Quarta-feira, 12.01.11

Diz-nos o nosso amigo Sr.Lalanda sobre o post O Processo do Sr.Carvalho

 


Era o dueto da unanimidade !
Um também procurava "emprego" e o outro
contentava-se com as senhas de presença.

 

Caro Sr.Lalanda

Parabén sobre o seu artigo sobre um dos membros do dueto na Barca

 

Vamos transcrevê-lo um dia destes antes que perca oportunidade

 

Mas dada a idade avançada da personagem temos de lhe dar tempo de respirar não tenha o homem um enfarto....

 

Por isso também fica adiada a ida da esposa ao cinema

 

Mas de facto era um trio, completado pelo Sr.Moreno, e eram tão castiços que lembravam o saudoso Trio Odemira

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 22:28 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17.12.10

Recebemos já a resposta à nossa exposição ao Provedor do Munícipe.

 

O dito ofício está a ser analisado pelos nossos juristas e depois serão tomadas as decisões pertinentes.

 

Tais decisões como a referida resposta serão divulgadas neste blogue.

 

Fizemos aqui o elogio da escolha do actual Provedor e concedemos-lhe o benefício da dúvida.

 

Mas agora estamos a lembrar-nos dum velho diálogo do tempo em que outro oficial desempenhou esse cargo.

 

Visitava Jorge Sampaio o Concelho.

 

Pressuroso, foi o empregado do barão dizer-lhe que tinham inventado uma coisa nova para defender os cidadãos.

 

O que é?

 

O Provedor do Munícipe.

 

Jorge Sampaio riu-se e respondeu, olhe, eu fui Presidente da Câmara de Lisboa e isso não serve para nada.

 

O Chaves e o empregado do barão meteram o rabo entre as pernas.

 

Tenho de concluir que o  Presidente tinha razão.

 

Mas também devo dizer que o cargo de de Primeiro-Ministro não serve para nada.

 

Quem governa é o Embaixador Americano, segundo divulgou o Expresso, a propósito dos raptos organizados pela CIA para deportar presos para o centro de tortura em Cuba.

 

Já não somos um país livre, somo uma colónia.

 

Coberta de vergonha por sermos cúmplices de torcionários.

 

Miguel Abrantes, da Loja Raul Rego



publicado por porabrantes às 09:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 08.12.10

Grupo Lena suspende projecto Lena Business

 

ler aqui no Templário

 

Ainda me lembro dum artigo do empregado do Barão no Primeira Linha espancando um falecido advogado abrantino meu amigo defendendo as bondades da gestão deste grupo.

Página inicial

Seria accionista?

 

Agora rogo ao

empregado do Barão......

 

que me diga quando é que os painéis solares começam a dar luz ....

 

ou está a execução dessa magnífica ideia em standy by porque o mandatário do Nobre não pode fazer 2 coisas ao mesmo tempo?

 

levar ao massacre eleitoral em Santarém o benemérito profissional e produzir painéis?

 

quando terminar a primeira volta e o Nobre sair chutado do cenário eleitoral por um pontapé dado pela vontade soberana do povo,

in devaneios e delírios

 

já poderá haver painéis?

 

Respeitosamente

 

Edite  Fernandes, de Vinhais




publicado por porabrantes às 20:16 | link do post | comentar

Segunda-feira, 06.12.10

Quem pensava que o empregado do Barão tinha arrumado as botas (equipamento muito útil nos seminários, Salazar que o diga) e deixado a política para passar aos negócios, está muito enganado.

foto do blogue ''Novas Margens'' da frustrada candidatura do Sr.Carvalho a Comissário Político PS em Santarém

 

 

Já vimos o ''Comendador''  agora ao serviço do ''Cavaleiro'' Nobre (seria mais divertido um ''Cavaleiro'' plebeu) como forma de aparecer nos jornais, insultar Manuel Alegre e pôr parte do aparelho distrital socialista (a parte má, a tralha guterrista) a boicotar a candidatura dum grande escritor e a única capaz de federar a Esquerda.

 

A única capaz de unir o país e bater o tipo que meteu Oliveira e Costa no Governo e o Dias Loureiro a dar conselhos ao Estado.

 

Agora ,diz o Mirante, que no novo Secretariado Distrital do PS, liderado pelo Paulo Fonseca, o homem de Fátima, surgiu uma aparição milagrosa.

 

O ''Comendador'' Carvalho com o pelouro das autarquias.

 

A Maria do Céu vigiada pela Chefa, o Fonseca controlado pelo delegado da tralha.

 

Com esta equipa, que pior pode acontecer ao PS no Distrito?

 

O pior seria um suícidio político, já o disse o Zé Niza.

