Quarta-feira, 16.10.19

Cónego e membros da direcção do CSIA podem ser responsabilizados pessoalmente pelas dívidas ao Estado, apuradas em processo penal.

Por isso é que não querem deixar o tacho.

ma


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publicado por porabrantes às 16:45 | link do post | comentar

Terça-feira, 30.07.19

Sua Excelência Reverendíssima, D.Antonino,  Bispo de Portalegre e Castelo-Branco, demite das suas funções o Cónego José da Graça, que foi condenado por burla e falsificação de documentos, a 5 anos de cadeia (pena suspensa) e que deixou um tristíssimo rasto de malfeitorias na destruída Igreja abrantina. Tudo começou quando o  tipo conseguiu que D.Augusto César, interditasse a Paróquia de S.Facundo.....

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'' — Cónego José da Graça, dispensado de Pároco das paróquias de S. Vicente e São João de Abrantes, de Capelão da Unidade Hospitalar de Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo e de Capelão da Cooperação dos Bombeiros Municipais de Abrantes;''

arautos

O novo pároco das paróquias abrantinas é o Rev. Padre António Martins Castanheira, que vinha paroquiando Alcains e algumas freguesias próximas. Era além disso Director do Seminário de Alcains e Ecónomo Diocesano (responsável das Finanças da diocese). Tem 56 anos e foi ordenado em 1989.

padre castanheira

A missão do novo padre é hercúlea. Erguer uma Igreja deixada de rastros pela gestão do Graça e dos seus apaniguados.  A primeira coisa a fazer seria uma profunda auditoria às Finanças das Paróquias e obras pias, designadamente o CSIA e afastar a tropa que foi conivente com o Graça das burlas.

Entretanto, quando já se sabia que o Sr.Bispo preparava o terreno para demitir o Graça e que este se recusava a sair, foram os caciques atribuir 26.000 euros de subsídio para um lar empresarial na Chainça, sem consultar Portalegre.

Na Cúria dizia-se uma Paróquia não é um empresa, a não ser para o Graça. E dizemos nós para o Valamatos, Celeste e tropa do género.

ma 



publicado por porabrantes às 10:07 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.07.19

Segundo o Médio Tejo, a CMA aprovou um subsídio ao CSIA no valor de 26.669,44 euros para montar um lar na Chainça.

O subsídio foi concedido com base no Regulamento de Projectos Empresariais de Interesse Municipal.

Diz o art 2 do dito Regulamento ‘’ São beneficiárias potenciais dos apoios a conceder ao abrigo do presente Regulamento as entidades empresariais de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica’’ (...)

Não é líquido que o CSIA seja uma entidade empresarial.

O CSIA foi condenado por burla agravada e falsificação de documentos.

burlão cm sérgio lemos

(foto Sérgio Lemos/Correio da Manhã com a devida vénia)

O CSIA falsificou documentos para se apoderar de 199. 000 euros de fundos públicos.

O CSIA burlou o Estado.

O CSIA, em nome de Cristo, que não era um burlão, roubou-nos a todos nós.

O responsável pelo CSIA, um vulgar delinquente chamado José da Graça, foi condenado a 5 anos de cadeia com pena suspensa pelos mesmos motivos.

O burlão, José da Graça, burlou o Estado.

 O burlão, José da Graça, em nome de Cristo, que não era um burlão, roubou-nos a todos nós.

Não sabemos se a condenação do Centro Social ou do tonsurado das burlas já transitou em julgado.

Se transitou, não podem contratar com o Estado, nem o CSIA, nem o pároco das burlas.

E se não pagou a dívida exigida pelo Tribunal, 60.000 €, à Segurança Social, também não.

E isso era a primeira coisa que a CMA tinha de averiguar, antes de lhes conceder o subsídio.

Segundo a notícia na Imprensa, tal assunto não foi discutido.

Que maravilha! Que protecção aos burlões!

Numa sentença recente, o Supremo Tribunal Administrativo condenou a Assembleia da República (!!!!), que queria contratar com uma tipa e uma empresa condenada por motivos destes, e que tinha recorrido ao ‘’esquema’’ de constituir uma nova empresa, para ‘’contornar’’ a proibição legal.

 

‘’(...)

Com efeito, a sócia D………. encontrava-se impedida nos termos da al. b) do n.º 1 do art. 55.º do CCP de aceder aos mercados públicos, à contratação pública, tal como a sociedade «B……. …, Ld.ª», impedimento esse estribado na condenação penal sofrida por delito relacionado com a «honorabilidade profissional» da mesma, enquanto gerente daquela sociedade por quotas, e na qual era e é, ainda, sua sócia maioritária.

26. Face a tal impedimento e estando a ambas vedado, ou proibido, o acesso ou a participação em procedimentos de formação de contratos públicos temos que a ação desenvolvida de constituição de uma outra sociedade, ora unipessoal, com capital social de 100,00 € e em que aquela D………. figura como sócia única e a gerência se mostra conferida a uma funcionária daquela outra sociedade que, conjuntamente com aquela sócia, havia sido condenada, se apresenta, no estrito âmbito da contratação pública, como um meio ou um mecanismo criado para «tornear» ou «esvaziar» aquilo que eram as consequências ou os efeitos negativos e nefastos decorrentes da sentença condenatória para aqueles condenados, nomeadamente em termos patrimoniais.(...)

Face a isto há considerações políticas e legais.

As considerações políticas referem-se a que uma autarquia não deve tratar com burlões.

E que a CMA prefere tratar com burlões, em vez de apoiar as outras entidades de acção social que no concelho fazem o Bem, sem roubar.

Como fez o CSIA, que reconheceu em Tribunal, que burlava o Estado.

Ofendendo mortos e inocentes, dando-os por toxicómanos.

Ofendendo as famílias dos mortos e conspurcando as suas memórias.

O burlão José da Graça devia rezar pelos mortos, em vez disso, rouba-lhes a sua memória honrada.

As legais tem a ver com a actividade do MP. Há gente que gosta de lhe dar trabalho

Já chega? Veremos....

mn

 



publicado por porabrantes às 13:19 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.02.19

Como é sabido,  o Centro Interparoquial de Abrantes gere lares de idosos e outras actividades ditas de ''caridade''.

Como é sabido, encontra-se a ser julgado, mais o seu Presidente nato, o Graça, por burla.

Como foi aqui publicado, o CSIA processou a Panorama das Ternuras, numa de meiguice, numa coisa que anda pelos 40.000 €

A Panorama geria lares de idosos em situação ilegal.

O Lar ilegal funcionava na Rotunda do Quartel nº 30.

A Rotunda do Quartel é onde o Cónego mantém umas ruínas vergonhosas, com conivência dos caciques,

casebres do cónego

A única edificação habitável da rotunda, além do Quartel, é o Palacete Solano de Abreu...

Que o Luís Dias, disse ter sido vendida pela Santa Madre Igreja e disse-o em sessão da CMA....(

A inspecção da Segurança Social fechou por falta de licenciamento um lar ilegal que aí funcionava, com gravíssimas deficiências, que punham em causa a saúde e a dignidade dos utentes

cdd

Como é sabido a Imprensa não deu notícia disto.

E as autoridades municipais parecem não se ter preocupado com uma estrutura ilegal destas a funcionar em pleno centro urbano.

E tendo em conta o litígio entre o CSIA e esta empresa, é de perguntar como é o CSIA se meteu numa história destas?

Finalmente, o Luís Dias referiu a venda da Quinta do Vale de Roubão, em sessão da CMA.

Perguntou-se: pode mostrar a escriturazinha?

Parece-nos que não, porque nos dizem que a venda não se efectivou.

mn 

 

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 19:03 | link do post | comentar

Quinta-feira, 17.01.19

São estas as palavras usadas pelo Advogado Dr.António Velez para definir a actuação da tropa que agia no CSIA (Centro Social Interparoquial de Abrantes), cujo Presidente nato é o Graça da Seringas.

Segundo a Rede Regional, o causídico abrantino pediu '' certidões dos depoimentos de parte das testemunhas deste processo'' para que a investigação penal se estenda a outros, para além dos actuais arguidos.''

Haveria '' “usurpação de funções” por parte de médicos e técnicos.'' e segundo depoimento de Pedro Moreira, a secretária do famoso presbítero (que é manchete no DN e Sábado pelas piores razões) também estava metida no ''esquema''.

Outros funcionários continuaram a falsificar listas, depois da saída de P.Moreira, foi dito.

P.Moreira salientou que perdeu a confiança política da cacique e do PS abrantino,  na sequência deste caso (era P. da Junta de Alferrarede).

A pergunta é:  se os caciques perderam a confiança em P. Moreira, como é que a mantiveram no arguido Graça?

Como é que continuaram a dar  dinheiro ao CSIA, a venderem terrenos a preço da chuva à Paróquia (quando o arguido Graça actuava à margem do Bispo) e a distribuir-lhe medalhas?

Como é que a autarquia não pediu uma auditoria ao CSIA?

Isto não se resume à CMA,  estende-se aos políticos de todos os sectores.

A medalha do Graça foi votada unanimemente pela direita e esquerda.

Boa reportagem da Rede Regional. Ler aqui.   

mn



publicado por porabrantes às 09:33 | link do post | comentar

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