Terça-feira, 25.02.20

a vocação oficiosa é do do melhor.

os amigos do poder estão sempre ao lado do poder....

é melhor não chatearem, porque.....

ataram uma corrente à chaminé

tooe

estavam lá as malditas cegonhas

tooe

E começaram a abaná-las

tooe 3

a chaminé apresentava fissuras (dizem os oficiosos)  e podia desabar mas o pessoal que andava cá por baixo nem capacete tinha....

toee 4

mais que as cegonhas....... preocupam-nos as pessoas

fazem demolições sem tomar as medidas necessárias para preservar a segurança das pessoas

o mínimo não é como fez o Álvaro Batista e avisar o ICFN, o mínimo é apresentar queixa à Inspecção de Trabalho  http://www.act.gov.pt/(pt-PT)/Paginas/default.aspx    

ma

fotos com a devida vénia do Sr. Silva Lélito

 



publicado por porabrantes às 21:22 | link do post | comentar

Sexta-feira, 21.02.20
 

Município de Abrantes permite destruição de importante torre da última fábrica de resinas do concelho. Parte da arqueologia industrial abrantina está a ser vitima da ignorância e incompetência dos técnicos municipais que licenciam obras. Urge a Câmara contratar um técnico especializado em património cultural para evitar esta desgraça e vergonha. Que faz o vereador da cultura?

 

Tubucci-Associação de Defesa do Património da Região de Abrantes

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publicado por porabrantes às 15:39 | link do post | comentar

ALTERNATIVAcom
5 horas

COMUNICADO - 20 fevereiro 2020
MUITO MAIS DO QUE A DEMOLIÇÃO DE UMA CHAMINÉ

O movimento ALTERNATIVAcom tomou conhecimento a 19 de fevereiro, da tentativa de demolição de uma chaminé de grandes dimensões em Alferrarede. Apesar da demolição já se encontrar em avançado estado à presente data, as movimentações em torno desta situação levam-nos a refletir sobre um conjunto de questões e preocupações para situações semelhantes.

Em primeiro lugar, como se pode constatar nas imagens amplamente difundidas nas redes digitais, o topo da chaminé era habitado por um casal de cegonhas brancas em fase de postura. Recorde-se a obrigatoriedade de cumprimento do Decreto-Lei n.º 49/2005, de 24 de fevereiro, que transpõe para a ordem jurídica interna duas diretivas do Parlamento Europeu e do Conselho, a propósito da proteção das Aves e dos Habitats, onde se especifica que é proibido “Perturbar esses espécimes, nomeadamente durante o período de reprodução, de dependência, de hibernação e de migração (…)” e “Destruir, danificar, recolher ou deter os seus ninhos e ovos, mesmo vazios” (artigo 11.º). Compreendemos que possam existir outras soluções, previstas na lei, nomeadamente a relocalização dos ninhos, dentro dos trâmites adequados. No entanto, preocupa-nos que no dia de ontem tenhamos assistido à tentativa, na altura infrutífera, de demolição da chaminé com as cegonhas-brancas e o respectivo ninho no topo da mesma.

Neste sentido, torna-se imperativo que neste tipo de situações, tal como noutras de semelhante impacto, todos os envolvidos, incluindo as autoridades competentes, garantam e salvaguardem, a segurança das pessoas, dos animais e dos bens visados.

Ressalva-se que, na ausência de mais informações relevantes, o movimento ALTERNATIVAcom não está a colocar em causa a necessidade de demolição da chaminé, o seu estado de conservação, nem tampouco o escrupuloso cumprimento dos procedimentos que viabilizam a sua demolição, em termos de controlo prévio e contínuo das obras em curso.

Importa apenas utilizar a situação como mote para o estímulo ao debate e reflexão, de forma mais abrangente, acerca do estado atual e do futuro do espólio e património industrial do concelho de Abrantes.

A zona envolvente àquela onde se encontra a decorrer a demolição, enquadra-se num contexto alargado de legado industrial identitário do concelho, que tem como principais incidências Alferrarede, Rossio ao Sul do Tejo e Tramagal. Por exemplo, neste caso em particular que se refere a Alferrarede, parte do edificado da outrora Companhia União Fabril (CUF), que aqui se instalou no início do século XX, encontra-se há vários anos completamente devoluto, principalmente a sul da ferrovia, apesar da sua centralidade e do crescimento urbano se continuar a desenvolver ao seu redor. O desenvolvimento do próprio Tecnopolo do Vale do Tejo, que despoletou a reconversão da área, entretanto tem estado aparentemente estagnado.

