Quarta-feira, 21.03.18

 

 

  boletim municipal

 

 

Este é o Sr. dr. Gaspar, 3º historiador do ranking do Souto e director da Zahara, revista que mostra nas suas mãos como Santa Isabel fez daquela vez que D.Dinis a chateou por esmoler e ela respondeu :

 

 

São rosas, meu Senhor......

 

 

 raposcacosevelharias.blogspot.com

 

 

O Gaspar se lhe perguntassem:

 

isso são revistas de história?  -  faria novo milagre e diria:

 

isto é a Zahara !!!!!

 

 

Dentro dos milagres encontra-se o artigo publicado no seu nº 13 sobre cinemas de Abrantes, modestamente intitulado 'Subsídios para o Estudo do Cinema em Abrantes'' da Sr. Drª  D.Helena Salvador que descobriu um cinema no Rossio,....

 

 

este:

 

 

 

 

Acontece que o edifício em causa nunca foi cinema e é agora o Banco Santander Totta , e graças à prodigiosa memória do Prof. Arquitecto Duarte de Ataíde Castel-Branco encontrámos uma imagem do cinema

 

 

 N.Aliança 

 

 

Comentários: é a Zahara.

 

A autora dirigida pelo Gaspar chama-se de nome completo: Helena Maria da Conceição Salvador e tem tanta pontaria para cinemas como a que teria o Buiça se ao apontar a D.Carlos tivesse acertado no tipo que comprou as espingardas: o Visconde da Ribeira Brava.

 

 

Felicitamos o Dr. Gaspar por esta nova prova de rigor histórico.

 

 

Marcello de Noronha, da Tubucci

 

 

Nota: falar da história do Cinema em Abrantes sem citar

 

 

 o Senhor E.O.Brito (entroncamento-online)

 

 

é como falar da História de Abrantes sem citar Eduardo Campos,  Hermínia Vilar ou Diogo Oleiro, falar da crise de 1385 sem citar Fernão Lopes e assim por diante



publicado por porabrantes às 13:49 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.06.16

rocha martins.png

Rocha Martins, o melhor jornalista da sua época, nos Fantoches

 

bernardino filhos.jpg

o miserável que protegia assassinos

 

Bernardino Machado

 

ma



publicado por porabrantes às 12:28 | link do post | comentar

Quinta-feira, 16.04.15

 

 

Disse a Cacique ao Mirante:

 

'' Os peixes morreram porque ficaram ali retidos. Foi a primeira vez. Estamos a estudar o que aconteceu mas há, para além desta questão de os peixes não conseguirem encontrar a saída antes de ter havido uma baixa acentuada do nível da água, outros problemas que têm que ser vistos”, disse a autarca a O MIRANTE na terça-feira. ''

 

fósfero.jpg

 

É certamente falta de memória. Por mais que a senhora leia o blogue e se vá culturalizando, como o Buiça, o principal propagandista desta seita, esquece-se. Recomenda-se Fósforo-Ferrero. E a grande matança de 2009? E a de 2007, mais pequena , denunciada pelo colega da senhora no Conselho Municipal de Segurança João Pico ?

 

 ''A  presidente da câmara reconhece que o sistema de monitorização previsto na fase de licenciamento nunca foi instalado. “A responsabilidade da monitorização é da câmara e nós nunca a escamoteamos. Há quatro anos tivemos reuniões para estudar essa possibilidade mas quando perguntámos ao ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) o que era o sistema de monitorização que aquela entidade tinha proposto e onde o podíamos adquirir, não nos souberam dizer. Iniciámos então contactos com universidades para avaliar a possibilidade de ser feito um estudo sobre o assunto”,'' (in Mirante)

 

A cacique reconhece que incumpre a licença ambiental e que não monitorizou o acesso dos peixes ao açude. Naturalmente é preciso que a Agência Portuguesa de Ambiente aplique uma coima exemplar e o MP investigue possíveis responsabilidades.

Depois diz que anda há quatro anos a contactar Universidades para resolver o problema. Em 2012, houve violenta crítica da Quercus à escada mata-peixe e tudo continuou na mesma até chegar à criminosa chacina de 2015.

in estudo IST

 

Ora a secção de Hidráulica do IST-Instituto Superior Técnico trata do assunto e reconhece o Açude de Abrantes como um ''case study'' do que não deve ser feito. E o IST podia ter feito o projecto da remodelação do mata-peixe, .

