Terça-feira, 02.03.21

Comunicado de imprensa do Bloco
Poluição ambiental no Lugar do Marco, Abrantes
Perante novas denúncias de descargas para terrenos e linhas de água e além das intervenções em diversos órgãos onde tem eleitos e eleitas, o Bloco de Esquerda de Abrantes efetuou no dia 1 de março uma visita de trabalho à Quinta da Amieiro, Lugar do Marco, Abrantes. Nesta visita ao
terreno ouviu a proprietária da quinta, Ana Alves, e um morador local relatarem os graves transtornos que sofrem desde 2009 fruto das descargas de efluentes e o odor, muitas vezes, insuportável vindos de uma suinicultura que que está instalada na Quinta da Amieiro que fica
próxima.
Por força da sua ação, especialmente nos Distritos de Santarém e Leiria, o Bloco de Esquerda sabe que estes graves atentados ambientais se repetem em outras explorações.

Estas empresas, para terem mais lucro recorrem à exploração em modo intensivo sem qualquer preocupação ambiental e e prejudicando gravemente a qualidade de vidas das populações.
O Bloco de Esquerda não aceita que o Governo e as autarquias locais continuem a revelar uma inqualificável passividade perante estes atentados ambientais. E aqui também se enquadra a atuação
dos diversos executivos de maioria PS do Concelho de Abrantes pois a sua atuação até fevereiro deste ano era completamente desconhecida chegando a ex Presidente da Câmara,

fabíola.jpg

 

 

hoje Ministra da Agricultura, ao ponto de dizer que a responsabilidade era do Ministério do Ambiente.
Com o objetivo de contribuir para a resolução destes graves problemas ambientais, no Lugar do Marco, Abrantes, Fabíola Cardoso e outros deputados do BE, já entregaram na Assembleia da República um conjunto de perguntas dirigidas ao Sr Ministro do Ambiente e da Ação Climática das quais se destaca: quais as diligências que foram tomadas para impedir a ocorrência de descargas; qual o efetivo dos animais autorizado e que medidas e ações tomou o Governo para descontaminar solos e as águas alvos de descargas.
Armindo Silveira, em nome do Bloco de Esquerda, propôs a redução urgente do efetivo animal da referida suinicultura até um número compatível com a capacidade de tratamento e armazenamento de efluentes com o objetivo de minimizar os graves atentados ambientais. E enquanto Vereador na Câmara Municipal de Abrantes, comprometeu-se a manter o assunto na ordem do dia até à sua
resolução.
Abrantes, 2 de março de 2021
Bloco Esquerda de Abrantes



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Quarta-feira, 10.02.21

02-Novas descargas de efluentes de suinicultura no Lugar do Marco

No passado domingo dia 7 de fevereiro, tudo indica que a suinicultura existente na Quinta da Craveira, no Lugar do Marco, Concelho de Abrantes efetuou mais uma descarga para a linha de água próxima e que atravessa a Quinta da Amieira propriedade da Senhora Ana Alves. Não sei se foi descarga, se foi uma incapacidade de reter os efluentes nas lagoas talvez potenciado pelas águas da chuva.

Além dos impactos ambientais nos solos, águas subterrâneas e outros existem os prejuízos económicos da Senhora Ana Alves  que pelo menos desde 2009 deu conhecimento ao executivo da Câmara Municipal de Abrantes e a outros entidades competentes mas as descargas sucedem-se-

Recordo que a 13 de abril de 2018 trouxe este assunto a reunião de Câmara e importa perguntar ao Sr. Presidente o seguinte:

 

2.1-Quais foram as diligências tomadas pelo executivo de maioria PS para minimizar os impactos ambientais provocados por esta suinicultura?

2.2-Quais os resultados práticos dessas diligências?

2.3-Quais as diligências que irá tomar para que as entidades competentes terminem com estes frequentes atentados ambientais que estão a ocorrer pelo menos desde 2009 no Concelho de Abrantes?

Armindo Silveira na reunião de ontem

 



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Sexta-feira, 15.01.21

bloco jorge dias.png

Vereador Armindo Silveira ( última reunião da CMA)

Em primeiro lugar há um lapso do V. . O recurso não será para a Relação, mas para o TCAS-Tribunal Central Administrativo Sul.

