Quinta-feira, 02.05.19

bispo de portalegre

Neste estudo de Pedro Brandão, Igreja Católica e Estado Novo, Moçambique/ 1969-1974, publicado em Latitudes, 2006,  mostram-se os elogios da PIDE-DGS ao então Bispo de Tete, que para mal dos nossos pecados apascentou esta diocese, e através da sua correspondência o seu alinhamento com os ultras do colonialismo e da repressão militarista (que fizera Wyriamu) e a sua crítica aos missionários que denunciavam as violações bárbaras dos Direitos do Homem. E aos Bispos que faziam a mesma coisa.

 

ma   



publicado por porabrantes às 15:09 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.09.11

Tinha de ser. A nefasta condução dos destinos dos fiéis e das almas e do património da Diocese de Portalegre sob os pontificados de

 

 Foto Diocese de Leiria

 

D.Augusto César  e de 

 

 

D. José Sanches Alves produz agora os seus resultados malignos e que terão consequências impresisíveis tanto na ordem material como religiosa da nossa Diocese.

 

Dada a minha condição de agnóstico, escrevo este artigo a pedido expresso do Sr.Dr.Marcello de Noronha que depois de ter acesso ao processo que divulgamos, pendente na Veneranda Relação de Évora, de o ler e analisar demoradamente, com a sapiência que o seu reconhecido prestígio como jurista lhe concede, deitou as mãos à cabeça, benzeu-se e pediu-me:

 

Escreve tu, que eu posso não controlar a minha fúria apostólica e posso actuar como Jesus e vergastar os fariseus com o látego da minha cólera.

 

Dá-se pois o paradoxo de eu, da Loja Raul Rego, dar mais garantias de moderação que um indignado do OPUS DEI.

 

A sim me ajude, Monsieur de Voltaire, que é o único santo da minha devoção e que nas Lojas devia estar sentado à Direita do Supremo Arquitecto. 

 

Monsieur de Voltaire, espólio da Loja Raul Rego, oferta do Dr. João Augusto da Silva Martins (1922), à instituição maçónica imediatamente anterior à minha; Loja Rodrigo de Bivar, antecessora da Loja Raul Rego

 

Corre no Tribunal da Relação de Évora, onde se encontra a fina-flor da magistratura portuguesa, grau de excelência reforçado pela chegada de um novo Juiz de reconhecido prestígio, que deitará como o Noronha as mãos à cabeça quando lhe chegarem recursos provenientes da Comarca de Abrantes daquele alegre juízo, cujo número não quero recordar (Gracias, Miguel (1)) e em vez de benzer-se tentará controlar o vocabulário jurídico imperante na Comarca do Porto, em que Francisco Sá Carneiro era meste, este processo:

 

 

 Nº 60850

Entrada e Distribuição:6-09-2011

Recorrente: A Diocese de Portalegre e Castelo Branco 

 

 Recorrente: Dr.João Lopes Luis 

 Recorrente: Teresa de Jesus Laia do Nascimento Francisco Matos

 (2ª Secção Cível)

 Valor: 283.328,93 €

 

Da análise minuciosa e experiente do Dr.Noronha resulta que a Diocese só ganhará se,.....houver um milagre.....

diz o Noronha, mas também diz que o seu lado místico o impede de rezar para que se produzam

 

INJUSTIÇAS!!!!!

 

 

Pela informação directamente da Cúria, que é boa e fiável (obrigado, Sr.Cónego fica convidado para almoçar outra vez no Cristo ou no Fialho),a desorganização, a balbúrdia, a anarquia, reinantes em certos serviços, naturalmente também naquele estratégico onde o Graça anarquiza e despoticamente dispõe, é tal que é natural que na Imprensa comecem a aparecer títulos destes

 


 

 Miguel Abrantes, com assessoria jurídica do Sr.Dr.Marcello de Noronha, jurista mas não solicitador como o ''jurista'' do Graça e apoio logístico do Rev.Cónego X que recusou o meu amável convite para ser iniciado na Loja Raul Rego do antigo e aceite rito escocês

 

(1) de la Mancha 

 

 



publicado por porabrantes às 08:13 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.11.10

A Igreja Católica prega muito e prega bem, digo eu, Marcello de Noronha, militante em crise da Obra.

 

Outra coisa é dizer se os padres, pastores e leigos são coerentes com a pregação.

 

Começo com a Obra que ainda não sujeitou a processo disciplinar, ou a simples processo de averiguações o dr. Jardim Gonçalves, ex-P. do CA do BCP, pelas acusações que pesam sobre ele nos tribunais.

