Terça-feira, 23.10.12

Diz-nos o nosso amigo Sr. Artur Lalanda disse sobre O nome do fiscal na Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012 às 19:46:

 

     

O nome do fiscal ? Essa gente tem muito poder e está bem protegida ! E já não é de agora!

Durante a vice-presidência do Sr arqº Albano, tive ensejo de, pessoalmente, lhe entregar provas documentais irrefutáveis de obra em curso, no Centro Histórico, aprovada com base numa certidão da Conservatória Predial, obtida por meios fraudulentos e com projecto assinado por engenheiro e arquitecto, mas grosseiramente viciado e, a nível de procura e atribuição de responsabilidades disciplinares e técnicas, nada foi feito. Um fiscal tinha parte na "vaca" e outro era o fiscal da zona. Além disso a obra era acompanhada pela então responsável pelo Centro Histórico, mas ninguém sabia de nada... Não queriam ver...Nem sequer a documentação que entreguei foi junta ao processo !
Há por aí uns "fazedores de obras" que, apesar das aldrabices, continuam a ter aceitação na CMA ...

 

 

Caro sr. Lalanda.

 

Temos então que o feliz proprietário da Mansão Alberti ,

 

 

 

 

 

a propriedade mais espectacular e com obras à maneira,  adquirida por um autarca PS em Abrantes, bastante mais espectacular que o andar  nas Telheiras do Júlio Bento ou da propriedade na Caparica doutro autarca PS, o ''independente'' Albano Santos, o tipo que ia ''renovar'' a decência nesta autarquia abrantina

 

  a barca (obrigadinho, querida Margarida!!!!)

 

 

foi confrontado com um caso claríssimo de irregularidades gravíssimas na CMA na secção de urbanismo  e não fez nada.

 

 

Acham que me admiro?

 

Só me admiro que houvesse, ingénuos que acreditavam que o Arq da Casa Alberti e dessas obras à maneira (do Albano)  ia renovar alguma coisa que está completamente podre.

 

 

A malta quer o nome do fiscal e vamos pedi-lo.

 

Já sei Sr. Lalanda que há tipos que dizem que somos chatos.

 

Que esta vergonha vai continuar, e que temos de aturar isto.

 

Mas francamente acho que nós e o Sr.Lalanda, não temos de os aturar!!!!!!

 

Quando ao Albano pode ir rezar para a Igreja que desenhou para o Cónego Graça e que nunca saiu do papel.

 

 

Marcello de Noronha, da Tubucci

 

 



publicado por porabrantes às 13:05 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.11.11

fb_133ec3a9c139475fb07b083f764120f1 foto deste blogue

 

Isto era o logradouro da casa Alberti, hoje na posse de.....

 

quem quiser saber dirija-se à Conservatória de Registo Predial e peça informação à doutora, que as meninas têm mais que fazer....

 

pode pedir por preço módico umas cópias não certificadas da nota de registo.....

 

isto é cópia da legislação (PUA) e dum post de 10-2-2010 

 

Artigo 16.º

Logradouros

1 — Não é permitida a redução de que resulte aumento da densidade

de ocupação do solo, das superfícies dos pá tios, jardins e outros espaços

livres ao nível térreo.

2 — Não é permitida a construção de anexos nos logradouros existentes.

Excepcionalmente e com fundamento em razões de higiene e

salubridade, as reabilitações de habitações existentes podem prever a

construção de insta lações sanitárias e cozinha nos logradouros.

3 — A pavimentação de logradouros, com pedra, tijoleira, cimento,

entre outros, está sujeita a licenciamento / autori zação e só pode ser

autorizada desde que seja garantida a continuação de uma eficiente

permeabilidade do solo.

 

Artigo 17.º

Espaços Livres

1 — Nos espaços verdes, públicos ou privados, existentes ou a criar,

só podem ser autorizadas construções que completem a utilização do

espaço, quer se trate de mobiliário urbano, recreio ou equipamentos de

utilização pú blica.

2 — Não é permitido o derrube de árvores e maciços de arbustos,

excepto em casos excepcionais quando devida mente justificados.

3 — A substituição de novas espécies vegetais deve restringir -se às

naturais da região e ser precedida de um estudo adequado.

 

 

isto é aplicável no centro histórico abrantino e no Rossio ao Sul do Tejo

 

Pois bem vejam a fotografia e a nossa C.M.A.  explicar-nos á como é que isto se coaduna com o que está disposto acima.

 

olhos 1.jpg

 

na rua que vai para a velha Câmara mandada erguer por D.João V está este curioso bicho tapando os olhos.....

