Sábado, 17.09.11

O Sr.Dr. Pedro Marques quando cultivava este look formal era um grande fan de Carlos Coelho,

 

  foto Abrantes Digital

 

político social-democrata, que está hoje em Castelo de Vide a animar a Universidade de Verão.

 

Não vou ser cáustico  porque o inimigo principal, como diria o Barroso, quando era só Camarada, é a chefa e não o Pedrinho.

 

Dito isto, o Barroso proletário , antes de ser transformado em burguês, pelo charme do Santana, que aos 17 anos era mais formal que aos 60, desculpem, o rapaz deve ter 57.....

 

 

apontava e dizia:  está ali  um social-fascista, ao ataque!!!!

 

O Barroso, homem inteligente dizia isto com  ironia, e era  a tropa fanática, gente pronta a obedecer sem pensar, como a extremosa Maria José Morgado, que deviam protagonizar o ataque.

 

Eu, com o Sr.Dr.Fernando Larcher pedíamos mais uma bica, piscávamos o olho ao Barroso, disfrutávamos da nossa condição social de fascistas anti-social-fascistas e víamos como uma horda proletária, em que se distinguia pelo fanatismo mais ardente, José Luís Saldanha Sanches dedicarem-se à nobre tarefa de saber se o hoje ilustre magistrado Dr.Cluny, que vigia as contas municipais no TC, se tinha introduzido em sítios que lhe estavam vedados devido à sua condição de ''inimigo do povo'

 

 foto sindicato do MP

 

O sr. dr. António Cluny, excluído do movimento associativo da FDL por ser um perigoso ''social-fascista'' segundo decisão soberana (não sei se irrevogável das amplas massas populares) daquela prestigiada Casa da Cultura. 

Dizer nomes destes vultos da nossa cultura e da política evocando a sua filiação política juvenil é ser indiscreto?
É ser politicamente incorrecto?
A mania da correcção política, a infausta tara de escondermos o passado, o lusitano medinho, a crença beata de que somos todos bons rapazes,leva-nos a  escutar palermices e cobardias infames.
 
Foi uma vez a Castelo de Vide, Carlos Coelho,acolitando o Presidente da Europa, Barroso, que inaugurava a Avenida da Europa.
Não inaugurava a Avenida da China Popular, porque em Castelo de Vide são muito bem educados, e não mandam indirectas.
Tão bem educados que o  então  (2006) Presidente da Assembleia Municipal da terra, largou isto sobre o meu falecido amigo 

Cónego Albano Vaz Pinto:

 

(...) Albano da Costa Vaz Pinto nasceu a 21 de Novembro de 1913, em Póvoa de Rio de Moinhos tendo vindo a cursar Ciências Económicas e Sociais na École Pratique des Hautes–Études, na Sorbona, Paris. Terminou os seus estudos em 1935 e foi professor em Alcains e em Castelo Branco.

 

Foi pároco de S. João de Abrantes, professor do Seminário e do ensino técnico e liceal, em Castelo Branco, assistente diocesano da Acção Católica e assistente provincial da Mocidade Portuguesa.

 

Como Sacerdote, ao longo de 40 anos, foi um homem dedicado e com capacidade empreendedora, tenaz e empenhado nas obras que levou a cabo. Em 1948 foi transferido para Castelo de Vide, vila onde prestou relevantes serviços apostólico – comunitários, dos quais devemos destacar: a construção e fundação do Externato de Nossa Senhora da Penha, do qual foi o primeiro director, a fundação do jornal “Notícias da Minha Terra”, inúmeras obras de assistência social, tais como a construção de casas para pobres (relevando-se o Bairro de São Paulo) ou a assistência a pessoas idosas, o forte empenho na preservação do património artístico e religioso de Castelo de Vide, a promoção e realização do Congresso Nacional do Sagrado Coração de Jesus e a criação do Centro Diocesano Pastoral em Castelo de Vide

 

Albano Vaz Pinto deixou igualmente vasta obra publicada, dos quais podemos destacar, “Reparação e Amor”, 1944; “Meditações da Acção Católica” (tradução e adaptação), 1º Vol em 1948, 2º Vol em 1958 e “Sonhar para Viver”, e ainda colaboração em Reconquista, semanário de Castelo Branco, do qual foi fundador e primeiro director, na Lúmen, e no Distrito de Portalegre.

 

Este sacerdote pedagogo e jornalista, faleceu a 25 de Fevereiro de 1976, após alguns anos de doença e de um episódio infeliz, um ano antes da sua morte, paradoxalmente num momento em que Castelo de Vide vivia a Semana Santa, tendo a agitação popular falado mais alto que o respeito devido à Instituição e ao homem que a servia e representava.