Há muito que o processo contra a Câmara passou a ser movido pela Massa Falida de Jorge Dias, Lda.

Depois, com bem diz o Vereador, não há nenhuma sentença transitada em julgado que dê razão ao município. Ou seja pende sobre ele um pedido de indemnização de 6 milhões de euros, mais juros.

E portanto, estão a faltar à verdade, quando dizem que ganharam o caso.

Finalmente quiseram impingir um texto de acta, sem consultar um dos Vereadores. É obra.

ma  



publicado por porabrantes às 16:49 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14.01.21

jd.png

O Bloco não votou favoravelmente a acta, pelas razões expostas. Diz o texto que os caciques, com o voto contra da Oposição, aprovaram que ''a reunião não era aberta ao público''.

Ora, nenhum cidadão, incluindo Jorge Dias,

maniff dias miuda.jpg

podia saber isso, uma vez que a convocatória da reunião dizia que o público podia falar (e portanto assistir)

conv.png

É portanto falso o que os caciques (e o neo-liberal domesticado) meteram na acta, acerca da reunião ser vedada ao público. 

Querem usá-la como documento para tramar Jorge Dias e metem lá factos inverídicos.

Como quando se serviram de meios que raiavam a má-fé processual para se tentarem apossar dum terreno alheio.

ma

 



publicado por porabrantes às 09:22 | link do post | comentar

Domingo, 03.01.21

bloco 1.png

Termina-se de divulgar as posições da Oposição na última reunião.

ma


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publicado por porabrantes às 15:37 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.12.20

O Prof Salazar sempre que algo corria mal, apontava o dedo a Moscovo.

A culpa é dos comunistas!

Dito duma forma mais popularucha: Lá estão os comunas a tramar coisas!

Os nazis explicavam tudo através da conspiração judia, que prostituía a raça e queria dominar o Mundo.

Os comunistas viam o dedo da CIA em qualquer acontecimento, que estragava a ''pax soviética''

Agora o PS de Abrantes tem o descaramento inaudito de copiar os fascistas e os ''comunas''.

Gastaram mais de 200.000 euros em segurança e não conseguem garantir a ordem nas sessões.

Elas terminam aos berros e à cajadada.

E a culpa é do Bloco, embora boa parte do berreiro, seja protagonizado pelo homem que levou uma paulada.

Diz depois, o PS, que a CMA ganhou um processo no TAF e omite que houve recurso para a instância superior.

De novo, como Salazar e Brejenev, manipulam os factos.

Quanto à sentença do Tribunal de Santarém, que acusou a CMA de ''raiar a má-fé processual'' e de  usar meios ilícitos para se apropriar dum terreno, calam.

Omitem que o antigo Vice-Presidente PS, Albano Santos, defendeu o ''agressor'' (que também não tem direito a nome) num Tribunal e denunciou o comportamento da autarquia no caso ''Ofélia''

ofelia pt.png

 

Que nunca terá existido.

Moral da História (manipulada): a Ofélia era uma senhora do Bloco que tentou seduzir um casto seminarista, usando para isso todos os ardis do eterno feminino.

De forma, que a culpa é do Bloco ......

ma  

      



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Sexta-feira, 18.12.20

Na última reunião da CMA foi aprovado dar ''luz verde'' a um aumento brutal duma grande superfície, 

Na O. T. a ''coisa'' ia assim anunciada

'' Proposta de decisão referente ao estudo prévio de licenciamento de ampliação de complexo comercial, sito em Quinta de S. José, Avenida António Farinha Pereira, Alferrarede, Abrantes, requerido por Superabrantes – Supermercados, Lda – para aprovação.
• Proposta de decisão referente ao estudo prévio de licenciamento de obras de urbanização, que consiste na remodelação e reconfiguração de cerca de metade da Rua José Saramago, no seu entroncamento e confluência com a Avenida António Farinha Pereira, requerida por António Miguel Henriques Alves – para aprovação.''
• 

A aprovação  significa um aumento espectacular da área do Intermarché (10.648,98m2 ) com aumento da área de estacionamento para 188 lugares mais.

 

Esta aprovação, que contou com a abstenção e as críticas da Oposição, ou seja o Bloco, veio revelar, segundo os documentos instrutórios, a que se teve acesso, que o processo inicial esteve marcado por sérias irregularidades jurídicas, por culpa da autarquia, como confessa, o Chefe da Divisão de Urbanismo, Carlos Santos Duque.