Sabemos que, após um longo silêncio sobre o assunto, esta área encontra-se agora a ser enquadrada no Programa Estratégico de Reabilitação Urbana (PERU) de Alferrarede, embora ainda sem que se vislumbre o que será o seu futuro, nem de que forma este património será protegido, valorizado, e potenciado.

Assim, o movimento ALTERNATIVAcom, continuará a acompanhar com atenção as ocorrências reais no concelho, que sirvam de exemplo ou ponto de partida para estimular a reflexão e envolvimento dos abrantinos em diversos temas. Estes, passam também pelo respeito, atuação e planeamento em relação às questões ligadas quer ao ambiente natural, quer ao construído. Contamos que juntos, possamos construir um programa sustentável e resiliente, com propostas que suportem o desenvolvimento integrado do território.

Abrantes, 21 de fevereiro de 2020.
Movimento ALTERNATIVAcom

Fotografia da intervenção tirada a 19 de fevereiro de 2020. Crédito: Álvaro Batista

 

La imagen puede contener: cielo, exterior y naturaleza
 


publicado por porabrantes às 15:28 | link do post | comentar

Sábado, 18.01.20

Em 21 de Junho de 1907, D.Carlos visita Abrantes, em plena crise política (era a ''ditadura'' de João Franco). Em Fevereiro, tinha havido um grande comício republicano na Praça de Touros. Pelas mesmas datas José Relvas aderia ao PRP e abria o Solar dos Patudos à propaganda republicana. Em 1906, os republicanos tinham tido cerca de 300 votos no concelho, frente a cerca de 800 dos dinásticos. Era Presidente da Câmara, o dr. Bairrão (regenerador). Formara-se o núcleo local dos franquistas, regeneradores-liberais, onde apareciam o solicitador  Almeida Frazão, e alguns militares como Jacinto Carneiro e Silva e Abel Hipólito.

d.carlos 1

O correspondente local do Diário Ilustrado (franquista) é um importante vulto local, muito ligado a João Franco.

d.carlos 2

D.Carlos vinha visitar as unidades militares e seria hóspede do Conde de Alferrarrede.Com ele, o General Vasconcelos Porto, Ministro da Guerra e ferrenho franquista.

d.carlos 3

Por isso, Alferrarede teve uma importância especial na visita, o Rei visitou as fábricas que agora se concentravam no arrabalde da cidade, mas teve uma surpresa, quando descia a Ferraria, hoje R. 5 de Outubro ,teve de passar pela casa do influente republicano, António Farinha Pereira

 

afp casa

No muro a seguir rubras e garrafais letras proclamam:

Viva a República!

d.carlos alf

O Vicente Themudo era o dono do Tainho e Pouchão. Da visita ao Sardoal temos foto e descrição no site Sardoal com Memória, que explica a polémica com os jornais republicanos abrantinos e as circunstâncias políticas da visita.

 E temos uma extraordinária foto

d.carlos sardoal

Ilustração Portuguesa

A visita foi breve a 22 El- Rei demandava Lisboa

  

el-rei abrantes

Ao mesmo tempo, João Franco desafiava os republicanos e a oposição monárquica (dissidentes do Alpoim, Regeneradores e Progressistas do velho cacique José Luciano) visitando o Porto e o latifundiário dos Patudos, herdeiro duma família que acolhera regiamente na Golegã, os marechais do liberalismo, depois da vitória da Asseiceira, recebia os seus novos amigos no palacete

bernardino patudos

e incendiava a Praça de Touros de Santarém, enquanto o Rei se assegurava da fidelidade das guarnições abrantinas.relvas 1

relvas 2

As mulheres de Ribatejo escutando o tribuno. As fotos são da Ilustração Portuguesa e as do comício republicano, do grande fotógrafo Josua Benoliel.

mn  

bibliografia : Eduardo Campos- cronologia para os dados eleitorais, Rui Ramos, D.Carlos, para enquadrar o contexto.

