Terça-feira, 05.11.19

 

ver order 1

F.J.Pinto Coelho, António Maria Fontes Pereira de Melo



publicado por porabrantes às 10:21 | link do post | comentar

morgado de punhete

Para aterrorizar um Parlamento, fosse a Câmara dos Pares ou a de Deputados, nunca precisou Gastão que criassem um estatuto especial para gagos.

Gaguejando insultou o Imperador e ameaçaram-no com cadeia, gaguejando propôs a criação da Igreja Lusitana e que se rompesse com Roma e que o amigo dele, o Padre Marcos, maçon de alta hierarquia, dela fosse Papa, gaguejando fez parte e impulsionou uma Comissão para defesa do Tejo, já em oitocentos, com o coronel Manuel Martini, de Punhete.

Aos que lhe chamavam gajo no Parlamento, reptava Dom Gastão, para ajustar contas num descampado e no cartão dizia-se '' sendo eu o ofendido, cabe-me a escolha da arma, será à pistola''.

Era conhecida a pontaria do Conde da Taipa, que se iniciara em armas nas Guerras do Rio da Prata e continuara apurando-a, disparando sobre miguelistas, nas guerras civis.

De forma que eram somente  os pasquins anónimos que lhe chamavam o ''gago-ladrão''.

Senhor de vastas terras na Bord'-Água e nas lezírias e charnecas abrantinas e de Punhete, de que era Morgado, o último Senhor das Ilhas Desertas, era o dono da Casa de Camões, em Constância, herança dos Sande, que tinham acolhido o Épico.

Era gago, o Conde, que acompanhou Garrett nas ''Viajens pela Minha Terra'', em busca não de Joacine, mas da Joaninha dos olhos verdes.

Foi miguelista e depois o mais radical dos liberais, legiões de escravos negros e guanches alimentaram as plantações de cana madeirense, dos Câmara, seus antepassados ilhéus.

Já a Joacine tem pano para mangas para fulminar o gago. Que de espada na mão, ajudou Portugal a ser livre de frades, forcas e inquisidores.

mn



publicado por porabrantes às 09:14 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.03.19

Enquanto os miguelistas enchiam o país de forcas e davam Vivas ao Usurpador, as milícias de caceteiros, conhecidas pelos Voluntários Realistas, animadas cá na terra pelo Padre Bairrão e pelo tenente delas, Raymundo Soares, garantiam a velha ordem fradesca.

Enquanto isso, um dos fidalgos com interesses na zona, de mais clara geração, era Morgado de Punhete e senhor da velha torre onde os seus antepassados tinham recebido Luís Vaz era.......privado das honras e títulos que lhe dera D.João VI e que herdara dos seus maiores.

gastao

 

E mais que isso, confiscavam-lhe a condição de português e passava a ser apátrida, porque era desnaturalizado.

D.Gastão da Câmara Coutinho partira para o exílio para lutar pela Liberdade e regressaria de espada na mão, com Fronteira, Saldanha, Terceira, sob o comando de D.Pedro IV para terminar com o reino das forcas.

taipa ii

Injusta acclamação do serenissimo infante D. Miguel, ou, Analyse e refutação ...

Escrito por António da Silva Lopes Rocha

 

E o tabaco?

Não tinha D.Pedro dinheiro para a guerra, e logo um financeiro lhe disse, se me dás o contrato do tabaco, haverá dinheiro. Era o Quintela.

mn

 



publicado por porabrantes às 09:04 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.11.16

Vamos ver se o Morgado era gago, dê-se a palavra a Dom Gastão (1):

 

plágio taipa.png

Ou seja o Mesquitela e os amigalhaços tinham traduzido mal do francês o regulamentozinho e até o número de parlamentares, esquecendo que os lusos eram só 37.

O Conde de Mesquitela ficou vermelho e Taipa prosseguiu...

