Sábado, 21.11.20

KGL-flag.jpg

A história da Legião Alemã que sob comando de Wellington esteve em Abrantes e que foi decisiva para a derrota de Napoleão.

Segundo os Despachos de Lord Wellington a maior parte das tropas deste corpo estava estacionada na Barquinha.

Ver ainda WELLESLEY, Marquess. The Despatches and Correspondence of the Marquess of Wellesley, K.G. during His Lordship's Mission to Spain as Ambassador Extraordinary to the Supreme Junta in 1809. Edited by Montgomery Martin. LONDON: John Murray. 1838..



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Quarta-feira, 18.11.20

Nos termos da Lei, as instituições caritativas são obrigadas a terem on-line os seus relatórios e contas e outra informação institucional. Há as que cumprem, caso da Santa Casa, e as que não o fazem, caso do CSIA, apesar deste manejar verbas que lhe propiciam saldos positivos anuais, da ordem de meio milhão de euros.

Estas instituições são obrigadas a terem um Conselho Fiscal, para fiscalizar a Administração e o cumprimento da Lei.

Quem era o CF do CSIA?

Quem permitiu ao cónego burlar e votou a aprovação das Contas, que tinham obrigatoriamente de ir ao Bispo, para aprovação posterior?

Quem era a Direcção do CSIA ?

O Cónego-burlão era o Presidente nato. Da Direcção de 2015 só apurámos que fazia parte um tal Boleo Paiva Tomé, que já vimos a prestar declarações falsas, em instrumento público, para inscrever bens em nome da Igreja, numa prática proibida por Lei. Ao lado do Anacleto.

Também apurámos que o Tesoureiro era em 2008, um tal José Bragança Ferreira, natural de Porto de Mós, porque aparece a outorgar uma escritura pública, em 2008, em nome do CSIA ao lado do burlão.

De acordo com o testemunho do contabilista do CSIA, esta instituição ganhava 500.000 € anuais, no negócio da desintoxicação, desde os anos 90.

Portanto passaram pelas mãos do Bragança pelo menos meio milhão de euros, nesse ano.

Onde foram investidos? Onde foram parar?

O Bragança é ainda Presidente do C.F. da Associação Nova Aliança, com sede na Casa Paroquial, detentora da folha homónima. 

No alucinante depoimento ao Tribunal,  o Bragança não conseguiu aclarar nada sobre a burla, nem sobre os movimentos financeiros, e apenas declarou que era amigo do burlão e que ele ajudava as pessoas. 

Também apurou o Tribunal que o Graça controlava tudo pessoalmente. 

Seria o Bragança apenas o simples verbo de encher ou passou-se qualquer outra coisa?

O facto do Bispo e a tutela permitirem a opacidade, tudo isso facilitou a  a burla. 

O cónego afastou todos os católicos conscientes, para se fazer cercar por uma turba de yes-men, acrítica e conivente, que lhe deixou o caminho aberto para todas as manigâncias. 

mn   



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No seu árduo esforço para construir um almanaque republicano abrantino, o esforçado Gaspar não encontrou elementos para ver como os republicanos, em nome do Supremo Arquitecto, limpavam as escolas abrantinas das referências católicas.....Esclarecemos o rapaz....  

 

 

 

''No que diz respeito à neutralidade religiosa nas escolas não dispomos de quaisquer informações sobre o grau de cumprimento desta norma na região'' -Martinho Gaspar, p. 63 da ''Primeira República em Abrantes''

 

antunes amor.png

 

Maria Lúcia de Brito Moura, ''A "Guerra religiosa" na I República'', p. 518, 2010

   

Como diria António Farinha Pereira, citando Voltaire '' a religião é muito necessária para as mulheres e para os criados''

ma



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Terça-feira, 17.11.20

tejo hoje.png

 


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Terça-feira, 10.11.20

O ex-dirigente do PSD de Abrantes, dr. Diogo João Ferreira Valentim, censurou no facebook a acção do Vereador Rui Santos na autarquia.

O neo-liberal anda nas bocas do mundo, depois duma caricatura sarcástica no Mirante

neo liberal.png

rui santos.png

 

  


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Segunda-feira, 09.11.20

Processada pela TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A.,  por se recusar a indemnizar a empresa pelas sucessivas paragens nas Obras de S.Domingos, por não terem realizado as escavações prévias no velho Convento, exigidas pela tutela e não tendo argumentos para contestar a acção no TAF, a autarquia buscou desesperadamente um acordo com os empreiteiros.

Amanhã vão tentar impingir o acordo na sessão da CMA, que representa uma claudicação clara face aos demandantes.

A irresponsabilidade da cacique vai saldar-se muito cara.

Proposta de acordo de Pagamento no âmbito da Ação Administrativa Comum, interposta pela TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A., através do Processo: 472/20.7BELRA, relativamente à Empreitada “Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Fase 1, Recuperação, Remodelação e Ampliação do Convento de S. Domingos – para
aprovação

   

miaa TRIBUNAL.jpg

Uma obra caríssima por culpa da cacique e da corte de apaniguados

miaa simao 2017 4.jpg

 

  



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Domingo, 01.11.20

Publica-se um texto importante de história de Abrantes, da autoria do dr.Paulo Falcão Tavares, referente ao fim do absolutismo em Abrantes

 

 

Tesouro Real miguelista em Abrantes ( I )

 

Como é sabido, o Reino de Portugal viveu uma sangrenta guerra civil em 1833, entre dois reis (D. Pedro “malhado” e S.M.F. Dom Miguel I “realista”) onde Abrantes foi palco.

Irei citar umas memórias de um monge cartuxo, que foi perseguido e teve que exilar-se em Itália no Mosteiro da Cartuxa de Calábria, onde foi Prior e escreveu diversas obras, falamos do Padre Fr. D. Francisco de Assunção Ferreira de Mattos.

“…no dia 12 [de Setembro de 1833] partimos para a villa de Abrantes, á cuja terra chegamos ás 2 horas da tarde. Procuramos no Convento de Santo António lugar para descansarmos hum pouco dos incómodos da viagem, e o Guardião nos conduzio para huma grande caza, na qual o ar entrava por todas as quatro partes; nos quatro ângulos da mesma estavam preparadas 4 camas, as quais, nos disse o mesmo Guardião estarem destinadas  para 4 Religiosos, que deviam ser recebidos no seu Convento, por ordem do Exmo Governador: logo entendemos que aquele belo aposento estava preparado para nós, mas como o vimos mais próprio para nos acabar que para nos restabelecer, não obstante  a grande dôr de dentes que me afligiu, roguei a D. Bruno [monge cartuxo português] que me acompanhasse a caza da Exma Senhora D. Francisca. Com efeito fomos ás cegas (porque não sabíamos nada das ruas da villa) procurar S. Excª; por acaso passamos pela caza do Exmº Governador o Sr. João Vieira Touvar e Albuquerque, o qual porque não tinha noticia do habito cartuxo, nos mandou perguntar, que religiosos eramos? Como soubemos da pessoa que nos fez esta interrogação, donde ella procedia, lhe rogamos nos fizesse a caridade de nos indicar a caza de S. Excª, o que não recusou. Fomos a sua caza e depois de havermos cumprimentado S. E. lhe expusemos o nosso triste estado de saúde, e a descómoda caza que julgamos estar destinada para nós. S. Excª logo reconheceu sermos nós os Religiosos por quem lhe tinha falado a Exmª Srª D. Francisca,

Infanta Maria Francisca of Portugal.jpg

A Infanta D.Maria Francisca, Vicente Lopez Portaña  

 

e se dignou mandar hum D. Alvaro [Tavares], seu Ajudante de ordens, ao Convento de S. Domingos, pedindo ao Prior, Fr. João de S. Jacinto, em seu nome alguma cella desocupada para nos accomodar. Mas o Prior, porque tinha ocupado todo o Convento com os creados da Real Caza, respondeu, não lhe ser possível acomodarnos no Convento, mas que sendo necessário punha à disposição de S. Excª o hospicio que tinha distante da villa, ¼ légua [em Alferrarede]. Como vimos que nada se podia obter naquela ocasião, despedimonos de S. Excª agradecendo-lhe a sua boa vontade, e nos dirigimos ao Paço [antigo solar da família Freire de Castro] para falarmos à Exma Srª D. Francisca. Já D. Ricardo e D. Manoel [dois monges] estavam no quarto de S. Excª, os quaes nos derão a boa nova, que o Guardião sabendo que nós estávamos a promover outro arranjo, desocupou 2 cellas, e na mesma tarde lhe deu as chaves dellas, com o que desistimos de fazer outras diligencias a este respeito. No seguinte dia 13 fomos cumprimentar toda a Real Família, que nos recebeu sempre, com as demonstrações do maior afeccto. A segunda vez que tivemos a honra de beijarmos a Real Mão do Senhor Dom Carlos [de Espanha],

 

Carlos María Isidro de Borbón (Museo del Prado) cropped.jpg

D.Carlos de Borbón

nesta villa, se dignou dizer-nos: Saibão, Padres, que não os irei visitar a [Convento] Santo António porque sei de certo que o guardião do convento he muito malhado [liberal]. E parece que não se enganava, como depois o vimos por experiência. Nesta villa he que soubemos pela Serenissima Srª Infanta D. Maria da Assunção (que Deos a tenha em Santa Glória) que o sr. D. Pedro, seu irmão, tinha mandado publicar na Cronica de Lisboa hum decreto a respeito de nós os Cartuxos do [Mosteiro] de Laveiras, honrando-nos com o nome de rebeldes ao seu intruso e usurpador governo, por havermos abandonado excandalosamente o nosso mosteiro, passando para a parte do Legitimo Rei da Monarchia Portugueza o Senhor Dom Miguel Primeiro, e por isso declarava supreesos todos os conventos onde fossem recebifos, ou qualquer outro Religioso emigrado da capital. Por este mês de Setembro chegaram á villa de Abrantes os Generais Bromout e Clouet, com mais 30 ou 40 oficiais franceses, que infelizmente El Rey (por maus conselhos) dimitiu de seu Real Serviço.”

 



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Quarta-feira, 28.10.20

R.Monteiro Lima 29 Abrantes,JARDIM Alberty.jpg

Acho que foi em 2011, quando o arquitecto Albano Santos, ex-vice-presidente PS da autarquia deu cabo dum jardim histórico, no centro da cidade, com a conivência dos serviços urbanísticos locais, onde Sara Morgado preponderava.

Dizia o arq. Santa-Rita, autor do clássico ''Abrantes Cidade'', que era necessário preservar os logradouros e que estes eram parte do encanto da urbe.

Da mesma forma, quando compraram o palacete Falcão, os caciques a primeira coisa que fizeram foi arrasar o jardim, para poderem estacionar bólides de 16 mil contos, como o BMW do serviçal Carvalho da RPP (agora a cuidar dos pobrezinhos) e o Mercedes de 50.000 da pindérica, que disse que o ''Covid'' trazia efeitos positivos.

casa falcao.jpg

Agora informam que vão transformar o mercado diário numa garagem, depois de terem destruído o Vale da Fontinha e o terem transformado num alucinante parque de estacionamento.

Também dizem que vão construir 2 salas de cinema aí, quando no S.Pedro há espaço para isso e muito mais e as salas estão vazias em todo o mundo.

Para finalizar a faena, que certamente contará com o apoio da Modo ou do Serrano, via OARS, afirmam que vão comprar o Cinema de Alferrarede, a cair.

Como bem disse ontem, Armindo Silveira aquilo está quase irrecuperável.

Ou seja continua a política de destruição do Centro Histórico, a delapidação de fundos públicos, a tolerância com empreendedores vândalos como Joaquim Ribeiro que arrasou a rua D.Miguel de Almeida, ou os bárbaros que destruíram Santo Amaro.

Como bem dizia, no face, a Lurdes Martins, Presidente da Palha e cidadã culta e interveniente, o que é preciso é outra gente, ao leme da autarquia, que a política deste PS foi, é e será desastrosa.

ma    

   



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Terça-feira, 27.10.20

missa anacleto

Depois duma leitura atenta ao recurso apresentado pelo José da Graça,  cujo depoimento no Tribunal da 1ª Instância tinha sido assim definido, '' não obstante  o arguido José da Graça ter negado a prática dos factos e ter relatado ao Tribunal uma versão diferente do arguido Pedro Moreira, não conseguiu esta convencer o Tribunal, pois a sua versão é incoerente e inverosímil  (...), os Desembargadores da Veneranda  Relação consideraram ''(...) as explicações dadas pelo arguido José da Graça sobre os factos delitivos em apreço não possuem a mínima verosimilhança, não têm qualquer consistência, são totalmente desprovidas da mínima adesão à realidade das coisas e, por isso,  nenhuma credibilidade merecem''(...).

O arguido atirou as culpas (todas) para o Pedro Moreira, mas diz o Acórdão que a burla continuou depois da saída do técnico citado. Ou seja o Graça continuou a roubar e a atirar as culpas para terceiros.

Prossegue, lapidar, o Acórdão, que é uma notável peça jurídica, que honra os nossos Tribunais Superiores, '' (..) relevando até tal arguido uma confrangedora inclinação para o engano de terceiras pessoas(,,,)''

Referem ainda que a conduta do Graça, durante o julgamento'' (...) não revela a existência de qualquer arrependimento ou  responsabilização'(...)'   

O Acórdão e a sentença de 1ª instância revelam práticas gravíssimas que certamente teriam de ser analisadas friamente pelos órgãos católicos da Cidade e Diocese e ainda eventualmente pelo Conselho Municipal de Segurança, pelos partidos políticos e por toda a nossa sociedade.

E por um Anacleto que dizia que o Graça era um homem sério.

ma

 



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covid 3.png

Mapa do Jornal de Negócios

Concelhos como Abrantes na fasquia  entre 100 e 499 casos.

ler a notícia 



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