Sábado, 25.08.18

 

O que é acontece se um político abrantino manda arrasar um jazigo?????

 

avelar tumulo convento da graça 2 gazeta de lisboa

 

Gazeta de Lisboa, 1742

 

 

O dr.António Bairrão (a mando do Avellar Machado) mandou arrasar o jazigo histórico da nobre família Avellar, que estava no convento da Graça.

 

José_Alves_Pimenta_de_Avellar_Machado_-_Diario_Illustrado_(19Jan1886)

Ou seja Avellar Machado além de ter destruído um convento dos mais ricos do Ribatejo, emprobrecendo Abrantes e Portugal e permitindo abjectas negociatas com parte do seu recheio (outro está felizmente no Museu de Arte Antiga, as fatiotas dos Meninos Jesus no D.Lopo, algumas peças dispersas por Igrejas), mandou o António Bairrão, vassalo obediente como qualquer cacique semi-rural, destruir o jazigo familiar onde repousava Bernardo Pimenta de Avellar, cavaleiro da casa de D. Pedro II e outros antepassados seus!!!!

 

É obra!

 

Que teria feito às veneráveis ossadas?????

 

Foram para a vala comum ou transferidas para os Cabacinhos????

 

Sobre os restos da Infanta D.Guiomar, que estava em S.Domingos, a sorte terá sido semelhante e salvou-se o corpo do marido transferido por um rei estrangeiro, Filipe II, prós Jerónimos....

 

Os actuais caciques deixaram destruir Santo Amaro, mais ainda não emularam a façanha do Avellar Machado que destruiu o jazigo familiar, em nome do ''Progresso''.

 

ma 



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Sexta-feira, 06.07.18

1895. Está no governo o Partido Regenerador dirigido por Hintze Ribeiro, com apoio de João Franco, que começa uma carreira política que dá que falar.

O político de Alcaide é Ministro do Reino e portanto controla os governadores civis e estes o aparelho caciquista, composto pelos padres, influentes e cabos de esquadra. Da sua cor, porque também há o aparelho do P. Progressista, que em Abrantes conta com a Família Abreu ( a de Solano), o padre Martins (Vigário de S.João e depois de S.Vicente), o banqueiro Visconde do Tramagal, uma poderosa família aristocrática de Alvega, a família Falcão etc.

Do lado do P. Regenerador, está omnipresente o major Avellar Machado e o seu homem de mão, o bacharel Emílio Segurado e quase todo o aparelho burocrático e eclesiástico do concelho,  que lhe obedece.

E o Visconde da Abrançalha, o riquíssimo morgado Ataíde, o rendeiro e feitor dele, o Álvaro Damas e o dr. António Bairrão, do Tramagal, Presidente da Câmara, mais outro tramagalense , o farmacêutico Motta Ferraz..

Hintze governa em ditadura (ou seja com as Cortes fechadas)  e anuncia que muda a lei eleitoral  restringindo o número de votantes, acabando com a representação das minorias, centraliza o poder com novo código administrativo, suprimindo concelhos, vai tentar também liquidar na prática a Câmara de Pares.

E ameaça aumentar os impostos.

José Luciano lança uma enorme campanha de protesto, que em Abrantes se traduz num comício em que falam o banqueiro do Tramagal, o dr. Zeferino Falcão, o padre Martins, o publicista republicano Magalhães Lima , o político e académico Frederico Laranjo (que seria Par do Reino em 1898)  e convidam o dr.Ramiro Guedes, líder da pequena formação republicana local.

Presentes representantes dos Lojistas de Lisboa e da Associação comercial dessa cidade

O ''meeting'' reúne umas 3 mil pessoas....,segundo  Eduardo Campos, que deve ter confiado demais na propaganda progressista.

correio da noite 2

Presidiu ao comício o morgado e banqueiro  João  Themudo de Oliveira Mendonça,   que no cartão de visita  gostava de exibir ''Visconde do Tramagal, bacharel formado em Direito e vice cônsul de Hespanha em Abrantes'', secretariado por Ramiro Guedes e pelo rico comerciante, residente no Largo de S.Julião (onde está o pátio traseiro do Palácio Falcão), José Pedro Machado, António Dias Estevinha e António Maria Santos.