'' Sr. Vereador
O presente processo respeita a licenciamento da ampliação de complexo comercial existente no local identificado em epígrafe.
Esse complexo deriva de licenciamento conjunto e de alterações que lhe foram sucedendo, mantendo a sua disposição como uma unidade condominial, composta por 5 (cinco) fracções, designadas de “A”, “B”, “C”, “D” e “E”; são proprietários dessas fracções:
• “Interabrantesimo – Sociedade de Gestão Imobiliária, Lda”, das frações “A” e “B”;
• “Banco Comercial Português, SA”, da fração “C”;
• “Alcapredial – Investimentos e Imobiliário, SA”, das frações “D” e “E”.
A firma titular do processo (“Superabrantes – Supermercados, Lda”) intervém neste processo na qualidade de arrendatária das fracções “A” e “B”, posição que lhe foi conferida por contrato de arrendamento celebrado na
data de 30.01.2009.
Segue-se a análise de saneamento liminar, conjugando-se a mesma com análise técnica que se considera, desde já, possível.

 1. Prédios objecto da operação urbanística
São apresentadas duas certidões da Conservatória do Registo Predial:
a) Com o registo nº 1493/19980112-B, respeitante à fração “B” e descriminando as áreas de 3.726m2 de
edificado e de 1.194,70m de logradouro, perfazendo a área total de 4.920,70m2;
b) Com o registo nº 3016/20200309, respeitante a um artigo contíguo, com a área de 22.578m2, resultante
de anexação dos prédios com registos nº 1453/19970721 e nº 2898/20141003.
Relativamente ao primeiro, detecta-se que ao arrepio das normas do Código Civil quanto à compropriedade e, concretamente, quanto ao regime de Propriedade Horizontal, foi grosseiramente efectuada divisão fundiária do prédio no qual se implantou o complexo comercial, o qual perfazeria a área de 23.000m2; é, aliás, a esta área que o projecto referencia a junção de dois prédios para suportar a operação urbanística.
Em conclusão, seria suposto manter-se a unidade de 23.000m2 como o prédio anteriormente objecto da sujeição ao regime de Propriedade Horizontal, a conjugar com a área de 22.578m2 do prédio posteriormente adquirido. 
É manifesto que o regime de Propriedade Horizontal nunca pode pressupor ou provocar uma divisão fundiária; é forçosamente composta por partes autónomas e por partes comuns, sendo o solo sempre e por definição considerada como parte comum; o que não prejudica a previsão de áreas de uso exclusivo de determinadas
fracções, nunca podendo estas ser consideradas como propriedade plena ou contribuindo para qualquer tipo de divisão fundiária.
Admite-se, contudo, que estes factos derivam inclusivamente da decisão tomada anteriormente pela Câmara Municipal ao ter admitido a sujeição do prédio original ao regime de Propriedade Horizontal, nos termos que acabariam por propiciar esse erro.
Estes vícios poderão (e deverão) vir a ser expurgados na condução do presente procedimento e, especificamente, na assunção da rectificação do regime de Propriedade Horizontal, quer pela evidente alteração
de permilagem, quer pela alteração da área e da constituição do prédio(....)

 

Face a isto tem de perguntar-se, como perguntou Armindo Silveira :

 

DU No 01-Aprovação do projecto de arquitectura referente ao estudo prévio do licenciamento da ampliação do complexo comercial sito em Quinta de S. José requerido por SuperAbrantes- Supermercados

Tendo em conta que o ponto DU 01 fica prejudicado se não for aprovado o ponto DU no 02, solicito que seja primeiro submetido a votação o ponto DU No 2 
Em relação a este ponto, como posso votar o projecto de arquitectura se não o conheço? Vou fazer algumas perguntas para ser esclarecido.
a)A ampliação do complexo comercial consiste exactamente em quê? Prolongamento no que existe??
Implementação de galerias comerciais?
b)Tendo em conta que estava previsto a ampliação do complexo comercial sendo proposto ou sugerido que o mesmo ocupe área em que o PUA estipula edificação de zona habitacional T3,
porque não foi atempadamente proposto a revisão do PUA para evitar múltiplas interpretações sobre se o que suporta esta área nomeadamente as funções terciárias que a nossa “ver” implica
sempre a construção de T3?
c)Na documentação fornecida é referido um erro da Câmara que contribuiu para que uma divisão fundiária se fizesse ao arrepio do Código Civil.
Pergunto em que data foi “produzido” este erro e como é que foi possível acontecer?
d)Em relação às alterações propostas tanto ao nível do novo traçado viário como a possível ampliação do complexo para uma área T3, e e estranhamos que estando o PUA em vigor à pouco mais
de três anos seja proposto já alterações o que pode indiciar um planeamento algo insuficiente.''

