Sexta-feira, 14.09.18

catálogo de fascistas

 publicaremos a lista um dia destes


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publicado por porabrantes às 17:28 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.02.16

A história faz-se com fontes primárias, não se faz com fontes secundárias-dizia Vitorino Magalhães Godinho.

A lição podia aproveitar a muita gente local (que repete o que dizem recortes de jornais) ou copia sem pudor ( ou seja plagia)

 

Aposto contra todos que ninguém publicou um documento que vem directamente do núcleo central dos políticos da Ditadura, na cidade de Abrantes, em 1973.

O que é uma fonte primária?

Isto:

 

carta estrela 1.jpg

 

 

carta estrela 2.jpg

a carta foi escrita pelo Dr. Isidro Sequeira Estrela, personagem bem conhecida da vida local e dos meandros da Ditadura

estrela.jpeg

A 1º parte trata de questões políticas referentes à construção do novo Hospital do Salvador, que devia ter sido erguido com o dinheiro da herança do Comendador Viegas e da mulher, a luso-catalã Srª D.Leonor Paller.

Como se sabe, foi a intervenção pós-abrilista da ex-procuradora da C.Corporativa fascista Maria de Lourdes Ruivo da Silva Pintasilgo,  nas Misericórdias, que impediu a construção do novo Hospital.

O Hospital teria também a parceria da CMA (que já tinha comprado o terreno) e do Governo. Também foi o PREC e a instabilidade política daí decorrente que impediu essa obra.

Sequeira Estrela era Provedor da Santa Casa à data da Carta e teve um mandato muito atribulado  depois do 25-A.

A segunda parte é a parte mais interessante.

Exprime que os resultados eleitorais da ANP , no Outono de 1973, foram medíocres.

E atira a responsabilidade do ''fracasso'' para a direcção local da UN/ANP, presidida pelo dr. Chambel e que tinha como vice-presidente, o dr. Ruivo da Silva, genro do Apolinário Marçal e primo-direito da fascista Pintasilgo e para a CMA, que andariam a atirar responsabilidades uma para outra.

Depois comenta que o ''Correio de Abrantes''  ''começa a dar bicadas''.

A seguir, confessa que o dr. Esteves Pereira quer sair da CMA e que o fará o mais tardar em Junho, para regressar ''às suas escritas'' e ao ensino.

Diz que as chefias técnicas da autarquia se estão a passar para a Oposição. E diz que o chefe da Oposição era o Sr.Dr.Eurico Consciência. Coisa que constitui um erro. Não havia Oposição organizada em Abrantes.

A carta vai dirigida a um importante político abrantino, que exercia funções a nível nacional. Adivinhem qual...

mn  

 

foto: Abrantes Cidade Florida, uns vinte anos que o Dr.Estrela escrevesse a carta 



publicado por porabrantes às 18:17 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26.05.14

Em 30 de Abril, no antigo Matadouro Abrantino, onde as reses eram degoladas sob direcção do chefe local da União Nacional, Ismael Lizardo Chambel, juntou-se a partidocracia para discutir a ''Europa''.

 

 

Não estou a sugerir que o dr. Chambel fosse um carniceiro, era o veterinário municipal e devia verificar se o gado estava em condições saudáveis para ser abatido e transformado em bifes.

 

Nisso cumpria.

 

Ninguém teve razões de queixa, mas nas ''eleições'' que ele organizava a regra era a burla e a fraude eleitoral.

 

 

Querem um testemunho?

 

 

António Reis, que foi candidato a deputado pela Oposição Democrática, escreveu o seguinte:

 

  

 

 

 

Não vou dissertar aqui sobre a estranha escritura de ''justificação'' notarial que colocou o Matadouro nas mãos da CMA, porque a dita escritura daria barraca.

 

Agora é o Edifício Pirâmede, um exemplo do pirosismo despesista que caracterizou o caciquismo do tempo do actual líder da Assembleia Municipal. Só vou referir que a 30 de Abril os partidos representados na Assembleia foram cúmplices de um critério de escolha dos candidatos que podiam debater  Europa, que discriminava os candidatos dos partidos que não tinham representação parlamentar.

 

Discriminava os candidatos do MRPP, do PTP, do Livre,  e do MPT etc.....

 

Foram fiéis defensores dum sistema anquilosado, que como todos os sistemas teme os competidores e tenta impedir a renovação.

 

E ofenderam a democracia, como ofendia o dr. Chambel, pensando que eles eram os donos do ''sistema''.

 

Como o dr. Chambel achava que a ANP era a dona de Portugal.

 

Da mesma forma procederam as TVs em relação aos candidatos fora do sistema.

 

Hoje os caciques aprenderam que já não são donos do sistema.

 

Graças ao povo português e a Marinho Pinto.

 

MA    

 

nota do livro de Joana Reis

 



publicado por porabrantes às 16:52 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.07.12

Outro dia o nosso leitor A.  Carvalho perguntou-nos quem era o vogal da Comissão Concelhia da ANP de Abrantes, Manuel Dias Pereira : 

 

 

 

De A.Carvalho a 17 de Julho de 2012 às 02:40
Não haverá uma confusão com nomes. Será que se refere ao Sr. Manuel Pereira Dias ou como descrito no Jornal Manuel Dias Pereira...