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 17:02 | link do post | comentar

Abrantes: sede de candidatura de Fernando Nobre vandalizada Partilhar 33

Fernando Nobre na inauguração da sede em Tomar

De quinta para sexta feira, pela calada da noite a sede de candidatura de Fernando Nobre foi vandalizada.

Segundo uma nota à imprensa da Comissão Executiva Distrital da candidatura de fernando Nobre,

«foram arrancados vários elementos de identificação do exterior». Tal situação motivou uma «rápida

reacção das estruturas do Distrito que repudiaram de imediato este acto atribuindo-o ao mal-estar gerado,

pela frontalidade das ideias, expressas por Fernando Nobre, nos círculos que orbitam à roda dos poderes

instituídos». 
Na mesma nota é assegurado que «os estragos vão ser reparados e a sede retomará o seu aspecto na

expectativa de que tão cobardes actos não se repitam».

 

in Rádio Cidade de Tomar

 

Pensa mister Nobre, que não é o Cavaleiro da Esperança (1),

mas o Cavaleiro da Ordem de Nossa Senhora de Viçosa,

ou coisa do género, por mercê de D.Duarte de Bragança,

que somos tontos?

 

Segundo o nobre Cavaleiro ou os seus apaniguados de Santarém

( que estamos à espera de ver irem pôr-se em bicha para pedir

ao Bragança mais mercês, quem sabe se algum quer ser

Almocreve da Casa Real) é a frontalidade das ideias do Cavaleiro

que motivou o ''ataque''.

 

É frontal um tipo que não sabe se é republicano ou monárquico?

 

É frontal um tipo que nomeia um ''Comendador'' fantasmagórico

 

para chefe ou mandatário em Santarém?

 

Se o Nobre ou os seus apaniguados fossem frontais sabiam

que o ''assalto'' à loja do Manuel Dias foi apenas mais um

dos actos de vandalismo que enxameiam esta cidade como este :

 

 

 

fotos do Cidadão Abt

 

E que são a tradução da passividade ou incompetência

das forças da ordem em imporem a  ''pax abrantina'' nesta cidade.

 

Aquilo que me cheira é que a estrutura abrantina e distrital

do Nobre é composta por boa parte do aparelho socialista que

está empenhado, com o apoio do empregado do Barão em

boicotar a candidatura de Manuel Alegre.

 

Que o Carvalho se dedique a lutar contra um anti-fascista é

natural, que o Venerável Manuel Dias vá no jogo já é demais.

 

Ou então temos de concluir que o anti-fascismo histórico do Dias

se resumiu sempre a conversas de café.

 

Ou então a escutar na intimidade de sua casa as alocuções

explosivas do Poeta

através da Rádio da Liberdade.

 

E estamos a ser bonzinhos!!!!

 

Podíamos dizer que o Dias preferia a Emissora Nacional

 

Miguel Abrantes

 

(1) O Cavaleiro da Esperança era o Prestes, chefe do PC do Brasil.

 




publicado por porabrantes às 12:35 | link do post | comentar

Terça-feira, 30.11.10

''O espólio documental da casa dos marqueses de Abrantes foi formalmente depositado no Arquivo Municipal Eduardo Campos, após a assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal e o actual marquês de Abrantes, José de Lencastre e Távora.
A assinatura do protocolo realizou-se no dia 26 de Novembro, no encerramento das Jornadas de História Local, na Biblioteca Municipal António Botto.
O espólio contém uma vasta documentação que vai desde o século XV a finais do século XX, tratando de vários assuntos. São documentos referentes a bens da casa de Abrantes; estudos inéditos; genealogias; inéditos literários; atribuições de títulos; documentos referentes a assuntos militares; documentos reais (originais e cópias), com destaque para documentos escritos por D. Miguel I; cópia em Latim do Foral de Abrantes; documentos referentes às igrejas de Abrantes; cópia do contrato celebrado entre a Rainha D. Maria II e a armada Britânica, entre outros. 
A Presidente da Câmara, Maria do Céu Albuquerque, agradeceu à família por disponibilizar este espólio à comunidade abrantina e sublinhou a importância da documentação para os historiadores locais.
José de Lencastre e Távora regozijou-se pelo facto do espólio da família permanecer à guarda do Arquivo Municipal de Abrantes salientando o facto de ficar “preservado” e de estar à disposição dos investigadores e da comunidade. (página web da CMA)''

 

Conforme tínhamos noticiado o Marquês de Abrantes e Fontes (etc. o aristocrata dispõe de mais uma vasta lista  de títulos, uma das maiores de Portugal), Zé Abrantes de seu nome artístico, D.  José de Lencastre e Távora,  de seu nome próprio, assinou com a CMA um protocolo pelo qual parte do Arquivo de Casa de Abrantes foi ''depositado'' no A.H.A., hoje situado no cu de judas ou seja no Vale das Morenas.

