José López Agurleta , cavaleiro de Santiago e arquivista da Ordem, publicou (em 1731) isto :

E destaca o papel do sobrinho de Afonso Henriques, Rodrigo Alvarez, conde de Sarriá, como Comendador de Abrantes e de Monsanto, em nome de Santiago.

José Luis Martin foi o primeiro a desenvolver o assunto.
mn
No dia 5 de Outubro de 1143 as armas de Afonso Henriques impuseram ao Rei de Leão o reconhecimento de Portugal como Estado Independente. Essa data, a do Tratado de Zamora, é a certidão de nascimento do Reino de Portugal e de que o filho do Conde D.Henrique e da Rainha Teresa, alcançara para si uma coroa real.
Herculano diz que Portugal é a criação dum guerreiro audaz, dum caudilho que de armas na mão, talhou o futuro da nação. Não há mais nobre acto de patriotismo que honrar Afonso I na data da vitória.
Em Santa Cruz de Coimbra, o nosso amigo Dr.Paulo Falcão Tavares e muitos outros patriotas honraram a memória d'El Rei Dom Afonso I.
O nosso obrigado a quem honra a memória do homem que libertou Abrantes do fanatismo islâmico e a fez entrar na Civilização Ocidental a que pertencemos.
mn
Imagem roubada à Real Beira Litoral
Nestas actas dos encontros de Alcobaça, há um texto interessante sobre D.Pedro Afonso, bastardo de D.Afonso Henriques que foi o primeiro alcaide de Abrantes.
É um estudo do dr. Miguel Portela, que leva o título de:
que é importante para a história da região, sobretudo da zona do Zêzere e de Alcobaça e que traça uma excelente biografia dum dos senhores feudais mais importantes nas cúrias de Afonso Henriques e de Sancho I.
O Estudo pode ser aqui descarregado .
Dentro da relevantíssima actividade editorial da APOC-Associação Portuguesa de Cister e dos múltiplos encontros historiográficos que tem promovido e que têm aqui sido noticiados, é mais uma brilhante achega para decifrar o nosso passado e a sua publicação contou ainda com estes apoios
Li outro dia um ''estudo'' dum dos tipos do MIAA que conseguiu dissertar sabiamente sobre o Castelo de Abrantes sem conseguir citar o infante D.Pedro Afonso cuja trajectória é largamente conhecida e que foi o seu primeiro alcaide após o período do domínio da Ordem de Santiago. O homem também não conseguiu citar as providências de Afonso III para o restauro da muralha ou o papel de D.Dinis a quem se atribui a construção da torre de menagem.É obra.
Bem antes que venha outro dizer que D.Pedro Afonso não existiu, deixemos aqui o seu selo:
Era assim que assinava o Infante que foi Alcaide da Vila de Abrantes nos tempos em que a escória do Califa de Marrocos, o Miramolim, ainda assediava os veneráveis muros que defenderam a civilização ocidental da barbárie fundamentalista islâmica no século XII.
Vão-me dizer que houve muçulmanos que não eram bárbaros na península e eu direi que isso foi antes que um chefe sectário começasse a bradar pelo regresso da pureza islâmica e trouxesse hordas de mouros do deserto assolar os civilizados e decadentes muçulmanos peninsulares e os reinos cristãos. Foi a essa invasão que os muros de Abrantes resistiram.
MA
Quem gostar de Alá que emigre pró califado.
créditos- estudo citado, com a devida vénia
Hoje os beneméritos ficarão contentes. Revelamos que o primeiro benemérito abrantino .......era um bastardo.
Ao contrário do normal este bastardo benemérito, tinha pai conhecido e mãe incógnita.
O bastardo chamava-se Pedro Afonso e sabemos que fez uma doação duma quinta que tinha no termo de Tomar, não aos Templários, mas para complicar e criar desavenças entre Gualdim Pais e o beneficiário da sua liberalidade, ao Abade de Alcobaça.
Já adivinharam que se trata de Pedro Afonso, filho de Afonso Henriques e de barregã desconhecida, esperemos que a amásia não fosse uma cativa moura, coisa que explicaria a ausência do seu nome nas crónicas coevas e nos documentos.
Pedro Afonso terá sido, segundo Frei António Brandão, frade dado à mentira, alcaide-mor de Abrantes em 1179. Também foi chefe das hostes reais e sobreviveu a seu irmão, o rei D.Sancho, sendo seu testamenteiro.
Apesar de Frei António gostar de forjar documentos, coisa habitual nos scriptorium monacais, José Mattoso confirma que o Pedro Afonso era bastardo do Conquistador e alcaide-mor de Abrantes.
Face à autoridade do medievalista insigne, aceita-se a história fradesca que vem na Monarquia Lusitana.
Tudo isto está no livro bastante recomendável de Isabel Lencastre, Bastardos Reais, de que pode ler aqui um excerto.
mn
O foral afonsino de 1179 desta cidade contém a assinatura dum falso Bispo?
É a tese mais recente que circula nos meios académicos.
Armando Alberto Martins considera neste estudo que se trata de um erro
O estudo pode ser consultado on-line e é notável
Fica a pergunta se nos dedicarmos a estudar a biografia de cada uma das personagens que confirma o foral, haverá mais algum falso?
Pode o copista ter-se enganado mais vezes?
MN
Hoje é dia da Cidade.
É um feriado municipal recente imposto por razões políticas que celebra a elevação de Abrantes a Cidade.
Já houve um feriado municipal, celebrado a 8 de Dezembro, que comemorava um facto mais notável que a lei jacobina que elevou a Vila a Cidade.
Celebrava a conquista de Abrantes aos mouros por Afonso Henriques, ou seja a reincorporação do burgo na civilização ocidental e cristã, através dum prévio massacre de mouros e do derramento de sangue de soldados portugueses.
Celebrava pois a incorporação de Abrantes ao nascente Reino de Portugal, talhado à espadeirada contra Leão e o Islão, pelo caudilho filho de D.Teresa e do Conde D.Henrique.
terras de santiago
O próprio brasão de Abrantes relata estas origens

Os negros corvos são uma memória de São Vicente, que o Rei depois de conquistar Lisboa, se encarregou de tornar num dos patronos das novas conquistas.
As festas são necessárias e fazem parte dum ciclo vital, mas os festejos não nos devem afastar das nossas obrigações, especialmente quando o país está falido graças a José Sócrates e quando os seus camaradas abrantinos se preparam para destruir o património da Cidade com a mesma a inconsciência com que o dito arruinou as finanças portuguesas.
Por isso, os responsáveis dos atentados ao património devem ser sentados no banco dos réus, da mesma forma que José Sócrates devia responder perante um Tribunal, como salientou o abrantino Eduardo Catroga.

Como responde, o ex-primeiro-ministro islandês.
A negligência é punível em Direito Penal.
Resolvemos contribuir para a moralização da política abrantina, neste novo ciclo político que se abre e se deve caracterizar por um esforço de regeneração pátria.
Com o apoio do grande jornalista abrantino Mário Semedo, vamos contar o que o DIAP apurou sobre algumas contas bancárias dum ex-autarca abrantino, eleito pelo PS e hoje ao leme duma empresa que é parceira estratégica dos Serviços Municipalizados.

Uma grande investigação do Mário, que sem medo, explica a Alves Jana, que foi ou é docente de métodos de investigação jornalística, na ESTA, naturalmente sem concurso público e responsável de vários medias locais, como se faz investigação.
Miguel Abrantes
Marcelo de Noronha
*com Mário Semedo
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