O Snr. Dr. Nelson Carvalho deu um bocadinho de atenção à Tubucci no facebook e por extensão a este blogue,coisa que se agradece.
O assunto era pegacho e o Sr.Dr. Carvalho é especialista em cultura pegacha, dado que arranjou uma Vereadora da Cultura pegacha para ilustrar esta cidade. Já sabemos como foi.
Mas vamos ver como o dr. Carvalho dirigia uma edilidade. que segundo as suas próprias palavras fazia ''sacanices'' a um ''Senhor do Pego e aos filhos''
Como bem disse o ilustre Procurador da República, Dr.Orlando Machado,: ''o que o arguido não esclareceu foi o significado da ''sacanice que a Câmara está fazer'', frase que inexoravelmente aponta no sentido de conduta indevida, ao nível jurídico, moral ou outro.''
Sendo Dia do Senhor e tendo o arguido Carvalho, declarado em devido tempo, ao Mirante, que daria um bom padre, será de acrescentar que teria sido.........inexoravelmente Cónego..
Quanto ao Dr. José Bento Pedro, referido no texto, deixo ao leitor que retire as suas conclusões.
O Processo de Inquérito nº 434/=S.4.TAABT está arquivado à espera de melhor prova e só prescreve a eventual responsabilidade criminal no dia 8 de Outubro de 2016.
Como se vê, somos agradecidos, o Sr. Dr.Carvalho divulga o nosso blogue e nós divulgamos o processozinho das ''sacanices''.
Finalmente alguém estará a fazer uma sacanice ao Sr. Dr. Humberto Lopes?
ma
Nos termos do Código de Direito Canónico este acto praticado pelo R.Cónego Graça implicava a necessidade de ter licença do Bispo (D.Augusto César), porque para um presbítero se envolver em actividades pelas quais tenha de prestar contas a terceiros, implica licença do Ordinário Diocesano.
Pediu-lhe o Dr. Bento Pedro a licençazinha?
Ou não leu o Código?
Nos termos do Direito português, implicava que o Reverendo devia ter uma procuração passada pela vendedora.
Pediu-lhe o Dr. Bento Pedro que exibisse a procuração e anexou-a ao processo?
Desempenhava o Reverendo actividade benemérita ou lucrativa?
No caso de ser lucrativa, estava inscrito como intermediário de negócios de terrenos nas Finanças?
Tudo isto são questões legais a considerar, resta a prudência e o bom gosto, que aconselhava o Cónego a não se meter em coisas destas, porque além de descurar a salvação de almas, escusava de ouvir aqui, que se deixasse de actividades incompatíveis com o múnus paroquial.
Ninguém verá Francisco, o Papa, andar a vender lotes de terreno de terceiros ao Município de Roma.
M.Noronha
quem foi o clérigo que apareceu como testemunha de uma senhora da sua paróquia num processo de divórcio litigioso, contra o marido, que se confessava a ele? obviamente não foi aquele a que nos referimos,espero eu????
A ver se o Senhor Bispo mete sensatez na cabeça desta gente
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