Sexta-feira, 31.08.18

Foi constituído arguido num processo referente à autorização ilegal duma casa de férias do banqueiro falido Ricardo Salgado, o ex-Presidente da autarquia de Grândola, Carlos Beato e quase o resto da edilidade da época.

O Beato anda agora envolvido em negócios bancários no Montepio.

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O Beato mostrando ao El País uma foto com o Salgueiro Maia.

É caso para perguntar, fez-se o 25 de Abril para o Beato alegadamente andar a autorizar mansões ilegais para banqueiros corruptos???

Ver aqui denúncia do Coronel Sousa e Castro.

 

 

ma



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Domingo, 20.03.16

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canalhada 2.png

 O Coronel Rodrigo Sousa e Castro tem razão.

Na história há padres, tinha de ser.

padre finibanco.png

E já aparecera um franciscano, com voto de pobreza, o Melícias.

Na história está metido um dos maiores escroques da banca portuguesa, o Oliveira e Costa, grande amigalhaço do Cavaco.

oliveira costa.jpg

Também aparece (de relance)  o gajo que fundou os sindicatos amarelos, o Gonelha

gonelha.jpg

o sindicalista que passou  da  colaboração de classes para  se candidatar a gestor bancário.........

Naturalmente não podia faltar ao cocktail o negro dinheiro do cleptocrata angolano,

um ladrão e um patife.

700.jpg

Jornal de Negócios

 

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O pato-bravo do Souto, o José Guilherme, financiador das obras de caridade do Graça das seringas surge metido na porcaria

Graça oficial.png

O Graça, que andou metido na escolha do Carrilho da Graça até ao pescoço e noutras histórias. Isto é o Abade, quanto ao pato-bravo do Souto

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Será que também dava kwanzas ao Graça para financiar o Lar da Cabeça Gorda? Seria um lar para pretos?

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Também mete a Caixa Agrícola nesta história,

tomás correia.png

 O Tomás Correia acaba desmascarado pelo Público e pela Caixa.O Tomás Correia chegou a montar na sede do Montepio, o consulado da ditadura de Singapura, como se os mutualistas tivessem de sustentar esta corja asiática.

Só porque o homem era Cônsul.

Tinha de aparecer o imediato Beato, o ex-MFA, metido a autarca debaixo da azinheira do Zeca Afonso, em Grândola.

imediato beato.png

 Um grande artigo, inserido na velha tradição que fez do Público, o jornal de referência de Portugal, da autoria de Cristina Ferreira. Leia-o

Face a isto, as outras formas obscenas  de gastar dinheiro dos mutualistas duma instituição , que até funciona em Abrantes, em favores a amigalhaços do petisco, que fazem   publicidade encapotada e etc, tudo isso é peccata minuta.

Regresso a um amigo de Melo Antunes, o Coronel Sousa e Castro, ''sinto-me enjoado com tanto canalha'' diz o Oficial.

Pensem no que diz um homem da Revolução que não deu em banqueiro. Como Melo Antunes. Como Casanova Ferreira.Como tanto militar que respeitou os valores de Abril e a honra da farda que vestiam.

ma   

  



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Segunda-feira, 20.04.15

aliás na praia do Pego, que  está junto à azinheira da fraternidade, porque se situa em Grândola, é ilegal, conta o Público e assevera o Diário de Notícias. Foi construída a partir de duas casas abandonadas rurais que estavam em área protegida.

Era Presidente da Câmara o imediato Beato, o gajo que nomeou o filho para grumete municipal.

Em 27-2-2011 no meio de vãs loas ao abrilismo, o sr. dr. Armando Fernandes confidenciava ao povo que o imediato Beato ia abrir em Grândola um Observatório Mundial de Canções de Protesto .

Era uma conversa que tinham tido enquanto acompanhavam o enterro do Zeca Afonso, porque o dr. Fernandes é assíduo a enterros, como compete a um zeloso católico, colaborador da ''Boa Imprensa'', como dizia o Cardeal Cereijeira, escrevendo no Mensageiro de Bragança, onde o dr. João César das Neves explica que faltar à missa, fazer abortos e greves é pecado mortal.

Depois o imediato Beato abandonou a autarquia para um tacho bancário, num banco que aliás ameaça ir a pique um dia destes.

Ficamos contentes por qualquer ex-membro do PRD poder trepar à azinheira da fraternidade e de lá observar as mansões dos Espíritos e doutros banqueiros florescendo em Grândola.