Depoimento oral do Dr.José Guedes de Campos

etc 

 

 



publicado por porabrantes às 22:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 01.01.20

olho do  bruno

( Junta de Abrantes e Alferrarede)

 

As  pequenas diferenças saltam a olhos vistos, excepto aos do Bruno e da seita

olho do bruno 2

(Foto do sr.José Vieira)

Havia um brasão na fonte e esta gente não o recuperou.

Que mal tinha o símbolo heráldico?

Assinalava uma parte da história duma humilde fonte e fazia parte da nossa história...

Devia ser recuperado e não liquidado.

Como o Mercado Municipal que o Bruno e esta gente queriam demolir.

De quem era o Brasão?

Quem quiseram ocultar?

ma

 



publicado por porabrantes às 15:19 | link do post | comentar

Domingo, 29.12.19

barco alferrarede 1941

barco alferrarede 1941 2

 

Em 14 de Agosto de 1941, o ''Alferrarede'' salvava 33 marinheiros do barco jugoslavo ''SUD'' afundado por um submarino alemão, comandado pelo capitão Ernst Bauer. (ver aqui)

ernst_bauer.2jqhytj5nd8g4gsk4s0wswogo.ejcuplo1l0oo0sk8c40s8osc4.th

O marinheiro alemão Bauer terminou a servir a Marinha da RFA, apesar de ser Cavaleiro da Cruz de Ferro, dada pelos hitlerianos. Foi um comandante naval lendário. 

O navio pertencia a uma empresa do grupo  CUF.

mn



publicado por porabrantes às 18:43 | link do post | comentar

Domingo, 01.12.19

cheiro

Mestre Orlando Ribeiro, Opúsculos Geográficos, IV Volume-O Mundo Rural  



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Sexta-feira, 08.11.19

touros carlos anadia

O Século Cómico arrasa os touros de Casais de Revelhos ou melhor de Carlos Anadia como era conhecido o Visconde

Era 1889

touros de alferrarede 2

toros alferrarede 1889

(touros corridos no Campo Pequeno, 1889)

E teve de ser uma inculta de Casais de Revelhos a dizer que não havia tradição taurina em Abrantes.

Recortes do Século Cómico.

ma

 



publicado por porabrantes às 18:35 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.09.19

plátanos 2 paula forte

Ramo de plátano caído junto do parque infantil (em devido tempo doado pela CUF à Freguesia de Alferrarede, e parece que nunca registado a favor dessa autarquia, segundo informação do Coronel Chaves, ao tempo Provedor do Munícipe.)

plátanos paula forte

Outra situação do género

As árvores precisam de manutenção, não precisam de destruição.

Quem gere um jardim tem de o cuidar e se os ramos caíram é porque quem gere o jardim não cuidou as árvores, cortando os ramos secos e pondo as crianças em perigo.

Já agora quem é a dona dos plátanos?

Na Conservatória de R.Predial quem figura como dona do espaço?

A CMA, a Lena ou a Freguesia?

Vamos perguntar.

Porque se os plátanos estão em terra da Lena, cabe-lhe a ela a manutenção e não à CMA.

Andar a gastar 9.000 euros para cortar árvores alheias é deitar dinheiro fora.

ma

imagens da srº D.Paula Forte no face 



publicado por porabrantes às 09:33 | link do post | comentar

Alfredo-da-Silva-e-Salazar

Foi Alfredo da Silva que mandou plantar os plátanos de Alferrarede que agora  a ignorância atrevida quer arrasar.

Entre a Alameda dos Plátanos terminava um dia de trabalho o capitão da indústria, fumando um havano.

Ficou conhecida pela Alameda do Charuto.

Depois chegaram os especuladores da Lena, os lacaios dela e o Júlio Bento.

Agora chegam os vândalos, aqueles que querem arrasar o Jardim do Alto de S.António para favorecer privados.

A ignorância atrevida.

Tropa que é capaz de retratar-se dando presentes a criancinhas pobres, como certamente faziam as damas caritativas do antigamente, mas com mais elegância e discrição.   

caridade

Mas transformar a caridadezinha em imagem institucional duma autarquia, só para fins da politicagem, nem sequer preservando a identidade dos menores no face, é fazer pior que as damas do chá-canasta.

ma

 



publicado por porabrantes às 09:21 | link do post | comentar

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