Segunda-feira, 12.02.18

Quem não acredita numa Verdade Revelada por Deus, não acredita em Deus que a Revela - Nuno Serras Pereira

11. 02. 2018

Ainda não li o documento do Senhor Cardeal Patriarca sobre a recepção do capítulo VIII da exortação apostólica 'Amoris Laetitia'. Consultei e ouvi somente algumas referências dispersas na comunicação social; e pareceu-me verificar que se levantou um grande sururu porque o Senhor Patriarca teria escrito que os impropriamente chamados divorciados “recasados”, caso tivesse existido um matrimónio válido antes do divórcio, se, por razões graves, houvesse conveniência de continuarem vivendo na mesma habitação, deviam, caso quisessem permanecer na verdade do amor de Deus participando da Sua vida, em Jesus Cristo, abster-se dos actos próprios do matrimónio, vivendo como se foram irmãos. Que isto seja possível e verdadeiramente libertador foi e continua a ser testemunhado por numerosas pessoas.

Será possível que de entre vários outros factores tenham influído na explosão deste motim a frequentíssima ambiguidade e distorções de tantas vozes da parte de altos responsáveis da Igreja e dos meios de comunicação da mesma. Por exemplo, é inevitável que o recurso habitual à frase “divorciados recasados” incuta uma manipulação mental que criará a percepção de que existe um matrimónio e não uma situação de permanente de adultério. Sucede também que se prega uma misericórdia, babosa, delambida, rastejante, sedutora astuciosa, que nada tem a ver com a Misericórdia Divina incarnada, manifestada, Revelada e Realizada em e por Jesus Cristo – aquela que pela loucura da Cruz nos transforma, converte e transfigura, em virtude do Sacrifício Redentor, e do poder da Ressurreição.

Deixou-se pregar sobre a Vida Eterna, sobre o Juízo de Deus, sobre o Inferno, o Purgatório e o Paraíso. A necessidade da renúncia total ao que se tem, e de algum modo ao que se é, para seguir Jesus Cristo, preferindo-O a tudo e a todos, para ser Seu discípulo, participar da Sua Vida, viver na Sua amizade, entrar no Seu Reino, foi e contínua a ser censurada, envergonhada e cobardemente silenciada.

A prioridade absoluta dada a Deus sobre tudo e sobre todos, o assentimento incondicional à bondade infinita da Sua vontade, a certeza de que tudo aquilo que nos pede é para nosso bem e que os Seus Mandamentos são, em primeiro lugar, um dom, a codificação da substância da nossa identidade que é partilha da Sua, que indicam a possibilidade de ser verdadeiramente humanos, isto é, não só imagem como semelhança Sua, tudo isto como que é calado, ou referido en passant, como quem relativiza a verdade essencial para nossa Salvação, não só aqui mas Lá, aquele Lá que dá sentido ao aqui.

Deus, e só Ele, é a Verdade, o Amor, a Misericórdia e a Justiça. Aquele que não Se engana nem nos engana. O único que merece credibilidade absoluta. O Princípio e o Fim.

Este Deus, o único e verdadeiro, ao criar-nos fez-nos participantes da Sua razão Divina imprimindo em nossos corações a Sua Sabedoria. Como pelo pecado original, os pecados actuais e o pecado do mundo nos é obscurecido o entendimento dessas verdades e enfraquecida a nossa vontade para as cumprir, Deus Nosso Senhor veio em nosso auxílio Revelando Sobrenaturalmente aquilo que fazia parte da revelação natural, de modo a saná-la e aperfeiçoa-la. Moisés, em virtude da dureza dos corações de seus contemporâneos tolerou o divórcio. Mas Jesus Cristo que pela Sua Redenção e expiração do Espírito Santo abriu-nos os olhos para vermos claramente o que nos faz bem e nos realiza enquanto pessoas, ordenando-nos assim ao fim último (a comunhão com Deus e, portanto, a Felicidade) para o qual fomos criados, e capacitou-nos para viver o matrimónio, como Deus o quis desde o Princípo, confirmando, com a Sua autoridade Divina, a união-comunhão indissolúvel como imagem, significação-realização, do amor indissolúvel e incondicional, de Cristo pela Sua Igreja.

Podemos acreditar, com aquela Fé de Abrão que S. Paulo afirma que não engana, ou não, na Palavra de Deus em Cristo. Mas importa ter a consciência de que recusar acreditá-Lo é renunciar à Fé na existência de Deus, Uno e Trino.

Infelizmente, em nome de delirantes hermenêuticas e fantasiosas interpretações quer fazer-se crer, repudiando a Tradição, o Magistério e a própria Escritura, exactamente o contrário da Verdade Revelada.

