
O nosso amigo e grande abrantino eng.José de Albuquerque Carreiras é um dos coordenadores duma obra já clássica sobre a Ordem de Cister, a que Afonso Henriques escolheu como parceira para criar depois da Cruzada contra a barbárie , um Estado europeu e cristão, Portugal.
Ou foi Cister que escolheu Afonso, o claro varão, que levou a Guerra Santa até Silves?
Naturalmente com aliados mouros, homens que recusavam o fanatismo almorávida e levantavam a cimitarra contra os bárbaros que chegavam do Magreb.
Como herdeiros da brilhante civilização que Abderraman, o Califa, erguera em Córdoba.
mn
PROGRAMA - ordem e título das comunicações
de manhã (10.30H):
1) José Albuquerque Carreiras, Instituto Politécnico de Tomar
Jerusalém no tempo do templários
2) Carlos de Ayala Martinez, Universidade Autónoma de Madrid
El nacimiento de un fraude historiográfico: a propósito del “misterio” sobre la orden del Temple
de tarde (15H):
3) Giulia Rossi Vairo, Instituto de Estudos Medievais (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)
A extinção da Ordem do Templo e o advento da Ordem de Cristo à luz das fontes arquivísticas
4) Nuno Villamariz Oliveira, Instituto de Estudos Medievais e Instituto de História da Arte
(Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa)
Novas problemáticas em torno da arquitectura e espiritualidade templárias
aguardamos a inscrição da licenciada Filomena Gaspar
para ela explicar à comunicade científica quantos templários encontrou enterrados na Parada Abel Hipólito....
Carlos de Ayala Martinez é o maior especialista europeu em Ordens de Cavalaria
José de Albuquerque Carreiras é o peticionário nº 1 em Defesa de S.Domingos
A Giulia Rossi Vairo é a maior especialista mundial na vida de Isabel de Aragão, Rainha de Portugal e Senhora de Abrantes
Nuno Villamariz Oliveira é uma grande referência nos estudos medievais lusos
A APOC é a referência na dinamização dos estudos das ordens de cavalaria em Portugal (juntamente com a Câmara de Palmela, que foi sede de Santiago)
A Extremadura abarcava Abrantes na Idade Média
mn
os melhores historiadores falam sobre a Ordem que ajudou Afonso Henriques a construir Portugal
presença do nosso amigo eng.José Albuquerque Carreiras
Outra grande iniciativa da APOC
mn
Promovido pela APOC , IPT e Mosteiro de Alcobaça e animado pelo eng.José Albuquerque Carreiras decorreu este ciclo de conferências, tive pena mas foi-me impossível assistir
Devida vénia aos nossos amigos da APOC
http://cisterportugal.blogspot.pt/2014/05/seminario-em-tomar-e-em-alcobaca.html
posto por mn
Pede-nos a Associação abrantina de Tubucci, que como sabem se dedica a defender o Património da Cidade e da Região que procedamos à divulgação deste evento, coisa que fazemos com o maior gosto.
É uma personagem essencial na organização e dinamização deste Colóquio o nosso amigo e sócio fundador da Tubucci, eng. José Alburque Carreiras, primeiro signatário da petição para defesa de São Domingos!!!!
Não é preciso recordar a ninguém interessado no Património e na História de Portugal o papel destacado que tiveram a Ordem de Cister (cuja principal Abadia em Portugal é Alcobaça), bem como os Cavaleiros Templários (introduzidos em Portugal pela Rainha D.Teresa, mãe de D.Afonso Henriques) e depois a Ordem de Cristo (nome português da O. dos Templários, salva por D.Dinis da aniquilação miserável contra ela decretada pelo Papado, dócil instrumento nas mãos do monarca da França na época) na nossa região.
Os símbolos da Ordem ainda estão de pé em Tomar e no Almourol, só para citar alguns
A
continua a flutar orgulhosa por exemplo nas asas da Força Aére Portuguesa.
O evento é celebrado com apoio do IPT e a divulgação que damos mostra que não temos nenhuma hostilidade contra essa instituição, embora tipos indesejáveis como Luís Oeesterbeck, conhecido simpatizante da extrema-direita e divulgador do nazismo, nos mereçam o repúdio que qualquer pessoa de bem tem por um admirador das camisas castanhas!!!!!
Entrando no site do evento, www.cister-templarios.ipt.pt terão todas as informações que desejarem. A qualidade dos participantes onde se encontra a fina-flor dos medievalistas ibéricos garante desde já o êxito do colóquio.
Pena que os ''historiadores'' municipalizados cubram a cultura abrantina de lama e que para vermos coisas sérias tenhamos de ir a Tomar.
Onde não há imbecis que defendam que os conventos têm de ser demolidos.
Ficam chateados por lhes chamar imbecis?
Podem chatear-se mais um bocadinho porque também lhes chamo asnos, inexcedíveis pedaços de austrolopitecos, zuavos, mamelucos e coisas do género.......
Marcello de Noronha, defensor do Património de Abrantes

História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)