Domingo, 12.05.19

Comandante Raul Castro continua em forma e deu ordem aos discípulos que Cuba continua a ser terra de macho latino

Fiel aos ensinamentos do Caudillo

 

 

 


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Terça-feira, 20.02.18

Está visto que desde que morreu o Comandante Supremo, Fidel Castro, o PC de Cuba e o Governo estão lélés da cuca

 

Agora o Gramma dedica-se a traduzir os editoriais do Luta Popular, o pior pasquim de Portugal

 

Solicitamos ao PCP que lhes envie um grupo de conselheiros técnicos para que não façam o rídiculo:

 

Diário Granma

O Diário Granma, órgão oficial do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, no dia 1 de Novembro de 2017, traduziu e publicou o Editorial do camarada Arnaldo Matos Um Presidente e um Governo de Lacaios, saído na edição do dia 30 de Outubro no jornal Luta Popular Online, antecedido da seguinte nota da redacção do diário cubano:

“! Partido Comunista de los Trabajadores Portugueses (PCTP/MRPP)

Viva el Pueblo hermano de la Catalunha!

 

Arnaldo Matos, dirigente del Partido Comunista de los Trabajadores Portugueses – Movimiento Reorganizativo del Partido del Proletariado (PCTP-MRPP) denuncia en una editorial de Luta Popular el apoyo de la Presidencia y del Gobiernos portugueses al gobierno español, acusandolos de actuar al dictado, como lacayos de Madrid.

Los trabajadores portugueses, afirma, han de ser solidários con sus hermanos catalanes que siguen sometidos a la España que tambien intentara durante años imponer su domínio sobre Portugal, frente a los vendepatrias que non son más que perritos falderos de los dictados de Madrid.

 

 

ver aqui no Luta Popular

 

 

ab (social-fascista)



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Terça-feira, 29.11.16

Huber con gorra.PNG

Comandante Hubert Matos, um dos artífices da Revolução contra Batista, metido numa cela por Fidel.

Temos de agradecer que os Castros não tenham tido ''cojones'' para fuzilar um revolucionário????

Já chega de pias ladainhas em louvor de Fidel

 

Huberto Matos! Presente!!!!

 

Camilo Cienfuengos!!!!

 

Presente !!!!!

cienfuegos.jpg

 

Quanto a Raul ????

 

Já não há tribunais ????

 

 

mn

 

sobre Hubert Matos ler o que o dr. João Soares postou no facebook

    


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Sábado, 26.11.16

pepe abrantes.jpg

General José Abrantes, morto na cadeia por alegada tentativa de golpe contra Fidel.

 

Também esteve na Sierra Maestra. Como Camilo Cienfuegos morto em estranhas circuntâncias, que era anarquista. Mas Abrantes chafurdou na repressão como Ministro do Interior. Entretanto em Miami, dizem as notícias, uma empregada de café, Mirene Abrantes festevaja a morte de Fidel.

Porque haverá tanta gente que se chama Abrantes, em Cuba?

Vieram das Canárias, é a hipótese mais plausível.

mn



publicado por porabrantes às 18:17 | link do post | comentar

Faleceu em La Habana o sr. dr. Fidel Castro Ruiz, de excelente família de plantadores de açúcar e tabaco da província de Oriente. O falecido jurista destacou-se como revolucionário profissional, aplicando a Cuba uma estranha ideologia em que misturava alegremente as suas leituras juvenis de José António Primo de Rivera e de Karl Marx.

 

Teve um papel essencial na condução da Revolução armada que derrubou a ditadura do mulato Marechal Baptista, que se exilou em Portugal.

Arrancou a ilha ao colonialismo norte-americano, sendo por isso o seu país alvo de sanções económicas e dum bloqueio organizado pelos USA, com apoio dos satélites do imperialismo gringo.

O Portugal de Salazar e a Espanha de outro Caudilho recusaram-se a cortar relações com Cuba e mantiveram cordiais relações com a ditadura justicialista de Fidel.

