Quinta-feira, 18.10.18

A Escola Lucília Moita foi inaugurada em 1 de Junho de 2012

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Dois anos depois estava assim

 

el m

data do documento 14 de Novembro de 2014

 

Como é que é possível uma escola nova ter estes problemas de concepção, conservação e estrutura?????

 

ma



publicado por porabrantes às 23:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.10.18

A Escola da Bemposta de Aires Mateus foi para obras 3 meses depois da inauguração.

 

Era 2012

 

Em 2014 tinha estes problemas

 

bmposta esc

Como é que possível depois da inauguração, obras apressadas para corrigir os erros, que a escola dois anos depois estivesse assim?????

 

Ë maneira de tratar crianças, pais e de gastar o nosso dinheiro????

 

 

mn

 



publicado por porabrantes às 22:31 | link do post | comentar

Domingo, 22.01.17

Pelo seu interesse e actualidade voltamos a publicar um post de 2014

 

 

 

 
Álvaro Batista disse sobre O sapo da fonte na Segunda-feira, 31 de Março de 2014 às 17:05:

     

 

 

 

 

Boa tarde a todos
Respondendo a MN importa esclarecer antes de mais o seguinte:
-A construção da A23/ IP6 não dispunha de acompanhamento arqueológico. As intervenções em Quinta da Légua - Amoreira, Pedreira - Rio de Moinhos e Fonte do Sapo - Mouriscas deveram-se à então minha intervenção para a Amoreira junto do IPT de Tomar, Rio de Moinhos em relatório enviado ao IPPC e na Fonte do Sapo por minha indicação à Filomena Gaspar. Ora, quaisquer dos trabalhos feitos nas estações mencionadas foram feitas em cima da hora e nenhuma delas revelou extrema importância ao ponto de ser classificada e protegida. Se assim o fosse certamente o IPPC teria tomado medidas na altura. Importa aqui referir que no caso da Pedreira a necrópole ficou debaixo da estrada tapada com geotêxtil. Em qualquer dos casos julgo que não poderia ter feito melhor do que fiz em prol da defesa do património arqueológico concelhio. Se para proteger um local basta por vezes a colaboração de proprietários, musealizar implica primeiramente escavações arqueológicas (excepto algumas mamoas). Importa ter em atenção que não consigo andar em todo o sitio protegendo e escavando. É humanamente impossível andar protegendo mamoas do Bronze e arte rupestre a norte do concelho e simultaneamente a escavar no Olival Comprido ou em Alvega. Eram necessários meios que não existem. Escavações na Qtª de S. João - Casa Branca - Alvega são fundamentais se querermos investigar se ali se situaria A velha Aritium. No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.
Sem dúvida que Abrantes necessita de um novo Museu que dignifique a arqueologia e o concelho. Agora é efetivamente necessário uma estratégia pra o concelho que abranja amplas orientações, intervenções, musealização, classificação...
Por minha parte farei o que estiver ao meu alcance pelo património arqueológico concelhio dentro das minhas limitações como assistente de arqueólogo.
Espero que fique bem claro que quem diz ser arqueólogo do Município é Filomena Gaspar me apenas responsável por acções que impliquem a minha directa intervenção. Por muito boa vontade que se tenha assumir trabalhos de arqueólogo e ser remunerado como assistente não o farei, excepto aqueles que decorrem do protocolo existente com o IPT e PNTA.
Como diz MN tudo isto é Politica. Mas, existem politicas e politicas.

Blogue: Escola do Rossio

 

 


Bem hajam
Álvaro Batista

 

Caro Álvaro:

Desculpe o atraso na edição do seu comentário, mas ele referia-se a um post de 2013 e para lhe responder havia que consultar uma papelada. Aquilo que nos diz suscita-nos estas breves reflexões. 

 

1- Todos sabemos que no terreno a preservação das estações arqueológicas abrantinas tem sido um trabalho quase de carola feito especialmente por si. É um mérito que ninguém lhe pode tirar, um serviço inestimável à Cultura e a Abrantes. E todos sabemos que sendo o Álvaro arqueólogo e sabendo mais que alguns doutorados, o classificam profissionalmente na CMA como ''assistente de arqueólogo'' e não lha reconhecem o seu labor. Acontece ao Álvaro o que aconteceu ao Eduardo Campos...

 que além de ser tratado dessa maneira, foi humilhado publicamente a título póstumo por não ser da ''cor'' e ainda por ter sido capaz de escrever no ''Primeira Linha'' que era um crime lesa-Abrantes instalar o Arquivo Histórico ao lado dum depósito de sucata no cu de judas.

