Sexta-feira, 17.01.20

joao de matos barbosa de magalhães

O Conselheiro João de Matos e Vasconcelos Barbosa de Magalhães que fora Intendente da Polícia no tempo da repressão à conjura de  Gomes Freire e que estava deportado na vila por mandato de D.Miguel, morre aqui em 1834 e é enterrado em S.Domingos.

joao de matos

O Campeão Português, 1822  (dirigido por Liberato de Carvalho)

Foi membro do governo, académico na Academia de Ciências, mas sobretudo ficou conhecido porque Camilo o tornou numa personagem do Romance dum Homem Rico.  

Nesta  época morrem várias personagens importantes do reino na vila, que aqui estavam refugiadas devido à Guerra Civil.

mn

 



publicado por porabrantes às 19:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.09.19

SMITH 1

SMITH 2

o motim dos Voluntários Reais de Abrantes em 1765, visto pela pena implacável de Camilo, in '' Perfil do Marquês de Pombal.''

mn

   



publicado por porabrantes às 16:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13.11.13

 

 

 

 

o meu barbeiro em Abrantes foi o senhor Camilo, quer queiram.... quer não....

 

 

e se calhar também foi o melhor editor local  de postais,

 

 

histórica..... esta vista aérea

 

 

como destruíram os edis e os negociantes esta cidade?????

 vista saéra.jpg

 

perguntem ao povo,  que..... ele conta.....

 

 

porquê????

 

 

vil metal e ignorância asinina

 

 

mn



publicado por porabrantes às 15:20 | link do post | comentar

Segunda-feira, 29.11.10

Se este blogue reivindica no plano cultural abrantino o magistério moral e cultural de personalidades como Duarte de Ataíde Castel-Branco, Manuel Fernandes, Diogo Oleiro e o seu filho João Manuel Bairrão Oleiro, João Nuno Serras Pereira, João Manuel Esteves Pereira,  e João de Castro Solla Soares Mendes e ainda de muitos outros, de que nos podem separar divergências políticas mas em que reconhecemos amor e defesa da cultura desta cidade como é o caso do saudoso Eduardo Campos.

Também temos as nossas referências no campo de entender como se escreve uma publicação periódica (como é um caso de um blogue) e por isso reivindicámos já aqui a herança de Camilo (o imbatível polemista), de Eça (o jornalista impiedoso das Farpas) e queremos agora assumir outra herança de monumental relevo na caricatura e na sátira política do século XX.

José Vilhena de que temos publicado muitas ilustrações, mas que temos ignorado no valor da sua prosa demolidora. E Vilhena foi um prosador sarcástico, impiedoso e notável.

 

Vejam esta verve plenamente actual a página 161 deste livro de inícios do século XXI

 

''Padre Nosso que estais no Céu,
acima dos grupos económicos, dos lóbis e multinacionais; do Banco Mundial,
da Wall Street, do F.M.I. e das mafias internacionais.
Que sois muito maior do que o Belmiro, o Amorim, o Pinto da Costa, o Balsemão, o Chapalimaud, o Jardim Gonçalves e o Presidente da República,
(Por isso vos chamam Todo Poderoso) defendei-nos dos políticos corruptos e demagogos,
da globalização e das máfias do futebol.
Vós que mandais mais do que a polícia, os bancos, os tribunais, os partidos, a televisão e o Governo, ponde um travão nessa cambada
para que não maltratem o povo.
Perdoai, Senhor, as filha de putices que nos fazem.
Perdoai aos nossos irmãos transviados, e aos que nos querem foder, pois uns e outros não sabem o que fazem.
Não nos deixeis cair em fornicação sem preservativo e livrai-nos,
para todo o sempre, das doenças venéreas.
Amen."

 

É vernácula demais a linguagem?

 

Só quem não leu José Agostinho de Macedo é que pode corar como uma catequista a ler Vilhena e depois aplaudir as patacoadas insultuosas do primeiro esposo do concelho através duma rádio que já foi livre.

 

Resgatámos um texto abrantino de Mestre Vilhena que reproduzimos com a devida vénia para que os moralistas pensem duas vezes antes de começarem a uivar.

 

 

POR UMA BOA QUECA
Saudades da drª. Edite Estrela
POR FAVOR, NÃO FODAM A LÍNGUA PORTUGUESA!

 

Pedro Marques, esforçado dirigente da JSD de Santarém, endrominou uma moção de estratégia para o próximo Congresso do PSD a que chamou «Por uma boa queca».

Politicamente correcto, este título (pois a política anda cada vez mais rasteira), não o é quanto à semântica. De facto, a palavra queca não existe em português vernáculo. Não vem em qualquer dicionário. Alguns ignorantes usam-na sem saberem que se trata de uma corruptela da palavra queda, vocábulo antiquíssimo, do tempo em que foder acontecia quando a mulher estava em decúbito dorsal, quer dizer com os costados no chão e as pernas abertas pronta a levar a bela foda. Dizia-se então que estava em «queda», ou «caída».

Hoje isso está ultrapassado. As fodas, na grande maioria dos casos, não acontecem com a mulher naquela atitude (aliás ridícula). Há mesmo muitos fornicadores encartados que a desconhecem. As fodas, hoje, dão-se de pé, sentado, de cócoras, à canzana, enfim, numa das 32 posições bem explicadas no Kama Sutra e idênticos manuais (alguns admitem 36), raramente em queda (ou em queca).

Mal vai à JSD quando tem um dirigente que lança uma moção de estratégia sobre Educação Sexual e só sabe foder numa posição!...

Tudo isto nos faz sentir saudades do tempo em que a drª. Edite Estrela policiava os assassinos da língua portuguesa nas suas charlas da televisão. Ninguém melhor do que ela sabia que «queca» é uma aberração.

Infelizmente a ilustre especialista da língua já não se move nessa área. Mudou-se para a política, para Sintra, para o dolce far niente e todos ficámos a perder. Com ela, não haveria gaffes nas quecas.

 

BOAS QUECAS
O verbo correcto a usar na famigerada moção seria foder, que tem origem no latim – fodio, fodis, fododi, fodossum, fodere – e significa furar, picar. Por isso, a proposta do Sr.Pedro Marques devia intitular-se POR UMA BOA FODA. Ele pode dar umas boas quecas nas miúdas lá da JSD mas do que não tem direito é de foder a língua portuguesa.

 

José Vilhena in

Josevilhena.net

 

onde ficou imortalizado o ex-chefe do Pico, Sr.Dr.Pedro Marques.

 

publicado por Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 14:35 | link do post | comentar

Terça-feira, 22.06.10

Armando Fernandes escreve na Barca ''(os) sujos e ignaros fidalgotes de província''.

 

Ora descende Armando Fernandes duma família certamente empobrecida de ''fidalgotes de província''

 

Escreve Aquilino Ribeiro ''MANUEL DOS REIS DA SILVA BUÍÇA - Buíça é um título que pertence a um Brazão d'Armas que foi cunhado em 1724 por um seu antepassado - pertencia a uma família nobre brasonada, e abastada, do Norte de Portugal.''

 

Toda a gente sabe (escreveu-o Armando Fernandes, que é parente próximo do regicida MANUEL DOS REIS DA SILVA BUÍÇA, filho dum abade de Vinhais), e que a sua família deixou de usar o apelido Buiça para fugir com o rabo à seringa.

 

Mas todas as descrições apresentam  MANUEL DOS REIS DA SILVA BUÍÇA como um fidalgote de província, da mais remota e subdesenvolvida de Portugal certamente, mas como um homem higiénico e relativamente culto.

 

Aderiu Armando Fernandes (que já percorreu quase todo o espectro político) a alguma seita  que quer obrigar o pobre Buiça a ser um porco e um ignaro?

 

O repúdio dos antepassados, aquilo que Freund chamava matar o pai, é admissível mas emporcalhá-los e torná-los analfabetos é revoltante.

 

O filho do Abade de Vinhais antes de ir matar o Rei deixou uma carta aos filhos: ''Meus filhos ficam pobrissimos; não tenho nada que lhes legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem. Peço que os eduquem nos principios da liberdade, egualdade e fraternidade que eu commungo e por causa dos quaes ficarão, porventura, em breve, orphãos.''

 

Pede que respeitem, o apelido do Buiça cujos antepassados tinham um brasão em 1794.....

 

Foi esse nome que a parte da família do Sr. Armando Fernandes renunciou por razões de comodidade pessoal....

 

Mas houve outros na família menos dados ao medo que continuaram a usá-lo  e se honram dele.

 

E o Sr.Fernandes lá por ter agora amigos duma seita  obscura não tem de enxovalhar Buiça chamando-lhe porco e analfabeto.

 

Aqui podem ver uma carta duma sobrinha neta que conta a história, descreve com base em Aquilino e em papéis da família como era o regicida. Tudo o contrário do que sugere Fernandes.

 

E se Fernandes não se referir a Buiça e queria generalizar está a meter água na sopa e a receita sairá aguada.

 

Um tal Luís de Camões, que era um fidalgote de província, era ignaro?

 

Um tal, Camilo Castelo Branco,  também era ignaro?

 

Depois vem  a fonte bibliográfica onde o Fernandes bebeu.

 

Uma tal Madame Junot que passou a vida a dizer que era Duquesa de Abrantes porque o ex-sargento Junot recebeu tal mercê de Napoleão.

 

Mas pode-se confiar no seu testemunho?

 

Escreveu um historiador francês:  Jean Tulard, dans sa "Bibliographie critique des Mémoires sur le Consulat et l'Empire" a placé les Mémoires de la duchesse d'Abrantès parmi les tout premiers (n° 2), mais pour des raisons alphabétiques uniquement. Car il écrit "Il convient toutefois de n'utiliser qu'avec précaution le témoignage de la duchesse d'Abrantès que Théophile Gautier a surnommé, non sans raison, la duchesse d'Abracadabrantès."

 

Napoleão chamava-lhe a pequena peste

 


"Le duc et la duchesse d'Abrantès en famille" par Marguerite Gérard (Grasse 1761 - Paris 1837)

 

E não contente com isto arrasou as pretensões aristocráticas da ''Duquesa'' no Memorial de Santa Helena.

 

Portanto as Memórias da Duquesa devem ser lidas com prudência e não são a Bíblia.

a Princesa vista por Rafael Bordalo

São mais do género de ''Portugal a vol d'oiseau'' da Princesa Ratazzi (vagamente Bonaparte) que um fidalgote ignaro e porco (para seguir a definição de Armando Fernandes), Camilo Castelo Branco ''traduziu'' com um título demolidor ''Portugal em voo de Pássara''.

 

Miguel Abrantes

 

 

Sobre Buiça ler aqui um artigo duma parente sua do ramo da família que não fugiu com o rabo à seringa.

 

E ainda para ver qual o grau de higiene de Portugal no tempo de Camilo uns parágrafos seus insultando Ratazzi e falando da bicharia que frequentava os hotéis de Lisboa:

 

"Fala muito de faguêtes que a incomodam, e diz que Vm.cê é o diminutivo de V. Exc.a. Investigando a linguística, observa que não dizemos o rei, mas el-rei; e que oel é recordação mourisca e vestígio da ocupação dos árabes. Confunde o artigo espanhol el (do latim ille) com o artigo arábico al, prefixo a muitas palavras portuguesas. As Therezas philosophas são muito mais vulgares que as Therezas philologas. Diz que o nosso ai Jesus! também é muçulmano, e o se Deus quiser também é vestígio arábico. É uma mulher das arábias, ela!
Foi aos touros; viu os capêlhas portugueses, e os torreros e os forçados (forcados) que ela diz assim chamarem-se, forçados, porque forçam os aplausos. Está em primeira mão esta sandice.
Em uma página útil e talvez a única proveitosa aos viajantes, informa acerca dos hotéis. Diz que no "Hotel de Lisbonne" há muitos ratos; no "Alliança" percevejos; e no "Gibraltar" baratos (não confundir preços baratos com "baratas", ou "carochas"). Depois desta asseveração impugnável, esteia a sua afirmativa em uma passagem do Cousin Bazilio onde se lê que em Lisboa há percevejos. Luxo escusado de erudição. Os percevejos em Lisboa são duma tamanha evidência fétida e matemática que se dispensava o testemunho do snr. Eca de Queroz (...). "