O conhecido democrata John Fitzgerald Kennedy organizou uma invasão de ''gusanos'', com apoio da aviação ianque e da CIA. Fidel derrotou-a, mostrando que Kennedy era um ''tigre de papel'', metendo em ridículo a maior potência militar do planeta.    

 

Face à doutrina do ucraniano Nikita Kroutchev que pretendia aplicar a'' coexistência pacífica'', Fidel e o sr. dr. Ernesto Guevara Lynch de La Serna mandaram-nos passear e disseram que iam criar '' Um, dois, três, muitos Vietnames''.

Como resultado disto, Che meteu-se a fazer uma guerrilha na Bolívia, com um grupo internacionalista, mas sem o apoio do PCB e com a hostilidade de Moscovo. Os guerrilheiros não falavam quechua, e os índios não falavam castelhano. Um guerrilheiro tem de ser um ''peixe na água''. A água era o povo. Graças à falta de água, ou seja à franca hostilidade dos índios bolivianos, Guevara acabou nas mãos da CIA e foi fuzilado, para tranquilidade de Moscovo, Washington e dos reformistas.

Fidel dedicou-se a transformar a Ilha que libertara num laboratório de todas as originalidades que lhe passaram pela cabeça. Para ''reeducar'' os homossexuais abriu campos de concentração. Montou um sistema policial que matou a Liberdade e que era muito aplaudido por alguns bandalhos que em Portugal o quiseram imitar.

Conseguiu transformar um país que exportava açúcar no tempo do corrupto Baptista (que chegara a governar com o PC no Governo), no maior desastre económico da América, depois do Haiti.

Mas fez grandes exportações, há vários milhões de cubanos na Flórida.

Quando é que Fidel perdeu a cabeça?

Se bem me lembro, quando o escritor Padilla começou a ter problemas com a Ditadura.

heberto.jpg

 Padilla era um poeta que foi torturado por ser dissidente e obrigado a assinar uma asquerosa confissão, onde se retractava.

Numa violenta carta,'' Sartre, Simone de Beauvoir, e Claribel Alegría,  Fernando Benítez, Jacques-Laurent Bost, Italo Calvino, José María Castellet, Fernando Claudín, Tamara Deutscher, Roger Dosse, Marguerite Duras, Giulio Einaudi, Hans Magnus Enzensberger, Francisco Fernández Santos, Darwin Flakoll, Jean Michel Fossey, Carlos Franqui, Carlos Fuentes, Ángel González, Adriano González León, André Gortz, José Agustín Goytisolo, Juan Goytisolo, Luis Goytisolo, Rodolfo Hinostroza, Mervin Jones, Monti Johnstone, Monique Lange, Michel Leiris, Lucio Magri, Joyce Mansour, Daci Maraini, Juan Marsé, Dionys Mascolo, Plinio Mendoza, Istvan Meszaris, Ray Miliban, Carlos Monsivais, Marco Antonio Montes de Oca, Alberto Moravia, Maurice Nadau, José Emilio Pacheco, Pier Paolo Pasolini, Ricardo Porro, Jean Pronteau, Paul Rebeyrolles, Alain Resnais, José Revueltas, Rossana Rossanda, Vicente Rojo, Claude Roy, Juan Rulfo, Nathalie Sarraute, Jean Jorge Semprún, Jean Shuster, Susan Sontag, Lorenzo Tornabuoni, José Miguel Ullán, José Ángel Valente e Mario Vargas Llosa denunciaram a tirania.  ''

A partir daqui, Fidel foi um caudilho nacionalista e anti-imperialista, mas também um ditador policial.

pinochet-castro.jpg

Tinha a sua piada e o próprio Marcelo Rebelo de Sousa lhe prestou vassalagem.

 Mas a História não o absolverá. Mas ninguém retirará a Fidel Castro um lugar na História.

E os gringos aprenderam que um pequeno país os podia desafiar no seu pátio traseiro. E foi o antigo aluno do Colégio La Salle de Santiago de Cuba que lhes mostrou que o velho orgulho hispânico os podia fazer vergar.

 

  

ma

         



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Sábado, 29.10.16

castro.jpg

O Deputado do PCP por Santarém teve a honra de cumprimentar o Comandante Raul Castro, Presidente do Conselho de Estado e de Ministros, Primeiro Secretário do Partido Comunista de Cuba.