ma 



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Terça-feira, 01.12.20

Num sólido documento o BE explica as razões porque vota contra o orçamento da oligarquia caciquista:

As contas do TagusValley e da A.Logos  continuam a ser escamoteadas

Não se prevê requalificar o Largo da Estação de Abrantes Comboio Talgo na Estação de Abrantes, em 1993.

 

Não se prevê requalificar a Escola de Alvega 

Não há investimento em habitação social 

Pretende-se arrasar o Mercado para construir um elefante branco, chamado Multiusos

Não se prevê lançar as obras da Esta

 

O texto do Voto do BE é este:

F Nº 07-Grandes Opções do Plano-Orçamento Município de Abrantes-Orçamento Serviços Municipalizados de Abrantes 2021

 

-Orçamento Município de Abrantes -Declaração de voto: contra

 

O primeiro parágrafo do Enquadramento das Grandes Opções do Plano 2021 remete-nos para o programa eleitoral do PS e para o mandato autárquico 2017-2021 sufragado pela comunidade Abrantina que confiou a maioria, tanto na Câmara como na Assembleia Municipal de Abrantes, ao Partido Socialista. Por isso importa fazer um balanço nesta vertente.

Numa rápida análise aos três anos de execução do programa eleitoral conjugado com as Grandes Opções do Plano para 2021, a oferta cultural em Abrantes e na região sofre um enorme revés fruto do atraso no inicio da negociação do Protocolo com a Iniciativas de Abrantes que provocou o encerramento do CineTeatro S. Pedro no fim de Janeiro de 2018. Passados quase três anos continua encerrado e tendo em conta o PPI, a data para a sua reabertura ainda poderá levar outro tanto tempo.

No campo do ensino superior, mais uma vez, é proposto o lançamento da empreitada de construção da ESTA e pelo PPI, a verba é irrisória, 50 mil euros e vem assim, neste formato, desde pelo menos 2017.

Quanto à prometida expansão do parque municipal de habitação social, esta resume-se à aquisição de 4 imóveis e apenas um no Centro Histórico de Abrantes. São mais quatro anos, a nosso ver, perdidos.

Já no concerne à regeneração urbana no Centro Histórico em imóveis propriedade do município, im´veis estes que poderiam servir para arrendamento jovem, habitação social ou outra, creio que nem uma casa irá ser recuperada na rua José Estevão, assim como o edificio onde estava instalada a antiga galeria de arte de Abrantes e as antigas instalações da PSP, imóveis que se continuam a degradar não sendo o município de Abrantes qualquer exemplo para motivar os privados a investiram também na reabilitação dos seus imóveis.

Também a requalificação do Largo de Estação/Bairro da CP, em Rossio ao Sul do Tejo, do Centro de Associações Desportivas instalado no 1º piso do Centro Coordenador de Transportes e a ampliação da Galeria de Arte Quartel, são projetos constantes do programa eleitoral mas adiados para outros mandatos.

Ao nivel da preservação dos solos nada se sabe sobre o projeto de reflorestação.

Estas são algumas referências que demonstram que o orçamento ora proposto não irá contribuir de forma relevante para elevar o nivel de execução do programa eleitoral do PS pois o investimento programado dotado de uma fatia significativa no investimento, incide sobre obras em curso e só merece relevo pela dotação financeira, isto sem menosprezar as restantes, a intervenção na Escola Otávio Duarte Ferreira mas que ainda assim estáa decorrer o processo burocrático.