 

Se a acusação é verdadeira, vai contra os princípios éticos da nossa Prelatura e só há um caminho: irradiar Jardim Gonçalves da nossa prestigiada agremiação.

 

Se não o fazem, serei que baterei com a porta.

 

A mesma coisa passa-se em Abrantes e na Diocese.

 

Diz-se que não há dinheiro para manter jornais católicos em funcionamento ou livrarias católicas e lançam-se em Abrantes em obras faraónicas, cuja sustentação financeira é duvidosa, a origem dos dinheiros desconhecida, a sua legalidade mais que controversa.

 

O responsável desta pastoral, se isto é pastoral, chama-se: Graça e é com dificuldade que lhe acrescento por simples cortesia a palavra Reverendo antes do nome.

 

Porque não tenho nenhuma reverência por esta pastoral de plástico.

 

E, é com tristeza que vejo S.Ex. Reverendíssima, o nosso Bispo, D.Antonino, homem sério e piedoso, permitir este estado de coisas.

 

 

É óbvio que a culpa não é só e principalmente sua, mas especialmente dos seus antecessores, em especial de D.Augusto César,

 

cujo triste pontificado em Tete, silenciando os crimes da guerra da tropa colonial, foi continuado em Portalegre, permitindo que homens com o perfil de José da Graça paroquiassem cidades como Abrantes.

 

O perfil do ''Rev'' Graça é o de um pároco rural que estaria muito bem em São Facundo (se o povo não o tivesse expulso), mas não numa terra de pessoas evoluídas.

 

Que saudades do bem que fez nesta cidade o Rev.Cónego Henrique Pires Marques, em má hora afastado por D.Augusto César!!!!

 

 

Nem vou falar da forma como a Diocese foi administrada pelo actual Arcebispo de Évora, Sanches Alves, é melhor esquecer-me de coisas tristes. Embora vá falar um dia destes da sua acção em Évora.

 

Prega a Igreja que as Paróquias e os cristãos devem respeitar os instrumentos legais em vigor, se não temos por motivos de consciência o dever de objectar contra eles.

 

Os Planos de Urbanização são disposições legais que afectam a todos, particulares e Igreja.

 

São normas jurídicas abstractas e gerais que não são para modificar ao gosto do freguês.

 

Ou ao gosto do Sr.Cónego.

 

Explicam-me porque é que o PUA foi modificado?

 

Em que circunstâncias e porquê?

 

A situação financeira da Igreja deve ser pública e transparente.

 

Qual é a situação financeira da Paróquia de São Vicente? E dos organismos dela dependentes?

 

Se não consegue manter pelos seus próprios recursos a Nova Aliança etc, como é que tem meios financeiros para se lançar na construção de mais dois lares?

 

Quais são os estudos demográficos que provam a sua necessidade?

 

Aconselha a boa administração das coisas que sejam lançados concursos públicos para as edificações institucionais, pois bem ao que sabemos o ''Rev.'' Cónego segue os métodos camarários: o ajuste directo.

 

Aconselhou o Vaticano II o princípio da colegialidade.

 

O que assistimos em Abrantes, é José da Graça assumir-se como Luís XIV: ''A Igreja sou eu''.

 

Continuaremos, porque é o meu dever de católico e de seguidor dos bons princípios exaltados por São José Maria,  debater este assunto.

 

Uma Igreja calada é uma Igreja morta ou moribunda.

 

Entretanto há más notícias.

 

O ''Rev''. Graça foi reconduzido como Arcipreste.

 

Damos a notícia como consta da página da Diocese:

 

 

Tomada de Posse dos novos Arciprestes

Esta manhã, na Cúria diocesana, perante o Vigário Geral, tomaram posse os novos Arciprestes, recentemente nomeados por Sua Ex.cia Rev.ma, o Sr. Bispo de Portalegre - Castelo Branco

 

Pelas 11:00h do dia 5 de Novembro, na Cúria desta Dicoese de Portalegre - Castelo Branco, na presença do Vigário Geral da Diocese, Mons. Paulo Dias, procedeu-se à tomada de posse dos novos Arciprestes, nomeados pelo nosso Bispo, D. Antonino Dias, para o o próximo triénio: o Rev.do Cónego José da Graça como Arcipreste do Arciprestado de Abrantes; o Rev.do Cónego António Assunção como Arcipreste de Castelo Branco; o Rev.do Pe. Rui Rodrigues  como Arcipreste de Ponte de Sor; o Rev.do Pe. João Maria Lourenço como Arcipreste de Portalegre e o Rev.do Pe. Luís Manuel Alves como Arcipreste de Sertã.