 

Lembramos que foi a Chefa mais o empregado do falso (1) Barão que levaram o AHA para o cu de judas apesar duma enorme polémica, dos protestos de Eduardo Campos e de mais intelectuais abrantinos com o sólido argumento do ''quero, posso e mando'' e de que não havia espaço no centro histórico.

 

Hoje a Chefa mais o empregado do falso (1) Barão têm o descaramento de dizer que há espaço para construir a Torre-Preservativo do licenciado de Portalegre.

 

Esperemos que a Presidente tenha lido o que assinou e que saiba que o Marquês pode retirar os documentos quando entender.....

 

A página da CMA dá-nos fotos deste acto de assinalável relevo heráldico. Estamos à espera que a Caras e a Hola as publiquem, mas não resistimos a dar ao povo algumas imagens da cerimónia.

 

Vão naturalmente por ordem de importância das personagens.....

 

O  Marquês de Abrantes e Fontes ou seja Dom José de Lencastre e Távora.

 

foto cma

 

.

 

o glorioso brasão duma família com múltiplos serviços à história de Portugal

 

e a agora a política com o Senhor Marquês

 

foto cma

 

Estranhamos que a sala não esteja adornada com as armas de Albuquerque e com as dos Marqueses de Abrantes

 

E agora o bom povo

foto cma

 

Estranhamos não ver entre os presentes nem a Chefa nem o conhecido defensor dos direitos do Conde da Bahia à primazia entre os Almeidas, Candeias Silva. Supomos que estaria em diálogo com Veríssimo Serrão sobre a contribuição de Marcello Caetano para   o fim de Portugal.

 

Uma amigo nosso dizia que para os documentos assinados pela Presidente tenham validade devia seguir-se o mesmo procedimento que usava Chalana com o Benfica. Assinava o contrato e depois a nossa querida Amiga e peticionária Anabela Mateus escrevia: Autorizo e assinava.

 

É uma sugestão que deixamos ao PS para reforçar o controle partidário sobre a Presidente não vá ela começar a ter ideias.....

 

Obrigado Anabela, por teres assinado a petição. É assim que fazem as pessoas que gostam de Abrantes!!!!!

 

Finalmente em nome dos peticionários agradecemos à família do ilustre titular este gesto de civismo e mais um serviço seu à cidade de Abrantes.

 

Aos camarários não temos nada para agradecer e somente rogamos que sejam mais bem educados e não expropriem ao Marquês de Abrantes o título de Dom que lhe corresponde pela sua categoria social e pelos serviços prestados à pátria pela sua família....

 

Se mandaram afixar uma lápide na Igreja de São João onde figuram a palavras ''D. Augusto César'', para denominar o Prelado que foi um entusiasta da repressão colonial em Moçambique e que teve o beneplácito da Ditadura para ser Bispo, fazem favor de ser tão bem educados com o Marquês de Abrantes, personalidade que pela sua obra ultrapassa de longe o patrocinador da candidatura socialista do Padre Belo à Câmara do Crato.!!!

 

O Marquês possui os mesmos direitos que um Prelado a ser tratado por Dom se a CMA acha que continuam em vigor os títulos nobiliárquicos, coisa polémica em termos de Direito.

 

O Marquês na sua alocução referiu o papel destacado do Dr. Francisco Lopes na vinda desta parte do Arquivo para Abrantes, e este blogue naturalmente elogia o gesto do Director da Biblioteca e estranha que a Chefa que foi Vereadora da Cultura e é formada em História não tenha feito esforços neste sentido.

Teria sido um grande dia para a cultura abrantina se todo o Arquivo tivesse vindo para Abrantes e recordamos que o dr. Jorge Fernandes alertou para essa possibilidade várias vezes no Jornal de Abrantes, perante a passividade dos Vereadores da Cultura da época, dos quais destacamos Humberto Lopes.

Hoje parte relevantissima deste arquivo está na Torre do Tombo, donde se transcreve uma descrição desse fundo:''

 

 

 