Importa fazer referência à intervenção no antigo mercado diário pois era  um imóvel que o executivo de maioria PS programou demolir mas que por pressão de algumas forças politicas e da opinião pública, obrigou o PS a recuar mas existe claramente um divórcio entre as forças vivas abrantinas que querem o mercado de frescos de regresso ao seu lugar e os planos do executivo de maioria PS não contempla essa opção.

Sobre o orçamento refira-se os cerca de dois milhões e setecentos mil euros para transferências de competências, ou seja, para fazer face aos encargos das mesmas sem se saber qual a verba a transferir pela administração central o que irá onerar os municipes com uma despesasextra e para a qual o BE sempre alertou.

Mais uma vez a A.Logos e a TagusValley enviam documentos que não permite escrutinar e avaliar o planeamento e a execução dos seus orçamentos. Acresce que a TagusValley retirou do seu site a informação que há um ano tinha colocado nomeadamente o Plano de Atividades e Orçamento quando o acordado era que lá iriam permanecer para quem quisesse consultar. É uma atitude incompreensível e que dever merecer um pedido de explicações por parte do Sr. Presidente da Câmara.

Para terminar, reforça-se aqui a oposição à decisão de não requalificar a Escola Básica de Alvega pois esta opção segue uma linha de planeamento que em vez de corrigir assimetrias, aumenta as mesmas. Foi assim na educação, na reorganização dos cuidados de saúde primários e em outras tantas áreas que a celebração dos Contratos Interadministrativos não irá corrigir.

Face ao exposto, votamos contra esta proposta de Orçamento para o Municipio de Abrantes.

documento apresentado por Armindo Silveira, Vereador 



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Sábado, 28.11.20

DOP Nº 04-Aprovação de Concursos Publico Internacional de Conceção para a elaboração do Projeto de reconversão do antigo Mercado Municipal de Abrantes em Multiusos.

 

Primeiro é importante rever como é que chegamos até aqui. A posição do PS mudou ao longo do tempo o que até não tem mal algum. Sobre aproveitamentos politicos, é de realçar a clara separação que existiu entre as forças politicas e as forças de cidadania. Até ao presente, nenhum dos cidadãos que fazem parte de forças politicas e também das forças vivas misturaram ou aproveitaram esse facto, inclusivé os dois cidadãos que estiveram na base da petição que foi debatida em sede de Assembleia Municipal.

 Em relação à posição do BE, ficou claro na última reunião de Câmara que o mercado de frescos deve estar incluído nos prérequisitos do projeto a conceber e que a revisão revisão do  PUA deve ser efetuado de forma a eliminar a alinea que estipula a demolição do edificio não vá cair alguma fachada.

Por outro lado, o R. Presidente da Câmara faltou ao compromisso pois referiu anteriormente que qualquer decisão sobre o futuro do antigo mercado passaria sempre por um debate na Assembleia Municipal. Não sei se tal vai acontecer, mas o facto é que já existe um projeto fechado que vai contra as forças vivas que tão carinhosamente se envolveram na luta pela não demolição do mercado e pelo regresso do mercado de frescos.

Sobre o projeto, mais uma vez reforço que o antigo mercado não pode ser visto como um edificio único e dever ter em conta todas as ofertas já existentes e outras que irão existir brevemente na cidade de Abrantes.

Sobre o futuro do edificio do atual  mercado, não esqueçamos que na inauguração foi referido,  por um dos arquitetos que o projetou, que lhes foi pedido um projeto de um edificio multinacional em quem o serviço de mercado funcionaria por cerca de quinze anos. Hoje verificamos que o mercado foi um fracasso e que os vendedores só não saem de lá porque não têm para onde ir.

Reafirmamos a nossa posição de que o projeto deve englobar o mercado de frescos. Face ao exposto, votamos contra esta proposta.

 

 

Abrantes, 27 de Novembro de 2020

Armindo Silveira, Vereador do BE na Câmara Municipal de Abrantes


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Sexta-feira, 13.11.20

Período Antes Ordem Dia

 

 

 

01-Local definitivo para a Feira de S. Matias

 

O Sr. Presidente informou na última reunião de Câmara que se iria avançar com obras para a instalação definitiva da Feira Anual de S. Matias no Aquapólis Sul.