Após a leitura da Provisão, o Sr. Vigário geral dirigiu aos novos Arciprestes algumas palavras sobre o sentido deste ofício eclesial, que deve por todos ser encarado como missão ao serviço da Igreja, e de como o Sr. Bispo prentende valorizar e contar com as efectivas funções que esta figura canóncia tem atribuídas no ordenamento jurídico da Igreja e que ultimamente estavam um pouco esquecidas, limitando-se praticamente ao mínimo - convocar e organizar as reuniões de clero e dsitribuir material informativo, como cartazes e afins, pelo clero do Arciprestado.

Depois foi a vez dos novos Arciprestes partilharem um pouco da forma como encaram esta missão e de como é necessário promover uma reflexão ao nível arciprestal sobre as atribuições do Arcipreste para que este as possa desempenhar mais cabalmente, com a colaboração de todos, promovendo assim a comunhão  eclesial e coordenando eficazmente a acção pastoral de do Arciprestado a que pertence e que coordena a este título.

Após esta interessante partilha, procedeu-se à tomada de posse, tendo-se lavrado uma acta da mesma, ad perpetuam rei memoriam.''

Laos Deo,

Marcello de Noronha

 

 



publicado por porabrantes às 11:24 | link do post | comentar

Sábado, 07.08.10

O Bispo, a Denúncia e a Expulsão dos Missionários.

PUBLICO

 

Por ANTÓNIO MARUJO
Sexta-feira, 30 de Abril de 2004

Pode ter sido um bispo o responsável, pelo menos indirecto, da expulsão de 11 padres dos Missionários Combonianos que estavam em Nampula (Moçambique) e do próprio bispo da diocese, em Março e Abril 
de 1974. A causa imediata da decisão das autoridades coloniais mandarem sair os missionários e o bispo foi a divulgação do documento "Imperativo de Consciência". Esta foi uma das histórias mais relevantes do final do Estado Novo e um dos principais episódios da oposição de católicos ao regime.

No texto, 94 elementos dos Missionários Combonianos e o bispo de Nampula criticavam a "renúncia da Igreja em assumir a sua missão profética e libertadora" no meio da situação colonial que se vivia em 
Moçambique e recusavam "partilhar a cumplicidade", como escreviam, da hierarquia católica de então. Esta, "talvez inconscientemente", colaborava "no manter" de uma situação "contrária ao Evangelho".

Um dos padres então expulsos, o italiano Danilo Cimitan, conta na revista "Além-Mar", do seu instituto, que uma cópia "apócrifa" do texto teria sido vista por Vieira Pinto "nas mãos de um dos bispos", cuja identidade não é revelada. A questão é que as 13 cópias do texto, policopiado em papel verde, tinham sido distribuídas a pessoas concretas: nove foram entregues ao presidente da Conferência Episcopal de Moçambique (CEM), D. Francisco Nunes Teixeira, para serem entregues aos membros da CEM que, daí a poucos dias, iria reunir em assembleia - o texto destinava-se a ser debatido pelos bispos. Outras três foram guardadas pelo superior regional dos combonianos e a última estava com o padre Cimitan no momento em que aconteceu o episódio referido.

Como se explicava então a existência de outras cópias - que viriam, afinal, constituir-se como fundamento para a ordem de expulsão? No livro "Mozambico - 50 anni di presenza dei Missionari Comboniani", 
escrito pelo também padre comboniano Arnaldo Baritussio, reconstitui-se o essencial dos factos desses dias.

O "Imperativo de Consciência" é datado de 12 de Fevereiro de 1974. No dia 14, os padres Danilo e Manuel Ferreira Horta, entregam a Nunes Teixeira os nove envelopes, dirigidos a cada um dos bispos. No dia 
seguinte, ambos os padres regressam a casa do bispo, para voltar a conversar sobre o teor do texto. D. Francisco, que já lera entretanto o documento, recusa as acusações que nele são feitas à hierarquia da 
Igreja e contesta que o Governo não ligue à cultura local. Para comprovar o argumento de que as autoridades coloniais portuguesas valorizavam a cultura local, conta Baritussio no livro, vai buscar um 
manual da escola primária onde se mostram "belas fotografias de zebras, leões, gazelas, etc.".

Antes da reunião da CEM, que deveria acontecer dia 19, os combonianos ouvem rumores de que o documento já circulava publicamente. O padre Danilo vai a Lourenço Marques (actual Maputo), onde Nunes Teixeira lhe diz que a sua presença se tornara inútil, uma vez que os próprios missionários tinham feito chegar o documento ao governo provincial. Cimitan argumenta que é absurdo acusar os combonianos de tal responsabilidade, mas a conversa acaba ali mesmo.