 

Da obra realizada, releva-se a construção do Colégio hoje Escola Garcia d’Orta, instituição responsável pela formação e instrução de diversas gerações de homens e mulheres castelo-videnses e da região. (...) (ler texto completo aqui) (1)

 

 

Ò Dr. Coelho, homónimo do eng. abrantino Coelho que salvou o Cónego: não acha que isto é o politicamente correcto na sua forma mais abjecta?

 

Desde quando é que o povo para se ''agitar'', precisa de ser escoltado por marginais fardados, um alferes de capoeira, G-3 enferrujadas de tanto matar preto e pelo controleiro da canalha?

 

Desde quando é que a canalha se chama povo???

 

Desde quando é que assaltantes de Igrejas e sequestradores baratos são povo?

 

O povo era quem, em Cujancas, quando se deu uma sova nos ladrões das vacas do Dr.Pequito Rebelo?

 

Os ladrões ou os alentejanos lá da terra que impediram com cacetes os marginais, transportador pelo PCP, para lhes ensinarem que para serem democratas e ''civilizados'' tinham de montar uma ''animal farm'' segundo o caduco modelo soviético e que para cultivarem tinham de obedecer a um trolha da Cova da Piedade que não sabia distinguir um chaparro duma oliveira?

 

Esta direita envergonhada, incapaz de chamar a golpistas anti-democráticos o seu próprio nome, ou seja comunistas, é a mesma a que pertence o Zé Eduardo Marçal e o Pedrinho. A direita que coopta agitadores gonçalvistas a pensar que esses marginais já se reciclaram, e que é incapaz de chamar os bois pelo nome.

 

Por exemplo, dizer ao Ferro Rodrigues, porra não me fale em democracia, não foi você um dos rebelou o RI-2, em Abrantes, contra o governo de Pinheiro de Azevedo e do Presidente Costa Gomes???

 

Já fez auto-crítica, ou ainda continua a pensar que devia ter fuzilado Melo Antunes????

 

Marcello de Noronha, grande admirador do Féfé  

 

(1) Albano Vaz Pinto fundou e foi o primeiro Director do jornal ''Reconquista'' de Castelo Branco, que é o mais importante órgão católico da diocese. Por enquanto, porque há sempre gajos como o Graça que acham que o Segredo de Fátima manda fechar os jornais. Vejam o que sucedeu ao ''Distrito de Portalegre''.

 



publicado por porabrantes às 20:50 | link do post | comentar

Sexta-feira, 16.09.11

Véspera da Páscoa de 1975. Sábado de Paixão para o Cónego Albano Vaz Pinto. Sábado de Paixão para o Povo de Castelo de Vide. Sábado de desonra para o Exército Português. Sábado de Vergonha para as Forças Armadas de Portugal.

O Cónego Albano Vaz Pinto sabe que tem uma saúde atribulada, uma doença pulmonar que lhe corrói as entranhas, sérias dificuldades em conseguir  respirar e começa a pensar que a sua hora se aproxima. Está preocupado com o rumo do país onde campeia o golpismo gonçalvista e onde o PCP e a ala do MFA, comandada por um demagogo demente e imbecil, um incapaz, um tal Camarada Vasco quer à viva força impedir a realização de eleições livres marcadas para daí a uns dias, a 25 de Abril.

 foto Terras do Alentejo

O Alto Alentejo revela-se um osso difícil de roer para o PCP, uma região heterogénea do ponto de vista social, onde a estrutura da propriedade barra  o avanço das récuas de mercenários recrutados nas alfurjas da Margem Sul ou no bando de delinquentes que transformara Avis numa coutada russa.

O Exército desintegra-se, cada vez mais há unidades onde se perdeu a cadeia de comando, onde entre a anarquia e  a cobardia  medra o PCP, de quem ‘’objectivamente’’  dependem as hostes da tropa que em vez de manterem a Ordem, escoltam os marginais e a canalha que se dedica ao roubo, à ocupação de herdades e à intimidação manu militari do povo para que não possa escolher livremente.

Badajoz está cheia de refugiados políticos portugueses e o fracasso da absurda aventura golpista de Spínola veio dar um pretexto de mão-cheia à escumalha que quer escravizar  Portugal.

Albano Vaz Pinto é pároco de Castelo de Vide desde 1948, data em que chegou de Abrantes. Uma enorme obra social, uma longa vida de dedicação a esta terra que  teme que em breve tenha o seu epílogo. Quem  sabe se a sua atribulada saúde lhe permitirá gozar  de algum tempo de descanso na  sua Beira natal .

