Quarta-feira, 23.05.18

Era uma vez um cigano que tinha um Mercedes.

 

Bem o cigano estava casado com uma cigana, que terá chegado virgem no dia da prova étnica.

 

Davam-se tão bem, que se dedicavam em conjunto ao crime.

 

Bem, o cigano apesar de ter um Mercedes Vito, já tinha sido condenado por conduzir sem carta nesta terra.

mercedes vito

 

Nesta e noutras e a mulher também.

 

Como convém aos nómadas, viviam numa barraca e tinham 2 filhos.

 

Nos tempos livres  dedicavam-se a frequentar um curso de formação profissional.

 

O Estado pagava-lhes para estudarem.

 

Recebiam cada um 300 euros de esmola, ou seja Rendimento mínimo.

A isto acrescia: 40 € de abono dos filhos e 70 euros de subsídio de refeição, no curso das horas livres.

 

Ou seja um rendimento familiar de 780 euros mensais que certamente não dava para a gasosa da máquina.

 

É difícil viver com 780 euros, de forma que foram, com uma amiga, assaltar um sucateiro de Alcanena, mas como o empresário se interpôs, foram caçados.

 

No processo chegou a discutir-se se houve ameaças de morte ao empresário, mas isso não foi provado.

 

Para o fim que interessa, foi em primeira instância declarado perdido o Mercedes a favor do Estado.

 

Reclamaram os ladrões e o ladrão marido, que apanhara 22 meses de cadeia, trocada por trabalhos a favor da comunidade, queria o Mercedes de volta.

 

A ladra apanhara 120 dias de grelha, remível a dinheiro.

 

Foram à Relação, que não a de Évora, e esta mandou devolver-lhe o Mercedes.

 

Durante o assalto investiram com o Mercedes o carro do empresário e deram-se à fuga, mas os Desembargadores não consideraram que  dos Autos possa resultar que o Mercedes volte a ser usado para o crime.

 

Cá para mim é uma percepção ousada.....

 

Cá para mim e para o sucateiro de Alcanena.......

 

Finalmente espero que não ande por aí alguma autarquia a comprar casas para alojar ladrões....

 

mn



publicado por porabrantes às 18:00 | link do post | comentar

Quinta-feira, 26.04.18

Em 2015 foi adjudicada à Territórios Criativos, por proposta da cacique da CIMT isto

 

N.º 09 - Proposta de deliberação da Presidente do Conselho Intermunicipal remetendo

para aprovação do Conselho Intermunicipal a proposta para realização de um estudo sobre as Comunidades Ciganas dos Concelhos de Abrantes, Entroncamento e Tomar – Processo

 

estudo ciganos.png

Dos resultados disto não temos notícia em Abrantes, nem na CIMT

 

O Estudo também não foi divulgado...

 

Mas temos no Entroncamento

Resposta aberta ao Deputado Municipal Pedro Gonçalves:

 

Caro Pedro Gonçalves


Como é do seu conhecimento e é possível verificar no relatório do Observatório de Segurança (Conselho Municipal de Segurança de 29 de junho de 2015), os crimes tipificados como "Contra as Pessoas" tiveram, na nossa cidade, um decréscimo de 11,5%, enquanto que nos concelhos vizinhos (Torres Novas e Abrantes) observou-se um acréscimo de 7,6% e 15,2% respetivamente.


Estamos, no entanto, conscientes de que certas áreas, devidamente sinalizadas, merecem atenção especial, fruto das suas especificidades socioeconómicas e da prática reiterada de comportamentos desviantes.


A Câmara Municipal do Entroncamento vê com agrado e valoriza o envolvimento da estrutura local do CDS PP no assinalar de um problema que está devidamente identificado pelo município e em relação ao qual temos estado a trabalhar desde o início do mandato.


Recordo-lhe que o Conselho Municipal de Segurança tem reunido regularmente no final de cada trimestre e tem feito a análise detalhada dos índices de criminalidade no Concelho, debatendo as questões da segurança e apresentando caminhos para ultrapassar os problemas identificados.


Nos últimos dois anos este Conselho Municipal de Segurança já reuniu por 6 vezes, o mesmo número de vezes que reuniu nos últimos doze anos do executivo anterior.