Era 1826 e a revista Paquete Estrangeiro, estranho nome, transcrevia os diálogos e insultos na Câmara Alta.

mn

(1) ''Gastão da Câmara Coutinho Pereira de Sande (1794-1866),12° senhor das ilhas Desertas, e dos morgados da Taipa e Regalados, alcaide-mor de Torres Vedras, par do reino, D. João VI concedeu o título de conde da Taipa por Decreto de 3 de Julho de 1823. Foi casado com D. Francisca de Almeida Portugal. '' Associação dos Amigos da Torre do Tombo '' Também foi Morgado de Punhete. O Mesquitella e os amigalhaços chamavam-lhe o ''gago-ladrão''.



publicado por porabrantes às 16:10 | link do post | comentar

Sexta-feira, 28.10.16

s. domingos do chouto.jpg

Dizia Frei Luís de Sousa em 1666:

chouto 1662 frei luis de sousa.png

Era dono da Capela, por 1840, D.Gastão Coutinho, Conde da Taipa e Morgado de Punhete, a quem as crónicas da época chamam o gago-ladrão

gastao coutinho, conde sa taipa - copia.jpg

 

 mas que apesar de gago, não teve pejo em dizer a D.Pedro IV, no Parlamento, que traía a Revolução e  que queria construir um sistema pouco liberal. D.Pedro morreu de desgosto dias depois. D.Gastão não seria gago se falava assim, como não era maneta. pois pegou na espada por D.Miguel e depois por D. Pedro. E por falar assim foi preso...

taipa prisao gazeta de lisboa.png

Violou Silva Carvalho a imunidade do Par do Reino, com um descaramento inaudito, mas nunca se atreveu o bacharel, a pegar numa pistola para desafiar Taipa, a pontaria do Conde era conhecida...

Foi vendendo D.Gastão o que os seus maiores lhe tinham deixado, porque não enriqueceu na guerra e na política não havia subsídios para políticos, gamela de que agora come a classe,  e vendeu a Torre que tinha em Punhete

constancia torre dos coutinhos.jpg

onde estivera Camões, vendeu o Senhorio das Desertas, não vendeu a Capela de S.Domingos do Chouto, no extremo do concelho, na fronteira da Chamusca, onde rezavam os campónios da charneca para se  protegerem dos lobos, isso foi um Marquês seu enteado...

 

A capela caiu em ruínas e foram as filhas deste homem, Manuel João da Rosa, 

manuel joão da rosa.jpg

o mesmo que fechou S.Vicente e S.João de Abrantes e  bastantes das Igrejas das paróquias rurais, que a reergueram do olvido e do mato bravio..

Até há pouco ainda se rezava a S.Domingos do Chouto, perto de Água Travessa, agora dizem-me que os  porcos  se cevam entre as paredes ancestrais e o S.Domingos, que  foram buscar à Igreja do Chouto, onde dera entrada depois da capela de D.Gastão se arruinar, estará nalgum antiquário...

Era uma talha seiscentista de pedra, de feição popular 

Sei quem é o responsável por isto, mas este é o triste destino de tantas capelas de Abrantes...

capela da herdade do vale cortiças.jpg

Capela da Herdade do Vale de Cortiças

 

capela caldeira.jpeg

Capela do Solar Caldeira

era telheiros 20.jpg

 

Capela dos Telheiros

 

 

 

vale de roubao 16.jpg

 Capela de Solano de Abreu

 

Acho que já chega...

 

Por muita tinta que gastem no PUA falando de capelas, poucas salvarão os que destratam este concelho

 

mn

 

 



publicado por porabrantes às 23:04 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.11.15

constancia torre dos coutinhos.jpg

Ainda se vê, vigilante à beira-Tejo, antes duma edilidade acéfala ter demolido as veneráveis pedras no início do século XX.

Eis um dos últimos Morgados de Punhete

gastao coutinho, conde sa taipa.jpg

D. Gastão Coutinho, o ''gago-ladrão'', Soldado do Imperador, liberal radical, inimigo da padralhada  e companheiro de Almeida Garrett nas Viagens .

 

A foto devemo-la a Eduardo Mascarenhas de Lemos

noutra torre e nas Actas do Parlamento e nos jornais radicais encontrarão D.Gastão, bem como nas memórias do cunhado

 

na toponímia de Lisboa

 

na PJ da época

Reflexões sobre a conducta do conde da Taipa, e o documento publicado na chronica constitucional de 10 do corrente mez de Dezembro pela repartição de policia judiciaria.

