
in Abrupto do Sr.Dr. Pacheco Pereira.
A minha falecida amiga D.Maria Luísa de Almada Albuquerque Moura Neves, viúva do Dr. Armando Moura Neves (o benemérito que pagou 1/2 da massa que custou a residência do Cónego Graça e deu ao Patronato Santa Isabel o edifício onde se encontra ), ainda me contou a peregrinação dos católicos abrantinos à estação da CP de Abrantes para agradecerem a Sidónio Pais a restauração da liberdade religiosa em Portugal.
Da mesma forma contou-me os enxovalhos que sofreu, menina e moça, por ser católica na Abrantes republicana. Só havia uma Igreja aberta (a da Santa Casa, porque era particular) e quem queria ir à missa tinha o fazer suportando os enxovalhos da canalha (não confundo canalhas com o povo) à entrada e à saída.
Não ouvi da boca da Presidente uma palavra para os católicos ofendidos pela política liberticida de Afonso Costa.
O seu discurso a 5 de Outubro de 2010 foi tão desastroso, como o seria um sobre 25 de Abril em que não se falasse das vítimas da Ditadura.
Resgatámos esta manchete histórica em homenagem aos bisnetos de Sidónio subscritores da petição.
E recordamos que o assassinato de Sidónio, como o de Sá Carneiro, D.Carlos e Delgado continua em grande parte por explicar.

Aos nossos leitores aconselhamos o recente romance de Moita Flores.
Boa Leitura.
Marcello de Noronha
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