Choveu mas parece que isso não assustou a assistência.

O Ramiro Guedes botou discurso e fez o  seu primeiro banho de massas, graças ao P.Progressista.

Disse o Visconde Mendonça  '' A nossa Constituição, que custou rios de sangue e lágrimas, está hoje calcada aos pés''.

Mas a estrela foi Frederico Laranjo, cabo eleitoral na região (era de Portalegre) dos progressistas:

frederico

 Tudo isto é a versão do P.Progressista no seu órgão jornalístico

correio da noite 3 fev 1895

De forma que convém avisar que em 3 de Fevereiro houve um comício progressista, do partido de José Luciano de Castro, em que o minúsculo PRP abrantino fazia de figura decorativa.

A imprensa regeneradora conta a coisa doutra forma e diz que só estavam 500 pessoas.

di 4-2-1895

Diário Ilustrado, órgão regenerador, 4-2-1895

 

 

Só para terminar convém citar o padre Martins, uns meses depois, na véspera das eleições de Novembro, quando Avellar foi  reeleito, depois duma burla eleitoral medonha, '' Não creio na eficácia das lutas de palavra, nem de imprensa, perdida como está a noção de lei, necessitamos além da abstenção um movimento enérgico e decidido ''.

(reunião de Lisboa do P.Progressista)

O Padre andava furioso com o dr.António Bairrão e companhia pela destruição do Convento da Graça, a medida estrela dos regeneradores locais.

Mas tudo se acalmou....o rotativismo ainda tinha pernas para durar e  a ''velha raposa'' ou seja José Luciano voltaria ao poder em 1897

mn

 

ver Eduardo Campos, Cronologia do Século XIX

http://maltez.info/respublica/portugalpolitico/eleicoes_portuguesas/1895.htm

     



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Segunda-feira, 09.04.18

''Entre ambas, havia uma distância de 4.300 metros. Por resolução do Ministério da Guerra, sob o comando do coronel Avelar Machado, dirigiram estes testes, desde o forte da Trafaria, o Capitão João Severo da Cunha e o Tenente Pedro Álvares. Foi experimentado durante o ensaio radiotelegráfico, o equipamento da empresa francesa Ducretet oferecido  ao Ministro da Guerra de então, o General Luís Augusto Pimentel Pinto.''

 

devida vénia a Oliraf



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Domingo, 08.04.18

avellar machado novo.png

Não houve político a que Abrantes ficasse a dever mais que ao rossiense Avellar Machado. O abastecimento de água no cabeço, a linha férrea que revolucionou os transportes locais (e que a prazo mataria o tráfico fluvial), escolas nas freguesias, e por aí  adiante.

Para ver a sua folha de serviços consulte-se o Abrantes Cidade Florida, num artigo de Mestre Diogo Oleiro.

Oficial do exército com uma formação de engenharia, pode incluir-se na lista dos homens do mesmo tipo, que seguiram outro engenheiro, Fontes Pereira de Melo, na política, fazendo um certo saint-simonismo à portuguesa. 

Num país de bacharéis e literatos românticos, era a modernidade.

 

Foi político, nunca chegou a Ministro, capitaneou os regeneradores locais e foi naturalmente conivente num sistema eleitoral baseado nos caciques (os influentes) e na fraude eleitoral.

A maior crítica abrantina que se lhe pode fazer é que sendo vogal do Conselho dos Monumentos Nacionais (1894) deixou Santa Maria do Castelo continuar a ser um estábulo, como conta Oliveira Martins nas Cartas Peninsulares

santa maria oliveira

 

Conseguiu no fim da vida sinecuras a que hoje chamaríamos tachos ,  e teve múltiplas homenagens em vida mas não teve bustos nem estátuas, enquanto viveu.

