No Correio do Ribatejo, a deputada Fabíola Cardoso denuncia a emigração ilegal e a escravização de trabalhadores estrangeiros, em pleno centro de Santarém e nas barbas da polícia:

O pretinho está muito grato à senhora política que fulmina gente como Monsieur Colbert, o grande Ministro de Luís XIV, que fez o ''Code Noir'' para tornar mais rentáveis as plantações de S.Domingos.![]()
Sempre que a senhora lhe dava uma ordem, respondia: Sim Bwana
Article 2
Tous les esclaves qui seront dans nos îles seront baptisés et instruits dans la religion catholique, apostolique et romaine. Enjoignons aux habitants qui achètent des nègres nouvellement arrivés d'en avertir dans huitaine au plus tard les gouverneurs et intendants desdites îles, à peine d'amende arbitraire, lesquels donneront les ordres nécessaires pour les faire instruire et baptiser dans le temps convenable.
mn
roubado ao meu amigo dr, Santana-Maia
O Diário de Notícias informa que um estrangeiro, africano, montou uma rede de exportação de escravos, em 2020, e que a polícia espanhola deu cabo da rede.
O negreiro residia em Portugal, terra que no dezasseis deu grande implementação a este tipo de ''negócio''
Segundo a notícia, o miserável negreiro era subsahariano que é a forma politicamente correcta de escrever ''preto''.
Esperamos ansiosamente que o Mamadou convoque uma manif para exigir que o miserável seja atado a um pelourinho e que os anti-racistas façam danças tribais à volta do ''homem de negócios'', para exorcizar os maus espíritos.
ma
O ''Livro das Fianças de Escravos da CM de Lisboa'' reúne os pagamentos feitos pelos donos de escravos que andavam no tráfico fluvial do Tejo entre 1549-1552.
Cada dono tinha de pagar 100 cruzados por escravo como forma de prevenir danos eventuais que estes produzissem. E de responder com todos os seus bens por esses estragos.
Havia 98 donos para 106 escravos.
Que se repartiam geograficamente assim :
Lisboa 16
Alcochete 13
Abrantes 8
Tancos 6
Alhos Vedros 5
Almada 4
Punhete 4
Mora 3
etc
Ou seja dos donos dos escravos que andavam na faina fluvial quase 10% eram abrantinos
Só 17 dos negreiros eram pessoas com interesses na faina do rio (pescadores e donos de barcos), os outros eram ''investidores'' que punham os pretos (que eram a maioria dos escravizados 87 para 106 escravos usados na navegação fluvial) a render....alugando-os aos marítimos....
Os escravos que não eram pretos ( Godinho distingue entre 53 ''pretos'' e 27 ''pretos da Guiné''.) tinham a seguinte distribuição étnica:
Indianos 16
Mulatos 3
Abexins (ou seja etíopes) 2
Brancos 1
Não especificados :4
Os dados e a interpretação seguida são retirados da obra do Prof. Vitorino Magalhães Godinho, Os Descobrimentos e a Economia Mundial, Arcádia, Lisboa, 1966. Um dos maiores monumentos da cultura portuguesa.......
mn
sobre escravos aqui D.António caça escravos mouros (bibliografia abrantina) etc

A Nona deve ser contratada para o Creativ Camp 2016. Deve ficar assim a dirigir o trânsito em frente da Igreja de S.Vicente para protestar contra a escravatura, já que nos bons tempos do século XVII a Igreja era das maiores proprietárias de escravos negros, pardos e mulatos desta terra.
ma
raro era o pobre-diabo que não tinha um escravo, 10% da população de Lisboa era preta e escravizada nesta época. Portugal entre o século XVII-XVIII controlou a fileira do tráfico negreiro no Atlântico com a ajuda dos sobas amigos que forneciam o ´''ébano''.
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