A Pátria ensandecida, o velho Império prestes a desabar, na própria Diocese se propaga a desordem, em Castelo de Vide são homens vis que manejam os cordelinhos da política. À Igreja falta a autoridade e a dureza de António Ferreira Gomes, que D. Domingos Frutuoso preparara com zelo e devoção para ser o grande Bispo que continuara a sua acção. À Igreja falta a palavra profética de D.António tão firme a falar a Salazar como a dizer depois do 25 de Abril ao lado de Spínola, com a torre dos Clérigos no horizonte, que não se devia permitir uma nova ditadura.

Os abusos multiplicavam-se, envolvendo fiéis e sacerdotes na Diocese e D.Agostinho de Moura, um beato e um fraco, sempre pronto a adular o poder seja ele qual fosse, era manifestamente incapaz de estar à altura da situação.

 Jornal de Abrantes

Tudo isto perturbava o sacerdote. Dias antes mandara retirar do Santuário da Penha, que restaurara na Serra, uma imagem preciosa da Virgem não fosse o Diabo tecê-las. Neste  Sábado que devia ter sido de Aleluia, mas que seria de Paixão, Albano Vaz Pinto marcara as cerimónias religiosas para as 8 da tarde. Já não é capaz de dizer a missa sozinho. Não aguenta tanto tempo em pé. Combina com os leigos que ele só intervirá nas partes litúrgicas em que era imprescindível a intervenção dum sacerdote. Assim se fez.

Terminada a cerimónia, o abrantino eng. Manuel Coelho, há muito colaborador e amigo do Cónego Albano e residente na vila, parte para casa. Acompanha-o a família. Tinham convidados e o dia seguinte, era Páscoa de Ressurreição. Havia muita coisa para tratar.

Pouco depois alguém lhe bate à porta.. É avisado que uma turba de MFAs, não digo soldados, porque os soldados de Portugal honram a sua farda e aquela chusma desonrava-a, comandada por um alferes miliciano (cujo nome me reservo o direito de não escrever aqui)  e alguns miseráveis à civil, tinham invadido a Igreja, num dia sagrado para um Povo de tradição cristã e prendido o velho sacerdote, naturalmente sem culpa formada e quem sabe se acenando com um mandato de captura em branco, assinado por algum  traidor com divisas da laia do ex-legionário Otelo Saraiva da Carvalho.

Pegaram num homem respeitado, roído por uma doença quase terminal, humilharam o povo de Castelo de Vide, fazendo chicana com o que há de mais sagrado:  a liberdade de consciência, a dignidade dum homem, a honra dum povo ultrajado na Fé por miseráveis que vilmente agiam a soldo do estrangeiro.

Não havia nenhuma acusação contra Albano Vaz Pinto, tudo aquilo era apenas  para intimidar  e condicionar o resultado dumas eleições decisivas para o futuro de Portugal  

Queriam dizer o poder é nosso e quem se opuser terá o mesmo destino de Vaz Pinto, ser sequestrado ao cair da noite e levado com destino incerto.

 abrupto 

A mensagem era: se votais contra nós, as cadeias e quem sabe o pelotão de fuzilamento são o que vos espera.

Manuel Coelho sai sozinho de casa, recolhe informações, mete-se no carro, atalha pela Serra, vai cortar o caminho à soldadesca, ao alferes de aviário, aos aprendizes de pides vermelhos.

Manuel Coelho vai sozinho, mas para parafrasear um poema de Rodrigo Emílio, saberia decerto que muitos estavam com ele. Todos aqueles que em Portugal estavam prontos daí a uns dias a humilhar nas urnas a hidra totalitária. Há momentos em que um homem está sozinho, o coração certamente cheio de raiva, mas a inteligência a dizer-lhe que a fúria nunca é boa conselheira, em momentos em que a cabeça tem de estar fria.

aventar 

 

 

A história que me contaram narra que os encontrou a meio da serra e cortou o passo àquela coluna e se enfrentou ao triste palhaço que fazia de alferes, ao controleiro de serviço e àquele afandangado exército. 

Manuel Coelho nunca quis contar o  diálogo que manteve com o patife que comandava aquela escória. Tão seguro do que fazia e tão valente estava o alferes, tão quentes estavam as suas costas, aquecidas por um friso de mfas tão ajagunçados que o Coronel Ramiro de Ilhéus dispensaria os seus serviços, por falta de porte marcial, que o militar de Abril se rendeu.

A rendição do bravo foi acompanhada pelo unânime içar da bandeira branca por parte da milícia civil. Ah Valentes!!!!

Berrou o alferes : leve  o Padre. Disse  Manuel Coelho: Não levo. Metam-mo vocês no carro à minha frente. Não me arrisco a virar-vos a costas, porque não quero que me abatam a mim e ao Cónego pelas  costas..