Informação não tratada arquivisticamente
Código de referência PT/TT/CABT
Entidade detentora Arquivo Nacional Torre do Tombo
Título Casa de Abrantes
Nível de descrição Fundo
Dimensão 88 caixas
Produtores Almeida, família, Condes de Abrantes, 1476; Sá, família, Condes de Penaguião, 1583; Sá Almeida e Lancastre, famílias, Marqueses de Abrantes, 1718; Lencastre, família, Condes de Vila Nova de Portimão (1504).
História administrativa/biográfica
O título de 1º Conde de Abrantes foi concedido por D. Afonso V, em 1476, a Lopo de Almeida, alcaide-mor de Abrantes, Punhete (actualmente Constância) e Torres Novas, senhor do Sardoal, Mação e Amêndoa e vedor da Fazenda (1471), mordomo-mor, contador-mor e escrivão da puridade da Rainha D. Joana. Casou com D. Brites da Silva, camareira-mor da Rainha D. Isabel, filha de Pedro Gonçalves Malafaia, rico homem, vedor da Fazenda. 
O título não foi renovado nos descendentes do 3º Conde, D. Lopo de Almeida, o fundador do convento de Santo António de Abrançalha (c. 1526), depois transferido para Abrantes. 
António de Almeida, 9º e último alcaide-mor de Abrantes, morreu solteiro e sem geração. Foi aos descendentes de sua irmã, D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião pelo casamento com D. João Rodrigues de Sá, 1º Conde de Penaguião, que coube a representação da Casa de Abrantes. 
Filipe III dispôs da Casa e do título a favor do Marquês de Porto Seguro, D. Afonso de Lancastre, da Casa dos Duques de Aveiro (1635), que teve o título de Duque de Abrantes, em Espanha, o qual não foi reconhecido em Portugal. 
Após a Restauração o título foi renovado por D. João IV (1645) em D. Miguel de Almeida um dos conjurados de 1640, do seu Conselho e mordomo-mor da rainha D. Luísa de Gusmão, tendo sido o 4º Conde de Abrantes. Morreu sem geração, ficando como única herdeira da Casa D. Isabel de Mendonça, condessa de Penaguião. 
D. João V, em 1718, mudou o título de Marquês de Fontes para o de Marquês de Abrantes ao 7º conde de Penaguião e 3º marquês de Fontes, D. Rodrigo Anes de Sá Almeida e Meneses (1676-1733), terceiro filho do 4º conde de Penaguião e 1º marquês de Fontes, nascido em 1676, sendo assim o 1º Marquês de Abrantes. Recebeu os senhorios da vila de Abrantes, do Sardoal, dos concelhos de Sever, Penaguião, Gondim, Fontes, Gondomar, Vila Nova de Aguiar de Sousa, Bouças, Gaia e honra de Sobrado. Foi capitão, alcaide-mor e governador das armas do Porto, das fortalezas de São João da Foz e de Nossa Senhora das Neves de Leça (Matosinhos), alcaide-mor de Abrantes, Punhete, Amêndoa e Mourão, comendador de Santiago do Cacém e de São Pedro de Faro, da Ordem de Santiago, e de São Pedro de Macedo da Ordem de Cristo. Casou com D. Isabel de Lorena, filha dos 1os Duques de Cadaval.
O 5º marquês de Abrantes e 7º conde de Vila Nova de Portimão, D. Pedro de Lancastre da Silveira Castelo Branco Sá e Meneses, e seu filho, D. José Maria da Piedade de Lancastre Silveira Castelo Branco de Almeida Sá e Meneses, 6º marquês, foram prisioneiros de guerra em França, só tendo sido libertos depois da Guerra Peninsular 
O 7º marquês, D. Pedro Maria da Piedade de Alcântara Xavier de Lancastre, conde de Penaguião e de Vila Nova de Portimão, foi apoiante dos miguelistas. Julgado quando da vitória liberal, foi absolvido pelo Conselho de Guerra. 
Foi 8º Marquês, já durante o regime republicano, o 12º conde de Vila Nova de Portimão, D. João Maria da Piedade de Lancastre e Távora, nascido em 1864, casado com D. Maria Carlota de Sá Pereira de Meneses Pais do Amaral, da Casa dos Condes da Anadia. 
Foi 9º Marquês (1948), representante dos títulos de Vila Nova de Portimão, da Sortelha e de Penaguião, D. José Maria da Piedade de Lancastre e Távora, nascido em 1887. Casou com D. Maria Emília do Casal Ribeiro Ulrich. 
Seu filho e herdeiro, D. Luís Gonzaga de Lancastre e Távora (1937-1993), 10º marquês de Abrantes, foi casado com D. Maria João de Carvalho Gomes de Castro, filha dos 4os Condes de Castro. Publicou numerosos estudos sobre genealogia, sigilografia e heráldica. 
É 11º marquês de Abrantes D. José Maria da Piedade de Lancastre e Távora, filho do anterior. É detentor dos títulos de Conde de Penaguião, Conde de Vila Nova de Portimão, Marquês de Abrantes, Marquês de Fontes.
História custodial
O arquivo da Casa de Abrantes foi classificado pelo IPPC, tendo sido depositado no extinto Arquivo Histórico do Ministério das Finanças. A instâncias do marquês D. Luís de Lancastre e Távora, foi-lhe entregue a custódia do arquivo, que acabaria por ser vendido e disperso.
Modalidades de aquisição
A documentação que constitui o fundo foi adquirida por compra em diversas ocasiões: directamente à família; a J. C. Silva (Livraria Histórica e Ultramarina), em 1975; à Livraria Avelar Machado, em 1976; comprada pela Direcção Geral do Património Cultural, em 1977; à Livraria Histórica e Ultramarina, em 1978 e 1981; a José Manuel Rodrigues, em 1982; no leilão Silva's - Pedro de Azevedo, em 1989; à Biblarte, em 1992; no leilão Silva's - Pedro de Azevedo, em 1994; e ao Professor Gonçalves Rodrigues, em 1995.
Âmbito e conteúdo
Fundo constituído por documentação das famílias Góis, Góis e Lemos, Silveiras (Condes de Sortelha), Castelo Branco (Condes de Vila Nova de Portimão), Valentes de Póvoa, Vasconcelos do Esporão (Condes de Figueiró), Lancastre (comendadores-mores de Avis), relativa à constituição, aquisição e administração de bens e propriedades (mercês, doações, autos de tombo, tombos, demarcações, para além de escrituras de venda, aforamentos, petições, processos, demandas, sentenças, quitações, despesas, recibos, dotes, contratos de casamento, testamentos, inventários de bens, como pratas e móveis, autos de avaliação de quadros e gravuras, partilhas, correspondência, etc). Reporta-se a propriedades, padroados, comendas e capelas, situadas em Lisboa, Rilvas, Mafra, Muge e Vale do Tijolo, Torres Vedras, Montemor e Estremoz, Veiros, Avis, Alcanede, Alandroal e Rio Frio, Abrantes, Quintas de Arruda e Alenquer, Valverde, Góis, Póvoa, Santarém, Ponte de Lima, Oliveira do Conde, Pernes, Beringel, Porto, Gondomar e Bouças, Leiria, Recardães e Segadães, Pedra Alçada, Penalva de São Gião, Quinta da Pipa, Morgadio do Calhariz de Benfica, Morgadio do Esporão, Alentejo. 
Inclui ainda, para além de apontamentos de carácter genealógico, correspondência e produção literária, entre a qual poesia, e documentação de carácter pessoal.
Organização e ordenação
A documentação maioritariamente organizada segundo critérios cronológicos e de numeração sequencial catalográfica.'' -in link citado da Torre do Tombo

