Segunda-feira, 15.07.19

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O Sr. Tiago Silvestre publicou estas fotos do cemitério de Alvega, ao abandono e disse:

 

(..)

1 - A freguesia não tem uma responsabilidade de manter este lugar de respeito limpo e arrumado?

2 - Se é um problema financeiro no orçamento que o municipio disponibiliza não existe uma verba para o pagamento de um "cantoneiro"?

3 - Já há muitos anos que se perdeu o respeito pelos vivos a prova disso é o estado em que se encontra aquela que era há não muitos anos (até porque eu não tenho muitos e ainda o vi) uma das mais belas freguesias de Abrantes, agora perdeu-se o respeito pelos mortos? (...)

 

E tem toda a razão do mundo.

 

O eng Luís Lourenço, da CDU, esclareceu, no face, isto:Luís Lourenço Em Fevereiro de 2017 a CDU apresentou uma moção para que a Câmara assumisse os investimentos em todos os cemitérios do concelho uma vez que todos somos abrantinos e todos pagamos os nossos impostos. A Moção foi rejeitada pela maioria PS onde se inclui o actual presidente da Junta da União de Freguesias de Alvega e Concavada. 
"MOÇÃO
Os cemitérios, como todos sabemos, destinam-se à inumação de cadáveres de indivíduos falecidos e são por isso locais considerados sagrados para as populações que têm ali sepultados os seus entes queridos.
Estes locais, devem estar arranjados de forma a dar dignidade ao espaço e a ter um ambiente capaz de atenuar a dor dos que ali se tem que deslocar para a acompanhar um funeral ou visitar a campa de algum familiar ou amigo.
Como é sabido, os cemitérios têm espaço devidamente limitado e por vezes é necessário proceder ao seu alargamento. Este procedimento tem por vezes custos consideráveis, com a aquisição do terreno, analise das terras e a sua eventual substituição, construção de muros e todas as infraestruturas necessárias.
Em Abrantes, existem quatro cemitérios denominados municipais, onde toda a manutenção e obras estão a cargo do município. Contudo há inúmeros cemitérios denominados paroquiais cuja gestão se encontra a cargo das juntas de freguesia, para as quais os custos de investimento são incomportáveis face aos seus magros orçamentos.
Temos consciência de que o município comparticipa com algumas verbas para fazer face a essas despesas, mas que nem sempre é o suficiente. Todos os munícipes pagam os seus impostos para poderem ter um cemitério digno e não é aceitável que haja uma discriminação dos munícipes consoante morem nesta ou naquela freguesia.
Assim, face ao exposto, a Assembleia Municipal de Abrantes, delibera que todos os cemitérios do concelho tenham um tratamento igual em termos de investimento, independentemente da sua gestão, ficando o mesmo a cargo da Câmara Municipal. 
Abrantes, 24 de Fevereiro de 2017"

 

mn

 



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Quinta-feira, 04.07.19

Uma operação da GNR na aldeia do Ventoso (Alvega) deteve uns marginais e apreendeu carros, objectos roubados e etc.

Para cumprir as petições anti-racistas da D.Celeste Simão, não se divulga a etnia dos meliantes.

mn


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Segunda-feira, 01.07.19

alvega

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Proibam as redes sociais!

ma



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Domingo, 30.06.19

LOCAL LISBOA

Coreto de Alvega vai abaixo sem a aldeia ser ouvida

A Câmara de Abrantes vai mesmo avançar com a demolição do coreto da praça da República, no centro da povoação de Alvega, apesar de uma parte significativa da população discordar dessa intenção anunciada já no início do ano. Na passada semana a autarquia e responsáveis da Banda Filarmónica Alveguense assinaram um protocolo, que permitirá à banda prosseguir as actividades num prédio na mesma praça e que passará a ser utilizado em vez do coreto, onde até aqui os músicos ensaiavam. Em causa está, porém, o projecto de requalificação global que o executivo municipal pretende concretizar no principal espaço público da aldeia e que prevê a demolição do coreto. Os jovens de Alvega parecem não se preocupar com a sua eliminação. Mas entre a população mais velha a ideia que é a de que a intervenção devia poupar o coreto, que começou a ser construído com dinheiro do povo após o 25 de Abril de 1974.

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"A questão fundamental é a de que a praça pública de Alvega deve ser valorizada e o coreto não tem qualquer valor nem patrimonial nem arquitectónico, apesar de que pode ter algum valor sentimental sobretudo para os mais idosos", afirma o presidente da Câmara de Abrantes, Nelson de Carvalho. O autarca adianta que a intervenção vai envolver toda a praça, que ficará com uma configuração circular, e permitirá a plantação de árvores, a criação de uma pérgola passível de acolher uma esplanada e a instalação de duas esculturas sobre temas tradicionais da freguesia abrantina, além de vários bancos para repouso na zona ajardinada.
O presidente da Junta de Freguesia de Alvega, Augusto de Matos Pires, critica a câmara por não procurar saber a opinião dos alveguenses sobre a requalificação da praça e o coreto. Na aldeia é fácil verificar que a população mais idosa tem afecto pelo equipamento. Alguns recordam-se do contributo que deram e da inauguração, há cerca de 25 anos. "Se os arquitectos paisagistas estudaram tanto, não haverá maneira de melhorar a praça sem destruir o coreto pelo qual temos tanta estima?", questiona um morador de 70 anos.