Estou a imaginar a cara do alferes, com quem me voltei a cruzar outro dia, o brilhante revolucionário, Che Guevara da Parvónia, Fidel da piolheira, Otelo à alentejana, Agostinho Neto do chaparral, Rosa Casaco do goulag.

Santuário da Penha-Castelo de Vide - Panorâmio (foto)

 

 

 

Pálido de espanto, aparvalhado pela valentia de Manuel Coelho, humilhado na frente do bando de marginais que capitaneava pela ousadia do abrantino. Manuel Coelho arrancou com o carro e foi levar o velho Padre à sua casa em Póvoa de Rio de Moinhos. Aí dormiram. No dia seguinte quando voltou com ele a Castelo de Vide ao entrar na ruela em que estava a casa do sacerdote, encontrou a tropa acampada à porta do Sr.Cónego, todos aquecendo-se à volta duma fogueira.

 Lá estava o Alferes de alma pequena e descaramento grande. A rua era pequena e o carro de Manuel Coelho não tinha espaço para inverter a marcha. Sem hesitar acelerou o veículo sobre a tropa que em pânico debandou com tanto brio como o demonstrado por Mário Tomé a chicotear um preto num quartel moçambicano.

Manuel Coelho só parou quando pôs o padre em sítio seguro.

 

O Sr.Cónego Albano morreu no ano seguinte. Manuel Coelho, o abrantino destemido, o salvador do padre, o homem que sozinho humilhou um esquadrão de  ‘’’gentalha’’já entregou a sua alma a Deus.

 

O triste Alferes de cujo nome não me quero recordar, como diria o maneta de Lepanto, anda por aí. Estiveram na homenagem ao Sr.Cónego Albano alguns dos participantes na sua tentativa de linchamento. Foi contra eles, contra a canalha, ou para ser exacto contra a’’gentalha’’ que falou e bem o Sr.Presidente da Câmara de Castelo de Vide.

 Agrupamento  Escolas D.Miguel de Almeida

 

 

Está por enquanto entre nós, em Abrantes, a irmã  do Sr.Eng. Coelho, a nossa querida Dona Ermelinda Coelho, a quem este blogue manda um grande beijo. Digo por enquanto, porque aquela que foi o pilar da Igreja de Abrantes ao longo de 50 anos, aquela que é a memória viva do que foi a História (como todas, com as suas partes gloriosas e vergonhosas, com santos e pulhas e pecadores vulgares como eu) Católica de Abrantes vai viver para um lar de professores em Cascais, para estar perto da família.

 

 

Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 17:50 | link do post | comentar

6 de Setembro de 2011 15:47

Anónimo disse...

Meus Caros:
a 25 de Novembro disse o Jaime Neves ao Eanes deixem-me terminar o tralablho.
o idiota do Eanes não deixou, por isso V.Exas têm a burguesa liberdade de arrotar postas de pescada.
algum dia alguem terminará o trabalho de limpeza que não deixaram fazer ao Neves.
Viva o 25 de Novembro
Marcello de Noronha e Ataíde

15 de Setembro de 2011 07:49

Anónimo disse...

Os Vendilhões do Templo Deus disse: faz todo o bem
Neste mundo, e, se puderes,
Acode a toda a desgraça
E não faças a ninguém
Aquilo que tu não queres
Que, por mal, alguém te faça.

Fazer bem não é só dar
Pão aos que dele carecem
E à caridade o imploram,
É também aliviar
As mágoas dos que padecem,
Dos que sofrem, dos que choram.

E o mundo só pode ser
Menos mau, menos atroz,
Se conseguirmos fazer
Mais p'los outros que por nós.

Quem desmente, por exemplo,
Tudo o que Cristo ensinou.
São os vendilhões do templo
Que do templo ele expulsou.

E o povo nada conhece...
Obedece ao seu vigário,
Porque julga que obedece
A Cristo — o bom doutrinário.

António Fernandes Aleixo, 
in "Este Livro que Vos Deixo..."

 

 

nota:  apanhei um comuna mais bem educado que o João Pico e com cultura poética. Obrigado Camarada!

Vê-se que o amigo já se ilustrou com a perestroika, não me censurou o comentário como os gajos da RAL outro dia. Ou seja é melhor a Rádio Staline que a Rádio Jana!!!!



publicado por porabrantes às 15:52 | link do post | comentar

imagem gamada à `IURD''

 

 

 

 

O nosso amigo Sr.Lalanda evoca o Sr. Cónego Albano Vaz Pinto: 

     

Quando eu era garoto, junto com muitos outros miúdos da minha idade, costumávamos acompanhar o Padre Albano, que montado no seu cavalo, ia distribuindo rebuçados pela garotada, sempre que regressava da Tinalhas, onde havia bons estabelecimentos comerciais, para a Póvoa de Rio de Moinhos, onde residia. No dia que o Padre Albano ia a Tinalhas, era festa para a garotada.