 

Quando assumiu o  mandato em 2009 com 3 milhões de euros tinha resolvido o assunto. Agora serão 5 ou 6 milhões. E gastou 3 milhões em coisas absurdas: 800.000 na Casa Milho, 1.300.000 a exterminar o Colégio de Fátima e mais de 1.500.000 em MIAAS (segundo declarou), mais 60.000 € em Oliveiras para decorar a Escola Lucília Moita, mais dezenas de milhares em viagens turísticas....  

 

Ah! já me esquecia 6.000 € a comprar livralhada em que se gaba a genial obra dum arquitecto a que deram um ajuste directo ilegal de mais de 800.000 €. ....

 

A cacique vem agora, em declarações dignas de Pôncio Pilatos, escusar-se com a incapacidade das Universidades, quando temos das melhores Escolas de Engenharia Civil neste país e o problema da escada de peixe do açude de Coimbra foi corrigido.

 

É um insulto aos engenheiros deste país o que dispara, como se todos os engenheiros fossem da laia desse incapaz que responde pelo nº 43 da Penitenciária de Évora.

 

Houve uma irresponsabilidade total na gestão do açude, como em geral há uma irresponsabilidade geral em conduzir os destinos desta terra, houve um crime contra o ambiente e houve anteriormente tentativas de desacreditar quem protestava e quem denunciava.

 

Tentaram condicionar o Bloco de Esquerda e este valentemente resistiu. Houve tentativas de condicionar os Vereadores do PSD do mandato passado, caso de Santana-Maia e Belém Coelho, e houve esta deliberação que ficou no papel:

 

''

Deliberação: Por unanimidade, proceder a uma avaliação e ponderação da abertura das comportas, para ir ao encontro dos interesses da comunidade piscatória a montante do açude insuflável, salvaguardando-se, no entanto, o interesse da comunidade abrantina na albufeira criada e a prossecução das actividades municipais, designadamente na vertente turística e desportiva.

 

Solicitar, junto das autoridades competentes, a intensificação das acções fiscalizadoras por forma e evitar a pesca ilegal nas margens do açude insuflável.

 

Equacionar, dentro das competências municipais, a possibilidade de criação de barreiras impeditivas do acesso ao açude insuflável e sobretudo à escada de passagem de peixe, também para evitar a pesca ilegal e algum acidente pessoal.''

 

O que é que a Cacique fez para ''avaliar e ponderar'' a abertura das comportas?

 

Onde é que está o estudo?

 

Só vejo peixes-mortos e uma enorme hipocrisia.

 

Santana-Maia e Belém-Coelho antes de chegaram a consenso na anterior proposta com a  cacique tinham apresentado este texto:

 

 

"Parece hoje óbvio que a construção do açude insuflável não acautelou os interesses, designadamente, das populações das freguesias de Mouriscas, Alvega, Pego, Concavada, Mação, Gavião e Belver que vivem do Tejo.

 

Com efeito, o açude não só impede o peixe de subir como consente que pescadores furtivos capturem o peixe aprisionado pela parede do açude, sem o mínimo respeito pela legislação em vigor, num claro atentado ecológico de que a câmara é a principal responsável.

 

Na verdade, o mínimo que se exigia a quem tomou a iniciativa de construir o açude era criar as condições para que a legislação em vigor fosse respeitada nessa zona e o peixe pudesse subir.

 

Acontece que a fiscalização da actividade piscatória na zona do açude é, pura e simplesmente, inexistente.

 

Face a exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação:

 

      1. Manter as comportas do açude abertas nos primeiros cinco meses do ano, altura em que o peixe sobe o rio para desovar, excepto quando algum acontecimento desportivo de relevo justificar o seu encerramento.

 

      2. Garantir a fiscalização permanente da zona envolvente do açude onde é proibida a pesca".

 

Nós recomendaríamos apenas dinamitar toda a estrutura....

