Sexta-feira, 01.06.18

Dois grupos de veteranos das campanhas coloniais (Angola e Guiné), onde combateram por Portugal contra as milícias tribais, financiadas pelo imperialismo soviético e chinês ou déspotas africanos da elevada craveira de Sekou Touré e de Mobutu Sese Seko, estiveram de visita ao Quartel abrantino, onde foram recebidos pelas autoridades com as devidas honras militares e evocaram os que cairam pela Pátria.

Bem hajam os comandos militares por esta hospitalidade!

E a nós cabe-nos dizer que estes mortos foram traídos por uma miserável descolonização,em parte encenada por traidores.

No blogue Luís Graça e Camaradas...

mn

 



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Sábado, 28.04.18

barradas

barradas 2

 Enquanto isso a mana assegurava a vertente diplomática desta política nas Nações Unidas.

 

Enquanto isso Jorge Santos Carvalho padecia o exílio

 

mn



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Sexta-feira, 10.06.16

Também devem ser considerados no Dia de Portugal. E recusamos a condená-los.

 

O  Batalhão de Caçadores 3872 (B.CAÇ3872) saiu do RI 2 para a campanha colonial em Setembro de 1971.

 

ri 2 abrantes.jpg

ignoramos o autor

 

desta unidade fazia parte o '' C.CAÇ 3489, comandada pelo Capitão Miliciano de Infantaria, Manuel Guarda (que já na Guiné e no gozo das primeiras férias (Abril de 72) decidiu ficar pelo estrangeiro....e não regressar), ''  diz o Sr. Luís Dias, que fez a guerra na Guiné.

histórias.png

num post que merece ser lido e que conta uma campanha colonial na Guiné.

E que leva uma data cheia de carga patriótica, 10 de Junho.

ma 



publicado por porabrantes às 18:45 | link do post | comentar

Domingo, 05.06.16

joao j.soares mendes frasam.png

 

Frasam com a devida vénia

joao j.soares mendes ilha.png

O industrial e episodicamente político João José Soares Mendes conseguiu, em 1906, do governo que lhe fosse aforada a ilha referida, povoada de manjacos. A Ilha fica no arquipélago das Bijagós, tem agora 6.500 nativos, são animistas e o principal recurso económico continua a ser o arroz, cultivado nas bolanhas.

 

Chegou lá a edificar um padrão de descobridor, o abrantino?

 

Não sei, talvez outro dia tenha paciência para investigar. Amanhã é dia da porca da política e há novidades.

 

Mas quando se fala dos interesses económicos de Abrantes em inícios do século XX, e se descarta África (o Soares Mendes pertencia ao lobby colonialista, organizado na Sociedade de Geografia), está-se a ter uma perspectiva reducionista da questão.

 

mn



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Sexta-feira, 12.02.16

General_Spinola_e_Tenente_Zacarias_Zaeigh.jpg

O militar português, capitão Zacarias Saeigh, aqui retratado pelo propagandista José Manuel Pintasilgo, foi fuzilado pela canalha, depois da entrega da Guiné ao PAIGC.

Luís Cabral foi o responsável pelo crime e por mais dezenas de fuzilamentos (ou centenas?).

Luís Cabral estava exilado em Lisboa, quando a mana do Zé Manel foi Primeira-Ministra..

Pergunta-se o que é que a excelsa dama fez para punir Luís Cabral, chefe duma pandilha de assassinos que mataram soldados portugueses indefensos.?????

O que fez a dama?

Terá imitado Pilatos?

manga de ronco no chao.jpg

Terá lido o livro do irmão, onde no meio de propaganda fascista, mentiras descabeladas, se traça o elogio do fuzilado?

Temos de aturar quem desprezou os soldados de Portugal para proteger assassinos?

mn

foto do capitão assassinado: no livro do Pintasilgo, imagem de Ultramar Terra Web, com a devida vénia  



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Segunda-feira, 09.11.15

Guiné 63/74 - P2440: História do BCAÇ 2879, 1969/71: De Abrantes para Farim: O Batalhão dos Cobras (1) (Carlos Silva)

 

por Carlos Silva

Leiam se estão interessados em história militar

 

a redacção



publicado por porabrantes às 22:45 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.06.15

O ex-combatente da Guiné Portuguesa e conhecido memorialista e historiador despejou hoje, quarenta  e cinco anos depois da sua chegada de Bissau, a última garrafa de uísque que trouxera de África.

