Domingo, 03.03.19

abb

um grande artigo

no Público

ma



publicado por porabrantes às 09:15 | link do post | comentar

Domingo, 14.01.18

O António Barreto liquida sem contemplações a Ministra da Justiça Francisca Van Dunem acerca das palavras insidiosas que a política dirigiu à PGR.

Devia a senhora conhecer a CRP e não conhecia, teve de a corrigir o Carlos César, que não acabou Direito, porque abandonou o curso para liquidar o farisaico reino da Opus Dei laranja nos Açores.

Devia a senhora estar calada porque a CRP consagra a separação de poderes e não esteve.

Bem andou António Barreto e melhor andou Marcelo Rebelo de Sousa quando lhe puxou as orelhas (aliás já o fizera o Carlos César).

leiam



publicado por porabrantes às 18:51 | link do post | comentar

Domingo, 30.07.17

(....)

Como é possível que se tenha estabelecido um black out informativo tentando impedir que autarcas, bombeiros, comandantes de guardas e polícias, responsáveis pela prevenção e pela saúde informem o público? E que se acuse de oportunismo e demagogia quem quer que faça perguntas sobre o que se passou? E que os partidos que apoiam o governo sejam incapazes de uma exigência de informação? Desde quando é demagógico fazer perguntas? Por que razão não se pode ou não se deve discutir o que realmente fez a diferença, isto é, a falha de previsão, a ausência de prontidão, a falta de coordenação e a carência de autoridade? Quem assim reage, como reagirá em todos os outros casos?

Como foi possível desnaturar de tal modo a democracia e os costumes para se chegar a este ponto? Como foi possível deixar que esta democracia se parecesse com a ditadura aquando das inundações de Lisboa e de outros desastres, para já não falar dos feridos e mortos da guerra do Ultramar com os quais o governo tentava também fazer selecção e tratamento? Como deixaram os deputados, os magistrados, os militares, os médicos, os autarcas e os comandantes dos bombeiros e das polícias que se chegasse a este ponto?

Que é feito dos homens livres do meu país? Estão assim tão dependentes da simpatia partidária, dos empregos públicos, das notícias administradas gota a gota, dos financiamentos, dos subsídios, das bolsas de estudo e das autorizações que preferem calar-se? Que é feito dos autarcas livres do meu país? Onde estarão eles no dia e na hora do desastre? Talvez à porta do partido quando as populações pedirem socorro e conforto.

(...)

António Barreto no DN com a devida vénia



publicado por porabrantes às 09:01 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.11.16

(....)O PCP, por tudo quanto se sabe hoje e pelos testemunhos dos que viviam então, foi tão longe quanto o otimismo lhe permitia, liderou na sombra sem se envolver excessivamente, conduziu e apoiou enquanto sentiu que estava seguro, mas abandonou e retirou-se mal compreendeu que iria perder e que não tinha forças militares suficientes (e muito menos políticas e civis). O PCP era, na altura, entre todos os extremistas revolucionários, a estrutura mais responsável, na medida em que teria tudo a perder, ou antes, teria muito mais a perder. Na fase final dos movimentos daqueles dias, o PCP (e certamente Álvaro Cunhal) terá mesmo chegado a "pôr água na fervura" e a "acalmar" os seus militantes mais aguerridos que queriam ir até ao fim.(....)

 

António Barreto ao Diário de Notícias, ler mais aqui



publicado por porabrantes às 10:40 | link do post | comentar

Domingo, 25.09.16

barreto.png

António Barreto no Diário de Notícias



publicado por porabrantes às 21:48 | link do post | comentar

Sábado, 24.09.16

av 2.png

Pedro Santos Guerreiro no ''Expresso''

 

Tá visto! Mandem o António Barreto à avaliação psicológica à falecida comarca de Abrantes

mn



publicado por porabrantes às 17:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.05.16

E o Jaime Neves, que era um bocado abrutalhado, diz-me assim: “Ó senhor ministro, o senhor quer que a malta vá dar uma mijinha debaixo de um chaparro?”

