Domingo, 14.01.18

O António Barreto liquida sem contemplações a Ministra da Justiça Francisca Van Dunem acerca das palavras insidiosas que a política dirigiu à PGR.

Devia a senhora conhecer a CRP e não conhecia, teve de a corrigir o Carlos César, que não acabou Direito, porque abandonou o curso para liquidar o farisaico reino da Opus Dei laranja nos Açores.

Devia a senhora estar calada porque a CRP consagra a separação de poderes e não esteve.

Bem andou António Barreto e melhor andou Marcelo Rebelo de Sousa quando lhe puxou as orelhas (aliás já o fizera o Carlos César).

leiam



publicado por porabrantes às 18:51 | link do post | comentar

Quarta-feira, 30.11.16

O licenciado Lacão comportou-se hoje como um puto mal-educado, montando uma infame gritaria, com murros na mesa contra a Senhora Doutora Francisca Van Dunen, Ministra da Justiça.

O que se passa é que queria ser ele o Ministro da Justiça, mas dada a sua proximidade a Sócrates está vetado.

O Público conta a história, artigo de Ana Henriques

 

lacão gritos.png

mn

 



publicado por porabrantes às 22:39 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25.11.15

Era uma vez um padre mulato com residência fixa pelo salazarismo na vizinha Ponte do Sôr.

p.pinto de andrade quitexe.jpg

Blogue Quitexe

'' A 14 de Agosto de 1963 […] fui posto em liberdade, mas com residência fixa na vila de Ponte de Sor, distrito de Portalegre.
Fiquei sob custódia da GNR. Dois guardas à paisana e armados vigiavam dia e noite a porta da pensão A Ponte em que me encontrava alojado e seguiam-me a dez metros de distância em todas as deslocações pela vila, cujos limites estava proibido de ultrapassar.
Correspondência censurada e telefone vigiado.
Proibição de usar qualquer meio de locomoção que não fossem as próprias pernas, nem mesmo uma bicicleta.
Proibição de pregar e de ouvir confissões, sob pena de prisão.

Em 24 de Janeiro de 1964 sou preso pela 5.ª vez, quando me encontrava a almoçar na pensão "A Ponte" em que estava obrigado a residir em Ponte de Sor, distrito de Portalegre.'' (P.Mário Pinto de Andrade) in Blogue Ponte de Sor

Será desnecessário acrescentar que nenhum membro do clero diocesano se solidarizou com o padre mulato, duma das mais notáveis famílias crioulas de Luanda.

Se não tinham mexido uma palha por D.António Ferreira Gomes, exilado por Salazar, e antigo Bispo de Portalegre, quem se preocupava com um angolano?

d.antónio largo dos correios.jpg

Largo dos Correios

O Padre Pinto de Andrade era um nacionalista angolano, ligado ao MPLA. A guerra começara em 1961. ''Angola é nossa'' berrava a propaganda salazarenta, que o padre Narciso incutia na cabeça dos alunos da EICA com apostólico zelo.

p.Narciso.jpg

Não vou contar o que foi o trajecto de ruptura do P.Pinto de Andrade com a direcção de Agostinho Neto, sempre fiel a Moscovo e ao estalinismo, que norteou a sua vida.

Só vou assinalar que ontem António Costa indicou como Ministra da Justiça, a Procuradora Francisca Vandunem, de origem angolana, cujo irmão foi liquidado pelos netistas no Golpe Nito Alves.

Conheci a Sita Valles que também mataram. Foi uma chacina impiedosa e planificada, uma caça ao dissidente, uma liquidação em massa em que participaram os cubanos, os russos e os netistas.

E houve oficiais lusos, aí exilados que ajudaram à purga. E o PCP foi largamente solidário com os criminosos.

Diz a Procuradora algures que é muito atenta às questões de igualdade racial, cá na velha metrópole, devido a alguns dissabores que tiveram os filhos em escolas portuguesas.

Não sei quais eram as escolas, mas isso podia-se passar em qualquer escola pública ou privada portuguesa, incluindo o Liceu Francês onde estudam os filhos da elite PS.

Mas as tensões e preconceitos raciais (e sociais) são exclusivo desta velha e decadente cabeça dum Império cujo negócio essencial era o tráfico negreiro?

Não, também aconteciam (e acontecem) em Luanda, uma das primeiras cidades fundadas na África Negra.

pinto de andrade.png

É o que conta o irmão do Padre Joaquim, o histórico quadro do MPLA Mário Pinto de Andrade.

gente do mato.png

 

É uma tese de Washington Santos Nascimento, sobre os assimilados, numa importante Universidade brasileira. É preciso lê-la para compreender o nascimento do nacionalismo angolano e o itinerário do colonialismo português.

E a razão de ser do despótico regime angolano de hoje.

ma 

 

 

 

   



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