Era uma vez um cigano que tinha um Mercedes.
Bem o cigano estava casado com uma cigana, que terá chegado virgem no dia da prova étnica.
Davam-se tão bem, que se dedicavam em conjunto ao crime.
Bem, o cigano apesar de ter um Mercedes Vito, já tinha sido condenado por conduzir sem carta nesta terra.

Nesta e noutras e a mulher também.
Como convém aos nómadas, viviam numa barraca e tinham 2 filhos.
Nos tempos livres dedicavam-se a frequentar um curso de formação profissional.
O Estado pagava-lhes para estudarem.
Recebiam cada um 300 euros de esmola, ou seja Rendimento mínimo.
A isto acrescia: 40 € de abono dos filhos e 70 euros de subsídio de refeição, no curso das horas livres.
Ou seja um rendimento familiar de 780 euros mensais que certamente não dava para a gasosa da máquina.
É difícil viver com 780 euros, de forma que foram, com uma amiga, assaltar um sucateiro de Alcanena, mas como o empresário se interpôs, foram caçados.
No processo chegou a discutir-se se houve ameaças de morte ao empresário, mas isso não foi provado.
Para o fim que interessa, foi em primeira instância declarado perdido o Mercedes a favor do Estado.
Reclamaram os ladrões e o ladrão marido, que apanhara 22 meses de cadeia, trocada por trabalhos a favor da comunidade, queria o Mercedes de volta.
A ladra apanhara 120 dias de grelha, remível a dinheiro.
Foram à Relação, que não a de Évora, e esta mandou devolver-lhe o Mercedes.
Durante o assalto investiram com o Mercedes o carro do empresário e deram-se à fuga, mas os Desembargadores não consideraram que dos Autos possa resultar que o Mercedes volte a ser usado para o crime.
Cá para mim é uma percepção ousada.....
Cá para mim e para o sucateiro de Alcanena.......
Finalmente espero que não ande por aí alguma autarquia a comprar casas para alojar ladrões....
mn
citado num livro sobre o Portugal Romano!
O Autor é André Carneiro e faz-se-lhe a devida vénia. Ë arqueólogo e professor na Universidade de Évora e pode fazer download desta obra e doutras dele. Ao Autor a nossa vénia.
ma
Foi ontem publicado o anúncio dum concurso público no valor de 270.000 € para segurança dos edifícios municipais.
Entretanto temos este comentário:
Só a Câmara Municipal tem poder para criar o serviço de Guarda-Nocturno.
Esta associação está ao dispor para ajudar no mesmo
A que respondemos:
Com a verba gasta no concurso referido, podiam-se contratar pelo menos 7 guardas- nocturnos para patrulhar o centro da cidade e ajudar a PSP e a GNR.
Outra coisa seria abrir uma esquadra da GNR em São Macário ou manter lá segurança privada para ajudar a proteger os nómadas no PSEC (processo de sedentarização em curso).
Ficam os dados para a CMA contactar com a ASPGN.
MA
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