 

 

 

(1) Quando o dito ''titular'' dispuser de um alvará a conceder-lhe o título faça favor de nos informar.

 

 

Marcello de Noronha e Ataíde



publicado por porabrantes às 21:33 | link do post | comentar

 

 

 

A Chefa e os seus amigos decidiram homenagear o empregado do Senhor Barão. Se estamos numa dos socialistas homenagearem os empregados dos aristocratas tudo bem. Embora o Barão ainda não tenha visto o título reconhecido por D.Duarte.

Ficheiro:Sangue Azul Galo.JPG quem sabe se será o futuro lógotipo PS/Abrantes?


 

De forma que propomos que o PS de Alferrarede organize uma jantarada em homenagem ao Feitor do Sr. Conde, Miguel Pais do Amaral, esse sim com sangue azul autêntico, montes de classe e de money.

Mensagem PCPCa chefa, líder de um partido grato

Depois a homenagem não devia ser tão rasca. Onde é que se come decentemente por 15 euros?

Mensagem PCPC a chefa, lider do partido de referência


Quando o empregado do Senhor Barão se reunia no Hotel de Abrantes para jantar com Nelson Baltzar e Jorge Lacão apostamos que a conta custava mais de 15 euros.

 

Homenagear um Senhor que um dos grandes actos políticos foi comprar um BMW de 16 mil contos tem de ser feito de forma digna.

,

Já sabemos que as classes populares não podem pagar muito.

 

Mas o PS podia seguir o exemplo das passagens do ano municipais organizadas pelo actual empregado do Senhor Barão e organizar uma coisa à borla com febras & minis para o pessoal todo.

O único problema é que algum bebedor de minis podia beber 2 ou 3 grades e começar a gritar: Viva o Albano!!!!

 

Ou então: Chefa só há uma/ a pegacha e mais nenhuma e a D.Maria do Céu podia ficar ofendida.

 

Finalmente resta descobrir o grande orador que empolgará as massas e cantará as virtualidades do homenageado:

 

Sugerimos um : Pedro Marques.

 

Assim poderá pagar o favorzinho da viagem ao Japão.

 

Finalmente damos um conselho aos bravos comensais os restos podem ser dados ao Sr.Cónego para o Banco Alimentar para o Fome (a nova lei já o permite) e os pobrezinhos ficarão muito agradecidos.

 

Portanto o pessoal deve levar sacos de plástico para guardar os restos das batatas fritas e dos ossos e entregá-los à saída.

 

Como diz o Senhor Cónego, antes de ir almoçar aos Ares da Cascata, há que pensar nos desfavorecidos.

