Sábado, 17.07.21

Puede ser una imagen de una persona, al aire libre y texto que dice "E SE ENCONTRARMOS UM ovo DE DINOSSAURO? PÕE SE A CHOCAR E NASCE MAIS UM AUTARCA."

No Correio da Manhã, no Bananal



publicado por porabrantes às 13:21 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.06.21

A DGPC quer classificar as ruínas de Alcolobre, onde Jorge Alarcão localizou Tubucci.

Em 1916, Leite de Vasconcelos visitou essas ruínas.

Levou a administração 105 anos (!) para classificar o sítio e teve de ser a administração central, porque a local primou pela inércia....

Entretanto o espólio anda em boa parte por mãos privadas

 

Diz a Filomena Gaspar : ''O município de Abrantes tem, entre o espólio recolhido por Diogo Oleiro para o Museu Regional D. Lopo de almeida, algumas peças recolhidas nesta estação arqueológica, sobretudo materiais de uso comum como material cerâmico de construção”, disse a arqueóloga Filomena Gaspar, tendo destacado “um bastão de mando”, encontrado neste sítio, e “que aponta para a presença na área de uma ocupação desde, pelo menos, a Idade do Ferro”.'' (in Médio Tejo)

Esquece a Filomena, para isso dantes havia Fósforo-Ferrero, 3 capitéis toscanos provenientes de Alcolobre, dois no D.Lopo e um que estava na posse da família Bairrão ( Lídia Fernandes, Capitéis Romanos da Lusitânia Ocidental, vol 2, p. 36, Doutoramento na UNL, 1996)

E se comprassem o capitel do Alcolobre? E se tentassem que o resto do espólio passasse a um Museu? 

A CML adquiriu aos herdeiros de José Hermano Saraiva vários capitéis romanos de origem  lisboeta.

Aprendam com o Medina.... 

 

Domingo, 5 de Abril de 2015

José Leite de Vasconcelos é por demais conhecido,

leite.jpg

 

aqui se retrata pela sua pena a sua visita a Abrantes, onde o seu anfitrião e guia é ....Diogo Oleiro, que para os abrantinos dispensa apresentações....

DO 7.png

do 8.png

DO III.png

DO IV.png

Notas:

1) D.Adelaide Guedes de Campos era filha de Ramiro Guedes, casada com Correia de Campos, médico

2) Adelino Lemos era um conhecido ourives, que aliás venderia um importante anel romano a Leite de Vasconcelos

3) O Museu Etnológico  é o actual  M.Nacional de Arqueologia nos Jerónimos

 

Acho que outro dia voltarei ao tema, que tem pano para mangas

 

Os elogios de Leite de Vasconcelos a Diogo Oleiro bastam para definir a estatura do abrantino.

mn

 

 


 

 
 


publicado por porabrantes às 09:29 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.04.21

O melhor arqueólogo do Concelho, autor duma vasta e incontornável obra sobre a história abrantina e da região ( é um gosto reler a sua Carta Arqueológica do Concelho de Constância) dr. Álvaro Baptista faz hoje anos.

Damos-lhe os parabéns e o nosso agradecimento por uma inquebrantável acção em defesa do nosso Património e pelas páginas ignotas da nossa História que desvendou.

Foto-lvaro-Batista.jpg

 

Ao contrário de outras/outros, o Álvaro não é um arqueólogo de gabinete, calcorreou todas as veredas e campos desta terra e conhece o Concelho como ninguém.

Surpreendentemente continua classificado no quadro de pessoal camarário num lugar secundário, quando tinha de ter um lugar de arqueólogo e eventualmente substituir a Filomena Gaspar à frente dos serviços de arqueologia.

Não se tem feito justiça a um homem a quem a Cultura abrantina muito deve e é hora de o fazer.

ma

foto Wiki Medio Tejo



publicado por porabrantes às 21:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 06.10.20

Em 2003, o dr Álvaro Batista e o C.Silva, publicaram um estudo no ''Ficheiro Epigráfico'', onde davam conta da descoberta duma lápide ou ara romana inédita, em S.Facundo, e procedia à sua leitura.

A leitura do prestigiado arqueólogo abrantino foi esta:

''Triteu, (filho de?) Turao?, cumpriu de bom grado um voto a
Peica (?).''

Advertiam depois Álvaro Batista, e o seu colaborador, que Peica era uma divindade indígena, que continuava a ser honrada, quando a romanização ia já adiantada (Sec. II) e que não se conhecia paralelo, com esta Deusa (?) na Península.

Posteriormente, outros autores, como o Professor  José María Blázquez, um dos mais eminentes romanistas ibéricos, estudaram este assunto.José María Blázquez Martínez

  Acha que o teónimo seria Peicai e encontrou-lhe um paralelo em Numância: Paicacomai.(1).

Estaríamos portanto perante uma peça de história abrantina (e ibérica) a preservar a todo o custo e que devia ter um lugar de honra num museu de História da Cidade.

Como não a vi em nenhuma exposição, inquiri a CMA, donde estava a peça:

Eis a alucinante resposta da Drª Filomena Gaspar, responsável pelo Museu D.Lopo de Almeida, e ao tempo empresária de arqueologia.

img20201006_18594390.jpg

Como é que possível que o património em Abrantes, esteja assim?

Como é que uma peça única na Península Ibérica leva descaminho?

Era Vereadora da Cultura, Isilda Jana.

