O Comendador Duarte Lima, vai dentro.
Só agora os laranjas vão expulsá-lo.
Aguarda mais julgamentos.
Neste momento são dois ministros do regime a ferros.
Já se escreveu aqui o suficiente sobre um tipo que representa o pior do regime.
Já agora os dois ministros são transmontanos.
E o ex-primeiro-ministro a aguardar o regresso à cadeia também é.
O melhor é abrir uma penitenciária na Terra Fria.
mn
Segundo a Visão um dos donos do Jornal de Abrantes

não sabe se tem uma Quinta em Sintra, coitadinho, mesmo que seja um Juiz a perguntar-lhe.
O filho do amigalhaço do Cónego Graça, que anda chateado com a Justiça, por causa do Pedro Moreira.....

o Paulo Guilherme também não sabe se é dono da Quinta, que já foi dum tipo acusado de assassinato, um miserável patife chamado Duarte Lima.....
De quem é a Quinta?
Esperemos que o Graça não mande averiguar ao Anacleto, se a Quinta é da D.Amélia Baeta.
mn
Como todos sabem sucederam-se face à passividade municipal uma série de crimes na pacífica localidade da Chainça.
Aqueduto de Santo António (ruínas dum velho convento abrantino) foto Geocahing.
Para um desses crimes as forças da ordem detiveram um suspeito para averiguações.
A detenção foi confirmada junto de fontes solventes.
Naturalmente o suspeito goza do direito à presunção de inocência.
Também goza do mesmo direito o alegado matador da dona Rosalina, o Duarte Lima a monte das autoridade brasileiras, como se encontra a monte das autoridades lusas o miserável assassino dum miúdo na Madeira, esse pedófilo que continua a cantar missa cada manhã no Rio de Janeiro, e quem sabe a confessar meninos do coro, o Padre Frederico.
Não caçaram os israelitas o Eichman em Buenos Aires e o mandaram por essa via para Tel Aviv e o trataram como criminoso de guerra, antes que um carrasco judeu o pendurasse????
Começa a ser hoje a ser julgado por outras acusações o Duarte Lima e vamos ver se o ex-deputado laranja (já o expulsou o PSD ao menos?) cantará??? Porque cantava muito bem no afamado Coro da Universidade Católica....
Não fui eu que defendi a inocência de Domingos Duarte Lima com o argumento, certamente irrefutável, que por ser transmontano tinha de estar inocente de ter crivado de balas uma velha, como sustenta a acusação em Maringá.
Não fui eu que almocei com ele no Solar dos Presuntos. Nem nenhum dos membros desta redacção.
Miguel Abrantes
solar dos presuntos
O sr.dr. Armando Fernandes, neste blogue e na gíria política abrantina tratado carinhosamente por Armandinho, e em certas colunas que assinava no Ribatejo como Edite, nome certamente grácil e donairoso, manifestou a sua crença na inocência do seu correligionário político dr. Duarte Lima no assassinato da Dona Rosalina.
Vimos rogar por este meio ao Sr.Dr. Armando Fernandes que foi lesto em participar ao orgão competente do PSD alegadas e vagas ''infracções disciplinares'' do Sr.João Pico, alegadamente segundo o seu ex-companheiro através de

Os documentos são provenientes da Assembleia da República e são de acesso aberto a qualquer cidadão.
Também lá há coisas sobre o dr.Armando Fernandes. Cada deputado tem uma ficha....
Nestes papéis o ex-representante do povo português, membro do seu partido, diz que não possuía participações no capital de nenhuma empresa, e que o filhinho, hoje a contas com uma pesada fiança para não estar à sombra, e o cônjuge também não.
Hoje sabe-se que o Duarte Lima, actualmente atrás das grades, possuía uma vasta participação nessa estrela bancária do projecto cavaquista, o

e algumas off-shores. E que o filho participava num fundo de especulação imobiliária na terra do Sr.Isaltino.
V.Exa tão lesto em alegadamente queixar-se disciplinarmente dum senhor do Souto, é capaz de queixar-se à Comissão de limpezas do PSD para escorraçar a pontapé este tipo?????
sol
Tenho impressão que não é capaz .....
Miguel Abrantes