 

Marcello de Noronha e Ataíde

 



publicado por porabrantes às 16:16 | link do post | comentar

Quinta-feira, 11.11.10

Protesto com burro não vai a tribunal

Ministério Público arquivou queixa-crime contra empresário que protestou à porta da Câmara

O processo de difamação que a Câmara de Abrantes moveu contra um empresário que protestou de burro em 2009 junto aos serviços da autarquia foi arquivado pelo Ministério Público (MP), foi anunciado esta quarta-feira, escreve a Lusa.

 

Jorge Ferreira Dias, 54 anos, empresário de construção civil, protestou de burro à porta da Câmara pela «absoluta asfixia financeira» em que disse se encontrar, acusando a autarquia de promover uma «perseguição» aos seus projectos e alertando para situações de «falsificação de documentos, burla e pedidos de comissões», por parte da instituição.

Burro

 

No seguimento daquele protesto público, a Câmara de Abrantes, então presidida pelo socialista Nelson de Carvalho, decidiu apresentar uma queixa-crime contra o empresário para «defesa do bom nome» da Câmara e para o «apuramento cabal de responsabilidades pelas afirmações proferidas».

Segundo se pode ler no despacho de arquivamento, os actos e expressões utilizadas por Jorge Dias são uma «manifestação de liberdade de expressão numa sociedade que se deseja plural e democrática, sendo um desabafo público de frustração resultante dos graves prejuízos para a sociedade de que é sócio gerente».

Em declarações à Lusa, Nelson de Carvalho afirmou não ter ficado surpreendido com a decisão do MP de arquivar o processo, acrescentando que o protesto do empresário «teve acusações públicas graves, como a da falsificação de documentos, e essas suspeitas teriam de ser materializadas em provas».

«Por outro lado», continuou, «prendeu um burro à porta de um atendimento de serviço público, bloqueando a entrada, no que configura um comportamento inadmissível e que, eventualmente, incorreria também em moldura penal».

Para o autarca, a decisão do MP foi «encarada com naturalidade», tendo acrescentado que «a Câmara tinha de marcar a sua posição».

Em declarações à Lusa, Jorge Ferreira Dias disse ter ficado «satisfeito» com a decisão de arquivamento do processo, tendo afirmado que a mesma «dá alento e prova que a justiça ainda está a funcionar».

O empresário assegurou que vai «continuar a lutar» por aquilo a que diz ter direito, tendo afirmado ir pedir à autarquia uma indemnização pelos «milhões de euros de prejuízos» causados por uma situação que, reafirmou, «foi originada por burla, pedidos de comissões e falsificação de documentos».

«Tenho provas de tudo o que afirmo e a Câmara em vez de meter processos em Tribunal contra um cidadão que apresenta uma denúncia devia era investigar o que se passa em relação a alguns dos seus funcionários», observou.

Jorge Dias assegurou que voltará com o seu burro para a porta da Câmara «muito em breve» caso a autarquia «não reveja os processos e chame à responsabilidade quem está lá a cometer vigarices».

 

O empresário, que foi notícia por não cortar a barba há três anos em «manifestação de protesto», hoje com mais de 30 centímetros de comprimento e a que se juntou o filho, de 26 anos, «por solidariedade», reafirmou à Lusa que só o fará quando a sua vida «se endireitar» e até que possam, os dois, «andar de cara lavada em Abrantes».

 

com a devida vénia em http://diario.iol.pt (aqui)

 

 

Os nossos comentários (cínicos):

 

a) O Jerico é um asno inteligente,

 

porque na mesma notícia há um quadro que fala de asnos ''burros''

 

LEIA MAIS:

 

 

E o dono do Jerico, sr. Dias não o conduz com excesso de trotil (senão o Jerico mudava logo de dono) e o nosso amigo de quatro patas não tentou aprender a voar.

 

b) Não podemos dizer o mesmo acerca da inteligência do empregado do Barão (ò sr. Carvalho quantos  cms cresceram os eucaliptos esta semana?)

 

A decisão de processar o burro e o dono só revela a falta de inteligência política do ex-edil. Revela também que não  andou num seminário franciscano como o António Colaço mas num seminário inquisitorial.

 

Se tivesse andado num seminário franciscano como o padre Serras Pereira teria abraçado o asno e dito '' Irmão burro''. São Francisco falava de irmão lobo, irmão gato, etc.

 

Para evitar que o Carvalho nos processe esclarecemos paternalmente, que estar a dizer que ele devia tratar o Jerico por ''irmão burro'' não significa que o empregado do Curtido seja familiar genético do animal irracional, mas que devia seguir a postura ética dos franciscanos, de que são exemplo a actividade do António Colaço, de Frei Ventura e de Frei Nuno Serras Pereira.

 

 

c) O Carvalho e o PS e a maioria da CMA apanharam um valente par de coices.