 

ma

 

(continuará)



publicado por porabrantes às 17:49 | link do post | comentar

Segunda-feira, 02.02.15

(....)'' Estariam possessos os assassinos que atentaram cobardemente contra El-Rei D. Carlos e o Príncipe Real? Só Deus o sabe, mas um tão criminoso acto não exclui uma diabólica intervenção, que a cumplicidade dos regicidas fez possível. Esta aziaga hipótese obriga-nos a rezar pelas almas das vítimas inocentes, mas sem esquecer as que o juízo humano considera culpadas. Mesmo nestes casos desesperados, assiste-nos a esperança de que, na derradeira hora, aqueles desgraçados homens tenham acolhido a graça do arrependimento e do perdão, que Deus a todos liberalmente concede na iminência do trânsito para a vida eterna, tal como ocorreu com o bom ladrão (cfr. Lc 23, 39-43). A tanto nos obriga, com efeito, o mandamento novo da nossa santa religião (cfr. Jo 13, 34-35), que ensina a todos perdoar, sem esquecer os inimigos defuntos, cujas almas podem também, eventualmente, lucrar com os nossos sufrágios.
A esta evocação de Sua Majestade, el-Rei D. Carlos, e do Príncipe Real, Dom Luís Filipe, cumpre associar a memória de el-Rei D. Manuel II, bem como a de Sua Majestade a Rainha D. Amélia e os demais membros da Família Real já falecidos. Assim sendo, depois de celebrada esta solene Eucaristia dominical, seguir-se-á uma singela romagem ao panteão da Casa de Bragança, anexo a esta Igreja de São Vicente de Fora.

3. Cumprimentos vários. Cumprimento, em primeiro lugar, Suas Altezas Reais os Senhores Duques de Bragança e restantes membros da Família Real aqui presentes, na sua qualidade de representantes de el-Rei D. Carlos I e do Príncipe Real, bem como de todos os augustos soberanos de Portugal. Na certeza das minhas orações e fidelidade à tradição que tão dignamente representam, faço votos de que sejam sempre fiéis continuadores da arreigada devoção cristã que, desde os primórdios da história nacional, é apanágio da Casa Real portuguesa.
Nestes tempos de tão intensas mutações sociais, mais necessário é que a Família Real, sobretudo pela exemplaridade da sua vivência cristã, seja um modelo, não apenas para os que se revêem no ideal monárquico, mas para todos os portugueses, quaisquer que sejam as suas tendências políticas ou opções religiosas. A condição de representantes dos Reis de Portugal, que só em Vossas Altezas Reais se realiza, ultrapassa os particularismos ideológicos ou político-partidários, porque se confunde com a identidade da Pátria que, graças a Deus e à Família Real, hoje somos.
Saúdo também, com especial gratidão, o Senhor Presidente da Causa Real, o Senhor Presidente da Real Associação de Lisboa, que muito amavelmente me convidou para presidir a esta celebração, o Senhor Presidente do Instituto da Nobreza Portuguesa, o Senhor Presidente da Associação da Nobreza Histórica de Portugal, o Senhor Presidente da Juventude Monárquica, os dignitários das Ordens dinásticas de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e de Santa Isabel, e ainda os meus muito estimados confrades na Ordem de Cavalaria do Santo Sepulcro de Jerusalém e na Soberana Ordem Militar de São João de Jerusalém, também dita de Malta.
Uma palavra ainda de agradecimento ao Senhor Padre Tiago Ribeiro Pinto, que muito me honra ao concelebrar esta Eucaristia dominical, ao Senhor Reitor de São Vicente de Fora, pela sua fidalga hospitalidade, aos acólitos, leitores, cantores e a todos quantos participam mais activamente nesta Santa Missa.'' (..)

d.carlos.jpg

 

excertos da homilia do Reverendo e nobre P.Visconde da Macieira na missa por alma de S.M.Fidelíssima el-Rei Dom Carlos I e de D.Luís Felipe, Duque de Bragança.

com a devida vénia e o nosso agradecimento a todos os que participaram neste acto de afirmação nacional. Viva Portugal!

 



publicado por porabrantes às 08:17 | link do post | comentar

Quinta-feira, 27.03.14

(...) Que são essas memórias envergonhadas?

O de memórias envergonhadas é uma expressão (afortunada) de Carlos Velasco que tomo prestada. Filhas do sofrimento e próprias de sociedades onde (como em Trás-os-Montes) a hegemonia das oligarquias conservadoras e da Igreja Católica é abafante, as memórias envergonhadas rejeitam tudo aquilo que possa lembrar o antagonismo e a revolta. E ponho o exemplo de Manuel Buíça, coautor do regicídio na pessoa do monarca D. Carlos no ano de 1908 e filho natural de um abade de Vinhais, localidade em que residiu enquanto jovem. Pois bem, em Vinhais até há bem pouco ninguém queria ver escrito que Buíça tinha sido vizinho da vila. E também até bem entrados os anos 90, os vizinhos do Cambedo ou de Sernande, lugares onde moita gente foi presa por ajudar o "maquis", estavam pouco predispostos a tratar estas temáticas por temor a serem assinalados como "vermelhos". Penso que na Galiza sabemos bastante destas cousas.(...9

 

 

(...)

 

 

http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/dionisio-pereira-os-trabalhadores-2143168 

in Emigrantes, exilados e perseguidos. A comunidade portuguesa na Galiza (1890-1940)

 

o senhor é o  investigador galego,Dionísio Pereira

 

 

aqui  pode comprar o livro

 

 

http://www.imperdivel.net/933-emigrantes-exilados-e-perseguidos-a-comunidade-portuguesa-na-galiza-1890-1940.html

 

Dionísio Pereira analisa o peso da repressão franquista e falangista sobre os portugueses residentes na Galiza e ligados a organizações operárias. É pena que não analise o peso dos portugueses residentes na Galiza ligados à Falange e aos organismos repressivos do franquismo como bufos, militantes dos esquadrões de morte e às próprias tropas franquistas.

 

Já não falando dos participantes nos esquadrões dos ''voluntários'' lusos, os ''Viriatos'' que combateram por Franco. Ou do apoio dado por sectores da direita regionalista  galega ao golpe.

 

Isto foi mais relevante  em Ourense, onde residia o único prosador galego digno de menção (um notabilíssimo prosador em dialecto local), Vicente Risco que tem dois livros assinaláveis

 

Uma divertidíssima sátira às castas políticas locais.
O Porco,  enquanto metáfora do político raiano luso-galego, foi primeiro ensaiado por Risco numa obra ''Os europeus em Abrantes'', onde começa assim:

 

  

 

 pode ler mais aqui

 

Risco teve vários contactos com intelectuais portugueses, em especial com Teixeira de Pascoais e através de Pascoais, que era amigo de Solano de Abreu visitou Abrantes e esteve alojado no palacete de Solano de Abreu.

 

As ligações de Solano com o que ele chamava os '' nacionalistas de campanário'' chegaram ainda aos catalães e um deles Ribera Rovira deu conferências
smas 20001.jpg
em Abrantes e noutras localidades da região. As cartas de Solano a Pascoais e a outros importantes escritores foram vendidas há pouco num alfarrabista.
Porque é que Risco resolveu satirizar a vida política galega com  um título abrantino? Porque quando visitou Abrantes no início da primeira década do século XX, mandava muito um político abrantino de presumível origem galega, cujos parentes tinham um célebre lagar ainda existente e o Risco que era um reaccionário e terminaria partidário de Franco, ficou tão chocado como o sistema caciquista abrantino, que teria dito '' Isto parece a Galiza''. 
O bisneto do político abrantino dos anos 10 foi deputado do PRD. Aliás excelente, ao contrário doutros. O político que Risco achava que tinha apelido galego era Ramiro Guedes. E o lagar era o Víctor Guedes.
O divertido é que os azeites Guedes são hoje ainda duma família de origem galega
1792
O primeiro Jerónimo Martins era galego.
  
Edite S.Fernandes, estudiosa de problemas galegos


publicado por porabrantes às 11:09 | link do post | comentar

Sábado, 01.02.14

Esta imagem francesa relata a efeméride que marca o dia

 

 

 

   

 

 

dois marginais, o bastardo do Abade de Vinhais, um tal Buiça e o Costa, cuja filiação desconheço, armados pelo Herédia (que depois do bambúrrio da Rotunda persistiu, todo pimpão, a usar o título de Visconde da Ribeira Brava) e por mais alguns miseráveis, resolveram atacar os Braganças

 

 

A Rainha D.Amélia (née Orleans) defende o filho e o marido,do atentado vil dos terroristas,com um ramo de flores....

 

 

Realmente só um Buiça é que atacaria à  mão-armada uma senhora......

 

 

O crime ainda hoje está mal explicado e depois do 5 de Outubro o processo dos miseráveis desapareceu e o senhor Ministro da Justiça, o Afonso Costa que por aqui advogou alguma vez (por exemplo, com procuração do abrantino João Augusto da Silva Martins, que depois o definiria com adjectivos que por pudor me poupo reproduzir) nada fez para apurar a verdade...

 

Bem se o fizesse era provável que se tivesse de apresentar algemado na Boa-Hora....

 

Por isso fez como Salazar em relação ao processo referente ao assassinato do General Delgado e  de Arajacir Campos

 

 

O crime, a que não foram os alheios os homens da Esquerda Dinástica de José Maria de Alpoim, os ''buicionistas'', continua a dividir o país...

 

Vejo o sr. dr. João  Soares, homem de bom senso, a homenagear os heróis...

 

Acreditar que os facínoras eram gente exemplar, é objectivamente validar, que os sicários que todas as forças políticas alguma vez usaram, são gente respeitável...

 

Para mim o Buiça tem o mesmo grau de respeitabilidade do sr.Inspector Rosa Casaco, nosso conterrâneo.

 

Não nego que conheci alguém que era amigo do João Soares e que tentou matar um estadista, o Emílio Santana, um dos homens mais civilizados que conheci

 

Mas o Emídio era anarquista e os anarquistas sempre defenderam a ''acção directa'' e o atentado como forma de solucionar problemas políticos...

 

O Emídio era um anarquista coerente, não um assassino a soldo como o Buiça ou o Rosa Casaco...

 

Por seu turno o Senhor Padre Visconde da Macieira ( editorialista da Nova Aliança) escreve no ''I'' a condenação do regicídio como é habitual...

 

Mas o artigo é mais moderado que o dos anos anteriores. Temo que o Sr.Padre ainda dê em republicano...

 

O que esperávamos do nobre presbítero e ilustre titular era uma coisa destas:

 

 

 

A afirmação segura que o Buiça e o Costa estão no Inferno, como o estão, segundo este fresco patrocinado pela Igreja Ortodoxa do Montenegro, Marx, Engels e Tito.

 

 

Mas o nobre Visconde da Macieira parece já estar contagiado pelas patacoadas populistas que solta a Santa Sé ultimamente.

 

Teremos de nomear Frei Nuno Serras Pereira, Capelão dos Braganças?

 

Nunca se sabe.

MN 

 



publicado por porabrantes às 12:55 | link do post | comentar

Sábado, 18.05.13

Parte de carta dirigida a um importante dirigente maçónico pedindo um emprego para certo elemento com a alegação a título de mérito profissional ''ser cunhado do glorioso Buiça''.

 

 

Está datada de 1910.

 

Está num arquivo particular.

 

Curioso regime em que se premiava com um tacho um elemento por   parente próximo por afinidade dum assassino abatido pela polícia em flagrante delito.

 

 

 

A pedido expresso dum amigo meu que está a fazer uma tese de doutoramento ''Cunhas maçónicas de 1820 a Miguel Relvas'', mantenho secreto o destinatário e o remetente.

 

MA

 

 


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publicado por porabrantes às 17:45 | link do post | comentar

Sábado, 25.02.12

Estou um pouco surpreendido com o nível de desemprego nos jovens

Cavaco Silva, Presidente da República

 

 

 

Não é de Boliqueime.....

 

 

cemitério de Boliqueime, Loulé, Allgarve  do arq. Luís Marcos Guerreiro,

 

 

aqui.

 

 

 

Suzy de Noronha

 

consta que o Buiça já comprou lá uma campa para poder gozar a Eternidade num cemitério moderno e com bom tempo todo o ano....                                                                      



publicado por porabrantes às 17:53 | link do post | comentar

Quarta-feira, 31.08.11

 

 

vinha eu no meu bólide quando encontrei o buíça .......

 

disse-me é....

É UM SUBVERSIVO !!!!!