Cimitan, conta ainda o livro, numa história que também foi resumida no número de Março da "Além-Mar", sai então para a actual Avenida Eduardo Mondlane (então Pinheiro Chagas) e encontra uma freira conhecida e um professor universitário português, Manuel Barreto. Este dá-lhe os parabéns pelo nada e o professor mostra-lhe uma cópia com observações à margem: "Falso", "Não é verdade"...

O missionário regressa então à conversa com os bispos, mas D. Francisco não aceita a alegada prova de inocência que o padre lhe traz. É nesse momento, contará mais tarde o padre, num depoimento registado pela "Além-Mar", que o bispo de Nampula, Vieira Pinto, vê "o original da cópia" que o padre vira instantes antes, "nas mãos de um dos bispos".

Outros missionários que estavam na altura em Moçambique dizem que uma das versões que correu na altura é que teria sido um dos bispos a passar o texto a um padre que, por sua vez, o teria entregue às 
autoridades. Nunes Teixeira, que publicou em 1995, antes de morrer, o livro "A Igreja em Moçambique na Hora da Independência", conta diversos episódios ligados ao acontecimento, mas nunca se refere à 
divulgação do documento nem às conversas com os padres. Apenas defende a argumentação de que os bispos preferiam falar directamente com as autoridades, evitando polémicas públicas.

Os factos precipitaram-se a partir de então. Os bispos - à excepção de Vieira Pinto - escrevem para Roma, queixando-se de quebra de solidariedade. Uma pequena comissão criada entre os bispos e os combonianos não encontra culpas nos missionários. Mesmo assim, o então bispo de Tete, actual resignatário de Portalegre-Castelo Branco, D. Augusto César Ferreira da Silva, escreve um artigo no jornal "Notícias", em que volta a acusar os combonianos.

Contactado agora pelo PÚBLICO, o bispo prefere não falar do que aconteceu. O seu secretário, padre Francisco Vermelho, disse que Augusto César não quer responder a "inverdades históricas de algumas 
revistas" - uma alusão à "Além-Mar", admitiu - e que o que havia a dizer "já o escreveu numa carta" ao actual superior dos Combonianos em Portugal.

O Governo provincial acaba por decretar a expulsão dos missionários, concretizada dia 13 de Abril, alegando falta de segurança para poderem permanecer no território. Com o mesmo argumento, Vieira Pinto também é expulso. No dia 14, sábado de Páscoa, chegam a Lisboa. No dia 25 de Abril, a revolução põe fim ao Estado Novo. Um dos três objectivos do movimento militar era sair das colónias...

"É Verdade Que Os Missionários Têm Metralhadoras?"

Quando, no dia 14 de Abril de 1974, chegou a Lisboa com os seus companheiros expulsos, o padre Manuel Horta foi recebido pelo núncio apostólico, o representante do Vaticano em Lisboa. "Do núncio nem um 
aperto de mão recordo; recordo bem as perguntas que nos dirigiu: 'Que fizeram vocês combonianos em Moçambique? É verdade que os combonianos têm metralhadoras?'"

A história está contada na "Além-Mar", a revista dos missionários, onde Manuel Horta, que entretanto trabalha de novo em Moçambique, também já escrevera: "Eu tinha apenas uma espingardita de pressão de 
ar, enferrujada, que usei quando bateram no padre Rogério de Sousa..."

A arma dos missionários, afinal, era a palavra. O documento "Imperativo de Consciência" acabaria por desencadear uma grande solidariedade entre os que estavam a missionar em Moçambique. Dominicanos, jesuítas, membros da Sociedade Missionária da Boa Nova, portugueses e estrangeiros, o documento acabou por receber a adesão de muitos, depois da sua divulgação, recorda o padre Agostinho de 
Sousa, então vigário-geral da diocese de Nampula.

 

publicado por Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 14:35 | link do post | comentar

Quinta-feira, 06.05.10

Já aqui tínhamos elogiado a Figura de D.Antonino, Bispo de Portalegre e Castelo Branco, que anda em visita pastoral por terras de Abrantes, por se ter recusado a fechar o mais velho e importante órgão da imprensa católica na parte sul da Diocese, porque o porta-voz do Bispo no Norte da Diocese é a ''Reconquista'.

 

Pois bem, o ''Distrito de Portalegre'' com mais de um século, uma longa tradição ao serviço do Catolicismo e da Diocese, não falando naturalmente dos serviços prestados à cultura da cidade de José Régio, vai agora fechar por decisão episcopal.

 

Apontam-se ''problemas económicos'' como causa do desastre.

 

O Bispo diz que a Igreja deve concentrar os seus esforços na Internet.