Editorial: [Lisboa], [Na Imprensa Nacional], [1833]

 

na Câmara de Torres Vedras, de que foi o último Alcaide-Mor

Em Cavalaria 7 que comandou

Por Almeirim e Alpiarça, nas ricas terras da Bord'Água, onde se estendiam as suas casas e herdades 

 

mn

 

no Arquivo Eduardo Campos também



publicado por porabrantes às 22:21 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.03.15

coutinho 2.png

 Gastão Coutinho era assim, liberal dos pés à cabeça, e depois acusou a reacção miguelista de fuzilar padres

 

coutinho 3.png

 entretanto outro deputado abrantino entregava um requerimento dizendo que cá no concelho já não pagavam a côngrua à ''padralhada''.

O homem protestava, precisava de votos e os padres eram influentes eleitorais....

 

O Conde estava-se nas tintas para os votos, como se estivera nas tintas para as balas no Cerco do Porto, como se estivera nas tintas para D.Pedro IV, escrevendo-lhe o que nenhum deputado do PSD ousou escrever a Passos ou do PS a Sócrates...Tudo por causa da benta corrupção, que denunciaria o Conde, acerca do Contrato amanhado dos Tabacos...

 

Merecia uma biografia Gastão da Câmara Coutinho, Morgado de Punhete,porque dalguns destes já temos

conde.png

Fica o desafio.

mn



publicado por porabrantes às 16:43 | link do post | comentar

Domingo, 29.06.14

Gastão Coutinho, Morgado de Punhete, Conde da Taipa, Senhor das Ilhas Desertas, soldado do Infante Dom Miguel na jornada de Vila Franca, oficial do Imperador Dom Pedro e da Rainha nas Guerras Liberais, Par do Reino, propôs um cisma com Roma e a escolha deste homem como Papa da Igreja Lusitana

 

 

 

 

cortesia do Prof António Ventura, que anotou que o Reverendo só chegou a Grão-Mestre de certa tribo de pedreiros-livres, certamente aquela onde punha o avental o Senhor Dom Gastão da Câmara Coutinho, herdeiro dos fidalgos que deram asilo a Camões na sua torre de Punhete.

 

Agora vou reler uma carta autógrafa da sua mulher D.Francisca de Almeida Portugal ou do enteado....o Marquês da Valada, herdeiro dos latifúndios abrantinos do Coutinho depois dum longo processo judicial que deu brado.

 

Até que chegue o livro do Francisco Carromeu.

 

MN



publicado por porabrantes às 15:15 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.03.13

 Armas dos Condes da Taipa

 

 

reproduzido de http://miguelboto.blogspot.com.es/2010/10/taipa-condes.html

 

O autor do brasão é Miguel Ângelo Boto a quem fazemos a devida vénia

 

 

A Torre é a que uma Câmara ignara de Constância mandou demolir.....

 

D.Gastão da Câmara Coutinho, senhor das Ilhas Desertas, Morgado de Punhete, Conde da Taipa, grande proprietário rural em Abrantes, Constância e Almeirim, sempre fora um radical. Primeiro miguelista, depois liberal, depois inimigo do Regente D.Pedro, pai de D.Maria II.

Sei alguma coisa sobre a personagem e até tenho umas cartas autógrafas dele e da mulher,  mas não conheço retrato seu, que rogo a quem tiver nos faça chegar por ser importante para a História de Abrantes.

 

Mas não sabia que o fogoso Par do Reino, o combatente da Vilafrancada e o bravo do Mindelo, encontrou solução para o drama encenado neste conclave.

 

Em 1839, depois do verbo iluminado de José Estevão, o da rua lateral à velha Câmara Abrantina, o aveirense  cuja oratória parlamentar deslumbrou gerações, se largar em furiosos ataques contra o clericalismo e contra Roma, logo D.Gastão, o cunhado querido de D.José Trazimundo, Marquês de Fronteira, o dono de milhares de hectares de mato que iam desde a Bemposta até Santa Margarida, o rei da charneca abrantina, propõe

 

 

a criação da IGREJA LUSITANA !!!!