 

eu também tapo os olhos e é possível que tem tivesse tido obrigação de os ter aberto se deixasse contagiar pelo bicho....

 

contagiado por quem gosta de destruir logradouros sem pensar nos efeitos secundários está o dr. Costa da

 

CML

 

arriscando-se a destruir um monumento nacional.....O Jardim Botânico....diz....

 

 

314514_@f29N_2col_jh sa costa 3-360.jpg público

 

Ribeiro Telles indignado com proposta que abre caminho à construção em logradouros
08.10.2010
Ana Henriques, Cláudia Sobral

Proposta socialista de revisão do PDM de Lisboa contraria acordo pré-eleitoral do PS com José Sá Fernandes, selado há um ano para as últimas autárquicas.

O arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles mostrou-se ontem indignado com a medida do PS para autorizar a construção em logradouros, proposta na revisão do Plano Director Municipal (PDM) de Lisboa. "É uma anedota em termos de planeamento", reagiu Ribeiro Telles na entrevista a publicar na edição do PÚBLICO do próximo domingo. 

A proposta socialista foi detalhada na última reunião de câmara, anteontem, e a questão dos logradouros foi um dos alvos de toda a oposição representada no executivo liderado por António Costa - e até o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, se mostrou preocupado.

Lançar uma campanha de recuperação dos logradouros - via associações de proprietários, com incentivos financeiros de apoio técnico dado pelo município -, foi precisamente uma das condições do acordo pré-eleitoral de Sá Fernandes com os socialistas que governam Lisboa, e cujas listas acabou por integrar, na qualidade de independente. Além disso, Ribeiro Telles é a principal figura da associação de apoiantes de Sá Fernandes, a Lisboa é Muita Gente. Recentemente homenageado com a Medalha de Mérito Municipal, grau ouro, o arquitecto paisagista não assistiu à discussão camarária sobre a revisão do PDM, mas disse, depois de informado sobre a proposta, tratar-se de uma "medida gratuita, a favor da especulação urbana".

"Segundo percebi - prossegue, referindo-se ao documento a que depois teve acesso e ao que lhe foi transmitido -, logradouros são as tapadas, são os quintais, são as cercas conventuais e são as quintas de recreio - aquelas todas do Paço do Lumiar que são do século XVI e XVII. Se isso tudo é logradouro, evidentemente que é um desastre para a cidade de Lisboa. Quer cultural quer ambiental." 

Criticou ainda a imprecisão de vários conceitos usados na proposta de revisão, como o de superfície verde: "Ervas sobre betão são superfícies verdes." " [Isso] não é de uma cidade do século XXI e do sistema natural de uma cidade do século XXI", acrescentou. "É encapotar para as pessoas não perceberem bem o que é. Uma árvore vai buscar água às camadas inferiores e as raízes são a forma que tem de se sustentar. Acho bem que, depois de todas as árvores caírem em cima de automóveis e de pessoas, a câmara seja responsabilizada."

Às dúvidas colocadas em relação à proposta de autorizar mais construção nos logradouros - algo que actualmente se faz com muitas restrições (no máximo, 20 por cento da área total) -, respondeu na reunião o vereador Manuel Salgado, vice-presidente do executivo, responsável pelo Urbanismo e coordenador da revisão do PDM. Invocou a necessidade de criar mais estacionamento em Lisboa - nomeadamente nos logradouros -, sob pena de os promotores imobiliários desistirem de reabilitar os prédios antigos. E referiu também o facto de parte dos logradouros já estar ocupada com construção clandestina, que viola a regra dos 20 por cento da área total, actualmente em vigor. 

O programa eleitoral do presidente, António Costa, não menciona os logradouros. Diz, no entanto, que Lisboa necessita de aumentar a quantidade de solo permeável e o coberto vegetal. Nesse sentido, promete, entre outras coisas, "promover um programa de fomento de agricultura urbana".

Ribeiro Telles destaca as mesmas necessidades. "Lisboa precisa de locais permeáveis. Diminuir essa área na cidade - potencialmente, uma estrutura verde consistente - é mau em qualquer logradouro", afirma o homem que coordenou o Plano Verde para Lisboa, que está, aliás, em exposição no antigo Mercado de Santa Clara.''

 

in público

 

Tudo o que diz o arq.Ribeiro Telles diz é verdade e aplica-se em Lisboa e em 

 

 

Abrantes

 voltarei ao assunto

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 09:46 | link do post | comentar

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