 

Entrevista a António Barreto No I

 

a redacção



publicado por porabrantes às 19:18 | link do post | comentar

Domingo, 18.10.15

/...(Seria bom que se visse nos programas do PCP e do Bloco o que estes partidos pretendem do futuro de Portugal, da democracia em geral, da democracia avançada em particular, da União Europeia, do euro, da NATO, da iniciativa privada, do investimento internacional, do endividamento externo, da negociação da dívida... O PCP, que já derrubou dois governos socialistas, foi durante quarenta anos um seguro de vida da direita. A impossibilidade genética de aliança dos socialistas com os comunistas dava, sem justa causa, uma "folga" aos partidos de direita. Mas era, do ponto de vista da democracia, razoável. Na verdade, o PCP não faz parte das soluções democráticas. O PCP integra o sistema democrático pela simples razão de que a democracia é o regime de todos, incluindo dos não democratas. Essa é a força da democracia, por vezes a sua fraqueza. Mas o PCP nunca deu provas de considerar a democracia algo mais do que uma simples transição para o regime comunista, através de uma democracia avançada, cujos horrores são conhecidos. Enquanto o PCP se mantiver fiel a tudo quanto o fez viver até hoje, deveremos tratá-lo como todos os comunismos e fascismos: combatê-los com a liberdade. A ter de ficar nas mãos de alguém, prefiro mil vezes os credores aos comunistas. Destes, sei que não se sai vivo nem livre(....)

 

António Barreto

no DN com a devida vénia



publicado por porabrantes às 11:09 | link do post | comentar

Domingo, 11.10.15

(...)

 

A aliança entre o Estado e os negócios. Uns chamam-lhe promiscuidade. Outros dizem que é corrupção. Há quem pense que são inimigos perigosos da democracia. A longo prazo, é verdade: são a sua destruição. Mas infelizmente, a curto prazo, podem ser, como têm sido em Portugal, factores de sustento e funcionamento da democracia. Aquela aliança criou investimentos e oportunidades, fomentou o emprego, distribuiu rendimentos, alimentou partidos e empresas, fez obras públicas, projectou empresas para o estrangeiro e foi viveiro de negócios. Velhos ricos, partidos políticos, grandes grupos privados, empresas públicas, companhias multinacionais, bancos, empresas de construção e de serviços públicos, novos-ricos de colheita recente e grupos financeiros de origem incerta ganharam e tiveram o seu ciclo de riqueza, fama e viço. Os protagonistas foram os suspeitos habituais ou não. De um lado, os chamados partidos de governo, o Estado central, as autarquias e as empresas públicas. Do outro, alguns grupos económicos nacionais, uma parte da banca, algumas multinacionais e um rosário de empresas especializadas nas encomendas do Estado ou nos seus concursos de obras e de fornecimentos. A matéria era vasta: estradas, energia, água, construção, cimentos, transportes, banca, telecomunicações, equipamento militar... Os elementos de ligação eram os concursos públicos, as adjudicações directas, as encomendas, as parcerias público privadas, as privatizações... Poucos criaram riqueza. Muitos compraram o que havia. Alguns foram mesmo capazes de comprar para destruir. Esta aliança parece estar em fase de ruptura. Depois de terem deixado desenvolver-se os negócios e a dívida, a troika e as entidades internacionais necessitam agora de ter garantias de honestidade nas relações entre o Estado e os negócios. Além de que não há dinheiro nem crédito fácil. E tudo leva a crer que os dinheiros europeus não serão mais portas abertas ou mãos rotas...(...)

 

António Barreto no D. de Notícias um artigo importantíssimo:

Os quatro pilares da democracia

 

a ler sem falta

 

a redacção



publicado por porabrantes às 09:40 | link do post | comentar

Sábado, 31.01.15

barreto.png

Os desejos do António Barreto são os nossos!

Choldra com eles

a redacção 



publicado por porabrantes às 15:41 | link do post | comentar

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