À honra de Cristo. Ámen.

 

gamado à página do humilde frade franciscano



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Segunda-feira, 15.05.17

É com o maior gosto que divulgamos este artigo dum humilde frade franciscano dando uma lição de pastoral católica ao Sumo Pontífice,

 

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ler mais aqui

 

mn



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Sexta-feira, 03.02.17

Publicamos um velho texto de 2013 (velho mas sempre actual) do Rev.Padre Frei Nuno Serras Pereira sobre as alegadas aventuras sexuais do Bispo D.Carlos Azeredo,que é o maior historiador católico português, como Frei Nuno é o maior pensador da Igreja Lusitana.

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De qualquer modo, se hipoteticamente os assédios se prolongassem no tempo tornar-se-ia evidente a imperiosidade de recolhimento a um mosteiro, em vida de penitência e oração, ou mesmo a “redução ao estado laical”. Quer para salvaguarda dos fiéis e demais pessoas quer para seu próprio bem e salvação. 

 Nuno Serras Pereira

 

''Grande sexoconfusão - por Nuno Serras Pereira

Andam os grandes órgãos de comunicação social portugueses num grande alvoroço em virtude de suspeitas levantadas sobre o comportamento sexual de um, agora, Bispo. Tudo começou com uma reportagem de uma revista a qual relatou que um Sacerdote portuense, cerca de 30 anos depois do alegadamente sucedido, apresentou uma queixa na Nunciatura Apostólico sobre assédios de índole sexual de que terá sido vítima, por parte do, então Padre, director espiritual do seminário maior, o referido Bispo, recentemente guindado a um lugar de relevo na Cúria Romana. A mesma peça afirma que outras entidades receberam também queixas mais recentes de alegadas vítimas de avanços do mesmo prelado.

As declarações, ou a interpretação delas, de um outro Bispo e de um padre franciscano comentando a sobredita reportagem tiveram aparentemente o efeito de lançar gasolina à faísca produzida. Eu sei, por experiência, própria que é muito fácil manipular declarações com montagens de textos, edições sonoras e visuais – já fui vítima do mesmo, aquando da polémica sobre a negação da Comunhão Eucarística a quem publicamente advoga a legalização do aborto. Não saberei dizer, no entanto, se foi o caso mas posso adiantar que na conversa pessoal que hoje mesmo tive com o meu confrade sobre o assunto verifiquei que o que ele me contou sobre o mesmo estava muito distante do que apareceu nos media. 

Desconheço se a revista em causa terá ou não dados comprováveis sobre o tema, que possa ter guardado para os ir revelando progressivamente. O que para já se pode concluir, evitando temeridades e juízos precipitados, é que, por agora, só existem vagas suspeitas não demonstradas. Pelo que parecem muito assisadas quer as palavras da Conferência Episcopal: “Da sua veracidade (das acusações) não podemos nem devemos julgar apressadamente”; quer as do P. Lombardi, porta-voz da Santa Sé: "É uma pessoa que estimamos muito, que cumpre muito bem as suas funções no Conselho Pontifício da Cultura. Não me parece que haja um processo em curso contra ele, e portanto consideramo-lo com pleno respeito e plena dignidade … ”.

Do ponto de vista jurídico parece ser de uma dificuldade extrema ajuizar sobre um hipotético crime, ainda para mais sem testemunhas, ocorrido há trinta anos. Daí que tenha prescrito, há muito. Por outro lado, a expressão “assédio sexual” pode prestar-se a uma variedade imensa de interpretações subjectivas que a não serem objectivamente concretizadas se diluem e dissipam em ambiguidades impossíveis de avaliar.

Mas suponhamos que tal assédio se verificou de facto há trinta anos. Isso seria naturalmente de enorme seriedade, tanto mais considerando as circunstâncias agravantes: tratar-se de um Sacerdote, que se aproveita da sua ascendência e relação sacral, enquanto director espiritual e confessor da vítima. O traumatismo provocado na hipotética vítima, quem conhece casos semelhantes sabe-o, é extremamente violento e pode perdurar uma vida inteira. Este pecado objectivamente tremendo poderá (com isto não se afirma mas conjectura-se uma possibilidade), porém, não ter gravidade equivalente no perpetrador se a sua liberdade, em virtude de uma compulsão, estiver diminuída. Independentemente da responsabilidade/culpabilidade subjectiva, que ultimamente só Deus poderá julgar com toda a verdade, não se pode deixar de concluir que uma pessoa assim ou se converte, nada é impossível a Deus, ou deve abandonar o exercício do Sacerdócio ministerial. 

