se fez sentir a falta dele, o que originou várias colisões entre o povo e a polícia; nós vemos, pelo que respeita ao decreto da iluminação, que se tem levantado protestos por parte de todos; nós vemos que todos esses problemas que afectam a economia pública estão por solucionar por parte do Governo, e é neste' momento que o Sr. Ministro das Finanças apresenta um Orçamento, que não discuto, porque não está em discussão, apresentando um saldo positivo de 50 e tantos contos.

Sr. Presidente: eu não me quero alongar em mais considerações, pois muito mais teria a dizer, mas careço estudar detalhadamente os motivos que determinaram estes gastos com despesas de guerra.

Careço de saber detalhadamente as razões desta venda.

Não tenho dúvida que os contribuintes estão dispostos a fazer todos os sacrifícios, mas é bom considerar as circunstâncias angustiosas em que eles se encontram'' (...)

 30 de Janeiro de 1917

mn

bibliografia: artigo de Diogo Oleiro

postal da época da República

caricatura via Almanaque Republicano

discurso: ortografia da época



publicado por porabrantes às 07:48 | link do post | comentar

Sábado, 18.08.18

jose maria pereira

in ''As Constituintes de 1911 e os seus Deputados'', Lisboa,  1911, obra que saiu com  autoria de ''um oficial da secretaria do Parlamento'' 

 

Anote-se a sua contratação para a Companhia de Tabacos pelo escritor Oliveira Martins, que politicamente defendeu um regime ditatorial como único remédio para os males que afligiam Portugal em finais do século XIX.

 

ver também aqui

 

ma 

 



publicado por porabrantes às 20:45 | link do post | comentar

Domingo, 13.05.18

padre gonçalves s.joao 1

padre gonçalves s.joao 2

Protesto do coadjutor e pároco de S.João de Abrantes, a 29 de Agosto de 1911, contra o confisco dos bens da paróquia por parte das autoridades republicanas, chefiadas por Justo da Paixão.

Assina o Padre Joaquim José Gonçalves e diz que ''cede à força'' ( esqueceu-se de acrescentar ''bruta'')  e protesta em nome da Liberdade Religiosa.

s.joao amadeu bento

foto Amadeu Bento com a devida vénia

 mn

 

 



publicado por porabrantes às 22:28 | link do post | comentar

Sábado, 31.03.18

protesto padre rossio.png

O Rev. Padre Ricardo Andrade Largo protesta por violarem as Leis da Igreja e porque protestar é um direito de todo o cidadão, como diz o sacerdote, contra o arrolamento e saque dos bens da Paróquia de que era titular, que a República jacobina mandara fazer, enviando como delegado o Justo da Paixão, afamado proprietário local

Omito o que diziam as gazetas sobre a origem do Justo.

20334151_wjye9.jpg

Lamentamos não ter a foto do Padre Ricardo Largo, homem valente que resistiu ao roubo, obedecendo ao seu Bispo e à sua consciência de homem livre.

Houve colegas que se venderam, sendo famoso o Padre das Mouriscas.

Quanto ao Justo agiu como um facínora, não respeitando a primeira das liberdades, a de consciência.

Talvez um dia encontremos a foto do resistente.

Só uma curiosidade o espólio de ouro da Igreja do Rocio......era muito superior ao da Paróquia de S.Vicente, que incluía essa Igreja, Santa Maria do Castelo, S.Pedro as capelas de S.Pedro, Necessidades, S.Lourenço   etc.

mn



publicado por porabrantes às 16:11 | link do post | comentar

Domingo, 29.10.17
 

Era em São Domingos em que estavam aquartelados 

 

Quem era a oficialidade no ano crucial de 1911? Que sabemos deles?

infantaria 22.png

Assim de repente só localizo o tenente Godinho, morto pelo fascismo e o fascista Matos Raimundo.