Além dos argumentos que apresentei na última reunião de Câmara e que me escuso de voltar a referir mas que para nós são muito válidos, lembro que o local está em leito de cheia e que o PUA (Plano Urbanização de Abrantes), que é um instrumento com força de lei, estipula que os terrenos contiguos ao Tecnopolo em Alferrarede são para a instalação definitiva da feira estando inscritos  um milhão de euros para criar as condições.

Esta decisão foi planeada e votada, quer neste órgão, quer em sede de Assembleia Municipal, pela maioria PS e a decisão do Sr. Presidente vai contra o PUA e o planeamento estratégico aprovado pelo PS.

Vai o Sr. Presidente contornar a lei ignorando o PUA e o planeamento estratégico do PS?

 

02-Antigo Mercado Diário

 

Também na última reunião de Câmara o Sr. Presidente informou que brevemente iria haver novidades em relação ao antigo mercado diário. Além de outras hipóteses, informou que a intervenção a efetuar iria preservar as fachadas do edificio. O BE, a par de outras forças políticas e da opinião publica generalizada, defende que o mercado de frescos deve ser inserido no caderno de encargos e tido em conta no projeto a executar.

Pergunto ao Sr. Presidente se além da preservação das fachadas, o mercado de frescos vai fazer parte da requalificação ou remodelação do edificio do antigo mercado diário?

 

 

03-Apoios às Associações para manutenção do edificado

 

O Sr. Presidente já referiu diversas vezes que o OP (Orçamento Participativo) não se irá realizar em 2021 mas que a verba de trezentos mil euros  irá ser alocada a apoiar associações do Concelho para a manutenção do edificado.

O Vereador do BE já propôs a criação de um Regulamento de Apoio às Associações do Concelho de Abrantes cujos projetos ou as candidaturas não se enquadrem no Finabrantes mas tal proposta não foi aceite, nem sei se está a ser considerada.

Para o BE e para “toda a gente” e para que não hajam dúvidas, é importante saber quais os critérios e como se vão processar esses apoios. Por isso, pergunto ao Sr. Presidente quais os critérios adotados para proporcionar o apoio às associações para fazer a manutenção do seu edificado?

 

04-Reunião com o Banco Santander por causa da caixa Multibanco de Concavada

 

Pergunto ao Sr. Presidente quais os resultados da reunião com o Banco Santander e qual o ponto da situação em relação à permanência ou não da caixa Multibanco em Concavada?

 

 

 

05-Encerramento do Posto dos CTT na Avenida Mário Soares

 

Depois de uma mobilização geral em defesa da continuidade da loja dos CTT na Avenida Mário Soares que incluiu abaixo assinados em todas ou quase todas as freguesias do Concelho e que, ainda que játenha perguntado pelos mesmos,  misteriosamente mais ninguém ouviu falar. Talvez estejam em alguma gaveta que até será o destino lógico mas deveria ser dado essa informação à população.

Todos sabemos do empenho da Sra ex-presdidente da Câmara e da Junta de Freguesia de Abrantes e Alferrarede que culminou com o encerramento da referida loja mas com a abertura de um posto de Correios uns metros mais ao lado com menos serviços mas do mal o menos.

Foi com muita surpresa que tive conhecimento que o referido Posto dos CTT encerrou no passado dia 27 de Setembro pois estava muito bem localizado com estacionamento fácil e com um atendimento super profissional como eu próprio pude atestar.

Estranho o silêncio das forças vivas que se empenharam, acerca de dois anos, neste processo, por isso pergunto se o Sr. Presidente tem conhecimento deste encerramento e se se quer pronunciar sobre o mesmo?

 

07-Feiras e mercados de levante

 

Esperemos que a proibição da realização deste eventos não seja imposta no nosso Concelho mas se tal vier a acontecer o BE é favorável à continuidade destas atividades dado a necessidade  da economia local não estagnar e de imensas famílias terem que ganhar o seu sustento.

 

 

Abrantes, 10 de Novembro de 2020

 

Armindo Silveira, Vereador do BE na Câmara Municipal de Abrantes

 

escaldado pela caricatura assassina do Mirante, o neo-liberal, amigo do Chega, desta vez deixou o cacete no vestuário da Raimundo Soares e mostrou a sua fidelidade aos caciques, fazendo declarações de amor ao Bunker, que pelos vistos é para ele um símbolo erótico, recorda-lhe a cacique 

rui santos.png

 


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