Respondemos assim:
De porabrantes a 17 de Julho de 2012 às 22:51
Olá, nós queríamos responder ao teu comentário num post, mas ainda não houve tempo.
Pelos elementos que temos não podemos identificar com clareza a pessoa referida.
É preciso ir aos Arquivos onde está o espólio da ANP. Pedimos a um amigo jornalista abrantino para tentar identificar a pessoa. Mas adianto já que a pessoa que pode identificá-lo é o Dr. Ruivo da Silva que está felizmente vivo e vive em Abrantes. MA
Agora já podemos adiantar alguma coisa sobre aquele misterioso e inesperado camarada da cúpula da ex-União Nacional que o Dr. Eduardo Ruivo da Silva e Lizardo Cambel dirigiam para garantirem a não menos famosa :
Evolução na Continuidade
Existiu um Vereador da Ditadura nos anos 60, referido por Eduardo Campos, na Cronologia de Abrantes do Século XX identificado como  Manuel Francisco Dias. Tomou posse como Vereador, diz o Eduardo Campos, na Cronologia de Abrantes no século XX, o melhor guia para um curioso se introduzir no labirinto da política abrantina do século passado, sendo Presidente o ''ex-henriquista'' (1) dr. Agostinho Baptista em 2 de Janeiro de 1964. 
 Conhecíamos a família. Era veterinário e já faleceu . Um jornalista nosso amigo teve a gentileza de contactar a viúva do Dr. Manuel Dias, residente na cidade e confirmar o seu nome completo : Manuel Francisco Dias.  
Se repararem na notícia da Época há uma clara e elitista distinção no texto entre licenciados e não licenciados. Na composição da Concelhia vem referido um senhor ainda felizmente vivo, que foi meu professor primário na Escola dos Quinchosos. Os professores primários não eram licenciados por isso a  Época distingue muito bem entre licenciados e pessoas sem esse título académico.
O famoso Manuel Dias Pereira se fosse ''doutor'' (certamente à séria, com um canudo conquistado depois de cinco anos de laborioso estudo, as Universidades da Ditadura eram mais sérias que a Lusófona), viria assinalado como tal.
Está afastada pois a hipótese que o ex-Vereador dos anos 60, Dr. Manuel Francisco Dias fosse dirigente da ANP de Abrantes em 1972.
Quem era Manuel Dias Pereira? Ainda não sabemos.
Mas sabemos quem é e quem foi Manuel Pereira Dias que curiosamente dá uma entrevista ao Mirante, onde o jornalista diz que  tem '' discurso fluido e bem construído.'' Nunca notei e falei algumas vezes com ele....
Também sabemos porque é que este Dias foi Deputado à Assembleia Constituinte pelo PS......
Porque o candidato designado pelo Partido.....
 
o Sr. Dr. Eurico Consciência desistiu à última hora. Este é o rosto do fundador do PS de Abrantes e deve-nos umas memórias.
Miguel Abrantes
(1) henriquista-partidário de Henrique Augusto da Silva Martins. A U.Nacional esteve dividida desde os anos 30 até inícios dos anos 60, entre partidários de Silva Martins e do Dr.Manuel Fernandes.



publicado por porabrantes às 09:15 | link do post | comentar

Sábado, 14.07.12

Era 1972, o ditador Marcello Caetano queria renovar a estrutura da União Nacional, o partido único do fascismo. O émulo português do NDASP alemão

 

 Spieguel 

 

do Partido Fascista Italiano

 

 

do Movimiento espanhol

 

 

e ao 3º dia criou a ANP, onde brilharia Veiga Simão e resolveu apresentá-la no Ribatejo e naturalmente em Abrantes

 

 

 

a Época era o jornal oficial do fascismo, antes chamara-se Diário da Manhã, e nele era um vulto importante o Zé Manuel Ruivo da Silva Pintasilgo.....embora o director Barradas de Oliveira tivesse também costela abrantina

 

 

 

é uma fonte secundária para esta operação de apresentar o negro espectro fascista sob uma cara civilizada, para esconder a repressão, o Tarrafal (reaberto por Adriano Moreira), a censura, os bufos, a chapelada eleitoral, o delator na mesa do café da esquina......

 

 

 

 

 

 

Qual era a estrutura do partido único em Abrantes, quais as suas ligações à Legião e à Pide-DGS, qual a sua implicação com as autoridades militares, policiais, religiosas, militarizadas e patronais?

 

Quem eram os patrões da ANP????

 

Quem era o chefe?

 

Todos sabemos que era o sr. dr. Lizardo Chambel, bont-vivant, veterinário municipal, bom homem mas fascista e sabemos como chegou lá.

 

 

Era sobrinho do influente ministro da justiça dos anos 30 e 40, natural da Bemposta, Prof Manuel Rodrigues....

