Sexta-feira, 10.08.18

caldas 2

O general Abel Hipólito, de larga trajectória abrantina (era de Viseu) condecora o famoso sargento Caldas.

Como se nota pelas divisas o Abel ainda era coronel de artilharia (tinha comandado o Castelo).

O sargento Caldas (António Maria) fazia 50 anos de serviço militar e uma destacada comissão de beneméritos comprara-lhe uma medalha de ouro.

homenagem caldas manuel augusto da silva mendo,  joão

Os organizadores foram João da Silva Mendo, João Tojal, João Herrault Rico,e Adelino dos Santos.

Era Abril de 1916.

Os organizadores ou  o coronel Hipólito fizeram chegar as fotos à maior revista gráfica da época.

A Ilustração Portuguesa.

Dados de lá, quase tudo.

ma

 



publicado por porabrantes às 19:04 | link do post | comentar

Segunda-feira, 16.07.18

costa andrade

 

joaoa andrade

O Capitão João da Costa Andrade, para os mais velhos conhecido como Presidente do Grémio da Lavoura abrantino , durante muitos anos, conta as suas aventuras no tiro ao ''Abel Hipócrita'', vulgo General Abel Hipólito.

 

A cena passa-se depois da morte de Sidónio Pais

 

mn

 

isto tem ser melhor desenvolvido...



publicado por porabrantes às 23:21 | link do post | comentar

Domingo, 15.07.18

Um dos historiadores locais dizia que andava em profundas investigações para saber quem era a mulher do General Abel Hipólito, que foi um homem importante na vida política e militar portuguesa e que também teve papel de destaque em Abrantes, onde foi um dos ''adesivos'' ao 5 de Outubro.

adesivos

 

Resolvemos ajudá-lo

abel hipólito

 

Portanto a mulher foi a Senhora D.Joaquina Cândida Anes de Oliveira, filha natural de Veríssimo Ferreira Anes de Oliveira e de Gertrudes Maria

 

Segundo escreveu um General abrantino, a família da menina Joaquina opôs-se ao casamento do Hipólito e conseguiu que o militar fosse afastado da praça de armas cá da terra por uma temporada......

 

Mas voltou e casou com a menina Joaquina e graças ao casamento tornou-se proprietário rural, tendo aliás sido da direcção do Sindicato Agrícola da terra, sob ordens de Solano de Abreu.

 

bibliografia, o saudoso D.Manuel de Mello Corrêa, a páginas 20, toda a informação genealógica é dele...

250x

 

 

A família Anes de Oliveira era por exemplo dona da casa solarenga, onde vivem as santas freirinhas de Montalvo, que ganharam o céu por terem assinado a petição contra a patifaria de quererem construir uma torre de 30 m no Convento de S.Domingos.

Falta recomendar ler o livro de Mestre Mello Correa....

mn

  



publicado por porabrantes às 16:05 | link do post | comentar

Domingo, 28.02.16

 

 

As freiras e um abade e o Couceiro e o resto da tropa ouviram missa e gritaram: Viva El-Rei D.Manuel II e a Santa Religião!

Abel que quisera um Rei ditatorial, com João Franco a servir de Salazar, era agora democrático. Ao mando de forças várias, incluindo Infantaria 2 de Abrantes, impediu que Estarreja e todo o Norte se transformasse numa nova Vendeia.

Eis o poema épico que narra o peito ilustre do Hipólito    

 

 

 

abel hipólito freiras.png

 ma



publicado por porabrantes às 14:03 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.02.16

A artilharia lusa foi famosa e as inovações técnicas introduzidas pelos seus artilheiros  garantiram o domínio português no Índico durante uns 200 anos. Abrantes foi uma praça militar com um Castelo ocupado por artilheiros. Mas não restam canhões na cidade para lembrar esse passado e arrasa-se ignaramente o que resta da nossa memória artilheira no  Castelo, como se verá.

Entretanto foi à praça, num leilão de Lisboa, o último canhão abrantino, que estava numa colecção privada, a do sr. dr. João Castro e Solla Soares Mendes.

canhao soares mendes.jpg

Pediam 60.000 euros por ele, não sei que destino teve.

Na 1ª Guerra Mundial a artilharia abrantina, com homens como Abel Hipólito marcou sonora presença

artilharia 1.jpg

Entretanto encomendam planos caros de turismo militar e o último canhão abrantino foi à praça.

Encostada a este canhão assinou Tereza de Mello uma petição para salvar S.Domingos dum atentado pimba. Vai para ela o post.

tereza de melo canhao.jpg

O que escreveu sobre o cubo de Carrilho da Graça foi a última salva deste canhão.

E deixou em escombros a plebeia arquitectura municipalizada.

ma



publicado por porabrantes às 10:19 | link do post | comentar

Sábado, 06.02.16

abel hipólito d.opo.png

 Ao General Abel Hipólito, que aqui servia como Senador da República, Abrantes deve algumas coisas. Um homem na sua vida faz coisas boas e más, e outras assim-assim, mas os documentos dizem, implacáveis, que foi ele que fez a proposta de Lei pelo qual se criou este velho Museu.

d.lopo.jpg

Só por isso e também pela sua figura destacada na vida militar abrantina ( e na económica e cívica) merecia uma memória na toponímia. E tinha-a, até que, sábia. a Vereação da Céu lhe roubou o nome que estava numa Parada a par do Castelo, para lá meter a estátua do Francisco de Almeida, tendo feito um estudo urbanístico, um gajo que não é urbanista mas que usa um título miguelista ( proibido por D.Maria II por ser associado a usurpação e traição).

Que pensará Abel desta tropa, dei-lhes um Museu e eles dão cabo do meu nome?

abel hipólito régua.png

1921.png

Esta Cronologia também apaga o nome do cabo de guerra (fez guerras, sim senhor, a I e várias guerras civis cá pela Lusitânia) e está publicada na página municipal, onde acampam não sei quantos licenciados em História.

Que mal lhes fez o Hipólito, sabemos o que ele fez a Machado Santos, mas à Comissão não fez mal nenhum....

Também pode acontecer que como o Hipólito se chamava Abel, a edilidade tenha algum complexo cainita.

Cainita, vem de Caim, e era uma palavra que Don Miguel de Unamuno estava a sempre a dizer, quando estava a banhos na Figueira da Foz ou em Espinho, onde bebia copos com o Guerra Junqueiro.

mn

fontes: Diário de Sessões, Sipa,Ilustração Portuguesa, Cronologia Municipalizada (de autor desconhecido)

 

 

  



publicado por porabrantes às 16:29 | link do post | comentar

adesivo.png

adesivo hipólito.png

O General Abel Hipólito adesivou?

Nesse caso foi o maior adesivo do Centenário.

Quantos adesivaram a 25 de Abril, a 26 e a 27....?

Não podemos fazer a lista, estragaria o espírito ''inclusivo'' do Centenário.

Longe de nós a tentação.

ma

 



publicado por porabrantes às 14:15 | link do post | comentar

Terça-feira, 24.03.15

O Sr. Oliveira Vieira perguntou onde ficava este prédio e se era o Centro Republicano

 

 

 

CENTRO REPUBLICANO.jpg

Não sabemos se era o Centro Republicano, mas parece que se situava na Praça da República.

 

 

praça republica ab 1910.jpg

Parece-nos que é o 1º prédio à esquerda. E se foi Centro Republicano tinha vista para a Praça da dita. Também dava para Centro Monárquico porque teria vista para a Praça do Príncipe Real (nome que os ardorosos republicanos mudaram depois do 5 de Outubro....).

Já agora a designação de alguma organização política como ''monárquica'' parece que só apareceu depois de 1910, à volta dum grupo político franquista (os partidários de João Franco) que tinham montado o jornal Correio da Manhã, que teria curta vida, pois seria assaltado pela Formiga Branca (o braço armado do PRP) no ano seguinte. 

No caso abrantino e em muitos outros pontos do país, os franquistas passaram-se de armas e bagagens prá nova situação, ou seja adesivaram.

Um caso notório de franquista que aderiria à República, foi o oficial Abel Hipólito, que ao tempo comandava o Castelo de Abrantes e que chegaria a Ministro da nova situação.  

Adesivou o Abel Hipólito? Há amigos dele que o tentam desculpar, conversa para outro dia...

abel hipólito.jpg

 MN

.

 

 



publicado por porabrantes às 15:15 | link do post | comentar

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