 

 

Agradecemos ao Sr.Lalanda este testemunho precioso. O sr.Lalanda é um bocadinho mais jovem que nós, mas tanto ele como nós, tivemos catequistas decentes que nos alertaram para seitas capazes de tudo e nos explicaram as coisas básicas como aquelas que dizem

 

''ROUBAR É PECAD0''  

 

enganar velhas beatas acenando-lhes  com a vida eterna para que testem a favor da IGREJA 

 

 

TAMBÉM  É PECADO

 

e mais grave que o anterior .....especialmente se praticado por um clérigo acolitado por um solicitador da treta.......

 

e tudo isso era óbvio para gerações educadas por Albano Vaz Pinto ou pelo seu sucessor em S.João, Luís Ribeiro Catarino..... 

 

naturalmente houve coisas na catequese que me deu o Irmão Leandro do La Salle que eram impróprias para menores e mentira,

 

sustentava ele que La Pasionaria era a maior ''puta'' que tinha Espanha produzido e que Francisco Franco era um santo e um homem piedoso.

 

A primeira parte era uma mentira piedosa, porque além raia há piores, e  a segunda devia ser verdade porque uma vez a Nova Aliança publicou um editorial onde se dizia o mesmo.

 

O Eduardo Campos reproduziu-o a páginas tantas do seu catálogo ''A Imprensa Periódica de Abrantes'', ed. CMA, livro onde quase tudo se recomenda excepto o prefácio que é da autoria do Alves Jana (naturalmente corrigido e censurado pela chefa), onde a mediocridade do novo-rico (na clandestinidade) assoma em todo o seu beato esplendor.

 

Miguel Abrantes

 

PS-Os nossos cumprimentos ao Sr.Lalanda 



publicado por porabrantes às 15:08 | link do post | comentar

O Sr. Dr. Marcello de Noronha pede-me para pedir desculpa aos leitores e aos nossos amigos comentadores, porque se atrasou a compor o texto sobre a tentativa de liquidação física do Sr. Cónego Albano por um bando de magalas, armados de G-3, escoltados por uns rufiões armados em jagunços revolucionários, certamente para impedir que o pobre Cónego Albano pusesse em debandada o braço armado do povo, partindo o focinho ao alferes de capoeira que comandava a coluna......

 

O texto vai-se chamar-se ''Páscoa Vermelha em Castelo de Vide'' e focará não só a corja de arruaceiros que a mando do PCP e do MFA gonçalvista  praticou a façanha, mas a personalidade do heróico abrantino que desbaratou a tropa, honrando as gloriosas tradições de valentia da nossa cidade.

Como aperitivo algumas imagens actuais duma Páscoa mais calma e menos vermelha em Castelo de Vide.

 

 

Uma Páscoa sem chaimites e G-3

Com anjinhos  e não sabemos se com estercorários comunistas reciclados entre os fiéis.

 

 

Uma Páscoa em que as Forças Militarizadas portuguesas, neste caso a histórica e prestigiada GNR, honraram o Povo vestindo fardas de gala que por acaso lembram as da Guarda Municipal de Lisboa, no tempo de D.Carlos.

 

 

As fotos da Páscoa de Festa, da Aleluia em que o povo na Procissão de Ressureição em 2008 exerceu o seu direito cívico a rezar sem ser incomodado pela canalha são retiradas do blogue Terras do Alentejo, com a devida vénia.

 

Andei à procura de ver se descobria uma foto da querida amiga do Dr.Noronha, a abrantina D.Ermelinda Coelho que acho que estava lá.

 

Em 1975 e em 2008. Não a descobri nas fotos, mas aqui vai um beijo.

 

Suzy de Noronha 



publicado por porabrantes às 13:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 15.09.11

antologia organizada por Marcello de Noronha

 

venha depois a esquerda soviética berrar por contenção

 

esta tropa ainda não aprendeu com a sova que lhes deram quando foram roubar as vacas do Sr.Dr.Pequito Rebelo em Cujancas,

 

e quem lhe deu a sova à canalha mais aos controleiros foi o 

 

 

passo a palavra à canalha:

 

CASTELODE VIDE ESTÁ ENTREGUE A FASCISTAS

Em Castelo de Vide, temos uma Câmara Municipal e uma paróquia entregue a FASCISTAS!
Apesar do filho da vila Fernando Salgueiro Maia ter corrido com o regime fascista em 25 de Abril de 1974.
A Câmara Municipal de Castelo de Vide e a paróquia de Castelo de Vide atribuem nome de um fascista corrido pelo povo desta terra, a novo museu.