 

O primeiro comentário a fazer é este: não passa pela cabeça do Bispo de Roma fechar o Observatore Romano. Perde dinheiro ? Ganha noutro lado ...

 

Mas as contas da Diocese de Roma ou as do Vaticano são claras, estão publicadas e são auditadas por entidades credíveis.

 

Sabemos que Roma se antecipou à crise, vendeu em alta todas as acções e se dedicou a investir em metais preciosos, designadamente ouro.

 

A publicitação das contas do Vaticano é o resultado duma viragem numa política de secretismo, que desembocou em escândalos sucessivos, na estranha morte de João Paulo I, no pedido de extradição (negado pelo Vaticano) de Monsenhor Marcinkus, na associação entre responsáveis do Banco Vaticano e de algumas filiais à Mafia, à Loja maçónica P-2 (de que Berlusconi era membro), ào branqueamento de capitais e ao tráfico de armas.

 

Em Roma aprenderam a lição e agora as contas são públicas.

 

Se o nosso Bispo diz que não há dinheiro para manter vivo o Distrito de Portalegre, dá-nos o direito de perguntar como estão as contas da Diocese.

Onde é que estão publicadas? Quem as auditou?

A mesma pergunta serve para as Paróquias de Abrantes, em especial São Vicente devido às vultuosas somas que terá recebido de heranças sucessivas, ao número de imóveis de que é proprietária,  às somas importantes que mensalmente maneja através do '' negócio da desintoxicação''

Onde estão as contas de São Vicente? Porque não as publica a Nova Aliança? Quem as audita?

Há sérios indícios, de que o fecho do jornal de Portalegre é sinal, de que a administração das contas da Diocese, em tempos anteriores a Dom Antonino não foi brilhante.

 

Se o fosse havia dinheiro para manter o Jornal e para o tornar num grande órgão de opinião católica que a Diocese necessita.

 

Vão-nos responder que o importante são os asilos, os centros de dia e a enorme obra católica na assistência aos pobres.

 

Mas nem só de pão, vive o homem.

 

E o espírito?

 

Vão-nos negar que a Rádio Renascença é um bom negócio,e a TVI católica e apostólica foi mal administrada?

 

Portanto, se os dinheiros foram pouco brilhantemente administrados há responsáveis e os visíveis são estes:

 

D.Augusto César, Bispo Resignatário de Portalegre

D. José Sanches Alves, actual Arcebispo de Évora

 

 

E podemos perguntar, porque temos esse dever e porque as contas não são públicas,qual o peso nas finanças da Diocese da construção da caríssima Igreja de Santo António, em Portalegre, obra de Carrilho da Graça?

E podemos e devemos perguntar o que era mais importante manter o Jornal ou  apostar no betão?

 

E voltando a Abrantes, dizemos que a situação é semelhante.

 

Há uma aposta suicida na abertura sucessiva de novos projectos, alguns mal dimensionados e mal pensados, quando a queda da prática religiosa é abisssal, quando se assiste a uma perda da participação dos leigos mais capacitados para colaborarem com o Cónego Graça,

partidário duma gestão vedetista e unipessoal (o contrário do mandato conciliar da colegialidade), quando a falta de sacerdotes é dramática.

 

Quem é que vai gerir a ''obra'' do Cónego, que devia ser uma Obra da Igreja e não do  ''one-show-men'' José da Graça quando o Reverendo partir?

 

Quem é que discutiu a encomenda ao Albano duma nova Igreja na Encosta da Barata?

 

Quanto dinheiro foi pago pelo projecto que não serviu para nada?

 

Quantos projectos mais há que a Comunidade não teve tempo de discutir e cuja sustentabilidade é duvidosa?

 

D.Antonino é uma mensagem de esperança, mas o Senhor Bispo tem uma ''pesada herança''.

 

De qualquer forma, damos-lhe as boas-vindas a Abrantes

 

Marcello de Ataíde ( diz o Miguel que está à espera que Monsenhor Jana envie para o Vaticano a lista dos delfins de Ratzinguer, a lista já estava feita mas Monsenhor Jana que tinha lá metido como representante nacional o Padre Felicidade Alves, ex-paróco de Américo Tomás, embatucou quando descobriu que o homem já estava morto. Esteve para apresentar a viúva para ser a primeira mulher Papa, mas parece que esta recusou.

Deseperado dizem-nos que vai telefonar ao Pico para que convença o Vigário do Pinhal a ser o representante nacional)......

 

Agradecemos a alguns sacerdotes e leigos do Arciprestado a colaboração dada para escrever esta nota. E também aos nossos amigos da Cúria



publicado por porabrantes às 09:08 | link do post | comentar

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