Esta forma de ostracismo profissional roça a perseguição política ( o que é aconteceu àquele rapaz que ganhou o concurso público para Director do Arquivo? Porque é que o Arquivo funciona sem Director? E a Biblioteca?), é mesquinha e digna de inquisidores rupestres.

Enquanto o Álvaro se sacrifica e trabalha a Filomena Gaspar concilia com o trabalho de arqueóloga municipal com interesses empresariais na área da arqueologia. Enquanto o Álvaro tem um salário baixo, a CMA mantém contratos de avença na área da arqueologia pelo menos com três pessoas (o Gustavo, o Oeesterbeck e o Delfino) que são professores do ensino superior e portanto estão na prática pluri-empregados....

 

2-O Olival Comprido, para quem não sabe, fica em Alferrarede e é propriedade  da Casa Agrícola Moura Neves. Fica ao lado do cemitério local. Foi alvo de 3 escavações a última em 2003. As três foram dirigidas por Filomena Gaspar. A base de dados oficial não informa quem patrocinou qualquer escavação. Mas tenho informação oficial por outra via que houve participação de entidades privadas. Que se encontrou na última????

 

 

''Tegulas, "lateres", pregos, tijolos de coluna, mosaicos (do século III d.C.) , cerâmica comum, "dolia", anforas, duas mós, "terra sigillata" hispânica (século I/II), clara D (séculos IV/V), contas de colar (azul, verde), vidro (séculos IV/V), tesselas de várias cores, moedas (século III/IV), lascas, lâminas e núcleos de sílex, ossos (cervídeos, bovídeos e ovicaprídeos) e blocos aparelhados de granito.''

 

 

''A estrutura escavada era aparentemente uma villa romana, a mais espectacular do concelho: ''Foi escavada a "pars urbana" da "villa", com salas forradas a "opus tesselatum". Foram encontradas estruturas de duas fases da "villa", bem como vestígios de uma ocupação anterior (II Idade do Ferro) e de uma posterior a que os autores não atribuiram datação cronológica. Um pouco a Norte, foi aberto outro sector (B) que revelou uma canalização em "opus caementicium" e "opus signinum", um tanque de decantação e um espelho de água de grandes dimensões a pouca profundidade. Uma segunda fase dos trabalhos veio revelar a presença de uma sepultura em caixa.''

 

O estado de conservação era bom...em 2003. O local foi vedado com consentimento da Família Moura Neves e a vedação paga por uma entidade mecenática.

 

De 2003 a 2009 vão seis anos e Isilda Jana como Vereadora da Cultura. De 2010 a 2013 Isilda Jana foi responsável pelo projecto MIAA na CMA. Que se fez no Olival Comprido???

 

Como se conservaram os mosaicos romanos únicos no concelho?

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

O estado da estação romana em 2014 ainda é bom?   

 

Ou esteve abandonado?

 

Ou está a degradar-se?

 

Com tanto dinheiro gasto no MIAA e em estudos que não foram tornados públicos sobre a viabilidade da coisa, etc, não poderia ter sido comprado este terreno, feita a escavação e musealizada a villa romana?

 

 

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

 

http://sic.cm-abrantes.pt/carta_arqueologica/carta.html

 

Já vai longo este post e há outros assuntos a tratar, mas vamos à razão pela qual esta estação e outras não estão defendidas e nem sequer classificadas. Diz o amigo Álvaro : ''No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.''

 

Diz a informação da base de dados oficial que a escavação de 2001 pretendia:  Determinar se as estruturas identificadas anteriormente teriam continuação na propriedade contígua que está inserida na área de expansão urbana do PDM. 

 

Qual foi o resultado dessa diligência? Em 2014 o relatório da escavação ainda não está inserido na base de dados oficial, por isso não sabemos.

 

Mas sabemos que em 2009 foi aprovado o PUA -Plano de Urbanização de Abrantes e nele não consta nenhuma estação arqueológica assinalada nem defendida.

 

Oito anos depois!

 

Porquê?

 

Objectivamente só pode haver 2 razões: ou porque são incompetentes ou porque há outros interesses que primam sobre a defesa do património.