É muito difícil a Duarte Lima escapar incólume à suspeita de que teve algo a ver com o sucedido
A notícia caiu com estrondo, vinda do Brasil. O advogado Duarte Lima, segundo a Acusação, assassinou a sua cliente Rosalina Ribeiro. O móbil: não deixar rasto de prova de cinco milhões de euros que ela terá depositado numa conta do seu advogado para, desta forma, os desviar do bolo da herança disputada entre Rosalina e a filha de Tomé Feteira.
Li o documento de Acusação. A investigação está bem feita, tendo em conta as circunstâncias em que a Polícia teve de trabalhar, sem testemunhas directas e sem o principal suspeito por perto. Embora tenha lacunas graves, que não esmorecem todas as suspeitas sobre a sua credibilidade. A utilização da arma, por exemplo. Não é claro como terá Duarte Lima adquirido a arma do crime. Por outro lado, está evidenciada informação que coloca Duarte Lima dentro do homicídio. Sobretudo o exame do carro que terá revelado vestígios de sangue no seu interior, a reconstituição da viagem até ao local do crime e, em particular, a profunda contradição entre o seu depoimento inicial e a narrativa reconstituída do crime realizada pela investigação criminal brasileira. Dito de outro modo, se a Acusação não é um documento inatacável, com alguns buracos negros que precisariam de melhor explicação, não é menos verdade que será muito difícil a Duarte Lima escapar incólume à suspeita de que teve algo a ver com o sucedido. E o seu silêncio, ainda que compreensível neste momento, perante a avalanche de condenações precipitadas, não o defenderá, aos olhos dos cidadãos do seu país, da hipótese de ter cometido um crime hediondo.
Em primeiro lugar porque representa o rompimento radical da relação entre advogado e cliente. Se o advogado nos mata, para que servem os advogados? É verdade que é apenas um caso, mas mancha essa relação de confiança sagrada. Em segundo lugar porque o seu próprio país, que lhe deu fortuna e reconhecimento pelos lugares públicos e políticos que desempenhou, merece essa explicação. Ou então, tornar-se-á um caso de repugnância absoluta, pois o próprio julgamento à revelia, com a prova aí apresentada, ainda adensará mais a certeza de que matou por dinheiro a pessoa que nele depositou a maior confiança. Esconder-se atrás dos formalismos legais é fugir à exigência moral. Muito maior do que a exigência do Direito. E isso não terá perdão.
Onde porém anota uns dias depois que a autópsia forense foi feita com provável negligência e que isso pode dificultar bastante a vida à acusação para a usar como prova dalguma coisa em tribunal
Como se sabe Moita Flores foi investigador da PJ e sabe do que fala. São artigos destes que abordam com sensatez a situação do caso ''Herança Féteira''.
Miguel Abrantes
Princípios inquestionáveis
a) a D.Rosalina tinha direito à vida

b) A D.Rosalina foi assinada a tiro

c) A justiça brasileira acusa um político laranja e expoente do cavaquismo mais boçal de ser o assassino. O Duarte Lima era o Advogado da D.Rosalina.
aventar
d) D.Rosalina manteve uma relação amorosa com o milionário Lúcio Tomé Feteira e se este estivesse vivo, as coisas resolviam-se doutra maneira....
sic
e) O juiz Sr.Dr.Carlos Alexandre, martelo de marginais, meteu Duarte Lima atrás das grades, não pelo caso Dona Rosalina, mas por
''crimes de burla qualificada, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais''.
Além de Duarte Lima é arguido o filho e outro ex-deputado laranja.
Quem é o amigo abrantino de Duarte Lima?

Este.
Tem direito à palavra?
Tem.
E a D.Rosalina tem direito à vida?
Não.
Passemos então a dar a palavra à criatura:
in Ribatejo
Agora os comentários:
a) Duarte Lima, diz o Fernandes veio de terras de Miranda. É um facto.
Não diz que foi antigo seminarista, do coro da Universidade Católica e que nasceu numa família com extremas dificuldades económicas....
b) Diz o Fernandes, : ''na tipologia clássica da política não foi um videirinho''
O que é um ''videirinho''????
Estou-me nas tintas para a ''tipologia clássica'' agitada pelo de Lagarelhos. Vou ao dicionário: ''Popular: o mesmo que videiro. O que para chegar aos fins, não olha aos meios, nem hesita em cometer baixezas''.
Por exemplo o Buiça foi um videirinho, isto é para mudar um regime ''não hesitou em cometer a baixeza'' de matar D.Carlos......
Na política, o Duarte Lima não usa armas de fogo. E .....
Videiro : Popular ''O que trata cuidadosamente da vida ou dos seus interesses; fura-vidas.''
Ou seja segundo a definição o Duarte Lima foi um perfeito videiro ou videirinho, na política e na vida.
c) Diz o Fernandes que há uma : lógica da comunicação entre transmontanos
Deve ser uma coisa especial, desconhecida dos tratados normais de lógica. Certamente duvidosa. Como é que o Fernandes a define?
A lógica de comunicação entre transmontanos é esta : caça ao tacho e o Duarte Lima, pelos vistos, segundo o Fernandes, distribuía tachos porque senão, segundo a lógica normal portuguesa (não a galega), os pudorosos transmontanos não fariam bichas....

