Quarta-feira, 14.08.19

O Bispo demitiu José da Graça de Capelão do Hospital. Os apaniguados do cónego querem que  continue lá.  

Ora neste confuso imbróglio tanto o Sr. Bispo (ou melhor a Cúria) e a associação de fans do reverendo esquecem que '' segundo o Diário da República de 8-5-2013 o Reverendo Cónego José da Graça acaba de meter reforma dum dos inúmeros lugares que ocupava, Capelão do Hospital de Abrantes. A reforma iniciar-se á a partir de 1 de Junho e o Cónego vai auferir 536,37 euros ''

ver aqui também

O homem recebia o ordenado e adjudicava o trabalho a ministras da comunhão e outros(as)  voluntários(as)   que não recebiam nada e pouco lá ia.

Acontece ainda que segundo o portal dos Contratos públicos há um contrato de ajuste directo entre a Diocese e o Hospital para o desempenho dos serviços de capelania.

Supomos que a Diocese paga depois a quem faz esse trabalho.

Dizem ainda as notícias que o Graça é Capelão dos Bombeiros Municipais. Em 2014 entrou em vigor uma Lei que proibia os reformados da função pública (como ele, reformado do Hospital) de acumularem a pensão com qualquer função na administração pública.

Sob pena de perderem a pensão.

Por isso o General Bernardes afastou-se do cargo de Provedor do Munícipe.

Por isso o Graça não podia ser capelão dos Bombeiros.....mantendo a pensão.

cónego bombeiros

 

mn

 



publicado por porabrantes às 08:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 13.08.19

conego ja 2013 março

JA Março 2013

calúnias

 



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Domingo, 11.08.19

conego humor jqneiro 19

mirante



publicado por porabrantes às 10:08 | link do post | comentar

Quinta-feira, 01.08.19

calem o bico

Um grupo de pessoas tem estado a difundir mensagens como esta, contestando a decisão sábia (mas tardia) de afastar o presbítero das paróquias abrantinas tomada pela Sé portalegrense.

O estilo das mensagens dum alegado MOSAR-C.JC.- Movimento Social de Apoio e Reconhecimento ao Cónego José da Graça, com apoio dalgum Vereador da maioria e de caciques intermédios (que pelos vistos estão reconhecidos a um burlão) fala por si.

Também é reflexo da irritação do PS com a mensagem difundida por D.Antonino Dias criticando António Costa, acerca da Barragem do Pisão.

O PS está danado com o Bispo.

Mas quando as mensagens dos populistas amigos do burlão, dizem preto no branco, ''quem não estiver interessado mantenha a sua opinião no bolso',' reflectem o que foi a vida católica abrantina, enquanto o Graça a apascentou.

Toda a participação na vida paroquial foi abafada, os órgãos colegiais desapareceram ou foram amordaçados, as contas da paróquia e do CSIA foram escondidas (devem obrigatoriamente ser exibidas na net),  o jornal ''Nova Aliança'' passado da titularidade paroquial para nome duma associação que o burlão controla, e mil coisas mais.

E naturalmente quando alguém exprimia a sua opinião, o burlão e a sua corte diziam: ''mantenha a sua opinião no bolso''.

Podem os anacléticos protestarem, mas ao homem resta-lhe ir para uma casa no Arneiro em Nisa, e fazer penitência.

A não ser que queira criar um cisma, barricado na Chainça, reeditando um palerma perjuro que criou o cisma das Mouriscas.

mouriscas 7

A coisa até meteu uma filarmónica, a SIMR que foi excomungada.

Um cisma sem banda de música não tem piada. E sem foguetes também não.

Qual será a banda contratada para tocar na Chainça?

13492_67360523_2470012289744887_4815362060617515008_n_5d4181cab9987 (1)

Finalmente há mais motivos para iniciar um processo canónico contra o ''benemérito''. Deu autorização para usar um equipamento paroquial para desobedecer ao Bispo e em proveito próprio.

Para manter o tacho.

mn  

  



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Sexta-feira, 26.07.19

Segundo o Médio Tejo, a CMA aprovou um subsídio ao CSIA no valor de 26.669,44 euros para montar um lar na Chainça.

O subsídio foi concedido com base no Regulamento de Projectos Empresariais de Interesse Municipal.

Diz o art 2 do dito Regulamento ‘’ São beneficiárias potenciais dos apoios a conceder ao abrigo do presente Regulamento as entidades empresariais de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica’’ (...)

Não é líquido que o CSIA seja uma entidade empresarial.

O CSIA foi condenado por burla agravada e falsificação de documentos.

burlão cm sérgio lemos

(foto Sérgio Lemos/Correio da Manhã com a devida vénia)

O CSIA falsificou documentos para se apoderar de 199. 000 euros de fundos públicos.

O CSIA burlou o Estado.

O CSIA, em nome de Cristo, que não era um burlão, roubou-nos a todos nós.

O responsável pelo CSIA, um vulgar delinquente chamado José da Graça, foi condenado a 5 anos de cadeia com pena suspensa pelos mesmos motivos.

O burlão, José da Graça, burlou o Estado.

 O burlão, José da Graça, em nome de Cristo, que não era um burlão, roubou-nos a todos nós.

Não sabemos se a condenação do Centro Social ou do tonsurado das burlas já transitou em julgado.

Se transitou, não podem contratar com o Estado, nem o CSIA, nem o pároco das burlas.

E se não pagou a dívida exigida pelo Tribunal, 60.000 €, à Segurança Social, também não.

E isso era a primeira coisa que a CMA tinha de averiguar, antes de lhes conceder o subsídio.

Segundo a notícia na Imprensa, tal assunto não foi discutido.

Que maravilha! Que protecção aos burlões!

Numa sentença recente, o Supremo Tribunal Administrativo condenou a Assembleia da República (!!!!), que queria contratar com uma tipa e uma empresa condenada por motivos destes, e que tinha recorrido ao ‘’esquema’’ de constituir uma nova empresa, para ‘’contornar’’ a proibição legal.

 

‘’(...)

Com efeito, a sócia D………. encontrava-se impedida nos termos da al. b) do n.º 1 do art. 55.º do CCP de aceder aos mercados públicos, à contratação pública, tal como a sociedade «B……. …, Ld.ª», impedimento esse estribado na condenação penal sofrida por delito relacionado com a «honorabilidade profissional» da mesma, enquanto gerente daquela sociedade por quotas, e na qual era e é, ainda, sua sócia maioritária.

26. Face a tal impedimento e estando a ambas vedado, ou proibido, o acesso ou a participação em procedimentos de formação de contratos públicos temos que a ação desenvolvida de constituição de uma outra sociedade, ora unipessoal, com capital social de 100,00 € e em que aquela D………. figura como sócia única e a gerência se mostra conferida a uma funcionária daquela outra sociedade que, conjuntamente com aquela sócia, havia sido condenada, se apresenta, no estrito âmbito da contratação pública, como um meio ou um mecanismo criado para «tornear» ou «esvaziar» aquilo que eram as consequências ou os efeitos negativos e nefastos decorrentes da sentença condenatória para aqueles condenados, nomeadamente em termos patrimoniais.(...)

Face a isto há considerações políticas e legais.

As considerações políticas referem-se a que uma autarquia não deve tratar com burlões.

E que a CMA prefere tratar com burlões, em vez de apoiar as outras entidades de acção social que no concelho fazem o Bem, sem roubar.

Como fez o CSIA, que reconheceu em Tribunal, que burlava o Estado.

Ofendendo mortos e inocentes, dando-os por toxicómanos.

Ofendendo as famílias dos mortos e conspurcando as suas memórias.

O burlão José da Graça devia rezar pelos mortos, em vez disso, rouba-lhes a sua memória honrada.

As legais tem a ver com a actividade do MP. Há gente que gosta de lhe dar trabalho

Já chega? Veremos....

mn

 



publicado por porabrantes às 13:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.04.19
940/12.4TAABT
Juízo Central Criminal de Santarém - Juiz 3
Processo Comum (Tribunal Coletivo)
Autor Ministério Público
Assistente Filipe Manuel Marques Lopes Dias
Interveniente Principal Presidente do Projecto Homem
Arguido José da Graça
Arguido Pedro Jorge Correia dos Remédios Moreira
Arguido Centro Social Interparoquial de Abrantes
Interveniente Principal Comunidade Terapeutica João Guilherme
Interveniente Acidental João Nuno Pepino
Interveniente Acidental Agência Lusa
Julgamento ou Audiência final  

cónego ab

Continuará no Tribunal da Comarca de Santarém o julgamento do Pároco de Abrantes e do Centro Interparoquial Social desta florida cidade por falsificação de documentos e burla agravada.

Aguardamos novas poesias a publicar na Nova Aliança ou no facebook dos tóxicomanos vivos ( porque os mortos incluídos nas listas pelos delinquentes estão ocupados a tecer Hossanas ao Senhor e não podem rimar aí, nem fazer figuras destas )

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Igreja da Chainça

mn

   

 



publicado por porabrantes às 10:47 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.02.19

graça fraude

940/12.4TAABT
Juízo Central Criminal de Santarém - Juiz 3
Processo Comum (Tribunal Coletivo)
Autor Ministério Público
Assistente Filipe Manuel Marques Lopes Dias
Interveniente Principal Presidente do Projecto Homem
Arguido José da Graça
Arguido Pedro Jorge Correia dos Remédios Moreira
Arguido Centro Social Interparoquial de Abrantes
Interveniente Principal Comunidade Terapeutica João Guilherme
Interveniente Acidental João Nuno Pepino
Interveniente Acidental Agência Lusa
Julgamento ou Audiência final  

 

A 13 de Março ....