 

ma

 



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Quinta-feira, 27.10.16

fidel marcelo.jpg

O Caudilho da Revolução Cubana, dr. Fidel Castro Ruiz, recebeu Marcelo Rebelo de Souza, Presidente de Portugal.

O Camarada Fidel encontrava-se em plena forma e agradeceu a Marcelo o apoio português numa votação na ONU contra o bloqueio a Cuba.

A foto é do Gramma, o jornal que leva o nome do iate usado pelo Caudilho no seu desembarque em Cuba, para derrubar a ditadura de Batista, o seu antecessor ao leme do governo cubano.  Batista exilou-se em Portugal e alguma vez foi hóspede do Hotel Turismo de Abrantes.

fulgêncio madeira 1959.jpg

1959, o Marechal Batista, no Hotel Reids, na Madeira

fulgêncio madeira 2.jpg

batista 68 estoril.jpg

1968, Batista e a mulher dedicam-se ao golfe, neste hospitaleiro país. O General foi um dos maiores coleccionadores de Arte Moderna lusa, quando nem sequer a Gulbenkian tinha um Museu de Arte Moderna.

ma 



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Sábado, 13.08.16

El cumpleaños

Deseo expresar mi más profunda gratitud por las muestras de respeto, los saludos y los obsequios que he recibido en estos días, que me dan fuerzas para reciprocar a través de ideas que trasmitiré a los militantes de nuestro Partido y a los organismos pertinentes

Mañana cumpliré 90 años. Nací en un territorio llamado Birán, en la región oriental de Cuba. Con ese nombre se le conoce, aunque nunca haya aparecido en un mapa. Dado su buen comportamiento era conocido por amigos cercanos y, desde luego, por una plaza de representantes políticos e inspectores que se veían en torno a cualquier actividad comercial o productiva propias de los países neocolonizados del mundo.

En una ocasión acompañé a mi padre a Pinares de Mayarí. Yo tenía entonces ocho o nueve años. ¡Cómo le gustaba conversar cuando salía de la casa de Birán! Allí era el dueño de las tierras donde se plantaba caña, pastos y otros cultivos de la agricultura. Pero en los Pinares de Mayarí no era dueño, sino arrendatario, como muchos españoles, que fueron dueños de un continente en virtud de los derechos concedidos por una Bula Papal, de cuya existencia no conocía ninguno de los pueblos y seres humanos de este continente. Los conocimientos trasmitidos eran ya en gran parte tesoros de la humanidad.

La altura se eleva hasta los 500 metros aproximadamente, de lomas inclinadas, pedregosas, donde la vegetación es escasa y a veces hostil. Árboles y rocas obstruyen el tránsito; repentinamente, a una altura determinada, se inicia una meseta extensa que calculo se extiende aproximadamente sobre 200 kilómetros cuadrados, con ricos yacimientos de níquel, cromo, manganeso y otros minerales de gran valor económico. De aquella meseta se extraían diariamente decenas de camiones de pinos de gran tamaño y calidad.

 Obsérvese que no he mencionado el oro, el platino, el paladio, los diamantes, el cobre, el estaño, y otros que paralelamente se han convertido en símbolos de los valores económicos que la sociedad humana, en su etapa actual de desarrollo, requiere.

Pocos años antes del triunfo de la Revolución mi padre murió. Antes, sufrió bastante.

De sus tres hijos varones, el segundo y el tercero estaban ausentes y distantes. En las actividades revolucionarias uno y otro cumplían su deber. Yo había dicho que sabía quien podía sustituirme si el adversario tenía éxito en sus planes de eliminación. Yo casi me reía con los planes maquiavélicos de los presidentes de Estados Unidos.

El 27 de enero de 1953, tras el golpe alevoso de Batista en 1952, se escribió una página de la historia de nuestra Revolución: los estudiantes universitarios y organizaciones juveniles, junto al pueblo, realizaron la primera Marcha de las Antorchas para conmemorar el centenario del natalicio de José Martí.

Ya había llegado a la convicción de que ninguna organización estaba preparada para la lucha que estábamos organizando. Había desconcierto total desde los partidos políticos que movilizaban masas de ciudadanos, desde la izquierda a la derecha y el centro, asqueados por la politiquería que reinaba en el país.

A los 6 años una maestra llena de ambiciones, que daba clases en la escuelita pública de Birán, convenció a la familia de que yo debía viajar a Santiago de Cuba para acompañar a mi hermana mayor que ingresaría en una escuela de monjas con buen prestigio. Incluirme a mí fue una habilidad de la propia maestra de la escuelita de Birán. Ella, espléndidamente tratada en la casa de Birán, donde se alimentaba en la misma mesa que la familia, la había convencido de la necesidad de mi presencia. En definitiva tenía mejor salud que mi hermano Ramón —quien falleció en meses recientes—, y durante mucho tiempo fue compañero de escuela. No quiero ser extenso, solo que fueron muy duros los años de aquella etapa de hambre para la mayoría de la población.

Me enviaron, después de tres años, al Colegio La Salle de Santiago de Cuba, donde me matricularon en primer grado. Pasaron casi tres años sin que me llevaran jamás a un cine.

Así comenzó mi vida. A lo mejor escribo, si tengo tiempo, sobre eso. Excúsenme que no lo haya hecho hasta ahora, solo que tengo ideas de lo que se puede y debe enseñar a un niño. Considero que la falta de educación es el mayor daño que se le puede hacer.

La especie humana se enfrenta hoy al mayor riesgo de su historia. Los especialistas en estos temas son los que más pueden hacer por los habitantes de este planeta, cuyo número se elevó, de mil millones a fines de 1800, a siete mil millones a principio de 2016. ¿Cuántos tendrá nuestro planeta dentro de unos años más?

Los científicos más brillantes, que ya suman varios miles, son los que pueden responder esta pregunta y otras muchas de gran trascendencia.

Deseo expresar mi más profunda gratitud por las muestras de respeto, los saludos y los obsequios que he recibido en estos días, que me dan fuerzas para reciprocar a través de ideas que trasmitiré a los militantes de nuestro Partido y a los organismos pertinentes.

Los medios técnicos modernos han permitido escrutar el universo. Grandes potencias como China y Rusia no pueden ser sometidas a las amenazas de imponerles el empleo de las armas nucleares. Son pueblos de gran valor e inteligencia. Considero que le faltó altura al discurso del Presidente de Estados Unidos cuando visitó Japón, y le faltaron palabras para excusarse por la matanza de cientos de miles de personas en Hiroshima, a pesar de que conocía los efectos de la bomba. Fue igualmente criminal el ataque a Nagasaki, ciudad que los dueños de la vida escogieron al azar. Es por eso que hay que martillar sobre la necesidad de preservar la paz, y que ninguna potencia se tome el derecho de matar a millones de seres humanos.

Fidel Castro Ruiz

 Agosto 12 de 2016

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Damos os nossos parabéns ao ex-aluno do Colégio La Salle de Santiago de Cuba

 



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Segunda-feira, 21.03.16

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 O plantador de açúcar e tabaco galego Raul Castro, ex-aluno do Colégio La Salle de La Habana,recebe convidados estrangeiros para passar a Semana Santa.

mn 


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Domingo, 10.05.15

O  filho dum rico plantador de cana de açúcar e actual boss da Revolução Cubana, Camarada Raúl Castro, visitou Roma onde foi acolhido por um jesuíta. O boss tinha estudado em colégios jesuítas como grande parte da oligarquia cubana, hoje em residente em Miami, para onde Rádio Havana emite chamando-lhes ''gusanos''.

O Raúl disse ao Papa que gostava muito dele e se o homem continuasse a dizer as banalidades de base habituais, que iria começar a rezar e quem sabe começar a ir à missa.

O Il Manifesto, o histórico jornal da extrema-esquerda romana, herdeiro do anti-clericalismo de Garibaldi e de Rossana Rossanda  viu assim o encontro entre os dois sul-americanos.

 

dia do senhor.png

 ma



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