 

Falta a referência à situação profissional do Álvaro. É óbvio segundo o meu entendimento que essa situação tem de ser corrigida face  ao seu CV. Como se encontra agora é vítima duma clara injustiça.

 

Cumprimentos amigo

 

MN 

há outro comentário do Álvaro em resposta à Margarida, faremos lá uma nota



publicado por porabrantes às 12:06 | link do post | comentar

Sábado, 10.12.16

Luís Ferreira até há pouco Líder do PS de Tomar e agora alvo duma miserável campanha (que incluiu queixa judiciais falsas e sem fundamento) deu em 2014, destaque a um post aqui inserido, no seu apreciado blogue, que infelizmente não lemos com tanta assiduidade como seria mister.

Agradecemos o destaque ( só agora demos por ele):

 

ferreira 2.png

 Ler o post do Luís Ferreira

 

Finalmente o tomarense é um eleito socialista que trabalha e apresenta propostas, não há nenhum eleito socialista abrantino que faça isso.

Boas Festas antecipadas para o Luís Ferreira

 

ma 



publicado por porabrantes às 16:40 | link do post | comentar

Terça-feira, 29.11.16

dívida 2.png

 é o saldo das aventuras económicas e despesistas do município abrantino,a que se juntam mais cem mil euros a pagar à Fundação de Serralves

serralves.png

Rede Regional leia aqui

 

Como se chegou a isto? Um terreno que vale quase 1 milhão para o Cónego a preço da chuva, mais as piscinas do Hotel, outro milhão a preço da chuva, e ainda  outro milhão na RPP Solar.

Esquecia-me outro milhão para e empresa deste tipo

carrilho 2016.png

para uma torre medíocre que nunca será construida (agradeçam-nos a nós)

 

 

4 milhões que representam 28% da dívida

 

temos de sustentar incompetentes????

 

Devida Vénia ao Anuário dos Municípios Portugueses 2014

 

ma



publicado por porabrantes às 17:20 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.02.16

“Uma professora do ensino básico foi agredida esta quarta-feira dentro da sala de aulas da Escola Básica n.º 2 em Rossio ao Sul do Tejo, pelos pais de um aluno, tendo sido transportada ao Hospital de Abrantes. Fonte do estabelecimento de ensino disse à agência Lusa que a professora em questão chamou os pais devido a situações de alegados maus comportamento do aluno. A mesma fonte disse que a professora ficou ferida nas mãos e num braço, a par de uma crise de ansiedade emocional.

“Os pais do aluno em questão entraram na sala de aulas, no início da primeira aula da manhã, culparam a professora pelo alegado mau desempenho comportamental do filho e agrediram-na nas mãos e num braço”, acrescentou. A maioria dos alunos, de uma turma do 4.º ano da escola básica do Rossio, que assistiram às agressões, “foram para casa por questões emocionais”, disse. Os restantes alunos “foram divididos” pelas outras turmas do estabelecimento de ensino.

Fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém confirmou a ocorrência à Lusa. O alerta foi dado às 9h21. Ao local ocorreram os bombeiros de Abrantes, com um veículo de socorro e a PSP. Jorge Soares, porta-voz da PSP de Santarém, disse à Lusa que “a agressora foi identificada e o caso, por configurar um caso de crime público, vai ser remetido para o Ministério Público”.

Jornal de Notícias, 24 de Setembro de 2014.

Alguém encontrou uma declaração do Ministério da Educação sobre este caso? E dos sindicatos? Não sei se existiu alguma tomada de posição por parte dessas entidades, mas a ter existido foi totalmente ofuscada pela agenda do camarada Mário Nogueira: colocações, listas e outros assuntos administrativos a que há anos se convencionou em Portugal chamar ensino. Na prática quando em Portugal se fala de ensino fala-se daquilo que Mário Nogueira quer. E a Mário Nogueira o Ministério da Educação só interessa enquanto maior empregador de Portugal, logo o melhor caldo de cultura para a sua actividade de funcionário público profissionalizado na contestação em serviço próprio e do partido a que é afecto.

Há anos que isto é assim e só o estado de profunda anomia em que nos encontramos leva a que não percebamos que nesta notícia cada parágrafo é um problema, esse sim do ensino e da escola, e sobre os quais ninguém se pronuncia porque andamos todos a discutir o problema de umas listas de colocação cujas fórmulas são o que de mais aproximado com o centralismo soviético se fez em Portugal.