Agora que faz lá a Agência Lusa como Interveniente acidental?

mn



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Quarta-feira, 26.12.18

 Filipe Manuel Marques Lopes Dias assistente neste processo demandou o Centro Interparoquial e o Projecto Homem em 2013 no Tribunal de Trabalho de Tomar.

 

O montante do dinheiro desviado chega a 200.000 ¬ diz a Rede Regional

''Segundo a Acusação do Ministério Público (MP), a que a Rede Regional teve acesso, foram colocados nas listagens pessoas que estavam presas, que abandonaram o projeto em fase precoce, que nunca chegaram a frequentar a valência, e ainda utentes com problemas de alcoolismo que eram dados como “toxicodependentes” porque a comparticipação era maior.''- Rede Regional

cónego burla 1

 

 ma

940/12.4TAABT
Juízo Central Criminal de Santarém - Juiz 3
Processo Comum (Tribunal Coletivo)
Autor Ministério Público
Assistente Filipe Manuel Marques Lopes Dias
Interveniente Principal Presidente do Projecto Homem
Arguido José da Graça
Arguido Pedro Jorge Correia dos Remédios Moreira
Arguido Centro Social Interparoquial de Abrantes
Interveniente Principal Comunidade Terapeutica João Guilherme
Interveniente Acidental João Nuno Pepino
Julgamento ou Audiência final


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Quarta-feira, 14.11.18

graça benfeitor

A Veneranda Relação arrasa num acórdão, de 18-10-2018, a decisão tomada pelo Juízo de Família e Menores de Tomar, referente a um menor de 6 anos, internado compulsivamente no chamado Lar de S.Miguel, regido pelo Centro Interparoquial de Abrantes.

Em 24-5-2018, tinha sido decidido pelo tribunal de Tomar retirar o poder paternal  aos pais e entregar o menor para  adopção, ouvidos os Juízes Sociais.

Um dos juízes sociais votou vencido, referindo o óbvio, dizendo que isso não devia ser feito, porque a criança continuava a manter laços emocionais com os pais.

Transcreve-se parcialmente a brutal sentença tomarense, anulada pela Relação, :'' 1. Aplicar a favor de (…), nascido em 12-09-2012, a medida de promoção e protecção de confiança a instituição com vista a futura adopção, nomeando-lhe como curadora provisória a Directora do CAT de S. Miguel do Centro Interparoquial de Abrantes, em Alferrarede;
2. Declarar (…) e (…) inibidos do exercício das responsabilidades parentais quanto a esta criança;
3. Declarar que não há lugar a visitas por parte da família natural da criança;
4. Declarar que esta medida dura até ser decretada a adopção e não está sujeita a revisão;
5. Caso decorram 6 (seis) meses desde a presente data sem que tenha sido instaurado o processo de adopção, solicite imediatamente à Segurança Social informação sobre os procedimentos em curso com vista à adopção da criança;
6. Determinar a comunicação, após trânsito, com certidão da decisão, aos competentes serviços da Segurança Social, à instituição que acolhe actualmente a criança e à competente Conservatória do Registo Civil.''

Recorreram os pais e a Relação deu-lhes inteira razão:

Disse a Relação : '' Pois bem, os factos não são evidentes quanto a essa conclusão – quem visita o filho com a frequência com que os pais o fizeram, 17 em 21 possíveis, apesar da sua pobreza e da distância a que o filho foi colocado de casa (Golegã dista cerca de 37 kms. de Alferrarede, onde se localiza a instituição de acolhimento), cuida de telefonar-lhe todos os dias, participa nas actividades do filho (talvez de forma algo desajeitada, com alguns desentendimentos pouco graves entre o casal e não investindo na autonomização do filho no desempenho das suas tarefas), e leva um livro de pintar e uma caixa de marcadores, revela, pelo menos, algum cuidado na manutenção da relação com o filho e preocupação com o seu bem-estar.''

 

Refere a Relação que o menor tinha direito a ser ouvido e não foi e não cuidaram disso nem o Lar, nem os Juízes Sociais, nem a Segurança Social, nem o Tribunal de Tomar.

 

A não audição do menor é uma nulidade insanável.

