Terça-feira, 09.04.19

josepio

O presidente do Gavião, José Pio, fala sobre o Tejo à Rádio Campanário e fustiga o açude com que o Carvalho, acolitado pelo Valamatos, Isilda Jana, Pina da Costa, e tutti quanti, montaram uma armadilha fatal para peixes....

(...)'' Algo derivado também de “outras condições”, como “desde logo, aquilo que foi feito em Abrantes, com um açude sem que teoricamente devia ter condições para que o peixe passasse e isso não acontece”, ao mesmo tempo “a pesca feita sem muito critério, que não permite que os animais passem até à nossa barragem”.(...)

ouvir e ler na rádio Campanário

 

Entretanto na Barca, o ex-Presidente da CMA, Humberto Lopes, em carta aberta ao Valamatos...pede o fim do Creativ Camp.

Faz a Barca 29 anos, está quase uma balzaquiana, os nossos parabéns à Margarida Trincão.

mn

 

   



publicado por porabrantes às 16:41 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.10.18

Num excelente trabalho na ''Barca'', Ricardo Rodrigues    ouve várias pessoas sobre o malfadado açude abrantino, nunca licenciado, através do qual deitaram 10 milhões ao Tejo e mataram toneladas de peixe.

O Vice-Presidente Caseiro Gomes diz que nunca uma autarquia faria uma obra destas sem a necessária licença.

Margarida Totgema afirma que que o açude terá sido construído sem licença, devido a interesses, inevitavelmente fala da Lena, de Sócrates, mas diz não ter ''prova disso''.

açude licença tot

Temos prova documental que desmonte a tese do Caseiro Gomes?????

 

Temos. Um relatório da APA-Agência Portuguesa do Ambiente entregue no Parlamento, afirma que  a escada passa-peixes do açude foi construída sem licença.

açude apa parlamento

ver aqui

 

e ainda aqui

 

Finalmente (porque quem constrói obras ilegais desta dimensão e com estas características criminosas devia responder num tribunal), Portugal e Abrantes entregue a tropa desta caminha para o desastre.

 

mn



publicado por porabrantes às 12:12 | link do post | comentar

Domingo, 18.02.18

O açude também é um '' activo endogéneo'' e do caraças

 

''Mas, questiona João Matos Filipe, como é possível garantir a atividade piscatória nesta zona se há “falta de conectividade” no rio por causa de barreiras como o açude insuflável de Abrantes que impedem a subida dos peixes pelo rio acima? Para o orador, este açude foi mal concebido, apresenta várias limitações e devia ser demolido.'' leia mais no Médio Tejo

 

Num colóquio, no Entroncamento, o especialista João Matos Filipe defendeu a demolição do açude, ex-libris da gestão PS abrantina

 

açude abrantes comportas cidade de tomar.jpg

Cidade de Tomar

mn

 

 



publicado por porabrantes às 09:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.01.18

 

 

As barragens de Fratel e de Belver, o açude de Abrantes, travessão da PEGOP ou a central Termoelétrica do Pego constituem barreiras à conectividade fluvial. Constata-se que não é assegurada de forma adequada a passagem dos peixes, nem existe nenhuma forma de passagem de embarcações.

 

 

 

 

 

 

PCP recomenda ao Governo a adoção de medidas para a defesa da Bacia Hidrográfica do Rio Tejo

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Pela sua dimensão e pelas suas características, o Rio Tejo assume uma enorme importância no nosso país no domínio ambiental, económico, social e cultural, que afeta cerca de três milhões de habitantes.

Ao longo do extenso território que percorre está sujeito a diversas pressões (decorrentes das várias infraestruturas existentes e das atividades que são realizadas na sua proximidade) que condicionam a qualidade das massas de água.

As populações, as associações e as autarquias têm alertado para os inúmeros problemas existentes no Rio Tejo, nomeadamente a inexistência de caudais ecológicos, a poluição, os obstáculos à conectividade fluvial, a erosão das margens e o assoreamento. Problemas que limitam e, em alguns casos, impedem o desenvolvimento de atividades económicas tradicionais, o usufruto do Tejo no plano ambiental, cultural, desportivo e do lazer - importante para as comunidades residentes junto do rio - e não permitem aproveitar em toda a sua plenitude as potencialidades de desenvolvimento local que o Tejo proporciona.

 

Há relatos e denúncias das populações que evidenciam bem as más condições em que se encontra o Rio Tejo - maus cheiros, água castanha ou água negra, existência de espuma, peixes mortos (como ocorreu bem recentemente), receio de comer peixe do Rio Tejo, a redução da atividade piscícola, o insuficiente caudal do Rio Tejo, entre outras.

O Governo criou a Comissão de Acompanhamento sobre a Poluição no Rio Tejo em janeiro de 2016, cuja missão é “proceder a uma avaliação e diagnóstico das situações com impacte direto na qualidade da água do rio Tejo e seus principais afluentes; promover a elaboração e execução de uma estratégia de atuação conjunta e partilhada entre entidades para fazer face aos fenómenos de poluição e avaliar e propor medidas conducentes a uma maior e efetiva capacidade de atuação da Administração face aos problemas identificados”. Esta Comissão apresentou um relatório em novembro de 2016.

O relatório da Comissão confirma os problemas acima identificados. Refere que “por toda a bacia se encontram problemas históricos de qualidade da água devido ao tratamento ainda insuficiente de águas residuais urbanas e/ou industriais, problemas de poluição difusa com origem na agricultura e/ou pecuária, perda de conectividade decorrente de poucas barragens terem passagens para peixes e na sua maioria os regimes de caudais ecológicos não terem ainda sido implementados. A estes problemas acresce uma monitorização insuficiente das massas de água e das ações de acompanhamento.”

A inexistência de caudais ecológicos que garantam os ecossistemas e a biodiversidade resultam desde logo dos insuficientes volumes de água enviados por Espanha, mas também da gestão feita pelos concessionários das barragens hidroelétricas do Rio Tejo. Esta realidade tem também consequência na concentração de elementos poluentes. Como o caudal não é suficiente a dispersão da poluição também é menor.

As fontes de poluição com origem no insuficiente tratamento de águas residuais, na atividade industrial, nas suiniculturas e na atividade agrícola, conduzem à redução da qualidade das massas de água no Rio Tejo. Resulta daqui a redução do nível de oxigénio na água à superfície, a eutrofização das águas, que leva à morte de peixes no rio.

O Relatório sobre a Qualidade da Água Superficial no Rio Tejo, de março de 2017, conclui que:

- “os valores obtidos para o CBO5 e azoto amoniacal nas albufeiras de Fratel e Belver são baixos”;

- “o principal fator de degradação da qualidade da água do troço principal do rio Tejo (…) prende-se com os elevados teores de fósforo total, cuja proveniência pode ser diversa (agricultura, águas residuais urbanas, indústria)”;

- “a qualidade da água na primeira estação de monitorização existente a jusante da albufeira de Cedilho apresenta já valores de fósforo acima do limite para o bom estado”;

- “relativamente ao oxigénio dissolvido e à percentagem de saturação, apenas em Perais não são cumpridos os limites para o bom estado, uma vez que mais de 80% das amostras se encontram fora dos limites estipulados”;

- “contaminação bacteriológica provavelmente resultante da descarga ocasional de águas residuais urbanas ou efluentes domésticos com tratamento deficiente ou sem tratamento”;

- em algumas zonas foi ainda identificada a presença de cádmio e chumbo, elementos prejudiciais à saúde pública.

As barragens de Fratel e de Belver, o açude de Abrantes, travessão da PEGOP ou a central Termoelétrica do Pego constituem barreiras à conectividade fluvial. Constata-se que não é assegurada de forma adequada a passagem dos peixes, nem existe nenhuma forma de passagem de embarcações.

A irregularidade dos caudais do Tejo, em particular, devido às fortes descargas das barragens leva à erosão das margens, visível nos chamados rombos, sobretudo na zona de Constância, Chamusca e Golegã.

Constata-se ainda o assoreamento do Rio Tejo na planície ribatejana e no estuário do Tejo, o que introduz grandes limitações à navegabilidade e inoperacionalidade de estruturas portuárias, afetando de forma crítica as atividades económicas, assim como os ecossistemas aquáticos e conduz à degradação da qualidade da água.

O Relatório da Comissão de Acompanhamento sobre Poluição no Rio Tejo avança um conjunto de propostas e recomendações, nomeadamente a plataforma eletrónica de gestão da informação relativa à prevenção e controle da poluição no Rio Tejo, a realização de um plano anual de ação integrado de fiscalização e inspeção, o plano de monitorização da qualidade das massas de água, a definição de caudal ecológico para as barragens de Fratel e Belver, ou o reforço de intervenção dos sistemas de saneamento de águas residuais. Constatamos que, um ano depois destas recomendações, a situação do Rio Tejo não melhorou e, em alguns aspetos, tem vindo a deteriorar-se.

O relatório tem uma grande lacuna – quais os meios que têm de ser mobilizados para garantir o cumprimento das recomendações que nele constam? Sobre os meios não há nenhuma referência.

Verificamos que as diversas entidades da Administração Central, com responsabilidades no acompanhamento e intervenção na Bacia Hidrográfica do Rio Tejo, não dispõem dos meios para assegurar a atuação do Estado que é tão necessária.

O PCP propõe que o Governo adote um conjunto de medidas eficazes que assegurem a proteção da Bacia Hidrográfica do Rio Tejo, assegurando a quantidade e a qualidade de água que proporcione o desenvolvimento das atividades económicas tradicionais, assegure a saúde pública, a preservação dos ecossistemas e a biodiversidade e o usufruto das zonas ribeirinhas do Tejo, ao nível cultural, desportivo, e de lazer. Que permita o aproveitamento de todo o potencial de desenvolvimento que a bacia Hidrográfica que o Rio Tejo proporciona.

Nestes termos, nos termos da alínea b) do artigo 156.º da Constituição e da alínea b) do n.º 1 do artigo 4.º do Regimento, os Deputados do Grupo Parlamentar do PCP propõem que a Assembleia da República adote a seguinte:

Resolução

A Assembleia da República, reconhecendo a Bacia Hidrográfica do Rio Tejo como um bem essencial à promoção da qualidade de vida das populações que vivem e trabalham no seu território, resolve, nos termos da alínea b) do artigo 156.º e do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição da República, recomendar ao Governo que:

1 - Adote medidas eficazes para garantir a existência de caudais mínimos que preservem o bom estado das águas do Rio Tejo, assim como os ecossistemas e a biodiversidade;

2 - Garanta a monitorização da qualidade da água do Rio Tejo, incluindo a introdução de parâmetros que meçam os níveis de radioatividade;

3 – Proceda ao reforço de realização de ações de fiscalização e inspetivas regulares que permitam identificar os focos de poluição, e atue de forma a assegurar o cumprimento da legislação em vigor no que respeita à garantia da qualidade ambiental;

4 – Reforce as ações de prevenção e defesa da qualidade ambiental e ecológica da bacia hidrográfica da Rio Tejo;

5 – Reforce os meios humanos e técnicos das autoridades e entidades com responsabilidades em questões ambientais, nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente; a Inspeção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território; e o SEPNA da GNR;

6 – Assegure a conectividade fluvial no Rio Tejo, nomeadamente a passagem dos peixes, tomando medidas urgentes para a resolução dos pontos mais problemáticos;

7 – Elabore um estudo de avaliação da conetividade fluvial para assegurar a passagem das embarcações;

8 – Proceda ao desassoreamento do Rio Tejo, com intervenções regulares que mantenham a navegabilidade e a operacionalidade dos portos;

9 – Disponibilize a informação para o público quanto à monitorização da qualidade da água do Rio Tejo, assim como os resultados das ações de fiscalização e inspetivas realizadas

10 – Alargue a composição da Comissão de Acompanhamento sobre a Poluição no Rio Tejo, integrando as organizações representativas das populações e as autarquias.

Assembleia da República, 15 de dezembro de 2017

Os Deputados,

JOÃO RAMOS; JOÃO OLIVEIRA; BRUNO DIAS; PAULO SÁ; RITA RATO; DIANA FERREIRA; JERÓNIMO DE SOUSA; ANTÓNIO FILIPE; FRANCISCO LOPES; JORGE MACHADO; CARLA CRUZ; PAULA SANTOS; MIGUEL TIAGO; ANA MESQUITA


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publicado por porabrantes às 09:30 | link do post | comentar

Sábado, 11.11.17

mini hídrica.png

Ao longo destes anos a cacique andou a espalhar que iam construir uma mini-hídrica em cima do açude, como forma de iludir a responsabilidade da CMA na construção duma escada passa-peixe.

Já se dito aqui, citando a Esquerda-Net ,que a Soares da Costa, que tinha as licenças para 2 mini-hidrícas, as tinha tentado trocado por alvarás para energia solar noutros sítios (Algarve).

Agora rebentou a escandaleira sobre estes projectos depois dum parecer arrasador do Conselho Consultivo do MP.

 

Responsável: o governo do Passos.

Sobre o assunto. C.Manhã, Público 

Já todos sabiam que a Soares da Costa queria ir para o Algarve, excepto a cacique e os amigalhaços, que não devem ler jornais.

 mn



publicado por porabrantes às 13:21 | link do post | comentar

Sábado, 01.04.17

guilhotina.jpg

Ainda hoje, se houver pachorra

 

De como o Bloco decapitou o Director-Geral de Energia.

 

Em questão, entre outras miudezas, a mini-hídrica que a Soares da Costa ia montar no açude.

 

ma



publicado por porabrantes às 14:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.02.17

jorge costa.png

No Esquerda Net

 

A cacique andou a berrar durante um montão de tempo que ia ser construída uma mini-hídrica em cima do Açude e que seria a concessionária a construir uma escada passa-peixe

A concessionária era a Soares da Costa que abandonou a ideia da mini-hídrica e  nunca assumiria as responsabilidades que são da CMA.

É a CMA a culpada de não haver peixe no Tejo .....

açude onde está.jpg

O deputado Jorge Costa desvenda neste artigo como a Soares da Costa viu transformada a licença da míni-hídrica em autorização para explorar energia solar e como (com a cumplicidade deste governo) quer mudar as autorizações abrantinas....pró Algarve

 

soares da costa.png

Face a esta perda de investimento o caciquismo está calado.

 

Como é seu timbre.

mn

 

devida vénia à Esquerda Net e ao Artur Falcão



publicado por porabrantes às 20:27 | link do post | comentar

Domingo, 27.11.16

Em 21-9-2016 a CMA assinou com a Fundação da Faculdade de Ciências um contrato no valor de 23.000 € mais IVA para ver se as pobres lampreias e outros bichos conseguem saltar o açude mata-peixe.

O assunto aparentemente não foi levado a sessão camarária, talvez  para o povo não voltar a falar das sucessivas matanças de peixe no açude.

Nos termos do contrato, a Fundação tem

lampreia 1.png

açude lampreia 2.png

até 3 anos para apurar o que todos sabemos e aquilo que os relatórios da APA e do Parlamento já afirmam, que as pobres lampreias e outros bichos não conseguem ou só conseguem muito dificilmente saltar aquele criminoso obstáculo artificial.

O recente relatório da Comissão que se debruçou sobre o estado do Tejo diz assim

enguias.png

ou seja reconhece que não são apenas as enguias que não passam, são as outras espécies piscícolas.

 

lampreia açude diário noticias - copia.jpg

Como as lampreias, aqui numa foto publicada no matutino Diário de Notícias haverá séculos, passe a expressão.

 

O Médio Tejo, pela pena da Joana Santos, cita um investigador que diz (...)'' O mesmo programa está a ser implementado no Açude de Abrantes, desde setembro de 2016 e que se prevê concluir-se em 2017. Está a ser executado um Programa de Avaliação da Transponibilidade do Açude Insuflável de Abrantes à Migração Piscícola.''

 

Vamos lá com calma, os documentos provam que só desde 21-Setembro (data da assinatura do contrato) é que podem ter começado a estudar o assunto e que têm até três anos para  elaborar o estudo, portanto só lá para 2020, é que a CMA saberá, o que todos sabemos, que o Açude é um obstáculo quase intransponível.

 

Já aqui se citou  em 2014 (!) que a APA considerava o Açude intransponível e a camarilha socialista andou a atirar bolas para fora, enquanto o peixe morria às toneladas

 

17047788_hR8TW.png

Enquanto o peixe morria, a cacique com o seu apego histórico à verdade, dizia que a culpa era dos espanhóis, duns senhores que não queriam montar uma mini-hídrica e já não sei que mais.

Agora diz o investigador do IPT que é preciso seguir o modelo de Coimbra, que passa por montar uma escada passa-peixe que custará uns milhões de euros, que terá de pagar a CMA, ou seja que terá de pagar o povo de Abrantes, através dos seus impostos, tudo porque a irresponsável edilidade do Carvalho não exigiu uma escada passa-peixes decente e ainda porque a Céu, com a irresponsabilidade política típica desta maioria, aceitou a obra com uma escada ineficiente..

 

Não somos investigadores, mas já se tinha dito aqui, que a solução passava pelo modelo já praticado no Mondego

 

O Relatório Parlamentar dá mais uma bicada na Abrantaqua e na Câmara de Abrantes, ou seja no ex-Vereador Bento e na tropa que o contratou, todos seus camaradas de Partido. É obra!

bento.jpg

 mn



publicado por porabrantes às 18:44 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.07.16

frescura.png

O Mirante insere este texto e esta foto, na sua edição on-line de 27-07-16. O texto diz, preto no branco, ''A câmara municipal de Abrantes não perde uma oportunidade de reforçar a sua ligação aos rios Zêzere e Tejo a todos os níveis''. (...)