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(foto ANTTT)

DR. ARMINDO MONTEIRO; CORONEL LOPES MATEUS; DR. ALBINO DOS REIS; TENENTE-CORONEL HENRIQUE LINHARES DE LIMA; DR. ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR; DR. MANUEL RODRIGUES; DR. JOAQUIM NUNES MEXIA; DR. CARNEIRO PACHECO; ENGENHEIRO FRANCISCO NOBRE GUEDES.

 

 

 

A sua influência era muita, e esta foto espelha-o. Mas sairia do Governo em conflito com o Botas... 

 

Em Portugal o poder transmite-se muitas vezes por ligação familiar. Seja no regime que seja. Os donos do Portugal político são uma casta. Os cargos passam de pais a filhos, de tio a sobrinho.

 

 

Na cúpula da UN havia maçons como Albino dos Reis (que já fora deputado antes de 1910) caciques latifundiários de Mora como Nunes Mexia (um familiar dele foi presidente da terra pelo PCP depois do 25 de Abril), etc....

 

 

volto a Abrantes

 

 

 

 

 a aí está a cúpula do partido único- a ANP que mudara de nome como a PIDE, mas que continuava igual a si própria, como se viu na fraude eleitoral montada pela dita estrutura nas eleições legislativas de 1973 ....

 

 

quem eram os seus dirigentes?????

 

 

a Época explica-nos:

 

 

mas é uma pena que a crónica abrantina não seja assinada pelo jornalista da Época Zé Manel Pintasilgo

 

 

 

 que era abrantino, bom copo, irmão da 'Santa Lurdes`'', como ele me dizia, irónico, na noite lisboeta e que me deu uma vez estes recortes e mais coisas....

 

 

pelas suas relações familiares próximas (era primo-direito e muito lá de casa) do Delfim do dr. Chambel era o homem melhor informado....para escrever esta notícia.....

 

 

 

mas temos de nos contentar (por enquanto só estou com as fontes secundárias, a imprensa) com o que temos.....

 

 

 

 

 

o vice-presidente da ANP abrantina era o Sr. Dr. Eduardo Ruivo da Silva, primo direito da Procuradora à Câmara Corporativa Lurdes Pintasilgo e genro do próspero construtor civil Apolinário Marçal, em cuja empresa trabalhava. Os outros nomes da CC da ANP abrantina estão no texto.

 

    

 

Em 1974, Lizardo Chambel estava de abalada e a ANP debatia-se entre recorrer à sucessão caseira ou receber reforços vindos de fora. 

A guerra entre a brigada do reumático e uma ave de arribação, que chegava a passos atléticos de professor de ginástica, foi detida a 25 de Abril de 1974....

 

Há certamente um trabalho a fazer de investigação sobre fontes primárias, em Abrantes nos arquivos pessoais do dr. Lizardo Chambel, do dr. Eduardo Ruivo da Silva e no AHA. Em Lisboa em certos arquivos que por enquanto não revelo.

 

E há nomes surpreendentes na executiva da ANP: Manuel Dias......cujas circustâncias penso averiguar.

 

 

E há consta, não vou afirmar, que houve gente da ANP ou com passado ligado à ditadura na fundação do PS de Abrantes, enquanto no PSD as coisas foram mais rigorosas na selecção porque Costa e Simas vetou a entrada a ''fascistas'' embora algum tenha entrado pela porta do cavalo.

 

É coisa a investigar. Se não houver partes de arquivos queimados, porque o António Bandos me contou que queimou ''coisas chatas''.

 

Volto a Santarém. O Marcello Caetano teve lá uma recepção apoteótica. Mais de mil pessoas.

 

 

 

Entre os entusiastas está um regente agrícola que ficaria célebre devido a uma história de vacas numa cheia e o amigo dele....

Adivinhem o nome.....

 

 

Resta dizer que na Barca sem uma prova documental o 3º historiador do ranking do Souto, o Gaspar

 

 

 

resolveu ligar haverá uns tempos largos, num artigo da Barca, o nome honrado do Prof. Duarte de Ataíde Castel-Branco e o do dr. João Castro  e Sola Soares Mendes com a cúpula do fascismo abrantino, sem uma prova documental.

 

Prometi ao meu amigo Duarte Castel-Branco espetar na cara do historiador rural a lista da cúpula da ANP abrantina para pôr o Gaspar aos saltos.

 

Trabalho feito, Caro Arquitecto!!!!!

 

 

 

Quanto ao Gaspar que faça a lista dos legionários do  Souto e da Aldeia Mato, no caso de não ter medo de ser espancado pelo Jota Pico na sua qualidade de regedor e de levar uma bengalada do Padre Rosa.....

 

 

Miguel Abrantes, hoje reviralhista

 

 

créditos: época 22-5-1972

 

foto do Gaspar: Diário da Manhã da CMA

 

foto DCB: antónio castel-branco

 

foto Apolinário Marçal: Jornal de Alferrarede

 

fontes orais: conversas pessoais com as pessoas citadas

 



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