Sexta-feira, 06.03.20

A Relação de Évora anulou  a  pronúncia duma série de arguidos que eram acusados do assalto à quinta do Ribeiro, na Abrançalha, donde teriam levado colecções de moedas, o espólio do Visconde do Tramagal e do boticário Silva da farmácia do mocho.

O Tribunal superior considera que  '' Trata-se, assim, de uma falha grosseira e ostensiva na análise da prova, percetível pelo cidadão comum, denunciadora de que se deram provados factos inconciliáveis entre si, isto é, que o que se teve como provado ou não provado está em desconformidade com o que realmente se passou, provou ou não provou.''

Entre as peças alegadamente roubadas, estariam, segundo a acusação, moedas no valor de 800.000 €  e :

''

Do móvel - vitrine do hall de entrada, que também havia sido transportado para aquele local pelo arguido MCMC e no valor global de 8.900 €:

a) uma caixa de plástico fosco antiga que continha pedras semi-preciosas oriundas do Brasil, com diversos tamanhos e feitios, no valor de 700 €, estando todas colocadas dentro de sacos de plástico fechados com alfinete, caixa essa existente na primeira gaveta;

b) uma placa revestida de veludo vermelho com 20 patacas mexicanas, com cerca de 4 cm de diâmetro, no valor de 4.000 € (200 € cada uma delas);

c) uma placa revestida de veludo vermelho com uma colecção completa das moedas que circularam em Timor no tempo em que eram colónia portuguesa, no valor de 1.000 €;

d) uma moeda comemorativa com estojo de madeira de 5 ecu de 1989, no valor de 200 €;

e) todas as moedas comemorativas da Imprensa Nacional da Casa da Moeda, em prata e ouro (proof), no valor de 3.000 €;

2 - De um cofre miniatura em cabedal colocado em cima de uma cómoda foram retirados, no valor global de 1.350 €:

a). Uma pulseira fina de ouro entrelaçado, do género das que é costume oferecer aos bebés, no valor de 150 €;

b). Uma caixa de prata, contendo um anel de ouro branco, com uma pérola e pedras preciosas e a referência do ourives Branca de Brito, no valor de 1.200 €;

3 - De uma caixa colocada em cima da cómoda, no valor global de 123 €:

a) uma aliança de ouro branco com os dizeres "Vítor 1967", no valor de 75€ e

b) um anel com pedra no meio entrelaçado em prata, no valor de 48 €.

Depois, MC e os dois referidos indivíduos dirigiram-se para a Biblioteca sita no 1º andar, tendo daí retirado os seguintes objectos:

- De um armário vitrina expositora de objectos, cujo vidro foi partido em três pedaços e despregada a madeira que o sustentava, foram retirados, com o valor global de 18.250 €:

a) Duas gargantilhas em prata, entrelaçada, no valor de 200 €;

b) Duas gargantilhas em prata, com partes fixas em forma de vagem e partes móveis em argolas, com duas pulseiras idênticas, no valor de 300 €;

c). Três escravas em prata, no valor de 50 €;

d). Um brinco de ouro, com pedra em formato de coração, no valor de 150 €;

e) Um colar de platina fino, muito maleável, que, no meio tinha um pendente, em forma de "VT" (abreviatura de Viscondessa de Tramagal) em monograma e com mais pendentes com, pelo menos, três pedras preciosas (peça única e de valor sentimental para o dono do Palácio), no valor de 4.000 €;

f). Uma gargantilha em ouro, com dois pendentes (foto Paller Carrera), no valor de 2.500 € - esta gargantilha foi adquirida pelo dono do Palácio da Abrantalha num leilão realizado pela Santa Casa da Misericórdia de Abrantes;

g). Uma gargantilha de ouro branco e amarelo, com folhas e pedras semipreciosas brancas e amarelas, tendo, no meio, uma pedra grande, em forma de coração, amarela (pedra do Brasil), no valor de 3.500 €;

h). Um alfinete em prata, em forma de ramo, com folhas com pedras preciosas brancas, no valor de 1.600 €;

i). Um anel de brasão, em ouro, com símbolo dos Solis (solitário, no valor de 700 €);

j). Um anel em prata, com pedra preta (ónix) e pedra semipreciosa no meio, no valor de 200 €;

k). Um alfinete em ouro com o símbolo da farmácia (cobra com palmeira), no valor de 200 €;