 

E depois conta as proezas duma medíocre equipa política para valorizar o turismo e o Tejo....

 

Quem ler apressadamente, além da má prosa, achará que este executivo fez maravilhas, quando consentiu, por desleixo na manutenção do ilegal açude, uma matança de peixes no Rossio e pactuou vergonhosamente com um travessão ilegal do capital apátrida no PEGO.

 

Mas não é assim, lá no final do texto consta, em letra pequena, que se trata de publicidade.

 

publicidade.png

E como se sabe, os publicitários são uns exagerados.

 

Quanto custou o anúncio?

 

Não sei se vamos requerer cópia da factura à edilidade. Está calor. E já agora tome banho no Castelo de Bode, num mês  já vão 2 mortos

cidade de tomar.jpg

 ma

nota: o título foi ''roubado'' já não sei a quem

 

  



publicado por porabrantes às 07:22 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13.07.16

''Extracto da Conferência Sustentabilidade do rio Tejo, realizada a 7 de Julho na Vila Nova da Barquinha..

Algumas Conclusões

1-Não existe ordenamento industrial ...em Vila Velha de Rodão, nem no EcoParque do Relvão. A Celtejo, pese embora tenha antecipado investimentos, continua a poluir o rio Tejo sem que alguém consiga parar os constantes atentados ambientais, assim como a fossa (fossa industrial???) da Câmara Municipal de VV de Rodão e a Fabrióleo, no Concelho de Torres Novas.

2-O Travessão do Pego, depois de reconfigurado o projecto, vai entrar em obras depois de terminar a consulta pública que deve acontecer na última semana deste mês.

3-O Açude Insuflável de Abrantes continua ilegal, e a mini hidrica já não vai ser instalada o que levanta a questão sobre quem vai fazer o investimento na escada passa peixes.

4-Pedro Serra afirmou que enquanto foi Presidente do INAG, o Presidente da Câmara de Abrantes, por diversas vezes, lhe "solicitou" que autorizasse a construção do açude insuflável. Sempre recusou pois para ele é inconcebível construir um açude num rio internacional e tão perto do estuário do rio Tejo.

5-Pedro Serra afirmou que a barragem do Fratel, com a sua capacidade de armazenamento, pode desregular ou regular os caudais vindos de Cedillo.

6-Carlos Rosário afirmou que, a EDP por estar inserida num mercado concorrencial de energia electriza, tem como prioridade o armazenamento em albufeira como forma de aproveitar a energia potencial da água das barragens.

7-Um responsável da Protecção Civil do Grupo de Santarém afirmou que a Central Nuclear de Almaraz representa um risco ínfimo, versão corroborada pelo presidente da APA.

8-Júlia Amorim, presidente da CM de Constância, afirmou que os problemas do rio Tejo estão identificados, tanto em Espanha, como em Portugal e têm que ser resolvidos ao mais alto nível.

9-Fernando Freire, presidente da CM de V.N. Barquinha afirmou que o tio não tem saúde, está doente e as autoridades centrais têm que agir. Afirmou ainda que a bolsa de energia limita os caudais no rio Tejo e Zêzere.

10-Nuno Lacasta (APA) referiu que se tem que "revisitar" as licenças ambientais ponderando se não foram atribuídas demasiadas sujeitando assim, o rio Tejo a uma carga poluitiva que não permita a sua diluição dentro dos parâmetros estipulados.

Armindo Silveira''

 

 

reproduz-se, com a devida vénia, o resumo feito pelo incansável ambientalista Armindo Silveira, no facebook, sobre esta reunião.

 

Duas notas:

A Presidente abrantina não rebateu nenhuma das afirmações que colocam em causa as posturas que a CMA vem mantendo.

Assim a desculpa com a mini-hídrica para responsabilizar outros por não haver escada passa-peixe a funcionar, foi ao ar e a senhora impávida, descarada e serena.

Quanto ao afirmado (ponto 7) sobre o remoto perigo para a região dum acidente nuclear na sucata de Almaraz, o senhor  Mário Silvestre está nas nuvens.. As nuvens radioactivas de Tchernobyl chegaram a França....E Almaraz está perto da fronteira. 

 

Agradece-se ao Armindo. Se houver pachorra, talvez se fale no travessão.

mn                     .

 



publicado por porabrantes às 07:40 | link do post | comentar

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