É


 FARTAR


VILANAGEM!

25 comentários:

Anónimo disse...

Que os dois padres de castelo de vide fossem fascistas já todos nós sabemos,basta estar recordados as posições que tomaram aquando o referendo sobre a interrupção da gravidez. 
Os membros do executivo municipal da vila 3 do PPD/PSD e 2 do PS só podem ser um cabrões e grandes porcos filhos da puta ao aprovarem um nome de um grande fascista para este museu.
Ao povo desta terra só lhe resta uma coisa correr com a padralhada e com os políticos cabrões de vez.

Anónimo disse...

O que se pode esperar de filhos de legionários?

Anónimo disse...

Ganda cena, meu...

Anónimo disse...

A puta da memória destas bestas de castelo de vide é mesmo curta!

Anónimo disse...

Começando pela ilustre família Cordeiro acabando na Soares & Cª. é só fascistas do melhor...

Anónimo disse...

É tempo do povo por a nu os podres destes parasitas de merda que ao longo dos anos tem roubado a vila de Castelo de Vide.
Morte aos parasitas fascistas de Castelo de Vide.

Anónimo disse...

Não esquecer dos filhos dos padres da vila... mais uns grandes filhos das putas que se meteram debaixo dos padres, ao longo dos tempos.
Falta fazer muita "estória" de tais personagens?

Anónimo disse...

Há cada estória na grande paróquia de castelo de vide, padres, putas, paneleiros, pedófilos, ladrões, perseguições e actos de fé, em pleno século XX. 
Até um Castelo Vidense foi excomungado pelo Vaticano a pedido do fascista Albano Vaz Pinto, lembram-se?
Para quando um livro sobre o assunto?
Não precisa de apoios e vai vender milhões de exemplares.

Anónimo disse...

É só ente beata do melhor.
Fascistas.

Anónimo disse...

Estes cromos não tem um pingo de vergonha na tromba.
É só merda atrás de merda.
Grandes filhos da puta.

Anónimo disse...

Cónego Albano Vaz Pinto, mais um grande filho da puta que por cá passou.

Anónimo disse...

E as beatas que se põem a jeito, não o papam, não???

Anónimo disse...

Fascistas!

Anónimo disse...

Por este andar qualquer dia este porco fascista do Albano Vaz Pinto ainda é elevado aos altares pelo Vaticano.

Anónimo disse...

Deixem-se de merdas e, tenham coragem para assumir as coisas. 
Se a questão é política, é dizer na cara dos cidadãos contratados para gerir a cousa pública que não estamos de acordo com as suas decisões.

Anónimo disse...

«Um povo que não conhece a sua história não tem futuro», dizia há pouco o sr Pita à RTP. Este senhor como um grande burro armado em doutor era melhor estar muito caladinho, pois ao homenagearem o grande fascista Albano Vaz Pinto esquecem o que este grande filho da puta fez ao povo deste concelho. O sr. Pita deve ir para o caralho seu pantomineiro de merda.

Anónimo disse...

Isto já se não resolve com eleições democráticas. 
É trocar de moleiro. 
Resolve-se pela força da indignação e do pau no cornos dos políticos e da padralhada fascista.

Anónimo disse...

Já lá não vai com paus, só a tiros de A47 nos cornos destes e de outros fascistas de merda!

José António disse...

Oh António Ribeiro não passas mesmo de um grande filho da puta fascista:"Castelo de Vide:Autarca exaltado na abertura do Museu Paroquial Arte Sacra Cónego Albano Vaz Pinto Imprimir
02-Set-2011

O presidente da Câmara Municipal de Castelo de Vide, António Ribeiro, mostrou-se, quinta feira, “exaltado” com a presença de algumas pessoas na cerimónia de inauguração do Museu Paroquial de Arte Sacra Cónego Albano Vaz Pinto, apelidando-as de “hipócritas” e “gentalha”.

O Cónego Albano Vaz Pinto que faleceu em 1976 foi “escorraçado” de Castelo de Vide pela população na Semana Santa, em 1975, acusado de pertencer ao antigo regime.

O autarca de Castelo de Vide que elogiou o legado do Cónego Albano Vaz Pinto e que considerou de “justa homenagem” a atribuição do seu nome ao Museu Paroquial de Arte Sacra, não se conteve perante a presença de algumas pessoas.

“Estou a ver aqui alguns hipócritas…”, “Dói-me ver esta hipocrisia…”, “Se tivessem vergonha não deviam estar aqui…”, disse.