I). Um alfinete grande com fotografia gravada da filha da Marquesa de Alorna, em placa de Limoges ou porcelana e presa por peça de latão em forma de cordão, no valor de 1.200 €;

m). Uma concha com Pierrot ou dançarino, de Limoges ou porcelana, no valor de 600 €;

n). Um relógio de ouro do avô Rogério, do dono do Palácio, no valor de 200€;

o). Um alfinete em forma de lua, em prata, antigo, no valor de 150 €;

p). Diversas condecorações portuguesas, brasileiras e espanholas, no valor de 700 €;

q). Diversos botões de punho e de camisa, em ouro e prata, entre os quais uns de brasão D. João VI, no valor de 1.100 €;

r). Vários brincos de ouro e prata, no valor de 300 € e

s). Diversos anéis de senhora, entre os quais um de ouro branco, com cinco pedras preciosas, no valor de 600 €.

2 - De umas prateleiras, aí existentes, MC e os referidos indivíduos retiraram e levaram para os fazerem suas, duas placas em prata, dos Lions, no valor de 150 €.

3- De um cofre pequeno cuja fechadura foi forçada foram retiradas medalhas muito antigas de santos que se colocavam ao peito, no valor de 8S0€.

4 - Do armário cofre - moedeiro cuja fechadura foi esforçada foram retirados os seguintes artigos:

a) Todas as moedas romanas existentes nas três primeiras gavetas;

b) Todas as moedas de D. Afonso Henriques e da 1a Dinastia existentes na 4a e 5a gavetas;

c) Todas as moedas da 2a dinastia existentes nas gavetas 6 a 10;

d) Todas as moedas da 3a dinastia (colecção completa), oriunda da casa dos Condes de Altamira, existente nas gavetas 11 a 13;

e) Todas as moedas da 4a dinastia existentes nas gavetas 14 a 32, estando praticamente completa todas as colecções de moedas de ouro, prata, cobre e níquel;

f) Todas as moedas da República existentes nas gavetas 33 a 42, colecção completa, com inclusão de todas as moedas raras existentes em catálogo.

o) O valor total das moedas existentes no citado cofre - moedeiro ascende, na actualidade, a 800.000 €.

5 - Um cofre de moedas castanho, com uma moeda desenhada em cima e forrado a veludo vermelho, no qual se encontravam as moedas antigas espanholas de várias épocas e de ouro e prata e diversas moedas antigas de ouro da rainha da Holanda e que estiveram em circulação em Timor e moedas da Argentina, em prata e ouro do século XVIII, no valor de 3.000 €..''

 

Ou seja o boticário continua em maré de azar

 ma



publicado por porabrantes às 10:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.05.15

O assalto realizado esta manhã a uma carrinha dos CTT, em pleno centro histórico da cidade, aqui retratado pelo Jornal de Notícias, não é um facto isolado nem acidental, mas apenas a continuação duma saga de crimes que gera insegurança na cidade e no concelho e que já gerou vítimas mortais em crimes protagonizados regra geral por membros de minorias étnicas que todos conhecem.

Não sei se este crime foi protagonizado por membros dessa ''etnia'', sei que foi realizado em plena luz do dia, que houve uma agressão que podia ter um desenlace grave, se o agredido tivesse oferecido resistência, e que esta impunidade não pode continuar. Como não pode continuar o tráfico de drogas em pleno centro da cidade.

E sei que  a carrinha roubada foi deixada ao lado do espaço reservado para os Vereadores estacionarem os popós, que nós pagamos, ou seja na R.Manuel Constâncio.....

manuel constâncio.jpg

Já agora, a casa que está em primeiro plano, foi residência do famoso barbeiro e depois cirurgião afamado Manuel Constâncio.

Di-lo Diogo Oleiro e se o diz, é quase indiscutível.

Mas o que é discutível é que se há segurança privada, paga por nós, para defender a Câmara, o bravo segurança (ou seguranças) não tenham sido capazes de deter os bandidos.

Estavam a olhar para onde?

Ou só há segurança no nº 17 da Casa Falcão (porta dianteira) e as traseiras estão desprotegidas?

E o sistema de vídeo-vigilância?

Querem que expliquemos onde está?

Ironizámos ontem aqui com as cerimónias folclóricas do Dia da PSP em Abrantes, sugerindo uma parada em São Macário.

