No século XIX houve nesta terra várias Bibliotecas Populares, a que estiveram ligados nomes ilustres como Solano de Abreu, Avellar Machado, António Farinha Pereira e outros.
A que sobreviveu até aos anos 40 foi a da Sociedade dos Artistas, que funcionava na Igreja de S.Pedro, e que foi fechada pela sanha fascista de Henrique da Silva Martins.
Vendida foi pela reacção e a Câmara de Abrantes apropriou-se dela.
Boa parte dos livros estão na António Botto e ainda outro dia vi um doado por Solano.
A investigadora, Maria de Fátima Machado Martins Pinto, doutorou-se com uma brilhatíssima tese sobre ''Bibliotecas Populares'', na ULisboa, com o título
'' BIBLIOTECAS POPULARES EMPORTUGAL:
PRÁTICAS E REPRESENTAÇÕES
ESBOÇAR DE UMA MISSÃO
(1870 – 1930) '' (2017)
Deu-se ao trabalho de ir à António Botto à procura dos restos das Bibliotecas Populares abrantinas e lá, porca miseria, não foram capazes de lhe mostrar nada.

pag 350 da tese
Ou seja um mau serviço à cultura local.
mn
ver a cronologia do Eduardo Campos, século XX
Nas localidades de Tramagal, Rossio ao ao Sul do Tejo e Alferrarede foram encerradas as bibliotecas pela cacique, ajudada pela

e por gente como
Rui Serrano, etc
Já pedi ao Vereador do Povo que é o Armindo Silveira que faça sentir que as pessoas gostam de ler livros e que é necesário reabrir as ditas.
Mas tem-se esquecido.
De forma que se faz agora de novo o pedido.

A fechada biblioteca do Rossio.
Por uma vez elogia-se quem as abriu, que me parece que foi o N.Carvalho.
ma
Em 1997 foram criados os pólos do Tramagal e Pego. Em 2007 o da Bemposta. Em 2007 terá sido criado o de Alferrarede diz também a autora,
Mas em.......

devida vénia a

tese defendida na UNL
Quem fecha bibliotecas fomenta a iliteracia e a incultura
E quem fechou foi a Cacique, acolitada pelo Serrano, pela Celeste, etc
mn
Celebrou-se o 25º aniversário da Biblioteca António Botto, obra de Duarte Castel-Branco, construída no mandato de Humberto Lopes.
Enquanto no facebook os caciques celebravam o evento, o edil tramagalense, dr.António José Carvalho fez-lhes o justo reparo que estes 25 anos estão marcados também pelo encerramento da Biblioteca do Tramagal e já agora acrescentamos nós pelo fecho das do Rossio e Alferrarede.
Transcreve-se o reparo de A.J.Carvalho

Como se vê, a mimosa Celeste não gosta de críticas, mesmo construtivas e enxofrou-se e veio garantir que o povo podia ir à Escola ver os livrinhos, coisa desmentida pelo edil local, que, como se sabe, conhece muito melhor o terreno que a dama enxofrada.

ma
Já não me lembro de quem foram os ignorantes que fecharam as bibliotecas das Freguesias, Rossio, Alferrarede, Tramagal, etc
Mas podemos saber quem fundou uma das primeiras Bibliotecas no Rocio de Abrantes

