agora na R.Soares
Agradece-se ao Eduardo Castro
mn
falaremos disto
mn
O Diário da República publica o
Regulamento e Tabela de Taxas do Município de Abrantes
Naturalmente vai inserido no espírito tradicional do fisco, o cidadão que pague a crise
Tem novidades, agora já se define a taxa por cultivar batatas nas hortas sociais, coisa que é um grande progresso, em termos de batatal autárquico
Deixando o gozo, diz o ''Preâmbulo''
''
(....)O atual Regulamento e Tabela de Taxas do Município de Abrantes, em vigor desde 2010, foi elaborado e aprovado na sequência da entrada em vigor da Lei n.º 53-E/2006, de 29 de dezembro, na redação atual, que aprovou o Regime Geral das Taxas das Autarquias Locais e da Lei n.º 73/2013, de 3 de setembro, que aprovou o Regime Financeiro das Autarquias Locais e das Entidades Intermunicipais.
Com vista ao cumprimento do estipulado na Lei n.º 53-E/2006, de 29 de dezembro, foi desenvolvido um processo de aquisição externa de um estudo económico-financeiro para fundamentação das taxas municipais, ao qual foram, desde logo, identificadas omissões e falhas, as quais vieram a ser atenuadas por parte de um grupo de técnicos da autarquia, para que o processo não viesse a ser considerado nulo.
Verificou-se, então, que o estudo assentou apenas na fundamentação dos valores que vinham a ser praticados, por centros de custos, e não numa fundamentação "taxa a taxa", como parecia ser o espírito da Lei. Considerava-se, ainda, que um estudo de fundamentação neste âmbito deveria detalhar cada uma das taxas, através de uma metodologia de levantamento processo a processo, com elaboração de respetivos fluxogramas, que definissem os fluxos, os intervenientes e os tempos de tarefa.
Assim, considerou-se pertinente reiniciar o processo de estudo de fundamentação económico-financeira da Tabela de Taxas do Município, com apoio de uma empresa da especialidade, com diversos trabalhos já elaborados neste âmbito. Para efeitos do estudo foram definidos grupos de taxas:'' (...)
Ou seja contrataram uma empresa externa que fez um estudo mal feito. Cabe perguntar, exigiram à empresa que devolvesse a ma$$a????
Verificaram que o espírito da Lei parecia ser um. Ora em Direito não é o que parece, mas o que é. De forma que resolveram fazer um Regulamento com base em ''parecenças''. Gastando o que gastam em assessorias jurídicas, deviam ter feito um Regulamento com base em certezas e não em dúvidas.
Há uma flagrante injustiça:
as obras no cabeço estão isentas de taxas e as no Tramagal ou nas Mouriscas, ou noutra freguesia deste tipo, pagam taxas.
Ou seja para a Cacique,
Abrantes é o Cabeço....
ma
A Tagus é um dos agentes do sistema político local e de poder instaurado no Médio Tejo e sem sabermos isso, não se pode comprender quem manda por aqui.
Abrange os municípios de Abrantes, Barquinha, Sardoal, Mação e Constância onde mandam PS, PSD e CDU.
Tem estes corpos gerentes
Direcção
úlima alteração 5.ABR.13
Comentário: o Município de Constância tinha um Presidente arguido em processo-crime, por coisas graves cujo processo está a correr. Bonito serviço!!!!!
Assembleia-geral
Conselho Fiscal
http://www.tagus-ri.pt/site/docs/index.php?idConteudo=137
Há mais?
Há, uma entidade que gere fundos públicos deve ter as contas claras, ora o Relatório de Gestão e Actividades de 2012 não está disponível on-line e estamos a 2-1-2014! Bonito serviço
Fomos ver o Relatório de 2011 e há lá coisas interessantes:
Ou seja a Praça dos Sabores, coisa perfeitamente inútil, metida num velho edifício, fechado pela ASAE por insalubre, perde dinheiro como é natural, e supomos que nas contas de 2012 ainda terá perdido mais.....mas fazem lá conferências com ''personalidades'' incluindo o Máximo Ferreira e a Céu....