Agora sugerimos uma rusga em São Macário e outra no Vale das Rãs.

convite.jpg

 

  mn

nr_o sr. Armando quer impor a censura ou seja parece que é proibido publicar artigos da Visão. Diz que a senhora Drª Ana Soares Mendes não vive em Abrantes, então quem é que dirige a ''Nova Aliança''??

 

E ainda sendo o sr. Armando grande defensor da ética, e sendo público que é ou era sócio da gazeta ''O Ribatejo'', porque é que não faz uma proposta para sancionar o Director por não respeitar o direito de resposta?????

 

(''5. Procedência do recurso de Paulo Jorge Delgado Ramos contra o jornal O Ribatejo por denegação do direito de resposta relativamente a uma peça noticiosa intitulada “Câmara paga mais de 69 mil euros para se ver livre do Café Central”, com a menção, em lead, «O processo Café Central chegou ao fim. Foi uma aventura que durou 14 anos e custou cerca de 700 mil euros ao Município de Santarém», com chamada de 1.ª página na edição de 3 de julho de 2014, encimada com os dizeres «Santarém Café Central chega ao fim depois de 700 mil euros esturrados»)

 

Não convém??????   

 

MN

 

foto: DGMN

    



publicado por porabrantes às 13:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.06.12

Acaba de informar o Jornal da nossa querida Margarida Trincão:

 

5 JUN 2012
Abrantes: Caixa Geral de Depósitos assaltada
Por Jornal Abarca

O Balcão da Caixa Geral de Depósitos no Rossio ao Sul do Tejo foi hoje assaltado por volta das 13 horas.

Os assaltantes, de óculos escuros e chapéu, apontaram uma arma à funcionária obrigando-a a entregar o dinheiro em caixa. 

"O valor levado está dentro dos parâmetros de segurança em caixa e muito abaixo dos 70 mil euros, entretanto posto a circular nas redes sociais", garantiu fonte anónima da instituição bancária.

http://www.abarca.com.pt/?cix=noticia410710

 

 

 

 

O Comandante Celso estava de partida para Coimbra para normalizar lá o parâmetro que o Euclides das Relações Sexuais Inesquecíveis anormalizara graças às 

 

Comandante da polícia deseja "relações sexuais incríveis"

 

 

quando na CGD  para animarem o foguetório municipal os bandidos

 

 

 

 

a assaltam e levam a massa, nas barbas do Sr. Dr. Celso, que diz o Campeão das Províncias, irá pró lugar do latin lover Euclides 

 

 

http://campeaoprovincias.com/pt/index.php?option=com_content&view=article&id=11775:policia-municipal-de-coimbra-celso-marques-provavel-comandan

 

 

 

 

 

 

podemos entretanto desmentir que haja insegurança na cidade, que tenham roubado um colar à Mariza, que o parâmetro não esteja normal e que os tenebrosos marginais sejam más pessoas, afinal sempre podiam ter feito explodir um multibanco, roubar a medalha de lata ao Joaquim  Candeias Gaspar     , um ajuste directo ao careca alentejano, o livro de receitas da Maria de Lurdes Modesto

 

ao Senhor Dr. Armando Fernandes ficando o dito, órfão, e mais barbaridades no género.

 

 

As festas continuam e  como diz o Campeão que a PSP de Abrantes ficará órfã, sugere-se à D.Maria do Céu que no intervalo dos seus afazeres para receber o Cavaco no dia 7 de Julho, escolha por ajuste directo  para 

 

 

REGEDOR  MUNICIPAL

 

O CONSELHEIRO DE SEGURANÇA

 

 

 

 

JOÃO

 

 

PICO

 

                                                                                                                         

que para fazer restaurar a ordem pública mandará voltar a erguer no Outeiro da Forca, o patíbulo onde será pendurado para exemplo do povo, consolação do Xerife e restauro da boa educação no CDS-PP o primeiro veterinário que for a encontrado a vacinar um animal do Souto. Sendo o Sr.Regedor pessoa idónea (requisito estabelecido pela Asembleia Municipal para ser C. de Segurança) o cliente da forca será previamente confessado pelo Sr. Padre João Rosa que lhe aplicará a extrema-unção.

 

 

 

 

Adérito Abrantes, diplomado em Segurança    

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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