Que tenha sido à saúde dos nossos bravos da Jornada de África!

Foi para festejar os seus 70 anos parabéns!

Há 4 anos o Sr. Traquina narrou assim uma jornada da guerra da Guiné ao Correio da Manhã:

 

traquina 2.jpg

 

Depois de passar pelos aquartelamentos de Caldas da Rainha, Sacavém, Elvas, Beirolas e Abrantes, embarquei no ‘Niassa' a 1 de Maio de 1968. Desembarquei em Bissau a 6 do mesmo mês. Depois de uma passagem por Bissau e Bula, a companhia (Caçadores 2382) embarcou para a Aldeia Formosa. Passámos por Bolama, subimos o rio Grande de Buba e desembarcámos em Buba, a vila que deu o nome àquele rio.

‘PERIQUITOS' EM COMBATE

A companhia fragmentou-se em três grupos: um seguiu para Chamarra, outro para Contabane e outro ficou em Mampatá. Segui com o comando para Contabane, aldeia próximo da Guiné-Conacri.

Não havia instalações militares e passámos a viver nalgumas tabancas cedidas pela população. Com pouco mais de um mês de Guiné, éramos designados por ‘periquitos' (a alcunha dada aos mais novos). Pouco percebíamos de guerra e muito menos do sarilho em que estávamos metidos. Na companhia só havia dois sargentos militares de carreira e até o comandante, o capitão Araújo, era miliciano.

Em Contabane vivemos um dos piores ataques de toda a comissão. Valeu-nos o sargento Boiça, que teve a iniciativa de mandar abrir valas à volta da aldeia.

De início, a ordem não foi bem aceite, porque a pá e a picareta eram uma contradição com a sombra das mangueiras e os sorrisos das ‘bajudas'. Mas não restaram dúvidas de que aqueles abrigos improvisados salvaram vidas. Cerca das 20 horas de dia 22 de Junho de 1968, no escuro da noite, irrompeu o fogo inimigo, que se prolongou por três longas horas. O ataque foi comandado pelo lendário Nino (João Bernardino Vieira, mais tarde Presidente da República da Guiné-Bissau).

As balas tracejantes cruzavam o céu em todas as direcções e as granadas de morteiro semeavam a destruição. No final do ataque, a aldeia estava em chamas. Quatro militares e três civis ficaram feridos, dois dos quais com gravidade.


Logo que a manhã seguinte começou a clarear, dois helicópteros surgiram no ar. Lá estava a enfermeira pára-quedista Ivone - um anjo vindo do céu, para prestar os primeiros socorros. Perante aquele quadro desolador, a primeira pergunta de Ivone foi "quantos mortos?". Não havia uma tabanca de pé e, a seguir ao ataque, uma trovoada transformou a cinza em lama. A população foi evacuada para a Aldeia Formosa, e a Companhia de Caçadores 2382 viria a fixar-se em Buba até quase ao final da comissão.

Buba era uma pequena vila junto ao rio, de onde partiam os abastecimentos para as unidades da região. Muitos foram os ataques que tivemos de enfrentar. Um deles vitimou o soldado Elídio Fidalgo Rodrigues, que fazia limpeza ao refeitório.

Como furriel mecânico auto, participei nas colunas Buba-Aldeia Formosa, onde as minas e as emboscadas eram certas. Neste trajecto de cerca de 40 km, muitos foram os mortos e feridos. Quem esteve ali guarda memórias terríveis.

A nossa comissão acabou em 1970. Partimos no ‘Niassa' a 3 de Abril e chegámos a Lisboa a 9. Tinha à minha espera a minha mãe, irmão e namorada, que levaram um pano com o meu nome. Ainda o guardo. Diz ‘Traquina, Souto', a minha aldeia natal. No meu livro "Os Tempos de Guerra - De Abrantes à Guiné" é narrada grande parte desta aventura.

PERFIL

Nome: Manuel B. Traquina

Comissão: Guiné-1968/1970

Força: Companhia de Caçadores 2382

Actualidade: Aos 66 anos, está reformado da Função Pública. Vive em Abrantes.



publicado por porabrantes às 19:10 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.06.14

(…) O meu marido era o Alferes graduado 'Comando' Demba Cham Seca.