Algumas  das homenagens foram organizadas pelo seu adversário político progressista Francisco Eduardo Solano de Abreu, designadamente a criação no Montepio duma bolsa a favor das classes artísticas (era assim que se chamava aos operários, muitos deles ainda artesãos), que levou o nome do Par do Reino, dotada com rendimentos por Solano, que hipotecou valiosas propriedades rústicas para garantir esses pagamentos,

Pelo que dizia Oliveira Martins a sua fotografia estava omnipresente em todos os sítios, incluindo nos palheiros onde se aboletavam as azémolas da tropa.

Mas só teve estátua depois de morto e bastante depois (1929)

monumento avelar machado.jpg

Não sei se foi o pudor de Avellar Machado ou a falta de verbas que levou a isto.

Mas as outras estátuas abrantinas, ao Dr. Manuel Fernandes em Abrantes, a do Comendador Duarte Ferreira, no Tramagal, a do industrial Soares Mendes no Rossio, a de António Botto, na Concavada só foram inauguradas depois da morte dos homenageados, seguindo a tradição da primeira, a de Taborda.

Agora o próprio homenageado descerra o seu busto

catroga busto.jpg

 

 Convenhamos que o inovador  espectáculo não é elegante.

mn

 



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Segunda-feira, 19.02.18

Um bom livro monográfico sobre o Cartaxo onde se destaca a figura de Avellar Machado no combate à praga da filoxera no Cartaxo e no distrito

 

 

O Cartaxo dos Finais do Século XIX ao Fim da I República - 1870 -1933

Autores
Pedro Guarim Fernandes
Ana Carina Azevedo
Vânia Sousa
 
ed CM do Cartaxo-


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Quinta-feira, 01.06.17

Em 1890 no fragor da cólera nacional contra o Ultimato britânico lançou-se um empréstimo nacional para modernizar as Forças Armadas.

As Câmaras e os particulares (alguns cá da terra) comprometeram-se a dar massas.

A Câmara de Lisboa, chefiada pelo Conde do Restelo, um boticário rico, antepassado duma conhecida família abrantina  e dum Bispo(1), não pagou tudo o que devia.

Pedro-Franco_480x380.jpg

 

Quando recebeu uma carta para pagar o calote, mandou lavrar em acta que a carta seria queimada.

Denunciada em artigos da imprensa, processou o articulista republicano Faustino da Fonseca, que apanhou 3 meses de cadeia, que passou no Limoeiro, e de cuja estadia fez umas memórias curiosas.

faustino.png

 

Para Abrantes o que interessa, é que na sua defesa o Faustino revela que bastantes abrantinos e se calhar alguma instituição não pagaram aquilo a que se tinham comprometido....Mas Avellar Machado, que era o organizador cá na terra do peditório, entregou o montante a que se comprometera, tendo a comissão abrantina, de que era Presidente, pago do seu bolso o sonoro calote, que uns nossos conterrâneos tinham deixado à subscrição.

três.png

.Mandar pessoas prá cadeia por delito de opinião é digno de caciques que têm da Liberdade uma ideia  remota.

 

Fazer o que fez Avellar Machado é agir como um homem de bem, como salienta o Fonseca, elogiando um adversário político, ou seja um influente regenerador ( o Conde do Restelo era progressista).

 

mn

(1) O Conde do Restelo era antepassado não muito longínquo de D.Manuel Franco Falcão, grande Bispo de Beja e importante proprietário rural no nosso concelho. 

  

    



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Segunda-feira, 19.12.16

galopim carvalho.png

O Diário Ilustrado chama ao Ministro da Fazenda, o Mariano, o ''galopim'' Carvalho por o tipo andar a tentar (com a cumplicidade do famigerado juiz do Mação, supomos que o Abílio de Sá) a tentar comprar votos no Mação, como veremos.

