Quinta-feira, 15.11.18

O divino Luís Pacheco escrevia em 1993 '' «José Bacelar, Razão e Absoluto; Eduardo Lourenço, Heterodoxias I; Herbert Spencer, Arte e Sociedade. Estes três livros fizeram-me perceber que o neo-realismo ortodoxo e o PC [Partido Comunista] magistral e super eram aldrabices» (Diário Selvagem/ Arquivo da Família). ''

 

O arquivo de Eduardo Lourenço foi organizado e salvo pelo sr. dr. João Nuno Alçada.

 

Está aqui

 

A Heterodoxia é do final dos anos 50

 

E os nossos filósofos da treta levaram  mais de 60 anos cultivando o lixo jdanovista.

 

ma 



publicado por porabrantes às 09:10 | link do post | comentar

Sábado, 06.02.16

O Presidente Marcelo nomeou o insigne pensador nonagenário Eduardo Lourenço para Conselheiro de Estado. Era o Conselheiro ''in pectore''' do Candidato, apesar do Lourenço militar na candidatura enevoada.

As más línguas, que são muitas, sussurram que é a paga pelo Lourenço contar (através de metáforas enigmáticas) coisas ao Marcelo, a última foi '' O Sampaio da Névoa nunca existiu, foi apenas um erro de casting''.

O SNAP de Abrantes está chateado com o Professor, desejava a nomeação da insigne poetisa centenária, Maria da Piedade , que segundo o ''bureau'' político da candidatura do'' erro de casting'' vale mais que o Eduardo Lourenço.

snap.jpeg

Vai ser dirigido um telegrama de protesto ao Presidente, dizendo que a vate ''vale mais que o Lourenço''. É muito mais organizada, o Lourenço é um desastrado. Uma vez perdeu um romance dentro duma caixa de sapatos e a obra só foi encontrada, perdida, vinte anos depois,na garagem do pensador, em Vence, pelo investigador abrantino, que lhe arruma a obra na Torre do Tombo.

Não se confirma que o SNAP abrantino vá candidatar a poetisa centenária ao Nobel.

mn 



publicado por porabrantes às 09:23 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.01.15

Foi graças ao sr. dr. João Nuno Alçada, neto de Diogo Oleiro, que se salvou e ordenou o espólio de Eduardo Lourenço, um pensador e escritor importante para a Cultura Portuguesa.

 

O Público conta (parte da história), espero que algum jornalista abrantino ou o senhor Director da Biblioteca convide o dr. Alçada para contar como fez preservar para a nossa memória, a atribulada papelada do autor do ''Fascismo não Existiu'' 

 

 

''  Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) adquiriu o acervo do filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço (n. São Pedro de Rio Seco, Almeida, 1923) para o integrar no Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea, anunciou esta segunda-feira a Secretaria de Estado da Cultura (SEC). São milhares de documentos, manuscritos e até correspondência trocada com grandes nomes da Cultura como Vergílio Ferreira, Jorge de Sena ou Sophia de Mello Breyner....

Numa nota enviada às redacções, o gabinete de Jorge Barreto Xavier diz tratar-se “de um bem cultural fundamental para a investigação filosófica, literária, histórica e sociológica não só da obra de Eduardo Lourenço, mas do pensamento português dos séculos XX e XXI”.

Comentando esta comunicação da SEC, Eduardo Lourenço disse ao PÚBLICO que ele próprio já não tinha “uma ideia muito precisa” da dimensão do acervo. “Já o perdi de vista há algum tempo”, acrescenta, lembrando que este é um processo que foi iniciado há já vários anos. “A decisão [de entregar a colecção de manuscritos à BNP] estava sempre implícita na minha cabeça, mais ainda quando se tornou claro que eu passaria os meus últimos anos em Portugal”, justifica Lourenço, dizendo que os mais de dez milhares de documentos que constituem a colecção estiveram depositados na Torre do Tombo – “mas, como não tinham o carácter de espólio de reis, isso era uma situação transitória”, graceja.

O responsável pela organização dos documentos é João Nuno Alçada – “agora está tudo arrumadinho; parece uma loja de calçado!”, comentou o filósofo sobre o trabalho realizado por aquele investigador, que tem também em vista a edição da Obra Completa de Eduardo Lourenço pela Fundação Calouste Gulbenkian, actualmente em preparação.

Sobre o conteúdo do acervo, que tem peças desde os anos 1940 e correspondência trocada com várias personalidades nacionais e estrangeiras contemporâneas de Lourenço – e que faz deste, assinala a nota da SEC, “um dos mais extensos espólios” a integrar o Arquivo de Cultura Portuguesa Contemporânea da BNP –, Lourenço diz que “são coisas que [eu] ia escrevendo ao longo do tempo”, como “uma espécie de diário cultural”. E admite que o número de textos inéditos é bem superior àquilo que imaginava. Entre eles, assinala os escritos sobre as artes da pintura e da música. “São mais de três milhares de páginas escritas sobretudo lá fora e resultantes de uma paixão tardia”, nota.

Sobre a publicação da Obra Completa pela Gulbenkian, Lourenço confirma que está a trabalhar nela há já algum tempo. “Estou a tratar de uma obra que, não sendo póstuma no sentido próprio, sê-lo-á na prática”, diz. Mas acrescenta que espera ainda poder surpreender-se, e surpreender os seus leitores, quando começarem a sair os primeiros capítulos da publicação.

Actualmente, o acesso ao acervo de Lourenço na BNP é ainda restrito, estando a consulta limitada aos investigadores que trabalham na edição da Gulbenkian.

O acervo bibliográfico de Eduardo Lourenço, recorde-se, está já representado em duas outras instituições no país: a biblioteca municipal da Guarda (distrito natal do filósofo), que desde 2008 tem mesmo o seu nome e uma colecção de cerca de três mil volumes em português – "são os livros dos meus amores, dos meus estudos, das minhas paixões literárias", disse Lourenço aquando da sessão formal da doação –; e a biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde o filósofo estudou, e que recebeu uma colecção de obras relacionadas com os temas da filosofia e da história das ideias.

Eduardo Lourenço, de 91 anos, autor de obras como Pessoa Revisitado ou O Labirinto da Saudade, é considerado um dos maiores pensadores portugueses. Passou parte da sua vida entre França e Portugal, mas manteve-se sempre ligado ao país onde nasceu, reflectindo a sociedade portuguesa no seu trabalho.

O seu trabalho foi amplamente reconhecido com prémios nacionais e internacionais, entre os quais se destaca o Prémio Europeu de Ensaio Charles Veillon (1988) e os Prémios António Sérgio (1992), Camões (1996), Vergílio Ferreira (2001) e Pessoa (2011). Foi também agraciado com as ordens portuguesas de Sant’Iago da Espada (1981, 2003), do Infante D. Henrique (1992) e da Liberdade (2014).''

da autoria de Sérgio Andrade, no Público donde se publica com a devia vénia

E naturalmente obrigado dr. Alçada!!!!

.''

mn



publicado por porabrantes às 18:22 | link do post | comentar

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