 

(produzido pelo Atelier 55 que oferece na Net magníficos produtos de artesanato lusitano ).

 

Ver http://www.atelier55.blogspot.com/

 

 

c) o grave é o que diz o Sr. Dias ''O empresário assegurou que vai «continuar a lutar» por aquilo a que diz ter direito, tendo afirmado ir pedir à autarquia uma indemnização pelos «milhões de euros de prejuízos» causados por uma situação que, reafirmou, «foi originada por burla, pedidos de comissões e falsificação de documentos».

 

Acerca disto o empregado do Barão e a D.Maria do Céu nada dizem. Ora já há indícios mais que suficientes (avalizados com uma acusação do MP contra Júlio Bento) para desencadear uma investigação interna na CMA para saber o que se passa!!!!!

 

E a Oposição deve exigi-la!!!!!

 

d) Quem terá sido o/a   jurista que aconselhou a CMA a agir assim. Merece o dinheiro que lhe pagam?

Merece euros para a tornar a CMA alvo da gozação de todo o país?????

 

in blog bola.

 

( já a comprei para vestir nos raros dias em que leio o blogue do Pico!!!!)

 

 

e) como adeptos da ética franciscana, bebida nos textos de Frei Nuno Serras Pereira (alvo de um processo por difamação absurdo, do comportamento cobarde do Padre Tropa e absolvido pela Veneranda Relação), devemos auxiliar o empregado do Barão, a D. Maria do Céu, o  arq. Salvador e o partido da Chefa.

 

Podem recorrer do despacho de arquivamento e se isso fôr cair ao 1º Juízo, talvez tenham sorte!!!!

 

É o que dizem as estadísticas judiciais abrantinas! Tencionamos falar do 1º Juízo!!!!!

 

Marcello de Ataíde e Noronha, devoto de São José Maria de Balaguer, adepto da ética franciscana,

 

e nisto chega o Miguel Abrantes, ainda a cheirar a um perfume brasileiro e a elogiar a gata de ontem à noite.

 

E começa a protestar contra o franciscanismo:

 

O Sr. Dias, o que tem a fazer é sentar o empregado do Barão

 

e o resto dos denunciantes no banco dos réus por

 

denúncia falsa!!!!

 

Era o que eu fazia se alguém me difamasse e dissesse que eu tinha tido um caso com uma gorda monumental, mesmo que fosse brasileira e filha dum coronel metalúrgico

 

 

Respeito a opinião do dr. Abrantes, porque é o meu chefe, apesar de ser um devasso.

 

Marcello de Noronha e Ataíde, da Obra

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 07:54 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10.11.10

A queixa à Ordem dos Arquitectos do licenciado Carrilho da Graça contra o Arq. Doutor António Castel-Branco foi liminarmente atirada para o cesto dos papéis pelo Conselho de Deontologia da Ordem dos Arquitectos dada a sua inconsistência.

 

Damos a notícia provavelmente em primeira mão e não tencionamos ficar por aqui.

 

O arquivamento da queixa for falta de consistência significa que o licenciado Carrilho da Graça fez uma queixa sem objecto, alcandorado no Prémio Pessoa e com a arrogância de quem pensava que esse prémio lhe dava um estatuto de superioridade moral (uma frase usada por um tipo como Cunhal para se auto-classificar) e que tudo lhe estava permitido.

 

Não está ! disse o Conselho de Deontologia da Ordem.

 

Publicamos de seguida um artigo do jornalista abrantino Mário Semedo sobre o assunto, contudente e impiedoso.

 

Porque é sem piedade que se têm de tratar pessoas como Carrilho da Graça, José Eduardo Alves Jana ou Baptista Pereira.

 

A petição deliberará as acções a  desencadear contra Carrilho da Graça pelo que tem sido toda a sua atitude neste processo.

 

Esperemos que António Castel-Branco não seja piedoso, mas implacável.

 

Que faça responder o licenciado de Portalegre no sítio adequado.

 

E agora recordamos que um tal Nelson Carvalho repetiu pelos microfones de algum órgão de propaganda radiofónico opiniões que ratificavam as posições do licenciado a quem atribuira por ajuste directo, fugindo à transparência do concurso público, que eram uma crítica injusta aos demolidores artigos com que o arquitecto abrantino reduziu a carrilhada aquilo que é.

 

A isto:

 

 

Finalmente não nos esquecemos de quem nos insultou em especial João Pico, Baptista Pereira,  Armando Fernandes e Pina da Costa

 

Carrilho da Graça encontrou nestas criaturas defensores dignos da sua estatura ética e moral.

 

Cada pessoa possui os defensores que merece.

 

E ainda não nos esquecemos de quem tinha obrigação de se solidarizar com António Castel-Branco e não o fez.

Para esses, poupamos o adjectivo.