Como certamente será do conhecimento do CDS do Entroncamento, até pela sua participação no Conselho Municipal de Segurança e pela postura responsável e apresentação de contributos válidos que tem caracterizado a sua atuação na Assembleia Municipal, a autarquia, em conjunto com a PSP local e distrital, ao longo destes dois anos e meio, tem tido intervenções sistemáticas no sentido de devolver a autoridade democrática às zonas da cidade onde no passado se aceitava todo o tipo de comportamentos.


Poderia apontar inúmeros exemplos, mas refiro-lhe apenas as nossas intervenções ao nível dos bairros socias da cidade ou ao nível do mercado semanal de forma a exigir o cumprimento das obrigações de cidadania e das regras municipais de utilização dos espaços.


Onde antes se assistia a comportamentos desviantes em habitações e demais espaços camarários, verificamos hoje cada vez mais atitudes de respeito e cidadania. Não atingimos a situação desejável, mas concordará que se evoluiu muito.


O efetivo da esquadra do Entroncamento tem sido aumentado e rejuvenescido. Temos assistido a um reforço do patrulhamento com recurso a meios operacionais do comando territorial da PSP. Este esforço e colaboração da PSP vai-se manter e se necessário aumentará.


Foram realizadas melhorias na atual esquadra da PSP, não obstante o esforço que estamos a desenvolver para desbloquear o processo da construção da nova esquadra.


Temos vindo a desenvolver políticas ativas de inclusão.


No âmbito do CLASE – Conselho Local de Ação Social apresentámos uma candidatura ao Contrato de Local de Desenvolvimento Social que foi aprovada e já está no terreno. Este projeto inclusivo tem um financiamento de 450.000 € e vai-se desenrolar durante três anos.


Estamos a desenvolver um estudo sobre a questão da Etnia cigana com o ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, que envolve anualmente os concelhos de Tomar e Abrantes e é coordenado pelo Prof. Roque Amaro.


A recentemente aberta Escola do Bonito constitui uma realidade de integração que realçamos.


Estamos a devolver o espaço do bairro Frederico Ulrich à cidade. Primeiro fizemos passar o traçado da Ciclovia Verde, uma via que é estruturante para ligar a cidade de norte a sul num corredor pelo interior do bairro.


Estamos num processo de fixação de associações da nossa terra naquele espaço, através da atribuição de imóveis para sede. Desta forma aumentamos a afluência pública e a segurança. São disso exemplos o Núcleo de Andebol do Entroncamento (NAE) e a casa de função do Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS 3G).


Estas são algumas das medidas já tomadas e em processo contínuo de consolidação que temos vindo a desenvolver. Mas temos consciência que não chega.


A segurança do Entroncamento é um processo que precisa de continuar a ser trabalhado por todos os parceiros, em especial pelos que fazem parte do Conselho Municipal de Segurança. Como diz e bem, o Entroncamento merece mais de todos nós pelo que saúdo a sua disponibilidade para em conjunto contribuirmos para uma cidade em que todos tenhamos direitos e deveres iguais e onde todos se sabem respeitar nas suas diferenças. Uma cidade para as pessoas.


Cordiais cumprimentos
Jorge Faria
(Presidente da Câmara Municipal)

 

(...) devida vénia à CM Entroncamento  

 

Portanto seria melhor que 3 anos depois a cacique divulgasse o estudo, as medidas implementadas e a avaliação dos resultados......

 

Que é para não implementarem só medidas avulsas, como as últimas compras de casinhas....

 

ma   



publicado por porabrantes às 21:07 | link do post | comentar

Sábado, 14.04.18

É em Coimbra mas devia também ser implementado em Abrantes

 

 

Edital 603/2008

Carlos Manuel de Sousa Encarnação, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, torna público, nos termos e para efeito do disposto no artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, que se encontra em fase de apreciação pública o projecto de "Regulamento do Parque de Nómadas", que a seguir se transcreve. Qualquer interessado pode apresentar na Câmara Municipal, por escrito, as suas sugestões no prazo de 30 dias contado da data de publicação deste projecto de regulamento no Diário da República.

Regulamento do Parque de Nómadas.....

 

mn

 

devida vénias Tretas



publicado por porabrantes às 10:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.03.18

A Celeste Simão distribuiu umas casinhas aos ciganos de S.Macário, passando por cima de dezenas de abrantinos que esperavam habitação social.

celeste_2.png

Disse a senhora que havia uma determinação legal que permitia fazer isso.

Mas não a citou.

Acontece que essa determinação não pode ultrapassar a determinação constitucional que estabelece a igualdade entre todos os lusos.

Portanto violou a Constituição a Celeste.

É obra.

mn


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publicado por porabrantes às 13:34 | link do post | comentar

Domingo, 18.02.18

 

Toda a gente sabe do que se trata, menos o jornalista...

 

no Porta da Loja


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publicado por porabrantes às 17:55 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.12.17

Duzentos ciganos querem aderir ao PS. Há sérias resistências internas a admitir os cidadãos desta minoria étnica

Cheira a racismo .....ou a golpada ....


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publicado por porabrantes às 18:51 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.11.17

Em 2011, com a presença salerosa da Celeste Simão, a Pastoral Cigana, reunida em Castelo de Vide, sob a presidência do nosso amado Bispo dizia:

 

'' – A nível da Igreja nota-se a falta de interesse pastoral face à população de etnia Cigana. Esta constatação é confirmada na pouca participação no encontro nacional, pois a maioria das dioceses do país estive ausente. Torna-se urgente promover um efetivo comprometimento da Igreja com a população cigana, a qual tem, obrigatoriamente, de ser assumida como uma parcela do Povo de Deus, que é sujeito de evangelização.

 

9 – Continua a notar-se a falta de sensibilidade de muitos párocos e comunidades paroquiais para aceitar, no seu seio, os cristãos de origem cigana, acontecendo, por vezes, algumas atitudes discriminatórias, antievangélicas, que desacreditam a própria Igreja. Daí ser necessário promover a sensibilização dos párocos e comunidades paroquiais para esta realidade, a qual só surtirá algum efeito se partir dos responsáveis máximos da Igreja, ou seja, dos Bispos. Por isso, recomendamos à Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana que promova a elaboração e divulgação de um documento pastoral sobre esta realidade, dirigido a toda a Igreja que está em Portugal.''

 

O Cónego não escutou o Bispo.....

 

Nem os anacletos....

 

O Bairro cigano do Lazareto continua assim

lazareto

ver mais no blogue e no Mirante

 

ma

 

 



publicado por porabrantes às 16:42 | link do post | comentar

Domingo, 19.11.17

cigana cigana.png

 



publicado por porabrantes às 18:24 | link do post | comentar

14 de diciembre de 2012 a las 11:55 ·
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Administrar

Augusto Rosa Martins
Augusto Rosa Martins Eu creio que estão há mais anos, porque um dos filhos da Maria Cigana e do Ambrósio que creio se chamava Helder, andou na escola primária com meu filho Filipe, portanto eles foram para lá por volta de 1978/9, por obra e graça de um senhor que se chama Valdemar Bicho, este Sr. mandava mais que o Eng Bioucas. ele conseguiu dividir a população de Arreciadas com as suas artimanhas.
 
22 de enero de 2013 a la 1:43 ·
 
Comentário do Sr. Martins na página da Tubucci
 
Assim a Vereadora Celeste fica elucidada
 
mn


publicado por porabrantes às 18:15 | link do post | comentar

Sábado, 18.11.17

Diz a Vereadora Celeste dos pobrezinhos, que há umas sentenças para sair, que implicarão que 2 ou 3 barracas ciganas  de São Macário, essa nódoa negra do urbanismo abrantino,que o PS deixou criar e alastrar, com a cumplicidade da Celeste, que irão ao chão.

Aleluia!

Diz a Celeste, com a sua beatitude habitual, que compraram casas para os desalojados.

Afirma a Celeste, que há uma longa lista de espera para habitação social nesta terra.

Tem o descaramento de dizer que não há, neste concelho, Regulamento para atribuição de habitação social.

 

E o PS governa desde Abril, fora aquele interlúdio alaranjado do Lopes.

Como não há regulamento a Celeste e os amigos ( e surpreendentemente os Vereadores da Oposição) vão dar casinhas aos desalojados por sentença  judicial, , passando por cima da lista de espera.

E porque  desalojam os das barracas?

Porque se construiram casas em terra alheia ,para  gente se instalar num território sem Lei nem Ordem: São Macário, principal centro do crime abrantino.

Digo eu (e não só, também dizia a cacique) que não se deve dar prioridade a cidadãos, só porque pertencem a certa etnia. .

 

19071449_0niFk

Dizia a cacique, era 2015, que não se podia dar prioridade a pessoas ''apenas porque se trata de etnia cigana''.

Agora vão dar 3 ou 4 casas a pessoas, saltando a lista de espera, ''apenas porque se trata da etnia cigana''.

Esta gente toureia a Lei e contraria as suas próprias declarações feitas em acta municipal.

Esta gente deixou criar um cancro em São Macário e nunca fez as demolições que prometeu:

REUNIÃO DA CÂMARA DE 18/3/13 (I)

 

S. MACÁRIO - LICENCIAMENTO DE OBRAS

Pedido de esclarecimento dos vereadores eleitos pelo PSD

Em 18 de Outubro de 2010, trouxemos à reunião de câmara um pedido de esclarecimento sobre o muro em alvenaria construído, no limite da faixa de rodagem, na estrada que liga Arrifana a Arreciadas,  e que constituía um manifesto perigo para a segurança, quer de veículos, quer de peões.

Segundo informação, na altura, da senhora presidente da câmara, o muro não tinha sido licenciado e já tinha ordem de demolição.

Acontece que, quatro anos passados sobre a sua construção, o muro não só lá se mantém no mesmo sítio como as construções, em redor do muro, continuam em franco crescimento como documenta a foto que nos foi enviada por um munícipe.

E segundo o munícipe, as obras são recentes, em madeira, chapa e alvenaria, foram feitas perante a passividade dos fiscais da câmara e não consta que tivessem sido licenciadas.

Já outros munícipes nos tinham manifestado anteriormente a sua insatisfação pelo facto de a câmara demonstrar uma dualidade de critérios no tratamento dos munícipes, permitindo a uns construir o que lhes apetece e nas próprias barbas dos fiscais da câmara e obrigando outros a demolir pequenas ampliações nas suas habitações e levantando-lhes autos de contra-ordenação.

Ora, num Estado de Direito não cabe à Câmara seleccionar os munícipes a quem se aplica ou não se aplica a lei, mas aplicá-la, porque o que caracteriza precisamente o Estado de Direito é o facto de a lei ser igual para todos: "ninguém está acima da lei e do Direito".

Acresce que esta situação ainda se torna mais grave porque, segundo os munícipes, a Câmara não age, neste caso, por medo, o que, para além de ser inadmissível, porque quem tem medo não pode exercer certas profissões, nem candidatar-se a cargos executivos, contribui para aumentar o clima de insegurança no concelho.

Como ensina Camões n' Os Lusíadas, «o fraco rei faz fraca a forte gente.»

Sendo certo que a integração social de qualquer pessoa, família ou comunidade passa necessariamente pela exigência do cumprimento da lei até porque fingir que não se vê ou assobiar para o lado apenas serve para amplificar o problema, sem o resolver.

Sem esquecer que, se estivermos perante uma situação de emergência social, a resposta da Câmara não pode passar, obviamente, por deixar cada um construir onde e como quer e lhe apetece.

Pelo exposto, gostaríamos de saber:

(a) qual o fundamento para que o muro não tenha ainda sido demolido, tendo em conta que põe em risco a segurança de peões e veículos;

(b) qual o fundamento para que se tenha consentido na edificação das construções em redor do muro ou, caso se trate de construções clandestinas, por que razão não se agiu para impedir a sua construção ou não foram as mesmas já mandadas demolir.''

 

mn

devida vénia ao Amar-Abrantes, agora Coluna Vertival, do dr.Santana-Maia Leonardo



publicado por porabrantes às 13:00 | link do post | comentar

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