A azinheira foi transformada em Observatório Mundial de Mansões de Banqueiros

mansão tróia.jpg

Mansão de Tróia, do António Tomás Correia, Presidente do Montepio. A dita, sita em Grândola, não pagava IMI.

 

Edite Fernandes, estudiosa de coisas galegas, investigando actualmente os ranchos de galegos que dormiam debaixo da azinheira

 

 

Foto Correio da Manhã



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Domingo, 04.05.14

Anda por aí uma polémica sobre se o político  Carlos Beato foi adjunto de Salgueiro Maia no golpe de estado de 25 de Abril. Basta uma pesquisa na net para o Beato aparecer ''nomeado'' adjunto do falecido tenente-coronel Maia.  

No entanto o adjunto verdadeiro foi o Tenente de Cavalaria Mansilha Assunção, actualmente General. Foi o jornalista Horácio Valle César que pôs os pontos nos is, no post que se transcreve com devida vénia.

 

''

GENERAL ALFREDO MANSILHA ASSUNÇÃO: UM HERÓI USURPADO | O General Alfredo Mansilha Assunção foi, como Tenente de Cavalaria, o Adjunto do Comando do Capitão Salgueiro Maia, na coluna da Escola Prática de Cavalaria vinda de Santarém, a qual fez o que se sabe, em 25ABR1974. Essa qualidade está documentada no relatório da "Operação Fim de Regime", assinado por Maia, o comandante da força. O então jovem Tenente Assunção conteve-se, com grande brio e decoro militar, quando foi esbof...eteado pelo comandante da Força  de Ordem Pública da Região Militar de Lisboa, o lamentável Brigadeiro Junqueira Reis. No telejornal RTP1 de 2520H00ABR2014, Carlos Beato, então um Alferes Miliciano de Cavalaria - que comandava o 6.º Pelotão de Atiradores da força da EPC, como subalterno do Capitão Cav. Tavares de Almeida, comandante do Esquadrão de Atiradores, do Grupo de Cavalaria a dois Esquadrões (um de Carros de Combate, o outro de Atiradores), comandado pelo Capitão Cav. F. Salgueiro Maia - apresentou-se e foi apresentado ao público como "o Adjunto do Comando" do Cap. Salgueiro Maia. O repórter até o chamou de «Imediato» (!). É uma repetição da lamentável usurpação de funções e de papel que Beato tem, aparentemente, promovido e consentido, em proveito próprio, com êxito e honrarias, perante a ignorância complacente e preguiçosa dos jornalistas que se prestam a informar erradamente o seu público. Informei desse lamentável lapso o jornalista responsável pelo TJ em apreço. Disse-me ir repor a verdade dos factos. Sendo ele um profissional qualificado, acredito que o fará - em tempo útil. O General Assunção é um militar bravo, distinto e homem de carácter. Não reclamará à RTP1 o lugar que era seu, nem expulsará Beato do cargo e função de que este se apoderou (o que acresce a responsabilização da RTP na reposição da verdade). Comandou com nobreza, extraordinária honradez militar e enorme  sacrifício pessoal, o lugar mais "difícil" (fiquemos por aqui...) da GNR. Representou as Forças Armadas Portuguesas em Angola durante quatro decisivos anos. Foi o chefe do Estado-Maior das tropas da ONU em Timor-Leste. Mais fora, se a mais se acomodara. É injusto para com ele confundir a sua ação, cargo e papel essencial no êxito das forças da Cavalaria, em 25ABR1974, com a de alguém em busca de promoção pessoal e de reencarreiramento político, depois de o ter perdido. Fica a minha homenagem a Alfredo Mansilha Assunção, pelo seu carácter. Fica a minha reposição da verdade, como jornalista (fora do ativo). Fica o meu lamento pela falta de preparação e de desejo de ter relatado a verdade, de jornalistas da RTP. E fica a minha esperança de que um momento de brio profissional de um jornalista da TV pública ("um impulso jornalístico", talvez...) traga aos espectadores portugueses que a vêem, a verdade dos factos. HVC |
  • Para contextualizar a carreira do General Alfredo Mansilha Assunção roubámos uma página dos Rapazes dos Tanques

 

 



publicado por porabrantes às 15:24 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.09.11

Vemos nesta foto do Ribatejo um fúnebre Armandinho (estava numa das actividades preferidas da 3ª idade, o acompanhamento de caixões, dum tal Ladislau Botas, que fora prá cova e que foi o responsável pela transformação de Santarém duma capital de Distrito num subúrbio de Lisboa, ) com o Sr.Beato de seu nome Carlos, Presidente da CM de Grândola, onde à sombra duma azinheira, o Beato, íntimo amigo do Armandinho, desde os tempos em que o PRD tentou instaurar um regime de poder pessoal de Eanes, arranjou as desculpas mais estrambóticas para nomear o rebento ''adjunto pessoal''.