Finalmente diz a Lei, que a Isilda incumpriu : 

Quem encontrar, em terreno público ou particular, ou em meio submerso, quaisquer testemunhos arqueológicos fica obrigado a dar conhecimento do achado no prazo de quarenta e oito horas à administração do património cultural competente ou à autoridade policial, que assegurará a guarda desses testemunhos e de imediato informará aquela, a fim de serem tomadas as providências convenientes.

2 - A descoberta fortuita de bens móveis arqueológicos com valor comercial confere ao achador o direito a uma recompensa, nos termos da lei.

 mn

(1)José Maria Blasquez, TEÓNIMOS HISPANOS. ADDENDA Y CORRIGENDA. V-Acta Palaeohispanica X
Palaeohispanica 9 (2009), pp. 39-61

(2) Informação interna da autarquia de 30.4.12 

 



publicado por porabrantes às 18:05 | link do post | comentar

Domingo, 19.07.20

Um artigo sobre um tesouro de moedas romanas encontradas debaixo das águas do Castelo de Bode.

A data das moedas pode levar a ter-se de mudar a cronologia habitual da ocupação romana na região, ou seja esta deve ser bastante anterior ao que se pensava.



publicado por porabrantes às 16:06 | link do post | comentar

Segunda-feira, 06.07.20

Tenho aqui um relatório de escavações na Parada General Abel Hipólito, agora chamada D.Francisco de Almeida.

O relatório refere-se a uma escavação feita alegadamente pela drª Filomena Gaspar e pelo então assistente técnico Álvaro Batista, o melhor arqueólogo do concelho. 

Curiosamente só vai assinado pela gerente da Ozecarus, que acumulava essa actividade comercial, com a superintendência da arqueologia municipal, com o consentimento de Nelson Carvalho e  da ignara cacique.

A data é de 26 de Abril de 2006.

Curiosamente o portal do arqueólogo advertia, burocrático, em 7 de Julho de 2015, que o relatório estava pendente. 

E actualmente não consta que o relatório tenha sido entregue.

Tivemos acesso a ele.

Trata-se dum relatório típico da arqueologia municipal abrantina. 

Desapareceram alegadamente os dados da escavação, como alguns  gostariam que desaparecesse o processo do Júlio Bento.

'' Depois, todos os registos feitos, e o primeiro relatório realizado, perderam-se quando o computador da equipa teve problemas que culminaram com o fim do disco-rígido, tendo sido necessário refazer todo o trabalho, desta vez, já sem as referências obtidas em campo, entretanto destruídas devido ao facto de estar concluído o relatório e estar a faltar o desenho de algumas das peças recolhidas'' (SIC) 

Só isto????

Também não há dados estatigráficos desenhados, porque era muito perigoso!

''Por outro lado, a estratigrafia não pode ser registada em desenho, devido ao perigo que acarretava tal trabalho'' (sic)

Era Vereadora da Cultura, uma tal Isilda Jana que permitiu esta situação anómala.

estat.png

 

Mesmo assim há coisas  suficientemente graves para continuar a tratar disto.

Por agora sem recurso a outras vias.

 

Há pior que a arqueologia municipal?

O Notariado municipal!

Os políticos da maioria!

O contubérnio entre a sociedade civil e política local

ma



publicado por porabrantes às 16:13 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.06.20

O Jornal ''A Cidade de Tomar'' faz uma grande reportagem (com vídeo) sobre as escavações em Tomar, na zona do Convento de S.Francisco.

Exemplar.

Ninguém ouviu em Abrantes, os arqueólogos que escavaram o Castelo,S.Domingos, o convento da Esperança (obras do colégio de Fátima), adro de S.Vicente, ermida de Santo Amaro.

Não se sabe, o que foi encontrado.

Apenas em S.Domingos há bocas do Luís Dias e da senhora Filomena, mas não há relatórios técnicos divulgados. 

Nem se ouviram os outros técnicos envolvidos

A Tubucci requereu à autarquia os relatórios técnicos.

 mn



publicado por porabrantes às 18:31 | link do post | comentar

Sábado, 01.02.20

margarida cassola ribeiro

Um bom artigo de Margarida Ribeiro (a autora da preciosa monografia de Coruche) sobre arqueologia abrantina.

Imagem de Montalvo e as Ciências do Nosso Tempo. Com a devida vénia

vesti

Só um esclarecimento: O militar referido é o futuro General Fernando Falcão Pacheco Mena, que entre outras coisas foi Governador de Angola.

mn

 



publicado por porabrantes às 15:32 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.09.19

tramagal romano 1

tramagal  romano 2 joaquim pereira mateus

documento pub no face pelo sr. Joaquim Pereira Mateus, com a devida vénia

redacção



publicado por porabrantes às 13:35 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.07.19

Em Abrantes têm sido encontrados silos e talhas medievais em vários contextos. Foram preservados na Santa Casa da Misericórdia (refeitório).

Foram tapados e destruídos noutros sítios (como este)..

talhas largo ramiro guedes

Talhas encontradas nos anos 60 num edifício em obras na Praça Palha de Cima, hoje Largo Dr. Ramiro Guedes.

O Barlavento relata aqui uma espectacular descoberta medieval em Silves e silos mouriscos destes.

A Isilda Jana prometeu deixar à vista os silos da Rua Grande e mentiu.

Foram tapados.

O património arqueológico e arquitectónico desta terra é assim para enterrar ou para destruir, caso do Mercado Diário.

Enquanto esta gente governar continuará o reinado da incultura.

mn 

foto do arquivo municipal

 



publicado por porabrantes às 11:40 | link do post | comentar

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