O Cónego Albano Vaz Pinto foi transferido para Castelo de Vide em 1948, onde prestou relevantes serviços apostólico-comunitários, de onde se destaca a construção e fundação do Externato de Nossa Senhora da Penha, a fundação do jornal “Noticias da Minha Terra” e inúmeras obras de assistência social, entre as quais, a construção de casas para pobres, relevando-se o bairro de São Paulo.

Sacerdote, pedagogo e jornalista, faleceu a 25 de Fevereiro de 1976, após alguns anos de doença, e um ano depois de ter sido expulso de Castelo de Vide pela população que o acusava de pertencer ao antigo regime.

Gabriel Nunes/Susana Mourato
Rádio Portalegre"

Eu sou um daqueles e dos muitos que te chamo filho da puta fascista e não estive na inauguração do museu do fascista Abano Vaz Pinto, mas depois de ouvir a tua intervenção e de ler a reportagem transcrita tenho-te de dizer que como todos s castelovidenses já sabiam tu António Ribeiro não passas de um porco filho da puta fascista igual ao Albano Vaz Pinto. Fascista de merda vai para o caralho mais a padralhada!

Anónimo disse...

Tonho Ribeiro vai levar no cu meu grande paneleiro.

Anónimo disse...

O tonho ribeiro estava com uma bebedeira maior que o edifício da igreja de s.maria por isso é que armou em papagaio louco.

Anónimo disse...

Estes cromos do executivo municipal PSD e PS não passam de uns fascistas de merda e saudosistas do Salazar.
Morte aos cabrões fascistas e à padralhada de merda fascista.

Anónimo disse...

Borregos...

Anónimo disse...

O estado do Tonho Ribeiro é de alcoólico permanente.

Anónimo disse...

O álcool não é desculpa para as asneiras completas que o dr. António Ribeiro tem feito ao longo dos anos que é presidente da câmara de Castelo de Vide. A sua falta de tino e as vigarices que tem permitido aos seus pares tem de ser castigadas. Chega de burrices todos os dias do ano.



publicado por porabrantes às 15:33 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Quarta-feira, 14.09.11

Gabriel Nunes/Susana Mourato

António Ribeiro - Presidente Câmara Municipal Castelo de Vide

  

 

declarações feitas à rádio portalegre. Pode ler a notícia aqui

 

 

 

 

Eis as declarações do Sr.Presidente da Càmara de Castelo de Vide contra a canalha.

 

 

 

 

Eis um homem sem papas na língua e às direitas.

 

Viva o Sr. António Ribeiro!

 

Marcello de Noronha, católico tridentino

 

ps- o título do post é meu e não do edil.

 



publicado por porabrantes às 14:03 | link do post | comentar

O Senhor Bispo e o povo de Castelo de Vide resolveram honrar um grande sacerdote, com quem tive o prazer de privar e a quem Abrantes deve muito.

 

Naturalmente a Nova Aliança nunca lhe dedicou uma linha.

 

Fê-lo e bem o Jornal de Abrantes pela pena do Sr.Fernando Velez. Não tenho à mão o recorte do texto onde o Sr.Velez evocou o Sr.Padre Albano. Quando o encontrar vou dá-lo à estampa aqui.

 

Mas a net é um filão inesgotável. Aqui vai um perfil do Cónego Albano da Costa Pinto da autoria do Sr.Dr. João José Mendes de Matos, publicado no excelente blogue http://memoriarecenteeantiga.blogspot.com/ que adicionamos aos nossos links e cuja leitura aconselhamos aos nossos leitores.

 

Naturalmente o texto é publicado com a devida vénia

 

26 MAIO 2011

Padre Albano...

Lembro-me bastante bem do Padre Albano, não só pelo cargo que por aquela altura (1942/43) desempenhava, ligado à Acção Católica uma vez que foi seu assistente diocesano, mas principalmente por ter conhecimento de que o padre Albano Vaz Pinto era irmão da D. Luisa Vaz, minha professora no Jardim Escola João de Deus. em Castelo Branco.

