Segunda-feira, 06.06.16

cgtp.png

aqui

 

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A CBI, antiga Bosh, empresa a operar em Alferreirede- Abrantes e que dedica a sua produção à construção de pastilhas de travão, no início do ano deixou de pagar o trabalho extraordinário aos trabalhadores associados no SITE- CRSA de acordo com o previsto com o Contrato Colectivo subscrito por esse Sindicato.

Numa verdadeira afronta à opção sindical de cada trabalhador, a empresa acrescia a descriminação quando aos trabalhadores não sindicalizados pagaria um montante superior ao pago aos sócios do SITE- CRSA e aos trabalhadores sindicalizados num sindicato pertencendo a outra central sindical que não a CGTP-IN um valor ainda superior ao dos trabalhadores não sindicalizados ao que acrescia o direito a descanso compensatório.

Esta situação não podia ter outro objectivo que não fosse o de fragilizar o SITE- CRSA, Sindicato de classe e que sempre se bateu pelos direitos dos trabalhadores da CBI, tendo ainda no ano passado convocado uma greve por aumentos salariais dignos.'' in

 

União de Sindicatos de Santarém

 

a redacção



publicado por porabrantes às 12:42 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11.08.14

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Primeiro líder afastado

 

Primeiro líder afastado

Um dos principais 'mistérios' da Intersindical (que viria a adotar a designação de CGTP no congresso de 1977) prende-se com o afastamento do seu primeiro líder. Suplente do Comité Central do PCP, Canais Rocha foi o primeiro coordenador da central logo a seguir ao 25 de abril.

Na versão de Américo Nunes, em agosto de 1974, "por razões de ordem pessoal alheias à atividade sindical, Francisco Canais Rocha saiu de coordenador da Intersindical". Que razões foram, nada adianta.

Numa entrevista concedida em 1986 ao investigador José Barreto, Canais Rocha explicou o seu afastamento "não por divergências políticas" com o PCP, "mas pelo meu comportamento na polícia". Quadro clandestino do PCP, Canais fora preso em 1967. Torturado pela PIDE, não resistiu e falou.

Pouco depois do 25 de abril, o MRPP acusou-o publicamente de ter 'colaborado' com a polícia. O próprio PCP terá feito uma investigação nos arquivos da PIDE/DGS, onde terá encontrado elementos comprometedores. Em consequência, Canais foi expulso do PCP. A saída da central era inevitável.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cgtp-branqueia-a-sua-historia=f631517#ixzz3A6E0i3nP
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José Pedro Castanheira no Expresso

 

O panfleto do MRPP é este (parte) e está on-line

 

 

 

http://www.amigoscoimbra70.pt/download/Documentos%20de%201974%20p%C3%B3s%2025%20Abril/1974_12_03_D_Decla_Luta_Popular_MRPP.pdf

 

É naturalmente um texto polémico inserido na luta entre o MRPP e o PCP e deve ser lido dentro deste parâmetro.

 

Mas o texto do Avante, que saiu na época em que Canais foi preso, dizendo que resistiu à polícia política não passa de pura propaganda.

 

Não sei se voltarei ao  tema

 

MA

 

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 16:43 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.04.12

MAI abre processo disciplinar a agente da PSPDN

 

Em primeiro lugar a senhora,

 

a jornalista Patrícia Moreira (France-Press)

 

Em segundo, o senhor (guarda da PSP) Manuel António Correia Pinto, da Divisão da Amadora do Cometlis, nº 152715

 

o nome da coisa: é o processo de averiguações.

 

 

 

Que eu me lembre é a a primeira vez que o MAI é tão transparente.

Palmas!

 

Agora há coisas no relatório demasiado retóricas, demasiado policiais......como quase considerar a máquina de fotografar indício de subversão..... 

MN

PS-o Abrantes diria, aqui há gato, eu digo, ò chefe não sejas tão desconfiado........ 

 

A outra faceta da medalha é este artigo do Miguel Serras Pereira no Vias de Facto e a pergunta: vai a CGTP também dizer-nos o nome dos Rambos do seu serviço de ordem? Ou é segredo sindical? 

 

Um desprezo histórico democraticamente desprezível

por Miguel Serras Pereira


Anda por aí um post que — partindo o seu autor do pressuposto de que a violência e a força bruta são as figuras por excelência da razão e tanto o mais perfeito meio como o fim último de toda a acção política — apresenta a prática dos piquetes de segurança da CGTP que espancam manifestantes dos Precários Inflexíveis como uma expressão superior de unitarismo. Na caixa de comentários do mesmo postum correligionário do autor, denuncia os espancados e as vozes que se levantaram em sua defesa como divisionistas, cavadores de fossos anti-unitários. 

O mais curioso é que todo este alarido vem a propósito de um certeiro texto de Carlos Guedes, cuja importância a Joana Lopes já assinalou na rubrica "Leituras" do seu Brumas, do qual se podem - devem - reter as seguintes palavras: É histórico o desprezo com que a CGTP trata os movimentos sociais que vão surgindo e não há, infelizmente, nada de novo aqui — ou seja, nas equívocas e ventríloquas declarações de repúdio por "actos de vandalismo" que Arménio Carlos houve por bem proferir — assim fazendo, como sublinha também Carlos Guedes, a «figurinha» de parecer estar a defender a brutalidade policial e a esquecer o que os seguranças da CGTP fizeram

Conclusões imediatas: 

1. o desprezo histórico com que a CGTP trata os movimentos sociais é politicamente desprezível e, como tal, só pode ser combatido sem reservas por qualquer democrata. 

2. Igualmente desprezíveis são as considerações e as concepções orgânicas — tácticas, mas não só — que a levam a não combater e denunciar a infiltração nas fileiras dos seus apoiantes de ruidosos apologistas de métodos e ideias de inspiração caracterizadamente fascista, como é o caso do reincidente autor do post que aqui comecei por referir e de alguns daqueles que, na respectiva caixa de comentários, o aplaudem.


publicado por porabrantes às 19:14 | link do post | comentar

Quinta-feira, 08.07.10

Slideshow Image 1
à rua , cidadãos!!!!

 

Miguel Abrantes, futuro participante na manif de amanhã


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publicado por porabrantes às 11:49 | link do post | comentar

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