Sábado, 22.10.16

d.miguel 1.png

Era 13 de Abril de 1830 e isto saiu na Gazeta de Lisboa, de 14

 

foge abrantino que te condecoram ou vais preso......porque apodreciam abrantinos em S.Julião da Barra e na Torre de Belém por liberais...

 

a inflação de condecorados prosseguiu

 

nabiça.png

alguém sabe quem era o Nabiça?

 

porque o miguelista capitão Brás Consolado era o avô de.....

 

face aos rogos da fradalhada, o Rei absoluto deu mais uma medalha...

frade.png

Era 28 de Janeiro

 

Dois anos depois em 1832, um homem da governança, o Annes também recebia o penduricalho da infâmia

annes.png

Houve mais medalhados e medalhas que El-Rei era um mão-largas...

 

Alguns dos medalhados foram sólidos próceres do regime liberal ...

 

caso do capitão Joaquim Ferreira, 

 

fica para outro dia

 

quanto aos medalhados foram-no por não serem malhados....

 

 

Rei chegou Rei chegou

Em Belém
Desembarcou
Na barraca
Não entrou
Aos realistas Abraçou
Aos "malhados"
Não falou

 

ma

  



publicado por porabrantes às 23:59 | link do post | comentar

Sábado, 21.05.16

josé godinho de almeida.png

Que fez o sargento Godinho?

Rebelou-se com o seu Regimento contra D.Miguel I

sentença 1834.png

em nome da Rainha, d'el Rei D.Pedro IV, da República e da Santa Liberdade

rainha.png

 a forca esperava por ele, foi considerado culpado

forca.png

forca 2.png

 Foi de facto enforcado? Haveria que ver mais papelada. Mas as forcas de D.Miguel não perdoavam...Se temos Liberdade foi porque houve homens como o 1º Sargento Godinho de Almeida, seria parente do Charters de Almeida, que usa um título dado pelo Usurpador que condenou o sargento abrantino à forca, por defender Dona Maria da Glória, a Rainha Legítima?

Em vez de tantos contratos para o Charters, que uma placa recorde o herói abrantino de 1831!

ma 



publicado por porabrantes às 00:12 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30.03.15

padre luis bairrão.png

 

Para desmentir os boatos dos ''malhados'', os ''corcundas'' Rev.P. Luis Bairrão e Joaquim Freire Pimentel  do Avelar (este da boa nobreza da Vila) exigem ao Escrivão da CMA que lhes seja passado ''atestado'' que tinham servido grátis o Rei Absoluto e que tinham colaborado na defenestração da Rainha Legítima, D.Maria II. O Joaquim Freire era da família do morgado que oferecera 2 filhos a D.Miguel.

O chefe da banda ''corcunda'' era o Marquês de Abrantes, enquanto o Senhor D.Gastão Coutinho, Morgado de Punhete e Conde da Taipa e o cunhado, o aristocrático Fronteira serviam D.Pedro. Eram ''malhados''.

Os dois ''corcundas'' tinham sido Procuradores da Vila às Cortes mas queriam um atestado da sociedade civil que eram beneméritos.

Ao peito, eles, as mulheres (só a do Morgado Pimentel do Avelar) luziam a efígie do Senhor Dom Miguel a quem Taipa chamava com descaro '' Usurpador''..

Naturalmente não se livrava dos brutais insultos do mais bêbado frade de Lisboa, José Agostinho de Macedo, que fora dilecto amigo de Bocage.

coutinho.png

 

 

MN

corcunda= miguelista

  

nota: diz-me um leitor que o Morgado Pimentel de Avelar aqui abordado  se chamava de facto Pimenta do Avelar, havendo uma gralha no jornal citado.

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:11 | link do post | comentar

Terça-feira, 25.02.14

 

 

El-Rei D.Miguel I não dava medalhas de lata à sua base social de apoio, distribuia medalhas de ouro, entre as contempladas as freiras abrantinas e não só (como se verá outro dia)...

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 23:09 | link do post | comentar

Quinta-feira, 02.05.13

 

 

 

 

Vou-me dar ao trabalho de verificar se estes padres e frades tão revolucionariamente vintistas tomaram ou não depois partido por D.Miguel I.

É cá por coisas.

 

MN

 



publicado por porabrantes às 01:49 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.07.11

 

Salvem da demolição o Real Convento S. Domingos de Abrantes

 

O nosso amigo Artur Falcão e nós recomendamos este livro ao pessoal que gosta de História e ao que vai de férias para o Algarve. O Remechido foi um guerrilheiro miguelista que se recusou a aceitar a vitória liberal e com um talento militar brilhantíssimo manteve o Reino Algarvio em pé de guerra contra D.Maria II, durante muito tempo!!!! Uma lição de História do Sérgio Brito. Parte do preço vai para obras benéficas locais.

 

 

 

Já agora vão umas notas que não cabiam no facebook

 

José Joaquim de Sousa Reis, conhecido como o Remexido. ou Remechido (como se escrevia no século XIX), nasceu em Estômbar no dia 19 de Outubro de 1796. Foi um célebre guerrilheiro algarvio. Casou-se em São Bartolomeu de Messines, devendo-se, aliás, ao seu casamento, o nome por que ficou conhecido, já que se rebelou (remexeu) contra o seu tutor, que lhe proibia o casamento. Era um homem de posses, capitão de ordenanças, além de exercer a função de recebedor concelho. Servindo D. Miguel, derrotou, em conjunto com o general Tomás Cabreira, o famoso Sá da Bandeira, na batalha de Sant’ Ana. Estava-se na época da guerra civil, entre liberais e miguelistas. Quando o primeiro duque da Terceira tomou conta do Algarve, o Remechido escondeu-se na serra algarvia, onde, recorrendo a uma táctica de guerrilha e apoiado por serranos, venceu sistematicamente as tropas governamentais.
D. Miguel I, Rei de Portugal
Diversos crimes foram cometidos em seu nome e rapidamente se tornou uma lenda de temor que se espalhou até ao Alentejo. Contudo, estudos recentes parecem ilibá-lo de tais crimes e acções ignominiosas. De facto, queimaram-lhe a casa, açoitaram-lhe publicamente a mulher por não revelar onde ele se encontrava escondido e, por fim, mataram-lhe um filho de 14 anos. Revoltado contra tal crueldade, vingou-se como podia e jamais se entregou, mantendo a sua acção de guerrilha mesmo depois da Convenção de Evoramonte. Procurava castigar os que os perseguiam, mas perdoava aos soldados que lhe caíam nas mãos, porque desempenhavam um serviço que eram obrigados a fazer. Por fim, foi capturado, levado a Conselho da Guerra e fuzilado em Faro no dia 2 de Agosto de 1838. Julgado por um Conselho pouco simpatizante da "causa miguelista", e mesmo tendo-lhe a rainha D.Maria II concedido o perdão, tal ordem não foi cumprida e fuzilaram-no por interesses políticos e pessoais.
in messines info
 
a primeira gravura é do messines.info
as restantes: colecção marcello de Noronha
pub por Marcello de Noronha


publicado por porabrantes às 17:53 | link do post | comentar

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