 

Comecemos pelo princípio: a professora foi agredida dentro da sala. O que nos leva a perguntar – os pais entram assim pelas salas dentro do 4º ano já com as aulas a decorrer? A professora chamou-os para irem lá àquela hora, já durante a aula, o que a obrigaria a falar do assunto diante da turma toda? Nenhum funcionário achou estranha aquela ida dos pais a uma sala onde estava a ser dada uma aula? Quem na qualidade de aluno, professor ou pai tem entrado em escolas, sejam elas públicas ou privadas, percebe que há coisas que não batem certo nesta situação.

Mas as dúvidas e as estranhezas não se esgotam aqui. Passemos para o que aconteceu dentro da sala de aula. Aí a linguagem da notícia é ela mesma um símbolo destes bizarros tempos: “a professora ficou ferida nas mãos e num braço, a par de uma crise de ansiedade emocional.” “Os pais do aluno em questão entraram na sala de aulas, no início da primeira aula da manhã, culparam a professora pelo alegado mau desempenho comportamental do filho e agrediram-na nas mãos e num braço”.

Ora vejamos: a criancinha porta-se mal. Alegadamente, claro, que nós somos uma sociedade que anda sempre de alegado na boca, não vamos cair em pecado de chamar alguma coisa pelo seu devido nome: as crianças não se portam mal. Têm alegados comportamentos. Curiosamente estes pais não duvidavam do mau comportamento do seu rebento. Acusaram sim, foi a professora de ser responsável pelo mesmo. E agrediram-na. Esta ficou ferida e, pressurosamente, a notícia acrescenta que ficou também com uma “crise de ansiedade emocional.” Vai-se a ver e isto ainda se resolve mandando a senhora para o psicólogo. Psicólogo esse onde também devem acabar os alunos que assistiram às agressões à professora e que “foram para casa por questões emocionais”.

Uma professora é agredida diante dos alunos e quer ela quer as crianças têm “questões emocionais”! Vendo bem é tudo uma questão de emoções mal geridas: os pais agressores, coitadinhos, têm emoções a mais. A professora agredida teve uma crise emocional e as crianças que assistiram àquilo tudo também se emocionaram muito. Os respectivos pais ainda se devem ter emocionado mais quando perceberam que os seus filhos não tinham aulas e eles tinham de resolver o assunto, independentemente de estarem a trabalhar ou de terem compromissos… Enfim é tudo uma questão de gerir as emoções. Infelizmente só não sabemos se a criança que está na origem disto tudo foi para casa com “questões emocionais” ou ficou na escola á espera que os paizinhos voltassem de novo. Qual indisciplina, qual falta de respeito, qual abuso… são emoções, senhores.

Depois vem o habitual nestas coisas: bombeiros e a PSP acorreram ao local, “a agressora foi identificada e o caso, por configurar um caso de crime público, vai ser remetido para o Ministério Público”. E o habitual nestas coisas é um dos maiores paradoxos do nosso tempo: a Justiça, que não investiga o que é da sua exclusiva competência, ora porque prescreveu, ora porque as provas são dadas como nulas e mandadas retirar dos autos cada vez mais, tem vindo a ocupar os outros espaços de poder.

Incidentes que durante anos foram resolvidos pelos directores das escolas acabam agora nos tribunais. Que é o mesmo que dizer que, se o CITIUS deixar, daqui a largos meses ou anos o caso terá algum desfecho. Isto se entretanto não for arquivado. Não estou a dizer que se tal acontecer a justiça procedeu mal. Estou sim a frisar que não podemos ser uma sociedade em que o bem e o mal são definidos pelos tribunais. Em que não nos restam outras figuras de autoridade senão os juízes, os guardas prisionais e o fisco. Logo uma sociedade em que aquilo que não é judicialmente investigado não tem relevância moral ou social e em que se exige que os tribunais condenem a torto e a direito para assim se compensar o vazio deixado pelo relativismo dos valores e ausência de poderes intermédios.

E por fim mas não por último não podemos continuar a chamar sindicatos de professores ao conglomerado do senhor Nogueira, e Ministério da Educação a uma estrutura que vive de e para a burocracia dos seus funcionários. 

Título e Texto: Helena Matos,Observador, 29-9-2014    

 

com a devida vénia à Helena Matos

 

a redacção



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