 

e logo houve outro que apontou que deveria ser escolhido para

 

 

PAPA LUSITANO......

 

o Rev. Padre Marcos I 

 

conta aqui o Prof. Adelino Maltês......

 

O Senhor Conde Dom Gastão deve ter dito, e porque não o meu capelão????

 

Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 15:39 | link do post | comentar

Domingo, 11.03.12

 foto arquivo municipal de constância que tem uma boa colecção de fotos locais on-line

 

 

 

http://arquivo.cm-constancia.pt

 

 

 

informação sobre o imóvel :''A Torre de Punhete

 

 

 Esta fotografia mostra a Torre de Punhete em ruínas, observando-se ainda uma janela e frisos com alguns elementos decorativos. A sua destruição iniciou-se em Junho de 1905 terminando em Setembro de 1906, por ordem da Câmara Municipal.''

 

 

texto retirado do link citado ''

 

 

 

A destruição da torre, velha fortaleza de protecção ao tráfico fluvial e cabeça do morgadio da Taipa de que um dos últimos senhores foi D.Gastão Coutinho, Conde da Taipa, senhor de vastas terras na charneca abrantina e de Constância. Miguelista primeiro, liberal radical depois, aqui temos uma visão de quem foi este homem:

 

 ''

Um grande Benemérito de Almeirim; O Conde da Taipa -História de Almeirim (22)



 

Após o período da guerra civil (1828-1834), consolida-se em Portugal a Monarquia Constitucional. É agora rainha D. Maria II e profundas alterações se irão produzir, pela emergência de uma nova nobreza, pelo surgimento de uma burguesia com influência económica e politica e pelo surgimento de uma classe dominante no mundo rural, que prioritariamente de instala no Ribatejo, os Lavradores. A estes Lavradores se ficará a dever uma boa parte da evolução económica, através da modernização da agricultura portuguesa.


Almeirim foi o centro de toda uma transformação radical dos processos agrícolas, foi o centro de divulgação da mecanização agrícola, que originou a sua modernização e o seu desenvolvimento, podendo mesmo afirmar-se que Almeirim na década de quarenta do século XIX, foi o mais importante centro nacional de experimentação agrária e da sua mecanização.


Para que se perceba melhor porque assim foi, é preciso recordar algumas personagens, que foram decisivas pela sua acção e influência política na época. O primeiro que devemos enaltecer é o Conde da Taipa, que foi o grande e incansável lutador e promotor das duas obras que vieram trazer a nova vocação a Almeirim e estão na base de toda a sua evolução até aos nossos dias. A obra de enxugo e drenagem do Vale de Tejo, que entre nós se costuma chamar “obra da Vala de Alpiarça” e a localização da ponte sobre o Tejo entre Santarém e Almeirim, que irá permitir o escoamento e a ligação fácil dos produtos aos mercados, pela utilização do comboio.


D. Gastão da Câmara Coutinho Pereira de Sande era almeirinense nascido em 1794, filho de D. Luís e neto de D. Gastão da Câmara Coutinho, aquele que recebeu D. José I em sua casa, quando da última estadia da Corte em Almeirim.


Muito jovem foi com a Corte para o Brasil em 1807. Foi assim educado junto de D. Pedro e de D. Miguel, futuros reis de Portugal. No Brasil iniciou a sua carreira militar e voltou para Portugal juntamente com toda a Corte de D. João VI, no ano de 1821. Da sua amizade com D. Miguel, resultarão as inúmeras estadias do Infante em Almeirim e também a sua participação na Vilafrancada.


Com o juramento do Rei D. Miguel da Carta Constitucional, em 1826, é nomeado Par do Reino e inicia uma brilhante carreira política, passando para a história a sua indiscutível coragem e determinação. A sua mais destacada acção politica irá ser a de assumir o principal protagonismo na defesa da conciliação entre a Constituição de 1822 e a Carta Constitucional. Participou na “Belfastada” ao lado do Duque de Saldanha, seu amigo e como ajudante de ordens do Duque de Palmela. Teve por consequência uma acção política e militar determinante de que resultou a Constituição de 1838. De entre os episódios mais notáveis de que foi protagonista, destaca-se a carta que escreveu a D. Pedro IV e que publicou, exigindo o levantamento dos sequestros, a liberdade de todos os sequestrados e a liberdade de imprensa, o que lhe valeu a ordem de prisão. Essa prisão do Conde da Taipa, originou um movimento de apoio de muitos outros Pares do Reino, seus amigos e alguns deles com ligações patrimoniais a Almeirim, como o Duque de Palmela e o Conde da Torre, D. José Trazimundo de Mascarenhas, neto da Marqueza da Alorna “Alcipes”, que era seu cunhado.


D. Gastão, o Conde da Taipa foi também amigo de Almeida Garret e acompanhou-o durante as suas visitas ao Ribatejo, sendo um daqueles a quem o escritor dedica “as Viagens da Minha Terra”. Casado com D. Francisca de Almeida e Portugal, Condessa de Valada, não teve descendência. Seus herdeiros dos títulos, foram seus irmãos Manuel e José, respectivamente 2º e 3º Conde da Taipa, mas que nunca chegaram a ter uma relação de interesse por Almeirim, tendo vendido todo o património local herdado.


Para melhor perceber quanto era influente e respeitado em Almeirim, basta relembrar o que escreveu o médico Tiago do Couto, que aqui vivei entre 1855 e 1859, no seu livro “Breve Notícia de Almeirim”, que foi editado pela Associação de Defesa do Património em 1991 e que aconselho vivamente a todos.


“…de Verão há mais animação na Vila; há os descantes, os bailes de roda, as eiras, as descamisadas dos milhos e após elas os fabricos dos vinhos, em suma há mais distração mas a convivência é pouca…Quando Sua Exª, o senhor Conde da Taipa está em Almeirim o que sucede frequentes vezes no ano, então o caso é outro. Recebe em sua casa alguns indivíduos em cujo número eu entro. Fala-se da Lavoura, de literatura, de tudo; e sua Exª então mostra a vastidão dos seus conhecimentos científicos. O tempo assim não corre – voa.”


A rua Conde da Taipa é a única referência actual a este Homem, que foi essencial para o progresso da sua terra, Almeirim. Nessa rua ainda está, apesar de muito modificada, não tanto na traça e mais nos revestimentos de pedra das cantarias e fachadas, a casa onde viveu e nessa época, todos as terras que iam para o lado de Alpiarça eram dele, incluindo a Gouxaria, que acabou por destacar após partilhas, com seu cunhado D. José Trazimundo Mascarenhas. Essa casa depois de sua morte em 1866, foi comprada a seus herdeiros, por um seu amigo e administrador, Manoel de Andrade, que era meu trisavô.

 

escrito por  JOSÉ J. LIMA MONTEIRO ANDRADE in http://desafiodealmeirim.blogspot.com/2009/07/um-grande-benemerito-de-almeirim-o_18.html 

 

 

Voltaremos a D.Gastão e ao morgadio que andou ligado à estadia provável de Camões em Punhete, especialmente porque um sócio da Tubucci adquiriu boa parte da documentação desta Casa, documentação que chega ao testamento dum fidalgo de Punhete antes de partir para Alcácer-Quibir.

 

 

documentação a ser tratada quando houver paciência...

 

documentação original e inexistente nos tombos públicos....

 

 

Só para terminar quero agradecer à CMC este serviço ao nosso Património e manifestar que o exemplo da destruição em 1906 desta torre pela CMC da altura é paralela à demolição do Convento da abrantino da Graça, uns anos antes.

 

Uma visão absurda do progresso, hoje inadmíssível e que nos queriam impor ao tentarem destruir  São Domingos de Abrantes.

 

A CMA de 2012 a pensar como a de 189 e tal.... Vejam bem

 

Marcello de Noronha, da Tubucci   

 

 



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