 

Diz o Beato que não nomeava um ''boy'' (um sujeito tipo Pina) ou uma ''girl'' ( uma senhora tipo chefa) mas que tendo direito a 2 lugarzinhos no staff nomeava o filhinho porque entre outras coisas o conhecia há 29 anos !!!!

Boa Beato!!!!

Mas parece-nos mal não ter nomeado a Edite para impedida, dada a cultura castrense do indivíduo.

Que o Armandinho seja amigo político dele não nos admira, não foi no seu consulado no PSD de Abrantes que o cunhado do Fernandes chegou a Vereador?

É bom rapaz, o trágico era deixar-se substituir pelo Pico.

Uma dúvida, o Pico ainda será parente do Armandinho? Chegado ou afastado?

Dizemos isto porque o grande historiador do Souto disse na sua obra canónica que havia uma tribo de alcunha Buíça no povoado.

 

Edite Fernandes, natural de Vinhais, mas não da Póvoa dos Armandos



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Segunda-feira, 27.06.11

2. Presidente de Câmara Municipal nomeia filho para o cargo de Adjunto do seu Gabinete de Apoio Pessoal. (in “ Sol”, de 22 de Junho de 2011)

O presidente da Câmara Municipal de Grândola, Carlos Beato, nomeou o seu filho para o cargo de adjunto do seu gabinete de apoio pessoal, decisão que qualifica como «consciente e responsável» mas que a oposição considera «completamente indefensável». 

No despacho assinado pelo autarca, é referido que, durante «quase dois anos», o Gabinete de Apoio à Presidência funcionou apenas com um «coordenador a tempo parcial» e uma secretária.

Carlos Beato justificou a decisão de não nomear um chefe de gabinete e um adjunto, como é seu direito pela lei que define o regime jurídico do funcionamento e as competências dos órgãos dos municípios e das freguesias, com a necessidade de «encontrar alguém com o perfil profissional e pessoal que garantisse a qualidade, a eficácia e a confiança que o desempenho destes cargos exige».

Tendo em conta «a dinâmica de desenvolvimento» que o concelho tem sentido, «as novas exigências ao nível das responsabilidades e atribuições dos municípios» e «as medidas de gestão cada vez mais rigorosas que têm de ser tomadas no âmbito da crise que o país e a região atravessam», o autarca decidiu nomear «o licenciado e pós-graduado Pedro Miguel Correia de Morais Beato», seu filho, para seu adjunto, tendo iniciado funções esta segunda-feira.

Carlos Beato (PS) afirmou não ter pretendido «nomear um boy ou uma girl», mas apenas alguém para ajudá-lo e em quem «tivesse confiança pessoal e profissional».
Pedro Beato representa uma pessoa que conhece «há 29 anos», tendo uma «qualificação académica bastante pontuada» e que tem trabalhado em empresas do sector «privado ligadas à área do desenvolvimento e turismo».

O autarca admitiu ter pensado «muito» antes de tomar a decisão, mas qualificou-a como «forte, consciente e responsável», acrescentando que «é preciso ter coragem e ser limpo para fazer esta nomeação».

Comentário: Quando não é o filho, é o primo. Quando não é o primo, é o compadre. Quando não é o compadre é o “língua afiada”. Alguém tem dúvidas que, raras excepções, os cargos políticos por nomeação apenas servem para calar vozes incómodas, quer elas se situem dentro da casa dos Autarcas eleitos ou fora dela? A insegurança na sua própria capacidade governativa tem levado muitos autarcas a escolherem o caminho mais cómodo ao preferirem “investir” em silêncios, em vez de reforçaram a sua própria capacidade governativa. E quando assim é, não é difícil perceber quais os resultados finais da sua governação.

 

retirado do blogue três bicas

 

só faltava acrescentar que o Beato é íntimo do Armandinho (da Edite não sabemos)

 

 

posto por suzy de noronha

 




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