 

Sabemos mais coisas?

joao gordo.png

O João Gordo que era alentejano, conseguira uma cunha republicana e emigrava prá Guarda Fiscal. Fica para outro dia  

 

Não tenho agora  à mão o livro do Prof António Ventura sobre os maçons no Alto Alentejo, que dava jeito para isto 

 

mais

craveiro lopes.png

 

Como é dia do Senhor não resisto a mencionar o Reverendo Capelão

padre saul.png

O Rev tem uma rua em Cantanhede e foi lá Provedor da Santa Casa. Mau republicano seria, ao contrário do Rev.Padre João Soares, também capelão militar abrantino.

 

'' Falecido em 1948, o padre Saúl da Cruz foi capelão do Exército, com o posto de Capitão; foi provedor da Santa Casa da Misericórdia entre 1936 e 1948; fundou, em 1931, a “Comarca de Cantanhede” (que viria a acabar em 1936) e dirigiu o jornal “Boa Nova” entre 1939 e 1947.''

 

 

 

Diz o '' Independente'' de Cantanhede. A ele a devida vénia.

 

Já sei o que diria o tenente Godinho do Padre Cruz: Coitadinho a República é uma cruz para ele.

 

Crucificaram o padre Cruz.

 

 

padre saul crus.jpg

 

Padre Saul da Cruz
Capelão do Exército com o Posto de Capitão. Provedor da Santa Casa da Misericórdia (1936-1948). Fundou em 1931 a "Comarca de Cantanhede" que acabou em 1936, e dirigiu o Jornal "A Boa Nova" desde 1939 a 1947.

 

devida vénia a Jornal a Boa Nova

 

mais tropa de S.Domingos

 


Regimento de infantaria de reserva n.s 5
Ajudante, o tenente do regimento de infantaria n.o 22,
Carlos Quintino Travassos Lopes.

 

Alferes, o alferes do extinto batalhão de caçadores
n:o 1, Manuel da Silva Freire em regimento de infantaria 28

 

falta-me o famoso capitão Baptista, dito republicano histórico, que estava a dormir na noite de 5 de Outubro de 1910, segundo Martins Júnior, 

Era major em Infantaria nº 34, embora ainda pertencesse ao Quadro de Infantaria 22

 

Só para terminar sabiam que o Padre  Cruz regeu uma República de meninas em Coimbra?

 

Era um apóstolo de educação. As meninas eram estudantes, nada de confusões.

 

ma

só li a Ordem do Exército nº 16 de 1911,, haveria que ler as outras para saber mais coisas

 

 

 



publicado por porabrantes às 16:10 | link do post | comentar

Domingo, 05.02.17

1911.png

Maria Lucília Brito de Moura, A Guerra Religiosa na 1º República, 2ª ed aumentada,

Univerdade Católica, Lisboa 2010

 

bispo portalegre.jpg

 

D.António Moutinho ia em fato talar e de comboio. Chegou ao Entroncamento e uma mulher gritou, diz a Autora ,  ''Olha um jesuíta'' e preparam-se para o justiçar.

Como se atrevia o dignatário católico a desafiar a consciência revolucionária do bom povo?

Que teria sucedido ao senhor na Estação de Abrantes?

Estaria lá, o Martins Júnior?

O livro fala também de Abrantes.

Será desnecessário dizer que este conceito canalhesco da liberdade religiosa deixava um bocadinho a desejar, mas foi a pauta do comportamento do regime  quase até ao consulado de Sidónio Pais.

mn

raptámos o recorte da Ilustração ao blogue Memórias Virtuais

  

 

 



publicado por porabrantes às 17:57 | link do post | comentar

Quarta-feira, 05.10.16

arrolamento do pego 2.png

Arrolamento dos bens da Igreja de Santa Luzia e paróquia do Pego, feito pelo distinto republicano Justo Rosa da Paixão (1911)-extracto

jusro paixao 2.jpg

justo da paixão album republicano.jpg

Que escreveu o republicano Valente sobre isto? 

ma 



publicado por porabrantes às 13:42 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.04.16

diogo oleiro 1911.png

Era Março de 1911.

O jovem militante republicano Diogo Oleiro era nomeado para o lugar de ajudante do oficial do registo civil de Abrantes.

A generalização do registo civil tinha sido estendida a todo país pelas leis de Afonso Costa. Até 5 de Outubro de 1910 essas funções eram desempenhadas pelos párocos para toda a população católica (já havia um registo civil que abarcava apenas quem não fosse católico, uma ínfima minoria no país. Em Abrantes, contudo havia uma pequena população protestante).

O Registo Civil obrigatório roubava uma grande fonte de receita aos párocos, que cobravam grossos emolumentos por passagens de certidões e outras burocracias relacionadas com os actos relacionados com este âmbito.

Foi nesta época que os livros de assentos de baptizados (etc) passaram das Igrejas para as Conservatórias.

Lá se ia a principal fonte de receita do padre Raposo e dos outros colegas. Tinham razão para estarem chateados.

ma



publicado por porabrantes às 09:35 | link do post | comentar

Quinta-feira, 21.01.16

Um conhecido publicista local sustentou, na Zahara, que a família Silva Martins, do Carvalhal, dona da Moagem Afonso XIII, teria adesivado.

É falso. A bem deles, deve dizer-se que só este homem

18717185_Of8NC.jpeg

João Augusto da Silva Martins Júnior foi republicano. Mas foi-o desde a juventude, muito antes de 5 de Outubro de 1910.

Rocha Martins, um dos historiadores que conheceu melhor a política da República e que foi contemporâneo dos factos, e é homem de fiar, descreve-os assim:

'' Em 2 de Fevereiro, rebentou uma revolta chefiada por um simples mestre de obras, muito metido na politica, José Augusto Martins Júnior, que dirigia um panfleto intitulado o Libertador. Era de Abrantes e de família monárquica e opulenta'' -

 

Nasceu em Abrantes em 1883 e m. em Lisboa em 3-XI-I946 . Outras informações neste blogue, no Sardoal com Memória e no blogue de S.Miguel, do amigo Rui Lopes.No Coisas de Abrantes do Sr.Oliveira Vieira, também.

Informações familiares: Prof.Gentil Martins e o sobrinho eng. António Silva Martins.

Nº de telefone do Sr.Engenheiro: entrem em contacto com o Dr.Jorge Sampaio.

Tinha o telefone da neta do revolucionário, mas perdi-o. Voltarei a tentar.

mn

Foto: ANTT/O Século, aí por Outubro, Novembro de 1910.



publicado por porabrantes às 22:31 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.01.16

damas.jpeg

a acusação é do ''Jornal de Abrantes'' de 4 de Junho de 1911

 

FRAUDES ELEITORAIS (1911)

Ainda nem um ano tinha passado sobre a implantação da República e, em Abrantes, começam a surgir notícias de fraudes eleitorais. O artigo que se transcreve a seguir mostra que, apesar do regime ter mudado, muitas práticas fraudulentas se mantiveram.

 

Com tristeza o dizemos: não foi de molde a prestigiar a republica a maneira como em Abrantes decorreu o acto eleitoral e mal suppunhamos nós que, em pleno regime democratico, havíamos de assistir ao desenrolar de todo esse vergonhoso scenario de fraudes e de violencias de que a monarchia se servia para arrancar o voto ao eleitor incanto e inconsciente.

Com tristeza o dizemos, na verdade. Com tristeza e com mal reprimida indignação, pois não é fácil occultar a nossa surpreza, a nossa profunda magua, ao ver-mos assim ultrajados os princípios democraticos e esquecidos os solemnes compromissos tomados na opposição.

Já no numero anterior do Jornal de Abrantes, havíamos justamente condemnado o procedimento do directorio do partido Republicano, que, depois de afirmar que só sanccionava as candidaturas de maioria, deixando ao arbitrio do eleitorado a livre escolha dos candidatos da minoria, se saiu a lembrar aos eleitores que seu dever era votar em determinado cidadão, por ser elle quem, depois dos escolhidos para disputarem as maiorias, obtivera maior numero de votos.

Isto, que a principio poderá afigurar-se razoavel democrática, não possa contudo de um grosseiro expediente, que mal tenta esconder o odio pessoal que determinado individuo, votou a um dos candidatos da minoria, o sr. Capitão Baptista, republicano de velha data, caracter da mais fina tempera, coração aberto a todas as ideias generosas e nobres.

A escolha da comissão municipal não devia merecer credito ao directório, vistoque ella procedeu illegalissimamente, não reunindo, como lhe cumpria, cululativamente com as comissões paroquiaes. Demos porem de barato que essa escolha fosse legal. O que deveria fazer o Directorio? Dar a sua sancção aos candidatos da maioria, mas só a esses, deixando os outros entregues apenas á simpatia do publico, ás suas faculdades de propagandistas, ao seu fervor partidário, ás suas forças eleitoraes e á sua probidade politica.

Tal não succedeu, e esse facto, de todo o ponto contrario á pureza das ideas democráticas, levou-nos a lavrar o nosso protesto no ultimo numero do Jornal de Abrantes.

Longe porem estávamos nós de suppor que por ahi ficariam as nossas razões de queixa, os justos motivos da nossa justíssima indignação. Foi-se mais longe, muito mais longe mesmo.

Á commissão municipal, ou, antes ao individuo que nella implantou o velho regime do quero, posso e mando, bastou para a satisfação do seu odio pessoal, a acquiescencia anti-democratica do Directorio aos seus manejos injustificaveis. Esse verdadeiro cacique, talvez  por  não sufficientemente seguro com o apoio ao Directorio, recorreu á fraude, á violencia, á extorsão, a todo esse longo rosario de espedientes eleitoraes que de usaram e abusaram os caciques da monarchia.

Dir-se-hia, ao vê-lo manobrar tão habilidosamente, que, emquanto o Partido Republicano procurava, no tempo da sua propaganda, demolir esses velhos e nogentos processos de fazer eleições, elle se entretivera a tirar-lhes os moldes e a aprender-lhe a applicação. E tão bem aproveitou o tempo, que hoje podia, com vantagem para o regime do caciquismo, dar lições aos mestres.

Pediu votos, solicitou influencias, viclentou consciências, ameaçou os tímidos, captou com promessas os cínicos e- oh! vergonha das vergonhas!- implorou a misericórdia de dois  dos mais importantes caciques da defunta monarchia.

E tudo isto se fez pelos velhos processos: mandaram-se listas dentro de subscritos, juntamente com cartões de visita pedindo votos; enviaram-se caceteiros de noite, na véspera da eleição, arrancar das mãos dos eleitores a lista inimiga; a outros trocavam-lh’es pela astucia e pela fraude; e por fim, para que nada faltasse a imprimir caracter a este nogento estendal, de expedientes eleitoraes, recorreu-se ao desdobramento, em favor do candidato protegido.

Profusamente triste! Repellentemente Porco!

 

Jornal de Abrantes, nº 576, 4 Junho de 1911

 

a transcrição é da Bárbara Martins Marques, sob coordenação do Martinho Gaspar, aqui

 

A Bárbara Marques era menor, a responsabilidade de chamar '' Repellentemente porco'' ao Damas é do ''Jornal de Abrantes'' e do Gaspar, que devia ter anotado o texto.

 

Não se chama a uma pessoa ''repellentemente porco'' , sem explicar que o homem às vezes tomava banho. Afinal era médico. Era boa pessoa, mas era um político e a imagem de porco, tem a ver com a sátira de Raphael Bordalo, a política é porca,

paródia.jpg

Houve fraude? É possível! Mas é óbvio que o texto pretendia explicar a derrota eleitoral do Baptista  e  garante que a marcial criatura tinha um cv impoluto.

É mentira,  tinha sido acusado de espancar soldados  e destruiu a Pharmacia Silva.

Era uma besta.

Agradecemos à Bárbara Marques este trabalho sobre história abrantina. Faz-se a natural e devida vénia.

 

mn

 



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