tachos para bons e leais transmontanos cavaquistas
d) Diz o Fernandes que o Duarte Lima fez uma ''negociata''.
Digo eu: se fosse só uma....
Diz o Cândido de Figueiredo: ''negociata'' : '' negócio, em que há logro ou trapaça''.
O Tribunal desconfiou, não conseguiu provar o logro e o Lima safou-se. Mas o Fernandes que sabia da ''negociata'' ou seja de como se fizera o ''logro ou a trapaça'', porque o diz textualmente, continuou a dar-se com o Lima no Solar dos Presuntos....
weektips
Também pode dar-se o caso do Fernandes devido à sua origem étnica pensar ainda em galego e não saber o significado da palavra ''negociata''....
e) Diz o de Lagarelhos : é acusado de assassinar uma cliente dona de milhões
Infelizmente é acusado de matar a Dona Rosalina, a quem o Fernandes confisca o nome, como o Duarte Lima alegadamente confiscou a vida, mas que segundo as notícias e segundo o Sr.Dr. José Miguel Júdice, Advogado da Senhora Dona Olímpia Féteira, não era dona de milhões, porque estes não pertenciam à Rosalina mas à herança donde ela alegadamente terá passado parte da massa para as contas do videirinho transmontano.
Tiram-lha a vida, o Fernandes nem lhe dá o direito a chamar-se Rosalina mas atribui-lhe uma fortuna......
....que era de terceiros...
f) coisa em que não acredito diz o de Lagarelhos.
As crenças e opiniões do Fernandes não fazem fé em juízo, como lhe explicou outro dia, uma Juiz do Tribunal de Abrantes.
Aliás não fazem fé nem sequer em Lagarelhos....nem no Brasil, desafiando nós o Fernandes para desembarcar no Rio e explicar à polícia as razões do seu piedoso acto de fé na inocência do Lima. A polícia talvez o encaminhe para a Globo onde um autor de telenovelas aproveite a sua narração como guião dum novo original que podia ter o título:
g) Diz o Armando Fernandes: Até ser condenado em tribunal é inocente.
Tem razão. Tive de esperar pelo fim da coluna para encontrar uma afirmação acertada.....
Dizer que o Fernandes fez uma afirmação acertada é certamente pouco lisongeiro....para mim....
Miguel Abrantes
08.06.2011 - 17:12 Por Mariana Oliveira
O dinheiro terá ido parar às contas de Duarte Lima, acusam os herdeiros de Tomé Feteira (Daniel Rocha)
Tudo no Público
E a agora as nossas perguntas:
Quem foi o alegado abrantino alaranjado que procurou a ajuda do benemérito Duarte Lima, por intermédio dum transfuga do bonapartismo militarista, para conseguir um lugar ao Sol, com o argumento '' o povo de Abrantes é muito desagradecido''???? (1)
E as nossas recomendações: que o Sr. Dr.Duarte Lima continue com o mesmo Advogado, homem competente e não vá nos cantos de sereia do alegado abrantino para lhe impingir o seu!
O dito é o mais inepto exemplar saído da fábrica onde Durão Barroso se licenciou.
Para informação da Delegação da Ordem abrantina (dos Advogados) dir-se-á que o inepto exemplar não tem escritório na nossa comarca.
Miguel Abrantes
(1) Neste momento os ''amigos'' de Duarte Lima estão numa bicha.....
O Sr. Dr. Duarte Lima, uma das mais veneráveis vozes do cavaquismo, escreveu uma vez uma crónica no ''Expresso'' onde revelava que um promissor político, toxicómano recuperado (o homem tinha tido a decência de revelar, ele próprio, essa falha no seu passado) tinha outro segredo, certamente terrível ,que não revelara, fora jogador de boxe nos subúrbios de Lisboa, animara colectividade populares com os seus directos (para escândalo da sua aristocrática família) mas não chegara a atingir a categoria do saudoso Belarmino, imortalizado num filme por Fernando Lopes.
wikipedia
O político (e rival) era Morais Sarmento.
Agora o advogado brasileiro Normando Ventura, colega do inefável Lima no processo ''Tomé Feteira, diz o seguinte ao Diário de Notícias de hoje:''Em Portugal, Duarte Lima (que foi advogado de Lúcio Tomé Feteira) nunca representou Rosalina juridicamente, funcionando como um conselheiro. O poder da defesa oficial foi delegado num outro jurista, dado Duarte Lima ser na altura deputado. Segundo Ventura, Rosalina nunca mostrou vontade em que o ex-líder do PSD saísse de cena. Bem pelo contrário. "Ele só não a representava legalmente porque era deputado e não podia acumular as duas funções, daí haver um outro advogado", disse, lembrando que "a dona Rosalina raramente fazia alguma coisa sem consultar o seu conselheiro português. Muitas vezes as minhas posições estavam certamente sujeitas à aprovação dele".
Duarte Lima continua sem querer prestar declarações sobre o caso.
O homem que achava que Morais Sarmento devia ter revelado o seu segredo acerca do seu passado como ''Joe Louis'' dos arrabaldes ou ''Cassius Clay'' das colectividades manhosas do boxe lisboeta, acha bem estar caladinho.
De qualquer forma o advogado Normando Ventura já nos esclareceu o que é a incompatibilidade parlamentar.
Uma treta!!!!!
Resta-nos que o Justiceiro de Coimbra, o socrático Robin Hood da advocacia, o populista bastonário Marinho Pinto nos esclareça como vê o estranho caso do ponto de vista da deontologia profissional!!!!!
foto ionline.pt
Entretanto temos novos protagonistas no folhetim: só faltava uma fadista.
Chama-se Maria Alcina.
Miguel Abrantes
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