Está o edifício num estado miserável, não o podiam ao menos pintar?
Vamos ver quem devia dinheiro à Tagus em 2011
Ou seja os próprios membros dos corpos sociais davam calote à Tagus, mas proferiam os caciques de Abrantes e Constância conferências na Praça dos Sabores, conferências para ensinar o pessoal!!!! Bonito serviço.
Os outros devedores (sócios) não estão discriminados porque o Anexo 3 não está on-line!!!!!
Mas sabemos que temiam que alguns sócios poderiam ser insolventes:
http://www.tagus-ri.pt/site/docs/index.php?idConteudo=139
Faltava-me ainda dizer uma coisa, mas antes resolvi espreitar o Relatório de Gestão de 2009 e vejo
Isto é as dívidas de 2011 eram semelhantes às de 2009 e tinham passado 2 anos e neste período alguns dos devedores como a CMA.....tinham recebido subsídios comunitários administrados pela Tagus
Quem são os sócios da Tagus?
Câmara Municipal de Abrantes |
| > ALFGAB – Cont. Gestão, Lda |
> Câmara Municipal de Sardoal |
| > Associação "Os Quatro Cantos do Cisne" |
> Câmara Municipal de Constância |
| > Caixa de Credito Agrícola Mútuo de Tramagal |
> Ass. de Agricultores de Abrantes, Const., Mação e Sardoal |
| > Casario Ribatejano |
> Ass. Comercial e Empresarial Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e Vila de Rei |
| > Centro Agrícola de Tramagal |
> NERSANT – Ass. Empresarial - Núcleo de Abrantes |
| > Gabinete de Advogados - J. C. Rufino Ribeiro |
> Palha de Abrantes – Associação de Desenv. Cultural |
| > Mendes Transportes e Construções, Lda |
> Câmara Municipal de Mação |
| > Montepio Abrantino "Soares Mendes" |
> Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha |
| > Soc. Agro Almada e Melo Furtunato Mendonça, Lda. |
> EPDRA – Esc. Prof. de Desenv. Rural de Abrantes |
| > Sociedade Agrícola da Mascata, Lda |
> Instituto Politécnico de Tomar |
| > STI - Sist. Técnicas Ind. |
> Turismo de Lisboa e Vale do Tejo |
| > TAGUSVALLEY |
> ADIMO – Ass. de Desenv. Integrado das Mouriscas |
| > Victor Guedes S.A |
|
|
http://www.tagus-ri.pt/site/docs/index.php?idConteudo=138
O acesso ao Relatório de Gestão 2006 permite-nos saber quem eram os associados que pagavam as quotas, os atrasados e os que não pagavam:
http://www.tagus-ri.pt/site/downloads/PlanoseRelatorios/2006RelatorioActividadesGestao.pdf
Fico a saber coisas muito interessantes a Palha de Abrantes que está na direcção e tem recebido chorudos subsídios pagos via Tagus não pagou as quotas em 2006, outros que receberam subsídios idem, a Câmara do Sardoal batia recordes no calote,ACPCAR a quem a CMA teve cedido o centro hípico também não pagava, a Quatro Cantos do Cisne que em Constância faz as vezes de Palha de Abrantes também não tinha pago, a Associação Comercial idem.....
Vou deixar para outro dia fazer a lista dos subsídios recebidos pelos organismos beneméritos da sociedade civil que estão na direcção
Mas deixo aqui já uma pergunta que vai fazer a Palha de Abrantes com os 67.000 € recebidos alegadamente em 2012 para defender o Patrimóio Industrial??????
Estamos em 2014 e ninguém viu nada,,,,,
Já chega hoje de falar da sociedade civil ou seja da sociedade subsidiodependente.....
Entre a qual o subsistema católico romano e o bloquista tem papel de relevo.....
Tudo isto é a base da principal indústria regional: o caciquismo
MA com Suzy de Noronha
Disse outro dia a Presidenta da edilidade que não sabia nada das informações que os blogues e as redes sociais difundem sobre a autarquia....
Demonstramos por a+b+c que não era verdade transcrevendo as consultas assíduas que a CMA faz este blogue......
E não chegámos a transcrever a informação que temos em nosso poder sobre certa hipoteca dum imóvel na Rua Actor Taborda....
Outro dia será.....
Consultado por nós um dirigente da Tiubucci disse:
''Pensamos que em vez de consultarem com tanta assiduidade e nervosismo evidente a Internet, seria melhor darem-se ao trabalho de responder aos ofícios que esta Associação lhes dirigiu e que aguardam resposta, enumero alguns
a) -Pedido de classificação dum imóvel na Praça Barão da Batalha
b) - Pedido de identificação do fiscal municipal que actua na área da P.Raimundo Soares, devido a um desabamento em obras ilegais
c)- Pedido de informações (já vai na 2ª carta com cópia à Oposição) de que diligências foram feitas para travar o estado de ruína duns imóveis ao lado da Vila Maria Amélia, o palacete de Solano de Abreu....''
Mas resolveram procurar as mais recentes tomadas de posição da Associação, certamente porque andam com falta de ideias e necessitam que o espírito crítico da Tubucci os elucide.....
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Esta forma de arrasar o centro histórico, bárbara, nova-rica, kitch e pindérica.....
para meter lá um projecto destes senhores
aventura que emperrou assim
naquela coisa que o povo, sábio, chama o bunker da Céu, que, para quem não saiba é esta Senhora,
pois bem depois da Tubucci voltar a barafustar, justiceira, contra o monstro de betão que acanalhou o Largo da Feira, como já tinha protestado
pela volumetria deste outro imóvel no mesmo largo.....
'
'Ao lado da brutalidade de betão do mercado diário, na praça 1º de Maio, construiram sobre a muralha este prédio. O PUA estabelece que o alçado das novas construções não pode ser superior ao dominante no arruamento. Quem foi o empreiteiro? Quem é o dono da obra? É verdade que um dirigente situacionista é um dos felizes proprietários dum destes apartamentos????? O Zé da Cachoeira falava dum tal .... Quem será este tipo???? Tem algo que ver com isto? O ex-Vereador João Pico, muito amigo do Cachoeira, talvez nos possa explicar....''
Um leitor disse: Quando eu fechei a varanda, a Camara obrigou-me a colocar os vidros tal qual os janelas anteriores, porque a casa está na parte histórica. Afinal a muralha nãO......
A resposta da Tubucci foi esta: Tem toda a razão.
Ficará acalmado o stress municipal? Acho que não......disse-me um dirigente da Tubucci....podem esperar pela nossa próxima iniciativa....
Suzy de Noronha
A petição através do seu mandatário Dr. Paulo Falcão Tavares entregou a seguinte reclamação ao Sr. Provedor do Munícipe:
Exmo Sr.Provedor do Munícipe de Abrantes
Excelência,
a) Em 19-6-2007 aprovou a Câmara .Municipal. de Abrantes (doravante C.M.A.) convidar JGLG ARQUITECTOS LDA, pessoa colectiva nº 502889497, para realizar por ajuste directo para elaboração do projecto de Recuperação, Adaptação e Ampliação do Convento de S. Domingos, com vista à instalação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes. (acta da C.M.A. de 19-6-2007).
b) De acordo com o documento referido a escolha seria justificada pela ‘’ nos termos do ponto 4.2 do Protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Abrantes e a Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos.’’
c) Em 4-12-2007, aprovou a C.M.A a ‘’Proposta de Recuperação, Adaptação e Ampliação do Convento de S. Domingos, com vista à instalação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes .’’ E por ajuste directo atribuiu esse trabalho a JGLG ARQUITECTOS LDA, pessoa colectiva nº 502889497
d) E, acrescentava-se: ‘’ apenas este Atelier (oportunamente indicado pela Fundação Estrada) detêm capacidade técnica e artística para prestar o serviço’’ (sic). (acta da C.M.A. de 4-12-2007).
Tudo leva a crer ser tal afirmação uma tentativa para escapar à Lei, que impõe taxativamente um Concurso Internacional para uma obra deste valor (730.000 € a que acresce o I.V.A.)
e) Como V. Exa. saberá é um absurdo completo sustentar que só a empresa ‘’ JLCG, LDA chefiada pelo arquitecto João Luís Carrilho da Graça’’ detém capacidade técnica e artística para prestar o serviço’’(acta da C.M.A. de 4-12-2007).
f)De facto, num país de grandes e prestigiados arquitectos dos quais basta lembrar Siza Vieira ou Gonçalo Byrne, ambos autores de museus de importância internacional, tal deliberação da Vereação da Câmara insulta a capacidade técnica e criativa da Arquitectura Portuguesa sustentando que a única pessoa capaz de fazer um Museu em Abrantes era o arquitecto João Luís Carrilho da Graça (!!!).
f) Em 28-12-2007 esta aprovação foi modificada numa deliberação com o seguinte teor ‘’(...)“…Adjudicar a execução do projecto de recuperação, remodelação e ampliação do Convento de S. Domingos destinado a
museu ao Atelier JLCG, chefiado pelo arquitecto João Luís Carrilho da Graça, pelo valor de 730.000,00 € (acrescido do IVA),’’. (acta da C.M.A. de 28-12-2007)
g) Em 31-1-2008 a C.M.A assinou com JLCG Arquitectos, Lda, pessoa colectiva nº 502889497, o contrato de prestação de serviços nª 1/2008 com o seguinte objecto ‘’Execução do projecto de recuperação, remodelação e ampliação tendo em vista a instalação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes ‘’ no montante total de 883.300,00 €, incluindo o IVA.
h) As falácias da argumentação destinadas a justificar a escolha do referido Arquitecto num projecto de enormes dimensões e a impedir um concurso público internacional chocaram com as reticências do Venerando Tribunal de Contas e obrigaram a Câmara de Abrantes, a nova deliberação, a quarta sobre a mesma adjudicação por ajuste directo!!!!!
i) Finalmente, na sessão celebrada a 25-3-2008, foram forçados a revelar que tinham assinado com JLCG Arquitectos, Lda um contrato ilegal, que JLCG Arquitectos, Lda já tinha recebido 10% adiantados do montante previsto para o projecto e que os devia devolver. !!!
Porquê?
A própria C.M. A. confessa: de acordo com o : artº 45º, nºs 1 e 2 da Lei 48/2006, de 29/08, Lei da Organização e Processo do Tribunal de Contas, nenhum pagamento deve ser feito antes da comunicação sobre o visto do Tribunal de Contas, não obstante decorrer do nº 3 do referido artº 45º que o visto viesse a ser recusado, sempre “os trabalhos realizados ou os bens ou serviços adquiridos após a celebração do contrato e até à data da notificação da recusa de visto poderão ser pagos após essa notificação, desde que o respectivo valor não ultrapasse a programação contratualmente estabelecida para o mesmo período”. A manter-se a cláusula relativa à primeira prestação “com a assinatura do contrato – 10%” tal seria motivo de recusa de visto. ‘’ (acta da C.M.A. de 25-3-2008)
j) Para tentar remediar a situação acordaram com JLCG Arquitectos, Lda que ele devolvia, os 10%, se expurgava o contrato da cláusula ilegal e assinava-se outro para tornear a Lei.
l) Para isso baseiam-se numa Informação do Director do Departamento de
Administração e Finanças de 24 de Março de 2008: de que ressalto o que nos interessa mais:
‘’A contratação é efectuada por ajuste directo, ao abrigo do disposto na al. d) do artigo 86º do Decreto-Lei nº 197/99, de 8 de Junho ‘’ (acta citada)
m) A disposição invocada só permite o ajuste directo quando ‘’‘’ Por motivos de aptidão técnica ou artística ou relativos à protecção de direitos exclusivos ou de direitos de autor, a locação ou o fornecimento dos bens ou serviços apenas possa ser executado por um locador ou fornecedor determinado; (acta citada)’’. ‘’
n) Isto é, era preciso provar que só JLCG Arquitectos, Lda é o único atelier dentro de Portugal ou da União Europeia capaz de elaborar o referido projecto. !!!!
Ou seja que Sir Norman Foster, Calatrava, Siza Vieira ou qualquer outro arquitecto eram incapazes de remodelar São Domingos!!!!
Só o Carrilho da Graça é que era o único homem dentro da U.E. capaz de fazer um projecto do Museu !!!!
Por exemplo, Rafael Moneo, que há bem pouco tempo remodelou o Museu do Prado, seria incapaz de fazer o projecto para esta obra, segundo a douta opinião do Director do Departamento de Administração e Finanças da CMA que toda a CMA ratificou por unanimidade. !!!!
A deliberação é uma passagem de um atestado de incompetência a todos os arquitectos da U.E, excepto a Carrilho da Graça!!!!
o) Naturalmente era preciso encontrar alguém que tivesse a ousadia de sustentar isto. Quem foi?
Na proposta de deliberação, apresentada por Nelson Carvalho, Presidente da Câmara nessa época, diz-se também que o Arquitecto foi indicado pela Fundação Estrada. Mas contradiz-se e refere que, tendo a C.M.A. contado desde o início com a colaboração de Baptista Pereira: ‘’ foi o Professor Doutor Fernando António Baptista Pereira que propôs para concepção da arquitectura JLCG, chefiado pelo Arquitecto Carrilho da Graça’’. (acta citada)
p) Saliente-se que Fernando Baptista Pereira tem trabalhado com a Câmara de Abrantes desde 2004, pelo menos, e foi colaborador directo de Carrilho de Graça no projecto do Museu do Oriente.
q) A pergunta óbvia é: qual é o interesse pessoal (porque não se acredita que um Professor Universitário possa sustentar que apenas Carrilho da Graça tenha ‘‘aptidão técnica ou artística’’ para fazer um Museu em Abrantes’), qual o interesse, repete-se, de Baptista Pereira em sustentar esta peregrina tese?
r) Será que Baptista Pereira é o Papa da crítica arquitectónica portuguesa e europeia ?
Será que Baptista Pereira teve uma iluminação divina?
s) Aliás a prova do envolvimento pessoal de Baptista Pereira nesta escolha, antes de haver qualquer deliberação camarária para atribuir o projecto ao arquitecto Carrilho, antes de haver qualquer deliberação camarária nesse sentido, é-nos dada pelas declarações que se juntam, feitas ao Boletim Informativo da Câmara de Abrantes de-Passos do Concelho nº60 Março-Abril de 2007 (documento nº1 -) em que o próprio arquitecto Carrilho da Graça declara taxativamente : “Eu já fiz vários projectos com o Dr. Fernando António. Foi ele que me contactou e me transmitiu esse interesse dos parceiros que irão promover o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte. ‘’.
Ora em Abril de 2007 não havia ainda decidido sequer a Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos indicar esse atelier, porque só o fez por carta datada de 8 de Junho de 2007 !!!! (acta da C.M.A. de 19-6-2007).
t) A sessão camarária referida durou apenas 40 minutos !
u) No mesmo dia (!) da sessão, a 28-3-2008, é assinado entre a CMA e Carrilho da Graça JLCG Arquitectos, Lda o Contrato 02/2008 de prestação de serviços execução do projecto de recuperação, remodelação e ampliação do Convento de S. Domingos destinado a museu ao Atelier JLCG, chefiado pelo arquitecto João Luís Carrilho da Graça .
v) Na acta de sessão de 28-3-2009 afirma-se taxativamente ‘’ De tudo para constar se lavrou a presente acta, que fica aprovada, com excepção das intervenções do executivo cujas deliberações não foram aprovadas em minuta.
x) Por isso as deliberações só produziriam efeitos depois de ter sido aprovada a acta, situação que não se produzia a 28-3-2009.
y) Encontra-se na nossa modesta opinião este contrato ferido de nulidade, pois como tem sustentato brilhantemente a jurisprudência desse Venerando Tribunal, por exemplo no ACÓRDÃO Nº.20 /07-20.Nov.-1ª S/PL, :’’ O ajuste directo assume-se como uma excepção ao regime regra da escolha do contratante particular na realização de despesas públicas, o concurso público e por isso, a lei, quando a admite ao abrigo do artº 86º do Decreto-Lei nº 197/99, de 8 de Junho, rodeia-a de fortes condicionalismos impondo a verificação de apertados requisitos.
2. Nos termos da al. d) do nº 1 do artº 86º o ajuste directo apenas é admitido quando os serviços a prestar são de tal maneira exigentes do ponto de vista técnico ou artístico que só aquela entidade concreta, e mais nenhuma outra, detém capacidade técnica ou artística para os prestar
3. Não podem dar-se como verificados os pressupostos exigidos na al. d) do nº 1 do artº 86º quando apenas se invoca o currículo do prestador e se ressalta a sua qualidade, mas não se demonstra que ele seja o único capaz de prestar os serviços em causa.
4. Não sendo legalmente admissível o ajuste directo, em função do valor do contrato deveria o mesmo ter sido precedido da realização de concurso público com publicitação no Jornal Oficial da União Europeia.
5. A falta de concurso, quando legalmente exigido, torna nulo o procedimento e o contrato subsequente por preterição de um elemento essencial (artºs 133º, n.º 1 e 185º do CPA).
z) As circunstâncias do contrato celebrado entre a CMA e a JLCG Arquitectos, Lda são exactamente as mesmas ou possivelmente mais gravosas que as descritas no douto acórdão citado porque não se prova de forma nenhuma que só o arquitecto Carrilho da Graça seja o único a ‘’ deter capacidade técnica ou artística para prestar os serviços decorrentes desse contrato.
CONCLUINDO apenas para desmontar qualquer alegação da CMA de que o ajuste directo foi imposto em virtude da cláusula 4.2 do Protocolo celebrado entre a C.M.A. e a Fundação Ernesto Lourenço Estrada, anota-se que dita cláusula não pode ser interpretada de forma que contrarie a lei geral, como o foi pela CMA, para realizar o dito ajuste directo, sendo nulo por isso o contrato referido.
Pede o Requerente a V.Exa que dê o devido seguimento a esta exposição e que aos factos apurados sê dê o procedimento que em Direito for mister.
O signatário reserva-se o directo de dar publicidade a esta exposição e de a enviar a outros orgãos de soberania e de fiscalização administrativa.
Com os melhores cumprimentos
Paulo Falcão Tavares
A petição sabedora da integridade e verticalidade do actual Provedor do Munícipe,
General Norberto Bernardes,
Espera uma pronta resposta sua.......
Miguel Abrantes, coordenador da petição
A petição solicita aos media locais a divulgação desta reclamação....
Foto aérea (dr. Hélder Silvano)
Foto aérea do Centro Histórico sem Torre do Carrilho mas com algumas Torres pirosas a mais.....
A foto aérea é do Sr. Dr. Hélder Silvano, ex-Vereador PS da Cultura e nosso amigo e além disso um ''gajo porreiro''.
O Dr. Hélder Silvano pode gabar-se de ter sido a alma dalgumas das coisas úteis que deixaram o mandato de Nelson Carvalho na Cultura.
Foi o Hélder que negociou com as Iniciativas de Abrantes, aliás com o eng. Carreiras, pai da petição e com o dr. Luís Moura Neves Fernandes, com o conselho de alguns distintos Advogados abrantinos, o protocolo de cedência do São Pedro à CMA.
Foi o Hélder Silvano que foi a alma das obra de recuperação do cinema.
Foi o Hélder que às vezes fazia, seguindo a boa tradição do eng. Bioucas, um pouco de tudo no Teatro São Pedro.
Foi o Hélder que assegurou a exploração comercial de cinema no velho e renovado Teatro.
Foi o Hélder que nos deu música com a Ola.
Foi o Hélder que se chateou e deu com a porta na cara de Nelson Carvalho e se foi embora (mais o eng.Couceiro).
Foi o Hélder que pôs o Albano a milhas que o queria pôr como candidato a Vereador.
Foi o Hélder que recusou tachos que outros políticos locais socialistas, algum com uma preparação universitária pior que a da Independente, acumulam.
Depois do Hélder veio a Chefa.
Acabou a Ola, a música era demasiado erudita para os ouvidos rurais da Chefa.
Acabou o Arquivo Histórico no Centro da Cidade.
Acabou o cinema comercial no São Pedro
Ameaçam acabar com o Convento com a conivência do Bloco Central dos tachos e prebendas, para construir o bunker estalinista do Carrilho.
Processaram um burro e multiplicaram as burrices.
Foi-se a embora a Chefa com o lema ''Adeus, até ao meu regresso''.
Em vez de ficar em casa a mexer nos tachos, foi nomeada fiscal camarária pela Brigada do Reumático.
De maneira, que prestamos aqui a nossa homenagem ao Hélder Silvano inserindo uma foto sua de Abrantes sem carrilhada e solicitando a sua assinatura na petição.
Miguel Abrantes
PS-Vamos meter a estação metereológica do Hélder nos links. Temos de saber quando há trovoada.......
Encerrada a sua carreira política (por momentos ) João Pico acaba de anunciar ao povo que faz parte do Conselho Municipal de Segurança, um órgão complicadíssimo composto, segundo ele por 29 conselheiros, e presidido pela drª Maria do Céu cujo fim é manter a ordem pública, a paz e a segurança.
Felicitamos vivamente João Pico que queria ser regedor do Souto, isto é zelar pela segurança, a moral e os bons costumes na sua terra natal e que o fascismo impediu de concretizar este sonho de serviço público.
A democracia reabilitou João Pico e deu-lhe o que desejava: um papel activo na luta contra os criminosos.
Estamo certos que a criminalidade descerá assustada pela irrupção do ex-líder populista no combate aos marginais.
Vimos propor a João Pico uma farda para se apresentar às reuniões do conselho, inspirada nas forças da ordem americanas que são as mais eficazes na liquidação dos criminosos. E que proponha que a farda seja obrigatória para todos.
Ainda ontem um deles (dos marginais americanos) foi executado e naturalmente a popularidade de Obama disparou-se.
Eis a nossa proposta:
Ainda estamos a pensar se os conselheiros devem levar um colt à cinta.....
Finalmente a nossa secção de antropologia conseguiu a foto de um autêntico regedor, em dia de festa:
Trata-se o duplo casamento dos snrs. Fernando Pedreiro e João Barrosão (Regedor da Freguesia) que é o do chapéu.
Mais fotos rurais destas, testemunhos de um Portugal autêntico e ainda não americanizado podem ser vistas aqui,
donde saíu esta.
Não sabemos quem as pôs on-line mas fez um trabalho excelente pela nossa memória. Segundo o link indicado pertencem a uma freguesia do Norte do País, Sobreiró (Bragança).
E agora, boa sorte a João Pico na caça aos criminosos.
Marcello de Ataíde
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)