Marcelo: Ataque a Miguel Relvas

“Ainda não foi com este Governo que acabou a partidarização da Função Pública”, disse ontem o professor Marcelo Rebelo de Sousa no seu comentário do ‘Jornal Nacional’ da TVI, acrescentando que a nomeação de Miguel Relvas para ministro dos Assuntos Parlamentares foi escolha política e não opção pela competência. Mais adiante, Marcelo voltaria à carga contra Relvas, chamando-lhe “socrático” no ‘caso’ Mário Crespo. “Ele tem poder e gosta de mostrar que o tem”, afirmou.

 

(CORREIO DA MANHÃ)

 

quando disse isto o galego entusiasmou-se tanto que quase lhe deu o badagaio e não estava ali João Pico, perito em respiração boca-a boca para o salvar, como eu tenho asco a galegos estava pronto a deixá-lo estourar, não se perdia nada, mas o gajo lá se recompôs!!!

 

felizmente senão ficávamos sem ''clown'' para animar o blogue,

 

como diz o Miguel é uma chatice estar sempre a bater no mesmo morto (e morta), precisamos de vários Ubus (obrigado Mestre Alfredo Jarry) para animar a malta 

 

Suzy de Noronha

    



publicado por porabrantes às 13:59 | link do post | comentar

Sábado, 20.08.11

A minha Avó Senhora Dona Carlota  tinha vários domésticos na sua casa solarenga:o Reverendo Capelão, o Mordomo, o Chófer, o Seminarista e o Pobre: o Zacarias Coxo.

 

O Coxo, como lhe chamavam na Vila, além de vender as cautelas e fazer recados ( nesse altura fazer recados era ainda não era uma profissão especializada como a quem tem hoje em dia o buíça), era um pobre muito bem educado.

 

O Seminarista era um doméstico em part-time. Só estava nas férias e a maior parte do ano estava a tirar o curso para padreca a expensas da Dona Carlota.

 

O Zacarias quando algum estranho lhe queria dar esmola, sacava a muleta e ameaçava partir-lhe a cabeça, porque o ofendiam, ele era um pobre com deontologia (como o buiça é um recadista deontológico, só faz recados de quem  manda nele), era o pobre da Dona Carlota e não admitia esmolas que não fossem da sua generosa protectora.

 

O Seminarista suponho que aprendeu como Nelson Carvalho, que declarou um dia que dava um bom Padre ( o que a malta acha é que ele dava um excelente Cónego como o Graça), lá no seminário....

 

.....Filosofia.

 

Nelson Carvalho além de Filosofia, também teve a cadeira de Piedade no seminário, e como resultado disso ficou como a minha Avó, obrigado pela sua consciência a cuidar dum pobre ao longo do seu percurso terreno.

 

O problema do Nelson foi que ao estudar Filosofia se apaixonou por Confúncio e pela Filosofia Oriental. Diz este chinês que a melhor maneira de tratar de um pobre não é dar-lhe uma lata de sardinhas de conserva para comer....

 

 

...mas ensiná-lo a pescar. 

 

Foi o que fez Nelson Carvalho ao seu pobre quando chegou ao poder. Ensinou-o a pescar, nomeando-o Vereador. Agora já é hora de divulgar o nome do pobre de Nelson Carvalho: 

 

     

 

O problema do pobre Bento é que era pouco deontológico. Não era como o buíça nem como o Coxo. Pescava muito e em muitas águas.

De forma que rapidamente de pobre passou a novo-rico e o Sr.Carvalho ficou órfão de pobre.

 

 

Para um filósofo especialista no Bushido, o código de honra dos samurais, ficar sem pobre é dramático. Um samurai sem servo para lhe cortar a cabeça, depois de abrir a barriga, no hara-kiri ( prática suicida que se deve fazer quando se está desonrado ou não se tem pobre) fica desesperado.

 

Ou se atira duma ponte (1) ou se adapta à realidade, abandonando conceitos medievais de honra.

 

Felicitamos o Sr.Carvalho por ter seguido o caminho da modernidade. Agora em ver de ter pobre, tem um novo-rico....

 

 

Marcello de Noronha

 

(1) Segundo o sr. doutor José Niza : o Sr.Carvalho cometeu suicídio político quando criticou de uma forma mal-educada a candidatura de Alegre. Carvalho replicou que ainda não tinha morrido e para provar que estava vivo apoiou um tal Fernando Nobre 

 

 



publicado por porabrantes às 13:27 | link do post | comentar

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