Quanto ao Bento (de Sousa), agente do Carvalho, diz-se que ele é pior que o acreditado picador duma afamada praça de touros (antes do Campo Pequeno, a praça mais popular era a do Campo de Santana)

Chama-se com todas as letras mentiroso ao Ministro da Fazenda e pior que isso diz-se que ele é ''um reles caluniador''.

Insinuara o Mariano

images.jpg

que Avellar Machado fizera uma aliança com Ramiro Guedes para dar uns lugares de Vereadores aos republicanos, a troco do seu apoio eleitoral nas eleições parlamentares.

Nunca nenhum historiador abrantino referiu o pacto de 1886 entre o Guedes e o Avellar. Deve ser porque seria secreto.

Em 1886, um jornal podia chamar ''reles caluniador'' a um Ministro todo poderoso e nenhum tribunal multaria o jornalista, por exprimir uma opinião.

Em 2016, um Juiz de Abrantes atribuiu um castigo  de 1.000 euros a Jorge Dias por chamar mentirosa a Maria do Céu Albuquerque.

Ou seja havia mais liberdade em 1886, no reinado de D.Luís, que há agora.

Espero não ser multado pela opinião.

O Avellar era colega parlamentar e de profissão (eram os 2 engenheiros militares) e não teve pejo em mandar chamar ao Mariano, coisas graves e divertidas. A monarquia liberal era assim, um regime de liberdade, quer queiram ou não os historiadores da treta, que nem sequer leram os jornais da época.

mn 

 

Diário Ilustrado, 1886, Novembro,8



publicado por porabrantes às 18:41 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.12.16

morte de avellar 2.png

morte de avellar 3.png

avellar enterro.png

A morte foi a 23 de Abril de 1909 e o enterro no dia seguinte. Deixada a política activa conseguira umas sinecuras políticas:  Comissário Régio da Companhia de Moçambique (ainda não averiguámos se passou por esta colónia) e Presidente da AG de Companhia de Açúcar  de Moçambique.

mn

Fontes:Diário Ilustrado

Para mais pormenores sobre a sua vida Diogo Oleiro, em Abrantes Cidade Florida, páginas 108-109

 



publicado por porabrantes às 21:22 | link do post | comentar

Segunda-feira, 05.12.16

Galopinar é roubar votos. Usar a justiça como arma eleitoral é legítimo? O Diário Ilustrado achava que não, para o caso de Emílio Segurado. Mas que ainda hoje tentam usar a justiça como substituta dos sórdidos galopins do século passado, lá isso tentam usar.....que os visados(as) enfiem a carapuça !!!! 

galopinar.png

ma



publicado por porabrantes às 21:48 | link do post | comentar

emilio ferreira segurado gravura pastor.jpg

Há homens com tomates. O Notário Emílio Segurado mandou às malvas os superiores, designadamente o Ministro da Fazenda e recusou-se a pagar as multas , porque achava que só o  tinham condenado...por um crime......ser cunhado de Avellar Machado!!!!

 

avelar (2).jpg

 

emilio.png

emilio 2.png

emilio 6.png

 

 

emilio.3.png

emilio 4.png

emilio 5.png

 

 O Segurado como o Avelar eram regeneradores. O tabelião (que era valente) achava-se perseguido pelo ministro duma situação progressista, que se chamava Mariano de Carvalho, já aqui falado e com grossa influência política no Distrito de Santarém, sendo putativo inimigo de Avelar Machado.

Curiosamente o Segurado consultara Advogados progressistas como Hintze Ribero e outro jurista, o abrantino Ludgero Moreira, que foi o homem que comunicou ao empreiteiro Zé Peres, que o famoso Bordalo Pinheiro o imortalizara como Zé Povinho.

O advogado contratado para demandar o ''Diário Popular'' era Afonso Lopes Vieira, pai do poeta homónimo.

Como é que isto terminou?

Aguardem os próximos capítulos.

Se calhar vai devagar, que a marcha da justiça é sempre lenta.

 

ma

 

fontes:D.Ilustrado; TUBUCCI



publicado por porabrantes às 21:11 | link do post | comentar

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