 

Miguel Abrantes

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 10:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.11.10

Na nossa investigação para descobrir as forças ocultas ( provalmente a soldo de interesses obscuros, concorrência como o próprio eng.Bento denunciou, e quem sabe seitas carrilhistas,etc ) que montaram a campanha contra o benfeitor eng. Bento (cujo apelido de ressonâncias vaticanas é uma garantia de integridade) encontrámos estas declarações de Nelson Carvalho (agora popularmente conhecido como empregado do Barão, não se pode ter tudo na vida, em Alferrarede há um senhor conhecido como feitor do Sr.Conde, a quem ele trata paternalmente como menino Miguel, e temos de convir que é melhor ser empregado de um Conde autêntico que de um Barão benfiquista, especialmente depois dos

 

 

5-0

 

que o FPC aplicou aos ''encarnados''.)

 

in sinaleiro da areosa

 

Disse Nelson Carvalho ao Correio do Ribatejo:

 

''

O processo estava associado a supostas irregularidades com a construção de um aterro sanitário na freguesia de Concavada.

O caso remonta a 2003, na sequência de uma averiguação realizada ao município pela Inspecção Geral da Administração do Território (IGAT) e que levou a que uma equipa de agentes da Polícia Judiciária (PJ) tivesse solicitado, junto da autarquia, um conjunto suplementar de documentos para análise, como processos administrativos camarários.

“Na ocasião”, Nelson de Carvalho disse ontem que a autarquia recebeu “alguns relatórios parcelares sobre a actividade desenvolvida na área financeira, recursos humanos, empreitadas, promoções e outros e que apontavam para pequenas irregularidades”.

“Rectificámos as irregularidades detectadas, umas por lapso, outras por desconhecimento, mas um alegado diferencial de medição da obra do aterro levou o Ministério Público a remeter a situação para a PJ, que abriu uma investigação e instaurou um processo no qual fui constituído arguido”, acrescentou.

O autarca confidenciou ainda que recebeu ontem, “após uma equipa de peritagem do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) ter atestado a correcta volumetria do aterro sanitário, a certificação do arquivamento do processo, em despacho proferido pelo procurador do Departamento de Investigação e Acção Penal de Évora”.

Nelson de Carvalho, que foi presidente da Câmara Municipal de Abrantes durante 16 anos, entre 1993 e 2009, declarou estar sempre de “consciência tranquila”, acrescentando que o arquivamento do despacho engloba o nome de Júlio Bento, seu vereador na altura.

“A justiça fez bem o seu trabalho de escrutínio”, frisou, concluindo que "o que moeu foi o tempo que demorou o processo”.''

 

(pode ler aqui as declarações)

 

Ou seja pelas ''confidências'' do ex-PC (que não vimos referidas nesta parte na serviçal imprensa abrantina) Júlio Bento também era arguido no processo das buscas judiciais à  CMA e o dito processo foi  arquivado.

 

Impõe-se e o PSD dizia que andava a tratar disso a divulgação integral das peças processuais, do nome dos procuradores envolvidos, para que se aclare de uma vez por todas quem foram os responsáveis da campanha contra as instituições.

 

Isto recorda-nos a campanha contra o Cavalieri Berlusconi, homem probo e acima de toda a suspeita, desencadeada por sectores da sinistra com poderosas ramificações judiciais. (no exclusivo caso da destruição moral e política de Berlusconi).

La Stampa- O líder italiano sempre preocupado com os valores morais

 

 

 

Corre por Abrantes o envolvimento dum ex-candidato da extrema-direita e de sectores do marçalismo (1) nas denúncias injustas contra o grande benfeitor Júlio Bento.

 

Há quem sustente que sectores do PS descontentes também deram a sua contribuição è festa.

 

(1) Naturalmente actuando por conta própria e sem autorização do seu líder, grande abrantino e nosso amigo eng.Marçal.

 

Marcello de Noronha com o ateu do Miguel Abrantes e o apoio de Edite Fernandes, natural de Vinhais e nossa enviada a essa localidade das berças.



publicado por porabrantes às 09:11 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

O Trio Odemira

O Provedor do Munícipe

Os Painéis estão suspenso...

O regresso do empregado d...

Nobre será um gozão?

Parte do Arquivo da Casa ...

A homenagem ao empregado ...

Jerico dá coice no empreg...

A derrota de Carrilho da ...

Outro processo envolveu J...

arquivos

Abril 2020

Março 2020

Fevereiro 2020

Janeiro 2020

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

cacique

candeias silva

carlos marques

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

cria

crime

diocese de portalegre

duarte castel-branco

eucaliptos

eurico consciência

fátima

fogos

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge dias

jorge lacão

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário semedo

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pina da costa

portugal

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

salazar

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Abril 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
10
11

12
13
14
15
16
17
18

19
20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30


mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds