A artilharia lusa foi famosa e as inovações técnicas introduzidas pelos seus artilheiros garantiram o domínio português no Índico durante uns 200 anos. Abrantes foi uma praça militar com um Castelo ocupado por artilheiros. Mas não restam canhões na cidade para lembrar esse passado e arrasa-se ignaramente o que resta da nossa memória artilheira no Castelo, como se verá.
Entretanto foi à praça, num leilão de Lisboa, o último canhão abrantino, que estava numa colecção privada, a do sr. dr. João Castro e Solla Soares Mendes.
Pediam 60.000 euros por ele, não sei que destino teve.
Na 1ª Guerra Mundial a artilharia abrantina, com homens como Abel Hipólito marcou sonora presença
Entretanto encomendam planos caros de turismo militar e o último canhão abrantino foi à praça.
Encostada a este canhão assinou Tereza de Mello uma petição para salvar S.Domingos dum atentado pimba. Vai para ela o post.
O que escreveu sobre o cubo de Carrilho da Graça foi a última salva deste canhão.
E deixou em escombros a plebeia arquitectura municipalizada.
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