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Venho por este meio que venham limpar esta paragem de autocarro e por uma paragem para que as crianças tenham um abrigo pois até agora nada foi feito por estas crianças pff obrigado junto ao café 53 Arrifana é ao fundo da rua maria da lança sr.presidente olhe por estas crianças há chuva todo o inverno
Diz a D.Lúcia Coelho a 16 de Dezembro e não mereceu resposta....
O Professor Doutor Rosado Fernandes lavrador e latifundiário alentejano,sumidade nos estudos clássicos, tradutor de André de Resende, resistente anti-comunista, fundador e Presidente da CAP, humanista, Reitor da Universidade Clássica de Lisboa (e não duma merdice privada) eurodeputado eleito pelo CDS, autor de '' Memórias de um rústico erudito'', benemérito em livros que não em betão, nelas
elogia o seu companheiro das lides da CAP e da luta contra uma reforma agrária comunizante, eng.Luís Fernando Bairrão, primo do Professor Bairrão Oleiro.
Não sei o que diria o Luís Miguel Rosado Fernandes ao ver que a Associação de Agricultores ,associada infelizmente à cacique, e à sociedade civil, resolveu que para homenagear o Lavrador do Tramagal, era preciso
retirar à Escola da Arrifana o nome honrado do dr. António Silva Martins, médico eminente e atirador de élite para homenagear Luis Bairrão.
Bem pelas fotos que vi, não convidaram o dr. António Gentil Martins para a façanha.
Já é alguma coisa.....
Agora ouçam o Raul Miguel Rosado Fernandes dizer como chegámos a isto:
mn
Entrevista ao Prof. Rosado Fernandes in Rev. do Instituto de História de Arte da UNL
foto: PSD Santarém
nota: Silva Martins está decapitado no Castelo.....
por Eurico Heitor Consciência
A Estrada Nacional nº 2 será como que a coluna vertebral rodoviária deste país, ligando o Norte ao Sul, de Chaves a Faro, com Abrantes no meio.
E em Abrantes, na Arrifana, a E.N. 2 atravessa a linha férrea antes da bifurcação da dita: Linha do Leste em frente e Linha da Beira-Baixa à esquerda.
E quem roda na E.N. 2 no sentido Norte-Sul dispõe duma via com alguns 15 metros de largura antes da passagem de nível da Arrifana. Pelo contrário, os que transitam no sentido oposto aproximam-se daquela passagem de nível numa curtíssima recta, entre duas curvas e dois muros, com alguns 5 metros de largura.
Como calcularão, neste aperto, dois pesados não conseguem cruzar-se e um pesado e um ligeiro nem sempre conseguem fazê-lo.
Descrito o cenário, vamos lá ao filme.
Ontem, de madrugada, rodava eu no sentido Sul-Norte e, quando entrei na passagem de nível, atravessou-se-me na frente um desses pesados d’agora, maiores do que o Convento de Mafra.
Travámos a tempo e esperei que o do pesado recuasse (na tal via com alguns 15 metros de largura).

Eurico Heitor Consciência
Mas o do pesado encostou-se no banco, dando sinais de não se dispor a manobrar.
Nestas coisas sempre fui democrata: se ele não recua, não sou eu que vou ser desmancha prazeres; também não faço marcha-atrás.
E assim ficámos, com os rodados da frente sobre a linha.
Comecei a fazer cálculos: se aparecer um comboio, quem mais depressa faz marcha-atrás sou eu. E fui eu que cheguei primeiro, pelo que ele é que deverá e lhe convirá…
Não sei que contas fez o do pesado, nem tive tempo para pensar nisso, porque de repente abriu-se a porta do convento e saiu de lá uma bisarma com alguns 120 Kg de peso, quase dois metros de altura e 1 metro de grossura. Seguramente.
E os braços do tipo pareceram-me duas trancas, cada vez mais grossas à medida que o homem se aproximava de mim.
Todos já tivemos notícia de conflitos no trânsito que acabam com mortos e feridos. Acresce que eu sou homem de paz. Não sou medroso, mas sou homem de paz. Ninguém consegue intimidar-me, mas sou homem de paz. Nada me assusta, mas a verdade é que sou mesmo um homem de paz.
Covarde? Nem pensar. O que sou é o que já disse: homem de paz.
Por isso (mas só por isso), logo que a fera assomou à porta do convento disse cá p’rós meus botões: Se o tipo se aproxima, sou capaz de lhe dar uma sova. Logo eu, que sou um homem de paz…
E quando o tipo já estava próximo de mim fiz marcha-atrás, encostando o meu carrinho ao muro da direita.
E o outro resmungou coisa que não percebi, mas entrou no camião e pô-lo em andamento.
Uns dez metros depois de nos termos cruzado, berrei, com o pé no acelerador: Ó seu sacana, olha que só te não parti o focinho porque sou um homem de paz.
Do Ribatejo, a folha do Duarte, com a devida vénia transcreve-se a saborosa crónica do decano dos Advogados abrantinos. O título é da casa.
MN
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