 

Continua a Relação:

'' Havendo a notar que a medida proposta é a mais grave do rol constante do artigo 35.º da LPCJP, devendo ser adoptada após o esgotamento das demais, com o maior cuidado e após a realização de todas as diligências necessárias à verificação do requisito supra identificado, observa-se que as diferentes medidas de apoio acordadas obedeceram essencialmente a uma lógica de imposição de obrigações aos pais, com pouco ou reduzido investimento por parte das instituições públicas, que se cingiram a um papel meramente fiscalizador do comportamento dos pais.
Nada se observa acerca de medidas de educação parental, não existe ajuda económica e não se procura apoiar os pais na obtenção de um emprego estável e minimamente recompensador, ou sequer na obtenção de uma habitação mais condigna.'' (...)

 

'( ...)

''Acresce que não foi definido um plano de reestruturação familiar com vista à desinstitucionalização do (…), cuja execução melhor permitiria avaliar a verificação do supra mencionado requisito – sério comprometimento da qualidade e continuidade dos vínculos afectivos próprios da filiação.
Nem foi realizada qualquer avaliação psicológica dos pais destinada a avaliar as suas competências parentais e o vínculo afectivo que detêm em relação ao (…), diligência esta que também se afigura útil à verificação do mencionado requisito. E quanto a este, também não foi realizada qualquer avaliação psicológica da qualidade do vínculo afectivo que o une aos pais e do impacto da medida de confiança para futura adopção no desenvolvimento da sua personalidade.(....)''

 

E fulminantemente :

''Decisão.
Destarte, no provimento dos recursos interpostos pelos pais, anula-se a decisão recorrida, para produção das seguintes diligências, para além das demais que o evoluir dos autos e da situação do menor e dos pais venham a aconselhar:
a) proceder-se à audição do (…), com observância do disposto nos arts. 4.º, n.º 1, al. c) e 5.º do RGPTC;
b) estabelecer-se um plano de reestruturação familiar com vista à desinstitucionalização do (…), envolvendo, para além do mais, medidas de medidas de educação parental e a ajuda económica que vier a revelar-se necessária, após o que a EMAT produzirá relatório de acompanhamento;
c) proceder-se à avaliação psicológica dos pais – a solicitar ao INMLCF – destinada a avaliar as suas competências parentais e a qualidade do vínculo afectivo que detêm em relação ao (…);
d) proceder-se, igualmente, à avaliação psicológica do (…) – igualmente a solicitar ao INMLCF – para determinar a qualidade do vínculo afectivo que o une aos pais e o impacto da medida de confiança para futura adopção no desenvolvimento da sua personalidade.''

 

Extractos do  douto Acórdão do  Relação eborense no processo 937/15.2T8TMR.E1, com a devida vénia.

 

E o nosso comentário: com que ligeireza é que queriam retirar a criança aos seus pais??????

Finalmente  a Instituição, a directora dela, o Centro Interparoquial e os Juízes Sociais saiem deste processo com as orelhas a arder.

 

ma 

 

 

 

   



publicado por porabrantes às 17:46 | link do post | comentar

Sábado, 13.10.18

Em Março houve esta cerimónia em São Vicente

 

arautos 3

a organização integrista Arautos do Evangelho montava uma cena ''religiosa''

''A comunidade paroquial de S. Vicente, em Abrantes, na Diocese de Portalegre-Castelo Branco, congregou-se recentemente para uma Eucaristia onde se renovaram solenemente os propósitos da sua consagração a Jesus pelas mãos de Maria.

 

Presidida pelo pároco, Cón. José da Graça, e concelebrada pelo sacerdote Arauto, Pe. Jorge F. Teixeira Lopes, EP, a Eucaristia contou com uma grande afluência de fiéis, entre os quais vários membros do Apostolado do Oratório.

Ao início da cerimónia, o Diác. Licínio Felício Dinis, que coadjuvou a Eucaristia, teve a honra de coroar de a imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria, em nome de todos os presentes.''

 

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ver aqui

 

Os Arautos são uma organização católica integrista de raiz brasileira, conotada com a extrema-direita e  com problemas de heresia

É poderosa no Brasil e o seu fundador ,um sectário, Mons Clá Dias, foi obrigado pelo Papa a demitir-se.

clá dias

 A organização é um cisão da  seita fascista da TPF - Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição Família e Propriedade, fundada e chefiada por Plinio Correia de Oliveira

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As notícias diziam que a poderosa organização ia ser objecto de intervenção e investigação por parte de Roma, que praticavam ritos de exorcismo  heterodoxos, invocando  o espírito do fascista Plínio e da sua mamãe.

 

A imprensa de referência, La Stampa e argentino  Clarin, bem como a  revista Veja  noticiaram as escabrosas práticas da seita que desejava que Bergoglio morrera e que dizia que o Vaticano estava nas mãos do Diabo

 

clarin

 

Entretanto a seita abriu um colégio em  Guimarães e espalhou-se pelas dioceses do país, que à falta de clero abrem aos padres brasileiros as portas e chegaram a Abrantes

 

O Globo

 

globo

ler aqui

 

mais

 

mn



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