Tenho para mim que muitos membros da Igreja e da sua hierarquia pasmados com a novidade sedutora das ciências humanas, em concreto a psicologia e a psiquiatria, não desfazendo, esqueceram e puseram de parte a ascese, a mística, o poder da oração, dos Sacramentos, enfim, os meios de santificação que a Igreja sempre propôs e disponibilizou, e confiaram aos homens aquilo que só Deus pode remediar, embora as ciências possam coadjuvar, a conversão e a salvação dos homens. O resultado está à vista…

É preciso não esquecer que houve grandes Santos, nem todos evidentemente, que antes de se converterem foram grandes pecadores. E que alguns depois de uma vida de santidade caíram em pecados horríveis e detestáveis mas pela Graças de Deus se reergueram vindo a recuperar e a aumentar a Santidade perdida.

De qualquer modo, se hipoteticamente os assédios se prolongassem no tempo tornar-se-ia evidente a imperiosidade de recolhimento a um mosteiro, em vida de penitência e oração, ou mesmo a “redução ao estado laical”. Quer para salvaguarda dos fiéis e demais pessoas quer para seu próprio bem e salvação.

Convirá ainda recordar que se é verdade que a pessoa, independentemente do seu estado, que experimenta involuntariamente uma atracção ou desejo sexual desordenado por outras do mesmo sexo não peca por isso, o pecado consiste não no sentimento mas no livre consentimento, não se pode todavia dizer que isso seja equivalente à atracção por pessoas do sexo oposto. De facto, enquanto a primeira é objectiva e intrinsecamente desordenada a última é segundo a natureza da pessoa, concorde com a recta razão e as inclinações naturais. Enquanto a primeira tende a uma inversão destruidora do amor, da comunhão e da vida, a segunda, de si, é expressão do chamamento à Comunhão de Vida e Amor de Deus Trinitário. Daí que faça todo o sentido a determinação do Papa Bento XVI, retomando uma decisão do Papa Beato João XXIII, de não admitir às Ordens Sagradas do Sacerdócio pessoas que padeçam de atracções desordenadas, profundamente enraizadas, por outras do mesmo sexo (ver as consequências desastrosas nesta reflexão de Filipe d’ Avillez).

Consta que o Cardeal Patriarca terá dito a vários Padres da sua Diocese, antes de se saber da partida de D. Carlos para Roma, que deixassem de lhe falar, isto é, de tratar com ele. Como não terá dado mais explicações parece que se espalhou boato de que o Senhor Patriarca tinha afastado rudemente o seu Bispo auxiliar, dando azo a variadíssimas especulações fantasiosas, algumas das quais se faz eco a dita revista. O mais certo, porém, é que o Patriarca de Lisboa não podia, por então, declarar o que estava destinado a D. Carlos.

Para todos os efeitos todo o tumulto agora gerado deixa-nos perplexos. Eu, e creio que muitos outros, não tenho motivo algum para duvidar da declaração de inocência do Senhor D. Carlos; mas a verdade é que também não o tenho para suspeitar da queixa formulada pelo Sacerdote que o argúi. É verdade que já houve casos de Bispos e Sacerdotes que mentindo descaradamente clamaram a sua inocência; mas é igualmente certo que caluniadores astutos e sem escrúpulos foram causa de grandes desgraças para Sacerdotes e Bispos falsa e injustamente acoimados. Pelo que a prudência manda presumir a inocência até prova em contrário.

Temos, no entanto, que reconhecer que a reputação do Senhor D. Carlos sofreu uma violentíssima agressão que perdurará, por ventura, nos espíritos da opinião pública, mesmo quando inocentado, se for caso disso.

Não quereria terminar sem considerar ainda alguns breves tópicos:

  1. a) A impressão com que fiquei é que a revista dá como absolutamente confirmadas as suspeitas que levanta. Basta ver o título: “ A queda de um Anjo”. Não obstante, não apresenta provas. Onde estão elas?
  2. b) O periódico, citando com destaque declarações doutrinais do Bispo, procura desacreditá-las ao entremeá-las com uma suposta vida dupla que as desmentiria. Independentemente dessa hipotética vida em desacordo com a doutrina, esta não perde o seu valor nem a sua veracidade pelo facto de aquele que a anuncia a trair ou não estar à altura da mesma. Se assim fora nenhum membro da Igreja poderia anunciar o Evangelho e todas as suas exigências porque, com a excepção de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Nossa Senhora, ninguém o vive na sua perfeição. Enquanto a pessoa conhece a verdade e reconhece que a trai, embora fraca não é hipócrita, e pode ser salva. Mas quem chafurda e em nome da coerência obstinadamente sufoca a verdade esse perder-se-á.