Manuel Fernandes Vicente

no público

 

fotohttps://www.geocaching.com/geocache/GC2H404_praca-da-republica-alvega?guid=528800d5-7260-4b94-b98c-c280eef2ee59


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publicado por porabrantes às 20:59 | link do post | comentar

Quinta-feira, 13.06.19

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Hoje é Dia de Santo António, que o nosso povo comemora com sardinhas e arraiais., muitas vezes à volta das fontes.

Estas fazem parte do nosso património e devem ser preservadas.

A fonte das Areias de Baixo, propriedade da CMA, em Alvega já estava ao abandono.

Abandonada pelo caciques que delapidam dinheiro aos montes e dão tachos aos bentos amigos e subsídios a entidades condenadas por burla e falsificação caso do CSIA.

O cacique de Alvega impediu populares de recuperarem fontes.

Agora, em dia antoniano a fonte ficou assim, graças ao desleixo autárquico.

Foto do Sr.Galinha.

ma     

 


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Domingo, 17.03.19

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Quinta-feira, 20.09.18

celeste

sónia

Página CMA a 17 de Setembro, comentando a visita propagandística dos caciques para mostrar as obras

Algum propagandista disse que o ano lectivo começou bem

Vê-se

Na Ponte de Sôr foi à facada.....

mn


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publicado por porabrantes às 11:32 | link do post | comentar

Domingo, 02.09.18

padre alvega 1912

 

padre alvega 2

O P. Filipe era de Nisa.

Supomos que a Quinta corresponde ao Monte da Várzea, que é hoje propriedade do lavrador e desportista Francisco Romãozinho.

Os factos passam-se em 1913 e são descritos na Revista Brasil-Portugal.

Venham depois explicar que não houve perseguição religiosa na Vila de Abrantes, que só seria cidade em 1916.

mn  



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Quinta-feira, 23.08.18

 

 

soares caldeira grande

Foi Soares Caldeira, morgado e liberal radical, o homem que quis separar Alvega de Abrantes para a unir ao Gavião. (1837)

Um dos grandes argumentos que usou foi ''sou dono de 2/3 da freguesia''

Outro dos grandes argumentos: era  que um sargento miguelista condicionava e obrigava os de Alvega a serem a favor de Abrantes (Caldeira dixit) 

Dizia ainda Caldeira que aqueles que assinaram a favor da união a Abrantes, tinham sido também induzidos por quartilhos de vinho, distribuídos nas tavernas da terra.

Além disso eram iletrados.....

Os ricos (ou seja o Morgado Caldeira) eram a favor do Gavião. 

A opinião dele foi destroçada nas Cortes, em 1837, por Gorjão Henriques e pelo , Governador da Praça de Abrantes e também Deputado, Manuel Raivoso que vivia em Alvega, mas que não pertencia à velha oligarquia feudal.

Soares Caldeira e estes eram deputados setembristas, do mesmo partido e o Caldeira tinha sido o deputado mais votado em Abrantes.

À vontade dos queriam separar Alvega de Abrantes, também andava ligado um imposto camarário sobre o comércio de carvão, que Alvega enviava pelo Tejo para Lisboa, e que era o mais importante recurso da terra.

Trinta barcos dedicavam-se a essa faina, segundo o Morgado.

D.José Trasimundo Mascarenhas, Marquês de Fronteira e Alorna, militar e político cartista (portanto adversário de Caldeira) definiu o bravo Coronel de Milícias como ''um dos homens mais   limitados de inteligência que militava na oposição, mas que tinha  a grande qualidade da época, era pedreiro-livre de antiga data'' (Memórias, p.189)

mn  

fonte: discussão parlamentar

votos do Caldeira: Eduardo Campos, Cronologia

Imagem:Biblioteca Nacional

 



publicado por porabrantes às 23:46 | link do post | comentar

passos constancia cadao com gervasia falcao luz

Um decreto de 1836 deste político extinguiu 13 concelhos neste distrito. À festa juntou-se o irmão José Passos. Também pretendeu redesenhar os mapas dos concelhos e deu um descarado favoritismo ao concelho onde era influente, por se ter casado com uma rica proprietária local, D.Gervásia de Sousa Falcão.

Anexou a Constância .....Montalvo, Aldeia do Mato, Santa Margarida, etc

Também pretendeu entregar as Mouriscas ao Sardoal e Alvega ao Gavião.

Já se viram aqui os tumultos no Pinhal.

passos manique

Este estudo disseca as consequências da reforma administrativa concelhia e ressalta que foi em Abrantes que houve mais protestos.

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Está incluído nesta obra, para a qual ajudou a Fundação Canavarro de Santarém.

Reúne as intervenções deste Congresso.

 

No estudo citado destaca-se o caso de Alvega, onde as autoridades do Gavião foram incapazes de assumir a autoridade. A  resistência dos povos levou a ameaçar de morte os edis alentejanos e o padre, e uma multidão capitaneada pelo juiz de paz, armada de paus, chuços e bacamartes, esperou o administrador do Distrito de Portalegre prometendo-lhe triste destino.

 

Alvega ficou abrantina.

 

ma

gravura do Passos roubada ao José Luz

 

 

      



publicado por porabrantes às 17:33 | link do post | comentar

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