publicado por porabrantes às 12:12 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.06.10

O Jazigo de A. Herculano
À portaria do mosteiro augustiniano da Piedade, em Santarém, chegou em 1762 um homem na flor dos anos a pedir o hábito. Mostrou pelos seus documentos chamar-se João Correia Botelho, e ser de Vila Real de Trás-os-Montes. Viera de longe propelido por uma grande catástrofe. A profissão era o acto final de uma tragédia que eu escrevia frouxamente nesta minha idade glacial, se tivesse vida para urdir o romance intitulado os Brocas. Como a história é enredada e de longas complicações, nem ainda muito em escorço posso antecipá-la. Se eu morrer, como é de esperar da medicina, com a malograda esperança de escrever este livro, algum dos meus sobrinhos encontrará nos meus papéis os elementos orgânicos de uma história curisa e recreativa.

*
O pai do frade augustiniano era Domingos Correia Botelho, meu terceiro avô paterno. Este homem casara duas vezes. Quando, já velho, contraíu segundas núpcias, entregou aos filhos da primeira consorte os seus avultados patrimónios. João Correia, ao vestir o hábito de agostinho descalço, era rico. O outro filho, Manuel Correia Botelho, meu bisavô, residiu em Vila Real. Havia mais duas filhas que professaram em um mosteiro de Abrantes. E, como a segunda esposa lhe moresse, o viúvo, com um filho e duas meninas do segundo matrimónio, foi residir em Santarém, onde o chamavam o amor e a saudade do seu desgraçado João.
Domingos Correia morreu à volta dos oitenta anos, e confiou à protecção do filho frade os seus meios-irmãos José Luís, Ana Bernardina e Joana.
Em nome de José Luís Correia Botelho, comprou frei João a quinta de Gualdim, na Azóia de Baixo, onde foi residir a família. Depois, ainda a expensas do frade, uniram-se à quinta algumas propriedades circunvizinhas, esculpiram na casa o seu brasão de armas e aí permaneceram até que este ramo da família Correia Botelho, no lapso de vinte e cinco anos, se extinguiu.
José Luís, cavaleiro professo na Ordem de Cristo, dotara sua irmã Ana Bernardina com a quinta de Gualdim e suas pertenças, para casar com um Ferreira Mendes. Por morte deste sujeito, casou D. Ana, em 1794, com Pedro Vieira Gorjão, da Vila de Torres.
Não teve D. Ana filhos de algum dos maridos; mas em 1807 chamou para a sua companhia um afilhado e sobrinho do segundo esposo, que também se chamou Pedro Vieira Gorjão. 
José Luís Correia Botelho faleceu em 4 de Março de 1808, e sua irmã em 1811, legando os seus bens ao afilhado Pedro, sobrinho de seu marido. Este herdeiro universal dos bens comprados pelo frade, veio a ser o general de brigada Pedro Vieira Gorjão, que nascera a 28 de Maio de 1806, e faleceu na quinta de Gualdim em 9 de Agosto de 1870.
Aquele general foi, como é notório, particular amigo de Herculano. É também sabido que o cadáver do egrégio historiador, sete anos depois, foi encerrado no jazigo do seu defunto amigo.
Eu não sei se o general Gorjão removeu do carneiro da capela de Gualdim ou do pavimento da igreja da Azóia para o jazigo construído no adro os ossos dos Correias Botelhos, e especialmente os da sua madrinha, que privara os consanguíneos da herança para lha transmitir a ele. É natural que sim.