Foram os militantes do PRP- Partido Republicano Português
mn
devida vénia a
O Artur Portela Filho na ''Funda'', sarcásticas crónicas da vida portuguesa dos finais dos anos 60 e que foram continuadas até quase 1980 (1), chamava às carrinhas do Azeredo Perdigão, as ''Bibliotecas-Panzer.''
A Tia Madalena Biscaia disse-me que ao segundo esposo não lhe fizera nenhuma graça a brincadeira.
Digo segundo esposo porque o primeiro marido da Tia Madalena foi um professor de Coimbra de família abrantina, morto precocemente pouco depois de se doutorar, deixando a jovem Madalena viúva.
Casou depois a Madalena Biscaia com o sr. dr. José Azeredo Perdigão, ilustre Advogado e que se tornara Presidente vitalício da Fundação Gulbenkian.
Vem isto a propósito, porque um genealogista meu amigo estava a fazer a árvore do ilustre fidalgo abrantino José de Almada Burguete, pai daquela senhora nossa amiga que vendeu o Casal Curtido muito bem vendido, a Tia Jean e nos arquivos de Cascais encontrou registo que o sr.Burguete mandou aí entregar um projecto de arquitectura para uma vivenda em 1935, com risco do arq. António Rodrigues da Silva, numa rua que tinha um nome que devia ofender os brios realistas do abrantino, porque se chamava António Granjo.
Vai dai o genealogista descobriu mais coisas no arquivo municipal de Cascais, os arquivos são um perigo público, havia lá uma colecção de versos que a obscura poetisa Cacilda Celso mandara pró Jornal de Abrantes e ao inquirir se havia mais poetas relacionados com esta terra, deu com uma carta de José Régio, aliás há lá muitas cartas do Régio, fica o aviso para quem se interesse pela história do movimento presencista.
As cartas que lá estão de Régio são dirigidas a Branquinho da Fonseca, escritor mais conhecido por ser filho do fundibulário anti-clerical Tomás da Fonseca que pela sua obra, apesar de ter algum texto neo-realista interessante, embora prejudicado na sua qualidade pela fidelidade aos espartilhos mecanicistas deste movimento. Ou melhor jdanovistas, como diria o António José Saraiva, na fase pós Maio-68, quando desprezava tudo o que cheirasse a estalinismo literário.
O Fonseca encontrou um emprego cómodo na Fundação, na secção dos Panzers, bem como alguns outros saídos do movimento Filosofia Portuguesa, incluindo o filho do empresário publicitário de Salazar, António Ferro, ou seja o António Quadros.
A carta abrantina do dr. Reis Pereira dirigida ao Branquinho, boss dos panzers,
é de 8-4-1963 e nela o Poeta pede ao amigo Fonseca que se interesse pela nomeação de certo antigo funcionário da Fundação Calouste Gulbenkian como encarregado da Biblioteca Itinerante em Beja ou Abrantes.
Não a reproduzo aqui, devido à avançada idade da criatura por quem se interessava José dos Reis Pereira. Mas é um documento histórico que através deste link e dalgum contacto com a CMC podem obter os fanáticos de Régio.
Para mim apenas me interessa porque é um pormenor na história das bibliotecas abrantinas e me confirma outra confidência que me contou há muito tempo a Tia Madalena, que em paz descanse.....
MN
(1) as actuais estão no I e no link citado.
Diz o Hugo Cristovão, Vereador do PS de Tomar, : - «Biblioteca de Tomar já tem jornais mas são emprestados» pela Escola Secundária Jâcome Ratton, Tomar na rede.
Uma câmara que gasta milhares em desperdício, regalias, medidas casuísticas, mas depois precisa que lhe emprestem os jornais para a sua biblioteca municipal.
Se isto não é o cúmulo do ridículo e da vergonha...
Não será para cultivar nabos, porque nabos autárquicos não faltam....
Suzy
Tramagal (blogue)
Isto é a biblioteca do Tramagal.
Este devia ser o cacique

mas é um pau-mandado.......
Prefiro um cacique a um pau-mandado

Governa (devia governar) 4.013 pessoas
Constância tem 4.000 pessoas e uns trocos
e a Biblioteca Municipal Alexandre O' Neill e mais uma biblioteca camoniana na Casa de Camões ........
e o Victor Hugo bate palmas !!!!!!
Ganda Nóia!!!!!
Miguel Abrantes
Não é quem estão a pensar, mas esta viatura cheia de força

que aqui podem ver noutra perspectiva,

o Fuso Canter começou a produzir-se no Tramagal e é o modelo de camião mais vendido pela Daimler.
Enquanto a iniciativa privada produz estas viaturas cheias de raça no Tramagal, autarcas sem raça fecham bibliotecas nessa Vila.
O seu antecessor no fecho de bibliotecas é o tenebroso salazarista
blogue Sao Miguel do Dr.Rui Lopes
Henrique Augusto da Silva Martins expulso de cacique municipal na segunda metade dos anos 40 devido a uma benta inspecção da tutela, ainda hoje no segredo dos Deuses......Grande País!!!!!!
Como estaria no segredo dos Deuses o processo bento do Júlio se........ não o tivéssemos aqui mostrado, o processo que encheu de lama
Marcello de Noronha
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