Padre Albano da Costa Vaz Pinto


Por essa altura, nós morávamos na rua das Constituintes (hoje, rua dos Peleteiros) mesmo em frente do "velho e degradado palacete" onde tinha a sua sede toda a Acção Católica. Ara ali que brincávamos e passavamos os nossos tempos desempenhando já "tarefas úteis", enquadrados por "rapazes mais velhos que já trabalhavam" e todos nós "enquadrados por um superior hierárquico", regra geral uma figura ligada à Igreja.
Mais frequentado pelos rapazes da JOC, aquele edifício albergava também os "Escuteiros de Castelo Branco" e tanto uns como outros dedicavam uma boa parte do seu tempo livre às actividades daquelas instituições. Lembro-me muito bem do Adrião, do Alberto Morcela, do Riscado, do João Nogueira e de outros mais... que marcaram bem aquela época na nossa cidade e serão recordados pelo enorme civismo com que desempenharam as diversas funções que foram chamados a desempenhar, durante as suas vidas. Se bem me recordo, o Padre Albano esteve ligado a estas instituições nos seus primeiros anos de sacerdote. Por aquela altura não teria ainda 30 anos.
.
Cónego Albano da Costa Vaz Pinto foi um estudioso nato. Obteve quatro licenciaturas e fez um doutoramento.
Foi Fundador e proprietário do Jornal Reconquista - 13 de Maio de 1945 

.
Albano da Costa Vaz Pinto nasceu a 21 de Novembro de 1913, emPóvoa de Rio de Moinhos tendo vindo a cursar Ciências Económicas e Sociais na École Pratique des Hautes–Études, na Sorbona, Paris. Terminou os seus estudos em 1935 e foi professor em Alcains e em Castelo Branco.

Foi pároco de S. João de Abrantes, professor do Seminário e doensino técnico e liceal, em Castelo Branco, assistente diocesano da Acção Católica e assistente provincial da Mocidade Portuguesa.

Como Sacerdote, ao longo de 40 anos, foi um homem dedicado e com capacidade empreendedora, tenaz e empenhado nas obras que levou a cabo. Em 1948 foi transferido para Castelo de Vide, vila onde prestou relevantes serviços apostólico – comunitários, dos quais devemos destacar: a construção e fundação do Externato de Nossa Senhora da Penha, do qual foi o primeiro director, a fundação do jornal “Notícias da Minha Terra”, inúmeras obras de assistência social, tais como a construção de casas para pobres (relevando-se o Bairro de São Paulo) ou a assistência a pessoas idosas, o forte empenho na preservação do património artístico e religioso de Castelo de Vide, a promoção e realização do Congresso Nacional do Sagrado Coração de Jesus e a criação do Centro Diocesano Pastoral em Castelo de Vide

Albano Vaz Pinto deixou igualmente vasta obra publicada, da qual podemos destacar, “Reparação e Amor”, 1944; “Meditações da Acção Católica” (tradução e adaptação), 1º Vol em 1948, 2º Vol em 1958 e “Sonhar para Viver”, e ainda colaboração emReconquista, semanário de Castelo Branco, do qual foi fundador e primeiro director, na "Lúmen", e no "Distrito de Portalegre".

Este sacerdote pedagogo e jornalista, faleceu a 25 de Fevereiro de 1976, após alguns anos de doença e de um episódio infeliz, um ano antes da sua morte, paradoxalmente num momento em que Castelo de Vide vivia a Semana Santa, tendo a agitação popular falado mais alto que o respeito devido à Instituição e ao homem que a servia e representava.

Da obra realizada, releva-se a construção do Colégio hoje Escola Garcia d’Orta, instituição responsável pela formação e instrução de diversas gerações de homens e mulheres castelo-videnses e da região.

.
Sei agora que o Padre Albano foi mais uma vítima da "bandalheira" do post 4/74.
O "povão é quem mais ordena..."
Para que conste!...

ler aqui alguns comentários sobre este sacerdote dos leitores desse blogue  

 

 

texto introdutório e publicação de Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 13:14 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.07.11

Tinha prometido começar a divulgar partes do texto sobre a Casa de Santa Maria que as Senhoras D.Ermelinda Coelho e D.Ermelinda do Carmo publicaram com o título

 

Notas sobre o funcionamento da Casa de Santa Maria desde 13/12/1961 até 13/12/2009

 

mas outros afazeres fizeram-me atrasar.

 

Aqui vai uma das páginas prometidas, goste ou não goste o Rev.Graça e o resto do aparelho clerical de caça à esmola. Escusam de enviar mais recados. O lema deste blogue é a Liberdade!!!!!

 

 

     

 

Só uma nota para referir que o Sr. Cónego e meu amigo Albano Vaz Pinto paroquiou Abrantes onde fez um trabalho notável e depois Castelo de Vide onde o visitei várias vezes.

 

No livro de memórias do Sr.Fernando Velez há vastas referências à sua obra na nossa Cidade. Na Nova Aliança nunca vi nenhuma....

 

Coisa curiosa....

 

Espero que em Castelo de Vide o Sr.Cónego Albano não tenha tido o azar de baptizar o Carrilho da Graça!!!!!!

 

Marcello de Noronha, da Obra (com aprovação superior isto é do ateu do Miguel Abrantes)

 



publicado por porabrantes às 20:30 | link do post | comentar

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