 A Igreja é um hospital e os médicos e enfermeiros que tratam dos enfermiços também adoecem e precisam de curas. Claro que devem ser qualificados e exemplares, e para isso o povo de Deus precisa de rezar muito por eles, mas terão sempre algumas mazelas. No caso evidentemente de doenças mais graves não poderão continuar a exercer contagiando os achacados em vez de os tratar.

  1. c) Enquanto a Igreja denuncia as injustiças e imoralidades mas resguarda, através do Sigilo Sacramental e da recusa da difamação, as pessoas que as cometem (fala-se evidentemente daquilo que não é público nem notório), grande parte da comunicação social por vezes faz exactamente o contrário, publicita e promove a injustiça e a imoralidade e delata, quando não difama e calunia, factos reais ou imaginários que, segundo os seus próprios critérios, fazem parte da vida privada. Não que seja este o caso em apreço porque o assédio sexual, a ter existido, não é de modo nenhum do foro privado.
  2. d) Na hipótese de se virem a comprovar as suspeitas  levantadas pela reportagem sobre os supostos assédios sexuais continuados ter-se-ia então que agradecer à revista o serviço prestado à verdade, que muito pode contribuir para a purificação da Igreja.

 

 

devida vénia ao blogue-Logos

 

nota: Prometeu a Igreja a divulgação do resultado do processo canónico sobre o Bispo. Onde pára o resultado?????

 

mn

 

sublinhados nossos

 



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Quarta-feira, 28.12.16

 

O maior intelectual católico português evoca o magistério de Ratzinguer:

 

   

O Papa afinal é infalível!

 

Nuno Serras Pereira

Logos, 28. 02. 2013

 

''Inesperada e surpreendentemente parece ter-se criado uma unanimidade entre ateus, prémios Nobel, dissidentes, hereges, jornalistas não católicos, e comentadores públicos de que a decisão do Papa Bento XVI é absolutamente certa, insusceptível de qualquer erro. É caso para dizer, que são "mais papistas que o Papa". De facto, nunca a Igreja ou qualquer Pontífice afirmou, nem mesmo aventou, que o Carisma da Infabilidade se aplicava a decisões pessoais, ou de governo, ou prudenciais. Temos pois que aqueles que negam ferozmente que a Infabilidade de Deus, do Espírito Santo, se possa comunicar ao Santo Padre em determinadas e precisas circunstâncias, aclamam agora a lucidez "infalível" nesta questão prevista pelo Direito Canónico. É verdade que eles não recorrem ao termo mas, quanto a mim, dizem-no de outra maneira. Será preciso recordar as constantes agressões, sem dó nem piedade, a que a sua pessoa e o seu Magistério foram sujeitos? Como explicar então esta rendição moralmente unânime, daqueles que mencionei, em relação à sua renúncia? Na verdade, a decisão que o Santo Padre tomou pode ser livremente discutida, e dela se pode discordar, sem que isso implique qualquer infidelidade, ilicitude ou imoralidade, por qualquer fiel católico, desde um leigo empenhado a um Cardeal, amigo pessoal e fiel seguidor de Bento XVI. Parece haver aqui uma estratégia de condicionar as mentalidades de modo a "forçar" que de agora em diante seja sempre assim, que se torne obrigatória a renúncia ou abdicação dos próximos Pontífices Supremos em circunstâncias semelhantes. Não nego que o exemplo possa fazer escola, mas não vejo que tenha de ser necessariamente assim.

Como já escrevi, a enorme tristeza por esta renúncia transformou-se, em mim, numa alegria desmesurada, embora sofrida e magoada, em virtude da minha convicção profunda, que neste caso se cumpre a vontade de Deus. Não há nenhuma dúvida de que o Papa Bento XVI, que goza de uma consciência muitíssimo bem formada, na sua oração discerniu, pelas luzes que recebeu, que no seu caso, tendo em conta a forma e as responsabilidades que assumiu nos dias de hoje o ministério do sucessor de Pedro, vigário de Cristo na terra, e concluiu que deveria abdicar desse mesmo ministério. Esta convicção fundamente enraizada não é, no entanto, infalível. O Romano Pontífice pode errar, estando embora de boa-fé. Se for esse o caso, o que pessoalmente não acredito, não será, nem por sombras condenado, pois fez tudo o que estava ao seu alcance para conhecer a vontade de Deus e a pôr em prática. O mesmo se pode e deve dizer do Bem-aventurado João Paulo II que, em circunstâncias semelhantes, no seu caso, percebeu que Jesus Cristo lhe pedia que ficasse até ao fim, até à Passagem para a eternidade. Deus pode ter querido mostrar à Igreja e ao mundo que a cruz de cada um se pode unir à Sua de modos muito distintos.

Pessoalmente, creio que a unanimidade prática de respeito e elogio da abdicação de Bento XVI não se deveu somente à lisonja nem obedeceu simplesmente a estratégias inconfessáveis mas resultou da sua alta santidade, da sua grandíssima humildade, da sua Fé desmedida, do seu imenso amor a Jesus Cristo, da enorme simplicidade e da normalidade com que se comunicou e de tudo tratou, tocando assim os corações no seu âmago. Este acto, ou sucessão de actos, na minha perspectiva, constituiu uma pregação vivíssima que abalou e comoveu intimamente não só os Fiéis Leigos, os Religiosos, Consagrados, Sacerdotes, Bispos e Missionários mas também os próprios Cardeais, e os aproximou, e os recentrou no essencial, em Jesus Cristo, o Coração ou núcleo mais profundo da Igreja. A santa unidade em Cristo Jesus suscitada por esta Renúncia de amor, que pôs, comovida, toda a Igreja em oração alcançará seguramente a Graça de um novo Papa do agrado do Senhor, segundo o Seu Coração, que se deixe em tudo guiar por Ele.

É possível que um dos motivos que levou o Santo Padre à renúncia do seu ministério, enquanto está ainda capaz, não obstante as grandes limitações, tenha sido o de evitar, no caso de ficar totalmente incapacitado, que se pudessem vir a levantar suspeitas, intrigas, atoardas, "guerrilhas" sobre a veracidade do seu estado de saúde e das reais motivações que levariam à declaração da sua abdicação, isto, caso, é claro, tivesse deixado, a exemplo de seus antecessores mais próximos, uma carta nesse sentido. O suculentíssimo Magistério que neste breve Pontificado o Papa Bento XVI nos deixou é de uma grandeza teológica e espiritual comparável à de um Santo Agostinho – seria muito importante tornar a ler e a reler as suas encíclicas, homilias, catequeses, discursos, etc., e ainda os seus escritos anteriores à sua elevação ao Papado. A influência que exerceu e que recebeu do Papa João Paulo II é um tema fascinante que mereceria estudos muito vastos e aprofundados. Estes dois gigantes da Igreja poderão porventura vir a ser irmanados na história da mesma de um modo semelhante ao de S. Basílio e S. Gregório.

Uma vez que esta manhã diante dos Cardeais o Papa Bento XVI prometeu reverência e obediência incondicional ao próximo Pontífice, espero bem que este o exorte a continuar a enriquecer-nos com os seus escritos.''

 

agradecemos ao Senhor Eng.João Silva, fiel católico, o envio dos textos do humilde frade franciscano abrantino e aconselhamos a pia fidalga, o Anacleto, o clero, as catequistas e restante fauna apostólica a ilustrarem-se

 

mn



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Quinta-feira, 22.12.16

A Interpretação Verdadeira de A falsidade herética vestida de branco

 

 

Nuno Serras Pereira

  1. 12. 2016 

 

Nas últimas linhas que vos escrevi adiantei que perante a diversidade de interpretações que alguns deram a esse texto não adiantaria nenhuma explicação para seguir o exemplo do Papa Francisco o qual, achou por bem não clarificar as mais de 60 hermenêuticas diferentes que têm sido proposta sobre a Exortação Apostólica A. L.. Entretanto repensei  considerando que quando se semeia a dúvida sobre questões de Fé e Moral, mesmo que não incutida voluntariamente, tem a estricta e grave obrigação de a esclarecer. Por isso, aí vai uma glosa breve sobre o texto que provocou tão díspares e contraditórias conclusões, em quem o leu. 

Mantendo o texto, mas em itálico, intercalo com cor diferente, encarnado, os esclarecimentos devidos:

 

Pouco depois do início, deu a entender que não era vigário de Cristo, mas sim Seu sucessor, para agora se arrogar como maior do que o próprio Redentor. Quando Jesus Cristo diz no Evangelho que não veio fazer a Sua vontade mas sim a do Pai que O enviou, deve-se interpretar, seguindo a Mentira vestida de branco, que, de facto, não veio fazer a Sua vontade mas a do Papá vestido de branco, que apareceria alguns séculos mais tarde. (O Papa Francisco começou por se apresentar como Bispo de Roma e assim continuou por um tempo considerável. Houve porém pessoas, teólogos e prelados, que embora não tenham dito explicitamente o que escrevi, o implicavam em termos tais que só se poderia concluir, em termos claros, aquilo que escrevi.)

 

Autocrata singular, experimentado em simulações astutas, pronto na calúnia, especialista em ilusionismo, soberbo da sua publicitada humildade, todo dedicado aos corpos, e excepcional evenenador das almas. (Creio que qualquer pessoa, afeita ao vocabulário cristão, logo depreenderá que aqui se fala do Maligno, isto é, de Satanás, do Diabo.)

 

É isto que por agora temos. Vede bem se não precisamos urgentemente de penitência e oração para esconjurar e exorcizar este mal atroz e tremendo que se abateu calamitosamente sobre a comunidades dos crentes, que andam abocados e espavoridos como ovelhas perseguidas por uma alcateia. (A alcateia, indica um grupo de lobos, que age em conjunto, para fomentar a confusão e o erro no povo de Deus, no Corpo Místico de Cristo. Trata-se aqui de todos aqueles que vestidos de branco, isto é aparentando inocência – veste baptismal -, ou escudando-se por detrás do Santo Padre e de bispos missionários, pastorais, – os bispos vestidos de branco -, intentam espalhar a heresia e, portanto, a falsidade que corromperá a Fé de muitos, em especial os simples, encaminhando-os à perdição de suas almas.) 

 

Espero que tenha ficado clara a minha elucidação. Tanto mais que até hoje ninguém acusou (ou sequer insinuou) o Sumo Pontífice do crime de heresia. A todos um Santo e Feliz Natal!!

______________________________

 

PS- Entretanto o Pontífice Romano continua sem responder ao Cardeal Burke, não terá argumentos?

 

mn



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Sexta-feira, 16.12.16

 Frei Melícias, franciscano, veio dizer que Guterres ''era o papa Francisco à civil''.

 

O seu colega Frei Nuno Serras Pereira, franciscano, vem dizer outra coisa:

 

''A falsidade herética vestida de branco

 

 

Nuno Serras Pereira

  1. 12. 2016

 

Pouco depois do início, deu a entender que não era vigário de Cristo, mas sim Seu sucessor, para agora se arrogar como maior do que o próprio Redentor. Quando Jesus Cristo diz no Evangelho que não veio fazer a Sua vontade mas sim a do Pai que O enviou, deve-se interpretar, seguindo a Mentira vestida de branco, que, de facto, não veio fazer a Sua vontade mas a do Papá vestido de branco, que apareceria alguns séculos mais tarde.

 

Autocrata singular, experimentado em simulações astutas, pronto na calúnia, especialista em ilusionismo, soberbo da sua publicitada humildade, todo dedicado aos corpos, e excepcional evenenador das almas.

 

É isto que por agora temos. Vede bem se não precisamos urgentemente de penitência e oração para esconjurar e exorcizar este mal atroz e tremendo que se abateu calamitosamente sobre a comunidades dos crentes, que andam abocados e espavoridos como ovelhas perseguidas por uma alcateia.''

 

Meditem no que diz um frade mendicante abrantino que nunca administrou Bancos....

 

mn 



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Quinta-feira, 08.12.16

Maria do Céu Albuquerque declarou que tinha feito on-line um curso de catequista e que isso a fizera ''crescer muito''.

Devido a esse milagroso ''crescimento'' deve ter adquirido uma profunda ''cultura teológica''.

Estamos curiosos em saber se é capaz de rebater as posições de Frei Nuno Serras Pereira ou se vai aderir à petição liderada por Sua Eminência, o Cardeal Carlo  Caffarra, Arcebispo Emérito de Bologna.

 

ma



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Publicamos, com o maior gosto, as declarações do prestigiado canonista e grande pensador católico Frei Nuno Serras Pereira, sobre os abissais erros teológicos cometidos pelo argentino Bergoglio no exercício das funções papais.

Frei Nuno corrige paternalmente o ex-Arcebispo de Buenos Aires:

 

Declaração do padre Nuno Serras Pereira

em reacção à recente Exortação Apostólica

 

 

''Bons amigos. Para mim é claro que a Exortação Apostólica Amoris laetitia (A Alegria do Amor) contém, a par de trechos excelentes, algumas passagens que contrariam a Encíclica Veritatis Splendor de S. João Paulo II, o Catecismo da Igreja Católica e o Código de Direito Canónico. Qualquer um destes documentos é dotado de uma autoridade Magistral superior a uma Exortação Apostólica não podendo ser ab-rogados por esta. No entanto, as declarações do Cardeal de Viena, confirmadas em entrevista pelo Papa Francisco, explanadas pela Civiltà Cattolica, revista da Companhia de Jesus, cujo director último é Francisco, as afirmações do Cardeal Kasper e do Arcebispo Paglia, Presidente do Conselho Pontifício para a Família, além da decisão do Presidente da Conferência Episcopal das Filipinas, bem como da Diocese de Bérgamo, em Itália, levam-me a concluir que aquilo que o Cardeal Baldisseri disse em Fátima, antes do primeiro sínodo (ou sínodo extraordinário), a saber, que no papel tudo ficaria na mesma mas que na prática tudo iria mudar, se confirma. Por isso, pedi ao Padre Provincial, meu Superior Maior, a dispensa de celebrar Missa para o povo e dispensa de atender em Confissão indiscriminadamente quem se apresente para tal, uma vez que em consciência não poderei exercer esta «nova pastoral sacramental».

Saudações cordiais e que Deus vos abençoe


P. Nuno''
 
18 de Abril de 2016
 
Continuamos à espera que a Pia Fidalga ouse rebater o pensamento biblicamente informado do humilde frade franciscano
 
am


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Quarta-feira, 03.02.16

ao golgota.jpg

 obra de Frei Nuno Serras Pereira 

 

mn



publicado por porabrantes às 16:43 | link do post | comentar

por Frei Nuno Serras Pereira, franciscano

 

Os terríveis abusos no colégio S. João de Brito

 

Eu creio que a generalidade das pessoas que me lêem sabe que frequentei, durante 10 anos, o colégio S. João de Brito, dos Padres Jesuítas. O que ignoram por completo são os terríveis abusos que lá aconteceram, no meu tempo.

Passados tantos anos, não podendo guardar mais o segredo, sinto como imperioso o dever de denunciá-los.

No primeiro dia em que cheguei ao colégio, para frequentar o que então se chamava a primeira classe, desatei num berreiro, com tal fúria, que ninguém me conseguiu pôr dentro da sala de aula. Queria a minha mãe! Que me devolvessem a ela! Somente depois de um intervalo é que veio o Irmão Diniz, que apesar de ter levado várias caneladas e provavelmente algumas dentadas, lá conseguiu, acolitado por ajudantes, introduzir-me na sala de aula.

Este Irmão em paga dos seus longos anos de serviço tentando infundir alguma ordem na horda de bárbaros que nós éramos foi alcunhado de cágado, talvez em virtude do seu fácies ter uns longes do focinho desse bicho. Muitas vezes orientava a oração da manhã na Igreja e foi com ele que aprendemos a oração “Alma de Cristo, santificai-nos, etc.”. Mal podia então eu supor que essa oração voltaria muitos anos depois aos meus lábios, já sacerdotais, como uma das poucas consolações espirituais e revigorantes num período de aridez, de noite tenebrosa.

Nos dois primeiros anos do liceu (quinto e sexto actuais) para além de ter apanhado uma bebedeira monumental, ter vomitado durante a leccionação de uma disciplina, entretinha-me em provocar os professores, quase todos Padres. Quantas vezes o bom P. Ferreira da Silva[1]teve de correr atrás de mim à roda da sala de aulas porque eu fugia aos correctivos que me queria dar. Acabava expulso, mas isso de nada adiantava porque me entretinha a escancarar a porta fazendo caretas que punham a turma a rir ou em polvorosa.

O santo P. Pacheco, homem de uma benignidade extraordinária, foi ao longo dos anos submetido às patifarias e ao ridículo de gerações sucessivas de alunos. Como a sua bondade era lendária todos dela se aproveitavam. Uma das centenas de partidas que ficou mais famosa foi a de lhe colocarem “bombinhas de mau cheiro” na cadeira onde se sentava para leccionar. A atrapalhação tamanha em que ficou, chegando a pensar que teria tido uma descarga intestinal sem se dar conta, o seu nervosismo convulsivo, a vergonha estampada na cara vermelha como uma malagueta, tudo isso era para os alunos um gáudio imenso. Este grande varão, distraído como um Einstein, nas aulas práticas de físico-química era capaz de ao advertir-nos para a possibilidade de apanharmos um choque, recomendar-nos para não colocar o dedo onde ele o punha!, apanhando o tal choque eléctrico a que nos queria poupar.

Fazia-lhe a maior das impressões ouvir o tilintar metálico de objectos caídos no chão. Pois sabendo nós disso fizemos trocar o dinheiro que tínhamos em 50 moedas (que naquele tempo tilintavam mesmo) que foram sendo lançadas durante toda uma aula.

Pior do que isso foi o meu aproveitamento da confissão e da direcção espiritual para faltar às aulas. Ia para o confessionário ou ao gabinete de um Padre e colocava-lhe dúvidas sucessivas. Lembra-me perfeitamente de passar assim conversando hora e meia, duas horas, enfim o tempo que queria. O Sacerdote que então me acompanhava era de uma seriedade e preocupação para comigo verdadeiramente notáveis. Quando não sabia como me responder procurava consultar os livros de teologia e se encontrava a resposta era capaz de me chamar, interrompendo uma aula, para me esclarecer. Mas eu sonso e hipócrita logo colocava nova dificuldade, outra dúvida, enfim aquilo que fosse necessário para manter o jogo. Soube mais tarde que ele veio a abandonar o sacerdócio. Não tenho a presunção de pensar que foram as minhas dúvidas ou questões que o levaram a dar tal passo, mas não posso deixar de pôr a hipótese da minha canalhice ter contribuído para isso.

Quando íamos a retiro - só ia quem queria -, na casa de exercícios de Santo Inácio, no Rodízio, Praia Grande, aproveitámos mais que uma vez para disparatar. Pelos 15 anos de idade roubei uma garrafa de champanhe lá em casa e levei-a escondida para um desses encontros de silêncio. O resultado, como é claro, não podia ser bom. Para além dos excessos do álcool, nesse retiro roubaram os fusíveis todos da casa e partiram o vidro de um automóvel de um infeliz que lá estava a descansar.

Por que é que o excelente P. Filipe Ribeiro teve a infelicidade de, numa manifesta brincadeira, diante de meus pais, me ter dito que nunca mais me falava? Porquê logo a mim? É que por causa disso durante três anos não só me recusei a dirigir-lhe a palavra como não respondia sequer às que ele me dirigia. Vim depois a saber que aquela minha recusa teria levantado suspeitas sobre o bom P. Filipe. Quanto terá ele sofrido à conta disso? E nem sequer lhe posso pedir perdão, pois já morreu.

Por que é que o famoso e profundo pregador Jesuíta, P. Ramon Cué, autor daquele famosíssimo “Mi Cristo Roto”, me teve de aturar quando assomando à varanda do seu quarto para meditar deu comigo gesticulando, em cima do telhado fronteiro, descalço mostrando-lhe as peúgas rotas no calcanhar, improvisando uma “pregação” cretina sobre as mesmas?

Como esquecer a vingança que exerci no fim de um ano lectivo, no último dia de aulas, despedaçando um lavatório, escaqueirando uma retrete e pintando uma parede com o arremesso de uma garrafa cheia de tintas misturadas que nela deixou uma nódoa durante muitos anos? Vingança, sim, sobre aquele colégio que para além de me ter lá a estudar de graça durante muitos anos tinha ainda a veleidade de me dar uma boa preparação para garantir o meu futuro!

Estas são algumas das coisas que se podem contar, porque há outras que é melhor nem lembrar. Olhando para trás e tomando consciência das imbecilidades sádicas, contínuas e sistemáticas, perpetradas contra os Padres e Irmãos não posso deixar de confessar que fui sempre um abusador terrível. E de admirar-me como é que nunca nenhum deles perdeu a paciência a ponto de me dar uma tareia. Como dizia uma tia minha, o que eu precisava era de uma sova que me “rachasse de alto a baixo”.

Benditos Padres da Companhia de Jesus que me aturaram a mim e a muitos outros com um enorme espírito de serviço e de abnegação, mostrando uma paciência e uma humildade raras.

Mais tenho de dizer que nunca por nunca, mas mesmo nunca, ter sentido, visto ou sequer ouvido falar de qualquer abuso ou indício ou suspeita de cariz sexual. E, por isso, nunca me passou pela cabeça que um Sacerdote fosse capaz de tais abusos.

Já não posso dizer o mesmo de um outro colégio que frequentei durante um ano onde entre os alunos se falava de atitudes impróprias de um professor, que de resto não era Padre.

Os “dignitários” Jesuítas durante séculos serviram voluntariamente de capacho a muita gente, sendo espezinhados pelo muito bem que faziam.

 

Nuno Serras Pereira

  1. 04. 2010

 

 

[1] Havia vários irmãos Jesuítas. Este era o que fabricava carrinhos que funcionavam com motores de mota e nos serviam de divertimento nos intervalos.

 

com a devida vénia e a nossa admiração  



publicado por porabrantes às 16:32 | link do post | comentar

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