Quinta-feira, 24.04.14
Designação: Prevenção
Ano do Início/Conclusão: 2009/
Estado: Aprovado
Objectivos: O acompanhamento arqueológico tinha como objectivo verificar a existência de materiais paleolíticos ou outros, nos terrenos efectuados pela construção da fábrica, dado que na Carta Arqueológica de Abrantes vinham referidos diversos materiais paleolíticos encontrados nos arredores.
Resultados: Com excepção da área da fábrica que já se encontrava desaterrada quando foi iniciado o acompanhamento, todo o restante terreno revelou diversos artefactos paleolíticos, com especial incidência na parte Este do terreno, onde se concentravam estes materiais.
Responsável: Carlos António Moutoso Batata
Co-Responsáveis: -
Pessoas (relação): -
Trabalhos:

 

 

 

A primeira nota é extraordinária antes de se fazer o acompanhamento arqueológico o Alves, que viria a contratar o Carvalho, já arrasara  o terreno onde ia prantar a fábrica....

 

E ninguém da CMA embargou a construção...

 

Como é que isto se chama em direito????

 

CNS: 33239
Tipo: Vestígios de Superfície
Distrito/Concelho/Freguesia: Santarém/Abrantes/Concavada
Período: Paleolítico
Descrição: A área onde foram localizados os materiais encontra-se nas encostas da margem esquerda do Rio Tejo, composta por terraços fluviais tipo Q1. A área apresenta dois cabeços salientes, uma norte, com a cota altimétrica de 131m e outro a sul, com um marco geodésico e a cota de 163m. Entre estes dois cabeços desenvolvem-se linhas de água que formam o Ribeiro do Vale dos Peixes, a ocidente, e a Ribeira da Galhoufa e a Ribeira do Alcamim, a orirente, todos afluentes da margem esquerda do rio Tejo. Neste local foram recolhidos vários materias de cronologia Paleolítica, nomeadamente lascas, raspadores, unifaces e um pico.
Meio: Terrestre
Acesso: Na estrada Rossio ao Sul do Tejo - Alvega, corta-se á direita, logo após o Hotek Abrantur.
Espólio: -
Depositários: Museu Municipal de Abrantes
Classificação: -
Conservação: -

 

 

A Empresa da Filomena Gaspar e marido penhoraram o caloteiro solar porque o malandro não lhes pagou atempadamente certo trabalho.

 

 

MA

 

fonte: portal do arqueólogo



publicado por porabrantes às 16:10 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.12.13

O município de Abrantes dirigido pela conhecida cacique Albuquerque meteu uns dignos cidadãos em Tribunal-

 

 

 

76/11.6TBABT
2º Juízo
Insolvência pessoa coletiva (Requerida)
Requerente Uniconcreto - Betão Pronto, S. A. 
Devedor Rpp Solar, S.A.
Julgamento ou Audiência final  
         
376/12.7TBABT
2º Juízo
Ação de Processo Ordinário
Autor Municipio de Abrantes 
Réu Ramiro Vitória Coelho 
Réu Almerinda Maria Coelho
Julgamento ou Audiência final

 

 

 Ao mesmo mesmo tempo arrasta-se pelo Tribunal mais um processo por caloteirismo militante e ajuramentado por parte da RPP Solar de que era empregado e promotor (dado que lhe vendeu enquanto autarca um terreno que valia quase um milhão de euros por uns cem mil euros) o actual Presidente da Assembleia Municipal

 

 

 

 

 

Até agora o caciquismo local, cuja base social de apoio, como diria o major Melo Antunes, é a sociedade civil que vive da caça ao tacho e  ao subsídio, foi incapaz de exigir ao Alexandre Alves e à restante tropa fandanga responsabilidades judiciais, tanto cíveis como eventualmente penais.....

 

Estranha-se por isso, por uma razão de evidente justiça, que ande a incomodar cidadãos nos tribunais enquanto alguém se dedicou a convidar o ''investidor'' Alves para certa tomada de posse.