*

(…)Conjecturando, pois, que os ossos de A. Herculano esperam a ressurreição da carne, de camaradagem com meu terceiro avô, Domingos Correia Botelho, sinto extraordinária alegria, antevendo o meu antepassado, evidentemente um bronco analfabeto, ao lado do primeiro historiador da Península, no dia do juízo universal!
Por outro lado, contrista-me a ideia de que A. Herculano, na congregação cosmopolita de Josafat- onde se há-de operar a reorganização mucosa e celular dos estômagos e dos fígados- sentirá pejo de se sentir ao lado de uns companheiros de jazigo que foram infamados de judeus. Porque meu tio-bisavô José Luís Correia Botelho (horresco referens!) quando professou na Ordem de Cristo em 1788, viu-se em pancas para contraditar as testemunhas do inquérito que uniformemente aseveravam ser ele terceiro neto do cavaleiro de Sant’Iago, Martim Machado Botelho, e da judia de Vila Real, Raquel Mendes. Ora eu, acreditando por justos motivos que as testemunhas, todas fidalgos de Vila Real, juraram a pura verdade, presumo piedosamente que a veneranda viúva de A. Herculano e seus amigos, por ignorância, colocaram em péssima companhia os ossos do plangente cantor da Paixão de Jesus da Galileia, crucificado pelos judeus. Além disso, a senhora D. Guiomar Torresão que visitou Vale de Lobos e a sepultura do insigne Mestre no adro da igraja de Azóia, escreveu por esse tempo uns lucilantes artigos em que deixava entrever o catolicismo do autor da Voz do Profeta nestas expressões eloquentes…Entrámos na capela (em casa de Herculano) no extremo da qual se vê um altar ricamente ornamentdo de lavores doirados e guarnecidos de valiosas imagens de uma alvura marfínea que destacam na penumbra recortando os seus bustos seráficos. E acrescenta com literária emoção: Instintivamente os nossos lábios murmuram ali a doce “PREGHIERA” que A. Herculano põe aos pés do Crucificado do admirável prefácio do “PÁROCO DE ALDEIA” e pergunta-se em que obscuro ponto de casuística se fundavam esses juízes da cnsciência humana que ousaram chamar ateu ao mais crente e virtuoso de todos os espíritos dissidentes do velho dogma católico…
Também o Sr. Oliveira Martins, sopesando a consciência religiosa do preclaro escritor, nos diz no “PORTUGAL CONTEMPORÂNEO” que Deus era para Herculano o deus cristão.
Pois, não obstante a capela e as imagens idolátricas dos santos em altares ricamente ornamentados- tanto monta que sejam belas esculturas como grosseiros manipanços- a minha razão, reagindo aos escrúpulos, sugere-me que Alexandre Herculano, o incomparável autor da Origem e Estabelecimento da Inquisição em Portugal- ele que nos fez chorar sobre a sorte desastrosa dos hebreus- não se envergonhará de ressurgir da sua primeira para a segunda imortalidade entre os obscuros e malsinados descendentes de Raquel Mendes, a judia, por alcunha a Barbada, minha 5.ª avó.

Camilo Castelo Branco, Boémia de Espírito

 

dedicado ao furor sionista do PSD  por Marcello de Ataíde

 

PS- Façam o favor de não mandar a quinta-avó de Camilo ao barbeiro......



publicado por porabrantes às 19:53 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

Herói de Camilo morre em ...

O motim dos Voluntários R...

a vista do meu barbeiro

Homenagem a José Vilhena

A higiene dos antepassado...

A judia barbada, quinta-a...

arquivos

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

cacique

candeias silva

carlos marques

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

cria

crime

diocese de portalegre

duarte castel-branco

eucaliptos

eurico consciência

fátima

fogos

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge dias

jorge lacão

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário semedo

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pina da costa

portugal

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

salazar

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Fevereiro 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9


29


mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds