Terça-feira, 01.10.13

Os protagonistas são:

 

 

ao tempo chefe de bancada do PSD na Assembleia Municipal de Abrantes e 

 

 

ao tempo Vereadora da Cultura e grande dinamizadora do ajuste directo ilegal a Carrilho da Graça, da falhada destruição do Convento de São Domingos, e da construção dum empreendimento turístico que ia criar muitos postos de trabalho, um centro de investigação e colocar Abrantes no mapa cultural europeu.

 

 

Postos de trabalho criados: 5!!!

 

O dela, o do Oeesterbeck, o do Baptista Pereira ( e ainda de mais dois arqueólogos que são docentes no IPT). Todos os postos de trabalho criados, excepto o da ex-Chefa,  são part-times desempenhados por pessoas a trabalhar no Estado, em regime de acumulação.

 

 

 

Na sessão da 26-6-2009 da Assembleia Municipal o Armando Fernandes soltou, em nome do PSD, isto:

 

AM 26JUN09 - ARMANDO MUSEU IBÉRICO.jpg

 

 

Que nos merece os seguintes sucintos comentários:

 

a) A Isilda tem, segundo o Fernandes, uma figueira no quintal.Não sei no qual. Temos aqui a lista dos vários imóveis que possui a esposa do sr. dr. Jana, mas não  sabemos em que  quintal  está a figueira.

 

b) A figueira não é uma figura de retórica, porque a prosa do Fernandes é incapaz de atingir tais subtilezas. É uma prosa rústica, onde abundam as hortas e toda a viçosa produção que um hortelão é capaz de retirar de um terreno bem estrumado.

 

c) O Fernandes não sabe subir às árvores.

 

d) O Fernandes é uma amador  e a Isilda também o é, por  serem portugueses, como diz Jorge de Sena. Aliás tanto a intervenção política dos dois mais a gestão dela,  no imaginário MIAA, só vieram provar isso.

e) Dirige-se depois o Fernandes ao Sr.Carvalho e pergunta quais são os ''esteios financeiros'' do MIAA.

Como se sabe, não existem, 4 anos  depois, nenhuns esteios financeiros do MIAA.

 

f) Dirige-se depois  o Fernandes ao Sr.Carvalho e diz: quais são as medidas cautelares para  impedir que os ''proprietários'' da Fundação de lá retirem as peças.  


Como se sabe, não existem, 4 anos anos depois, nenhumas ''medidas cautelares'', para impedir que os ''proprietários'' da Fundação que de lá retirem as peças. 

 

Mas aqui o Fernandes esquece-se de perguntar quais são as ''medidas cautelares'' para impedir que a D.Lucília Moita ou o nobre Conde da Bahía  de lá retirarem as peças.... 

 

 

Esqueceu-se porquê?

Será que as peças da D.Lucília ou do nobre Conde da Bahía 

valiam pouco e por isso o Fernandes não se pronunciou, douto e sabedor, sobre elas????

Finalmente o Fernandes, ocupado certamente a anotar o livro de receitas da D.Maria de Lourdes Modesto, não se deu ao trabalho de estudar como se organizam juridicamente as fundações e a procurar saber que um dos  ''proprietários'' das peças era o Administrador vitalício da tal Fundação, o cónego Graça!!!!!!

 

g) Pergunta ainda, curioso, se há algum estudo sobre os públicos que visitariam o Museu. Como se sabe, o estudo encomendado ao IPT, por insistência de Santana-Maia, continua ainda nalgum desvão municipal a aguardar que a cacique o publique.

Já agora, há algum estudo que avalie o impacto em termos de público dos visitantes às jornadas de vinhos e petiscos do Mação, jornadas essas assessoradas por certo consultor que a malta conhece?

 

 

Os textos são importantes também pelo que não dizem. Não se pronunciou o Fernandes sobre a enorme volumetria do projecto, a destruição do  Convento, os problemas de eventual violação dos planos de ordenamento urbano.  Naturalmente a lei que regula os concursos públicos, que proibia explicitamente um ajuste directo dum montante tão elevado ao

 

 

 

também foi esquecida pelo Fernandes!!!!!

 

Mas o PSD   tinha votado esse ajuste directo em   sede municipal, através dos Vereadores que se enganaram a propor a Av.Nelson Carvalho, quando o que queriam  era propor criar a Rotunda Armando Fernandes.....

 

Apesar destas falhas e das digressões bucólicas sobre hortas e figueiras, e  as zootécnicas sobre ''burras velhas com saias'', teremos de concordar que o Fernandes fez algumas perguntas pertinentes que ainda não foram respondidas.

 

 

Seria matéria para elogio, se ao longo destes anos o Fernandes não se tivesse dedicado  a criticar quem levantou dúvidas a este projecto (entre eles o sr. eng.Marçal no Ribatejo) e a defender com um entusiasmo de recém-convertido( típico daqueles cristãos-novos que passavam o tempo a papar missas para fazer esquecer  o zelo com que frequentavam a sinagoga)  quem criticou o projecto e a aberrante torre.

 

O último a ser crucificado por ser rigoroso com o projecto MIAA foi Santana-Maia, numas declarações feitas pelo Fernandes na Voz do Betão.

 

Como é que se explica esta inversão de posições numa criatura conhecida pela sua rígida coerência, caso do Fernandes????

 

Só a podemos explicar por algum inesperado acidente. Por exemplo, o sr. dr. Fernandes aproveitou o tempo livre para aprender a subir às árvores. E um dia......aziago....escorregou e caiu.....

 

Como estaria sem capacete de segurança........algum inesperado traumatismo fê-lo esquecer-se do que dissera e mudar de opinião.....


Terá sido isso?


E já agora a árvore donde caiu seria uma figueira, localizada num quintal duma nossa conhecida?????



a redacção

 

agradecemos ao Senhor Arquitecto Doutor António Castel-Branco o envio da fotocópia do discurso do sr. dr. Fernandes

 

 



publicado por porabrantes às 12:50 | link do post | comentar

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