 

Voltarei ao tema, a RPP é uma chata danada

 

 

Miguel Abrantes 



publicado por porabrantes às 14:21 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.07.10

Transcrevemos o artigo publicado ontem pelo Correio da Manhã:

 

Investimento

‘Barão’ recebe subsídio a seis dias das eleições

Apoios do Estado ascendem a 127,9 milhões de euros.

  • 11 Julho 2010

Por:António Sérgio Azenha/ Carlos Ferreira



Fábrica de painéis solares de Alexandre Alves foi reconhecida como Projecto de Interesse Nacional apenas seis dias antes das eleições legislativas.

 

 

O Governo reconheceu a fábrica de painéis solares do empresário Alexandre Alves, que será instalada em Abrantes, como Projecto de Interesse Nacional (PIN) a 14 de Setembro de 2009, apenas seis dias antes das eleições legislativas. Com esta decisão, o projecto do chamado ‘Barão Vermelho’ obteve um apoio do Estado de 127,9 milhões de euros. E tudo isto numa altura em que os seus negócios eram investigados pelo Ministério Público e os seus bens tinham sido alvo de uma decisão de arresto por parte do Tribunal Tributário de Lisboa (ver caixa).

A candidatura da RPP Solar a PIN deu entrada na AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal a 21 de Julho de 2009. A Comissão de Avaliação e Acompanhamento dos Projectos de Potencial Interesse Nacional (CAA-PIN) dispunha – nos termos do nº 6 do artigo 6º do regulamento do sistema PIN previsto no decreto-lei 184/2008 – de 30 dias úteis, contados a partir da entrega do requerimento, para tomar uma decisão. O prazo foi ultrapassado.

 

 

Só a 14 de Setembro, cerca de duas semanas após o termo do prazo, a CAA-PIN se pronunciou sobre o projecto do empresário. E, segundo a própria AICEP, o resultado não deixou dúvidas: 'A decisão foi tomada por unanimidade por esta Comissão [CAA-PIN] e não por qualquer responsável político.' A AICEP, presidida por Basílio Horta, frisa ainda que a CAA-PIN, nos termos do regulamento do Sistema PIN, 'é composta por representantes da AICEP, que coordena, do IAPMEI, do Turismo de Portugal, da Agência Portuguesa do Ambiente, do ICN da Natureza e da Direcção-Geral de Ordenamento do Território'. E garante que 'a entidade beneficiária dos apoios é a RPP Solar, tendo aquela demonstrado cumprir as condições para a aprovação dos incentivos, nomeadamente ter todas as suas contribuições pagas e em dia'.

 

 

Por isso, frisa a AICEP, 'não havendo neste momento matéria formal que o justifique, a Agência não tenciona rescindir o contrato [com a RPP Solar]'. Mesmo assim, o organismo liderado por Basílio Horta garante que, 'mesmo após a utilização dos incentivos, se se vier a verificar incumprimento do contracto estes terão de ser devolvidos' ao Estado.

 

EX-AUTARCA APOIA COMPRA DA TERRA

Os apoios à RPP Solar foram aprovados quando a Câmara de Abrantes era liderada pelo socialista Nelson Carvalho, que é agora director de Formação e Projectos Especiais da RPP Solar.

O ex-autarca reconhece ter feito 'tudo o que estava ao seu alcance' para que a RPP Solar fosse instalada no concelho. E, no caso da compra do terreno, diz que a autarquia fez um bom negócio, 'face ao objectivo e à oportunidade'.

 

 

SALVAGUARDAR OS INTERESSES

Os eleitos locais não questionaram o projecto (por exemplo, ao nível da capacidade financeira) nem salvaguardaram os interesses do município caso os acordos não venham a ser cumpridos

 

DOS RETAIL PARKS PARA A RPP SOLAR

Na assembleia municipal de 17 de Julho de 2009 foi aprovado o protocolo de cooperação entre o município e a RPP Solar (por via da RPP-Retail Parks de Portugal, SGPS, SA).

DEPUTADOS COM POUCAS DÚVIDAS

Naquela assembleia, o deputado Belém Coelho (PSD) perguntou se o protocolo não devia ter uma cláusula de compensação no caso de incumprimento parcial ou total. Ficou sem resposta.

SAIBA MAIS

ARQUIVADO

O antigo presidente da Câmara de Abrantes Nelson Carvalho viu ser agora arquivado um processo judicial de 2007, em que era arguido, por causa de alegadas irregularidades na construção do aterro sanitário em Concavada.

1800

é o número de postos de trabalho que a RPP Solar se compromete a criar na unidade de painéis solares, em construção junto à central do Pego.

300

é o número de empregos destinados a engenheiros e quadros superiores da empresa, que terá de contratar, maioritariamente, mão-de-obra local e regional.

MUDANÇA CRITICADA

O facto de Nelson Carvalho ter aceitado o cargo de director de Formação e Projectos Especiais da RPP Solar, apenas nove meses após ter deixado a autarquia, foi muito criticado pela oposição na última assembleia municipal. 'Uma atitude eticamente deplorável', disse Gonçalo Vieira (PSD).

 

TERRENO SAI CARO À CÂMARA

A Câmara de Abrantes gastou 1,240 milhões de euros para ficar na posse do terreno que depois vendeu, por apenas cem mil euros, à empresa de painéis solares RPP Solar, presidida por Alexandre Alves, o ‘Barão Vermelho’. Como a Comissão de Avaliação Municipal considerou que a propriedade valia apenas 663 mil euros, a autarquia despendeu quase o dobro.

Além de ter pago no acto da escritura, a 1 de Outubro de 2009, um milhão de euros pelo terreno, situado junto à central do Pego, e recebido, no mesmo dia, apenas 103586 euros pela venda; a Câmara teve de assumir a extinção de um arrendamento florestal com a Silvicaima-Sociedade Silvícola Caima, SA, pagando para o efeito 240 mil euros. E ainda poderá ter de despender mais 53 mil euros, pelo cancelamento de um projecto de florestação negociado entre a proprietária e o Ministério da Agricultura, com validade até 2014.

 

Acresce também que se, no prazo de dez anos, for alterada a actual classe agro-florestal do terreno, com 82,875 hectares, o Município de Abrantes terá de pagar à vendedora metade das mais-valias geradas relativamente ao milhão de euros do negócio, consumado a dez dias das eleições autárquicas.

 

Quando estas decisões foram aprovadas era presidente da Câmara Nelson Carvalho, actual director de Formação e Projectos Especiais da RPP Solar. O ex-autarca reconhece ter feito “tudo o que estava ao seu alcance” para que a empresa, um investimento de mil milhões de euros, fosse instalada em Abrantes. E, no caso da compra do terreno, considera que a autarquia fez um bom negócio, face ao objectivo e à oportunidade, tanto mais que a vendedora chegou a pedir “1,5 e dois milhões de euros”; embora admitindo que, noutras circunstâncias, o valor de compra pudesse ser inferior.

 

A provar a razão do ex-autarca nesta matéria está uma propriedade situada em São Miguel do Rio Torto, Abrantes, constituída por dois montes, com possibilidade de construção de 125 fogos e uma área de 63,850 hectares, posta à venda por 475 mil euros.

 

AUTARCA  EM CONTACTOS

Nos seis meses que antecederam o dia 20 de Outubro de 2009, data em que presidiu à sua última reunião de Câmara, Nelson Carvalho (PS) desdobrou-se em contactos para conseguir instalar a RPP Solar no concelho, que deverá criar 1800 postos de trabalho, 300 dos quais correspondentes a engenheiros e quadros superiores. O entusiasmo do ex-autarca parece ter contagiado a Câmara e a Assembleia Municipal, que aprovaram todas as suas propostas por unanimidade, sem questionar o projecto – por exemplo ao nível da capacidade financeira - ou salvaguardar os interesses do Município, caso os acordos não venham a ser cumpridos pela empresa liderada pelo ‘Barão Vermelho’.

 

Na Assembleia Municipal de 17 de Julho de 2009, em que foi aprovado o protocolo de cooperação entre o Município e a RPP Solar (por via da RPP-Retail Parks de Portugal, SGPS, SA), apenas o deputado Belém Coelho (PSD) perguntou se o documento não devia ter uma cláusula de compensação, no caso de incumprimento parcial ou total. O presidente da Câmara não desfez a dúvida. No protocolo, a autarquia compromete-se a isentar a RPP Solar das taxas urbanísticas e a conceder-lhe todas as licenças e autorizações. E mais, permite a transmissão de “todos os direitos, benefícios, incentivos, apoio e colaboração” às empresas participadas da RPP Solar envolvidas no projecto de painéis solares. Alexandre Alves fica com uma única obrigação, a elementar, concretizar o projecto. O empresário diz que conseguiu parte do financiamento “na banca estrangeira”, a que juntou algum capital próprio. E garante a sustentabilidade do empreendimento “com o faseamento do investimento e o reinvestimento dos lucros obtidos”.

 

EX-VEREADORA MANTÉM CONFIANÇA

 

A actual presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), era vereadora, responsável pela Divisão de Desenvolvimento Económico, entre outras áreas, no mandato em que a autarquia acolheu as ideias do ‘Barão Vermelho’. Hoje continua a defender o projecto, que considera “um investimento importante, da maior relevância para a região”, pelos postos de trabalho que vai criar e por se situar na área das energias renováveis. A RPP Solar, salienta a autarquia, implicará a qualificação tecnológica do concelho e do tecido empresarial e permitirá a criação de um cluster de energia. Alexandre Alves chegou a anunciar o início da produção para Janeiro último, garantindo agora que começará ainda neste mês de Julho, ocupando de imediato 670 trabalhadores.''

Correio da Manhã

Faremos ainda hoje os necessários comentários às novas informações dadas pelo Correio, salientando que algumas delas foram retiradas deste

blogue.

 

Quanto ao elogio do ex-deputado municipal Belém Coelho, devemos salientar que esta ex-esperança do marçalismo se revelou um flop.

Depois de perguntar isso na A.Municipal votou a favor da RPP ou contra?

 

Temos lido as actas da CMA, sempre publicadas com um atraso notável, e nas que saíram até agora ainda não vimos que o PSD tenha tomado uma posição firme sobre o assunto!!!!!

 

Os vereadores nem sequer pediram à Presidente para que a proposta laranja de criar o arruamento Nelson C. fosse abandonada!!!!

 

Quanto ao resto da oposição, incluíndo a seráfica D.Matildo Neto Pádua, está no seu papel.

 

Bater palmas!!!!!

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 09:25 | link do post | comentar

Domingo, 11.07.10

Investimento

‘Barão’ recebe subsídio a seis dias das eleições


Apoios do Estado ascendem a 127,9 milhões de euros.

  • O Governo reconheceu a fábrica de painéis solares do empresário Alexandre Alves, que será instalada em Abrantes, como Projecto de Interesse Nacional (PIN) a 14 de Setembro de 2009, apenas seis dias antes das eleições legislativas.

Saiba todos os pormenores na edição em papel do jornal 'Correio da Manhã'.


Fábrica de painéis solares de Alexandre Alves foi reconhecida como Projecto de Interesse Nacional apenas seis dias antes das eleições legislativas.''

 

in Correio da Manhã

 

Faremos mais tarde os devidos comentários e daremos novidades.

 

Havia coisas para dizer mas não quisémos estragar o aniversário de S.Exa. Nós os Ataídes, somos uns cavalheiros.

 

Não somos brutos rurais como o Regedor......

 

Marcello de Ataíde, Supranumerário



publicado por porabrantes às 10:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 09.07.10

 

Ginásio-sede hipotecado?
Alves ofereceu 20 milhões pelo Farense

Alexandre Alves, administrador da Retail Parks de Portugal SGPS, ofereceu 20 milhões de Euros pelo estádio do Farense, mais contrapartidas. A Comissão de venda rejeitou.
Retail Parks de Portugal SGPS apresentou uma proposta “em que pagaria ao clube 20 milhões de Euros e como contrapartidas propunha a construção, noutro local próximo, de um estádio com 1.500 lugares, três campos de treino e um ginásio, entre outros equipamentos”, disse ao Observatório do Algarve Alexandre Alves.
Esta proposta “englobava naturalmente o ginásio-sede do Farense, até porque há uma hipoteca sobre esta propriedade, que assim ficava desde já ressarcida”, explica o empresário.
Recorde-se que a Comissão de Venda anunciou ter excluído a proposta da Retail Parks de Portugal SGPS, na conferência de imprensa que realizou na semana passada por esta incluir precisamente o edifício do ginásio-sede, sem todavia explicar quais as contrapartidas apresentadas.
A proposta de 15 milhões de euros do outro concorrente, Mário Carvalho Rocha, proprietário da Byte Eficaz, Lda, unipessoal sedeada na Maia, foi aceite, porém a comissão de venda alega que este “não cumpriu com o pagamento inicial” pelo que o negócio não se concretizou.
O empresário rejeitou esta posição, em entrevista ao Observatório do Algarve, e remete a responsabilidade da falha do negócio para o clube.
Quanto à proposta de Alexandre Alves, "quando receberam a documentação podiam também ter logo recebido o meu cheque, que ia anexo",frisa.
Estou disponível para negociar
Alexandre Alves referiu ao Observatóro do Algarve que estaria disponível para “concertar uma posição, seja com o clube, seja com os outros ocupantes do espaço, designadamente a cadeia de supermercados Pingo Doce e o médico (o cardiologista Veloso Gomes) que possui 90 metros quadrados junto à sede”.
No que toca ao supermercado e “tendo em conta a degradação que já existe nas actuais instalações, aquela superfície comercial poderia facilmente ser enquadrada no próximo projecto”, diz ainda o administrador da Retail Parks de Portugal SGPS, concorrente à compra do Farense.
A Câmara tem alguma coisa a dizer
Alexandre Alves assegura também que o seu projecto “em relação à área de construção prevista e aprovada pela autarquia (no Plano de Pormenor), iria diminuir cerca de 20% a volumetria de construção no centro da cidade”.
A autarquia aprovou cerca de 35.000 metros quadrados de construção – 29.700 metros quadrados (m2) para habitação e 5.000 m2 para comércio, serviços e lazer –, além dos 27.000 m2 de estacionamento subterrâneo.
“Até aqui, a única medida que tomei quando soube da decisão da comissão de venda do Farense, foi dar conhecimento da situação ao presidente da Assembleia Municipal de Faro (Luís Coelho), porque considero que neste negócio a autarquia tem alguma coisa a dizer” afirma o empresário.
O Observatório do Algarve vai continuar a seguir o caso da venda do Farense, até porqueAlexandre Alves considera que “o projecto poderia resolver o problema do Farense e ser uma mais valia para a cidade” pelo que está a “ponderar” os passos seguintes.
O Farense, por seu lado, e segundo o presidente da Comissão de Venda vai tentar “a negociação com o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (IAPMEI) para o alargamento do prazo para pagar os cerca de 9 milhões de dívidas do Farense poderá ser um factor que levará este novo concurso - que deverá avançar na próxima semana - a ter sucesso, pois, haverá mais tempo para negociar”.
In Observatório do Algarve
Sabemos que esta proposta não poderia ser aceite pois não obedecia às regras estabelecidas pela comissão de venda para viabilização do negócio. Contudo, a ser verdade o que o Sr. Alexandre Alves, administrador da Retail Parks de Portugal SGPS afirma, estávamos na minha opinião, na presença duma proposta irrecusável para o Farense. Porque, mesmo ficando sem o edifício sede, e a confirmar-se a promessa do Sr. Alexandre Alves, o Farense ganharia outro estádio, mais três campos de treino e ainda um novo ginásio. Ou seja, os Leões de Faro teriam um complexo desportivo ao nível dos melhores clubes do país, ganhando logo aí também património. A juntar a isto não podemos esquecer a gorda quantia que este homem se diz disposto a oferecer para comprar o espaço. Por isso, aguardo com expectativa, as mudanças nas regras de venda que foram prometidas pela comissão de venda, para perceber se dessa forma o Farense poderá fazer este bom negócio. Além do mais, tenho imensas dúvidas que nas condições do mercado actual o Farense possa vender o espaço por mais de 11/12 milhões de euros, tornando este negócio ainda mais atractivo... Aguardemos...''

http://algarvefarense.blogspot.com/2008_10_01_archive.html

 

 

Transcrevemos mais uma informação dos magníficos negócios do Barão Vermelho.

 

Quem quiser estudar a evolução da coisa pode pesquisar em Observatório do Algarve.

 

 

Isto leva-nos a fazer várias perguntas :

 

Donde vinham os 20 milhões?

 

Se a empresa do Barão Vermelho dispunha de tanta liquidez porque é que é necessário oferecer-lhe uma herdade para que ela monte o ''negócio'' em Abrantes?

 

Parece que Nelson Carvalho vai ser o líder dos grandes projectos da RPP , já estamos a imaginar: 5 milhões de euros para comprar o Estádio Municipal à CMA, 7 milhões para comprar o Açude e assim por diante......

 

estaremos safos? vai o alves comprar todos os elefantes brancos do concelho?

 

 

Miguel Abrantes

 

 



publicado por porabrantes às 07:55 | link do post | comentar

Domingo, 27.06.10

Lerá a Senhora Presidente a Imprensa?

Ou terá um assessor que manejando uma tesoura faz recortes, cola-os em folhinhas de cartolina e as entrega à autarca para apreciar o que se diz sobre Abrantes e os Abrantinos?

Ou para pouparem trabalho ao assessor têm um contrato com uma empresa que faz esse trabalho?

Dizemos isto porque a Presidente, na esteira do homem de mão do Alves, de vez em quando resolve informar os Vereadores das boas notícias que a Imprensa dá sobre nós.

O que é estranho é que nunca nenhum Presidente dê más notícias aos Vereadores.

E quem lê a Imprensa verificará que as más notícias são mais frequentes que as boas sobre Abrantes.

O silêncio sobre elas é uma forma de censura.

Mas num país de cultura católica e comunista a censura faz parte dos nossos hábitos e da nossa idiossincracia. António Barreto escreveu uma vez que os dois tipos que mais mal fizeram a Portugal no século XX foram Cunhal e Salazar. E tinha toda a razão.



Que a oposição social-democrata lê o Correio da Manhã já sabemos.

No caso da Presidente não o ler, deixamos aqui este link para S.Exa descubra uma notícia parecida com a que transcrevemos do Jornal de Negócios, com muito mais pormenores.

Refere-se a Alexandre Alves.

Amanhã há sessão camarária, pode a Presidente começar a ler esta notícia aos Vereadores e depois debaterem o assunto.

Será uma grande curtição ler a acta onde se verificará que o negócio do Casal Curtido começa a ganhar contornos inquietantes.

E que o PS e o PSD viabilizaram alegremente uma coisa que qualquer observador lúcido diria que tinha de ser melhor estudada.

Já agora quem é que divulga a acta da Comissão de Avaliação do Imóvel?

E as escrituras do mesmo?

Estão à espera que sejamos nós ou o dr. José Pedro publica-as já no site da Câmara?

E já agora a ''informação técnica'' dos serviços jurídicos que viabilizaram a compra.

 

Miguel Abrantes

 

E que tal averiguar o financiamento do PCP ao longo do PREC.?

E que terá isto a ver com os assunto. Lá iremos um dia destes.

 



publicado por porabrantes às 21:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 17.06.10

 

Reproduzimos pela sua actualidade este post publicado há dias

 

O Correio da Manhã de hoje publica

 

''Abrantes: Incentivos de 128 milhões por assinar

Painéis solares ainda sem contrato



Alexandre Alves, Administrador da RPP solar

 

 

 

Por:Carlos Ferreira

 

''O protocolo entre o ME, a Agência para o Investimento e Comércio Externo e a RPP Solar prevê "contrapartidas de parte a parte". A morosidade do processo mereceu, segunda--feira, críticas do administrador da empresa de painéis solares, Alexandre Alves, conhecido por ‘Barão Vermelho’:

O empresário falava após a assinatura de um protocolo com o IEFP sobre recrutamento e formação de trabalhadores e lamentou a ausência dos deputados convidados: "Têm mais que fazer. Aqui não tenho escutas para resolver. Não tenho maricas aqui ao pé de mim."

Cada um dos novos 1900 empregos custará mais de 30 500 euros, como o CM noticiou ontem, com financiamento do QREN (58 milhões no total). O Estado abdicará de 70 milhões de euros em incentivos fiscais .''

 

 

 

 

 

 

 

Agradecemos aos nossos leitores que escutem com atenção as palavras do Alves. Diz que os deputados não foram ao feliz acontecimento ''por que não tinha lá maricas ao pé. ''A linguagem do empresário é a nítida prova da sua homofobia. É natural, vem do PCP onde a homofobia é regra como já comentámos. A pergunta é esta :como é que as autoridades nacinais e abrantinas se sentam ao lado dum tipo que publicamente diz que despreza os homoxsessuais?

Vai receber incentivos para discriminar cidadãos portugueses pela sua opção sexual?

Quem nos garante que também não gosta de pretos ou judeus?

Depois diz no vídeo que somos um país de mentirosos. Tolera-se isto?

O vídeo é rodado durante durante uma cerimónia onde esteve presente o Secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos que permanece impávido e sereno, enquanto o homem da falência da FNAC e doutro glorioso projecto falhado, o diário ''Europeu'', perora contra os parlamentares, os ''maricas'' e diz que ''Portugal é um pais de mentirosos''

Um discurso que um fascista do PNR não desdenharia de proferir.

Mas qual é a diferença entre um gonçalvista da velha guarda e um fascista?

São iguais!!!!!

Depois contrata o pobre desempregado Nelson Carvalho que foi o homem que o ajudou a comprar uma uma herdade por um preço simbólico (paga pela Câmara de Abrantes, o Casal Curtido por muito mais dinheiro) para '' director de Formação e Grandes Projectos da RPP Solar'',

coisa que agradecemos porque a luta do desemprego é importante, mas contratação que levanta problemas éticos, políticos e jurídicos que analisaremos detalhadamente em breve.

Só nos lembra a contratação dum ex-Vereador socialista eng. técnico, cujo nome queremos esquecer, para administrador duma empresa dum grande grupo.

Com socialistas destes, preferimos capitalistas selvagens.

Finalmente a grande estratégia do Alves para atrair clientes : ''“Como incentivo trazemos os clientes de férias a Abrantes. Ficam ali no hotel, a ver o Tejo e vão aos bons petiscos do Alberto”.

Viva a copofonia!!!

E o Tonho Paulos não tem direito a nada? Não haverá bica no Chave de Ouro?Vou já dizer à Telma que proíba a entrada a ''maricas'' para que o Barão Alves não se sinta incomodado.

 

De forma que os incentivos a esta empresa me parecem um grande negócio (para alguns) e um mau negócio para o concelho e para Portugal.

 

Miguel Abrantes

 

PS-Quanto à oposição do PSD ao Bloco, anda a apanhar bonés.....



publicado por porabrantes às 23:42 | link do post | comentar

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