(…) Á terceira vez foi novamente detido, no dia 21 de Março de 1975, pelas duas horas da tarde. Quando, à noite, fui levar-lhe comida à esquadra de polícia de Bafatá, disseram que ele já não precisava dos alimentos. Soube, depois, que, nessa noite foi mandado para Bambadinca, onde foi fuzilado juntamente com outros. Os Tenentes Armando Carolino Barbosa e o Tomás Camará foram dois deles.


(…) Na certidão de óbito, conseguida apenas em 2000, consta: 'Faleceu de fuzilamento, por ter servido com entusiasmo o Exército Português'. 

Regina Mansata Djaló, in 'Guerra Paz e Fuzilamento dos Guerreiros' (...) (2007), p 358.

 

citado pelo Coronel Manuel Bernardo  aqui

 

 

onde há uma foto da D.Regina apontando uma lápide onde se presta homenagem ao combatente português Alferes Demba Cham Seca

 

e nós metemos a foto do tipo que deveria ter respondido em Portugal por esta morte

 

 

 

e por outras .....

 

Ramalho Eanes acolheu-o, exilado, e não o entregou a um tribunal para ser julgado pelos fuzilamentos de combatentes portugueses

 

que eram seus companheiros de armas....

 

pelo contrário, arranjou maneira de que o mulato Cabral , chefe duma pandilha de assassinos, vivesse confortavelmente

 

o mulato só mandara matar combatentes pretos e estes como se sabe são carne para canhão na mentalidade dum soldado colonial como era Eanes

 

 

não vale a pena estar a atirar as culpas só para Portugal nesta hipócrita cena

 

 

 os franceses e o brigadeiro (1) De Gaulle fizeram o mesmo que o  Eanes..... 

 

 

ma

 

(1) De Gaulle era general de brigada ou seja brigadeiro, foi General por motivos políticos



publicado por porabrantes às 12:20 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.06.13

 

 

Isso meu amigo, são nomes de bons e leais Fulas, raça de senhores, estirpe de guerreiros, que fizeram a djidah por Portugal.

 

 

Pagava ao Homem Grande da Tabanca uma viagem a Meca o Kako Baldé, que era o nome de guerra dum bravo que já se batera contra os russos em Estalinegrado,  dirigira uma carga de cavalaria da GNR contra o povo que vitoriava Delgado à porta do Liceu Camões, e fizera a guerra em Angola.

 

Em troca dum Fode Embaló se passar a chamar Hadji Fode Embaló os seus homens caçavam balantas.

 

Spínola era o nome da lenda de monóculo e dele ouvi dizer a Galvão de Melo: O Coronel Spínola era muito famoso em Angola. No distrito dele não havia turras, mas também não havia população civil.

 

Armou os fulas para se defrontarem com os balantas e e enfrentou-se a um caudilho indígena de etnia papel, o Nino, que fez a guerrilha com ferocidade e génio.

 

Dirigiu um tio meu uma coluna que saiu de Bafatá, Chaimites como as de Abril, tudo tropa vinda da EPC da velha Scallabis e iam ver duma tabanca fula  que os ''grunhos'' tinham flagelado.

 

No final da picada, lá estava a aldeia fula. Há problemas perguntaram? Não, meu alferes, aqui tem as orelhas dos balantas.

 

Um dia, o capitão da companhia passou-se dos carretos. O nome vem nos jornais da época. Tinha estado preso em Goa, quando Vassalo e Silva se rendeu quase sem dar um tiro. Ficara um pouco passado. Dizia que estava farto de perder guerras. Andava o Spínola de amores com Senghor, aquele poeta amigo de Pompidou, tinham estudado na  Sorbonne juntos e para fazer um trio  juntava-se  o Aimeé Cesaire, o poeta crioulo da  Guadalupe, que nunca defendeu a independência da sua terra, porque dizia, cínico, os franceses escravizaram-nos durante 400 anos, agora terão de andar outros 400 anos a sustentarem-nos com subsídios.

 

As tropas lusas apanhavam morteirada vinda do Senegal e não podiam replicar. O bravo capitão passou-se. Invadiu o Senegal e destruiu o primeiro posto fronteiriço. Não ficou contente. Havia mais postos da tropa senegalesa e do PAIGC uns 10 Km para lá da raia. A Coluna arrasou-os também e regressaram vitoriosos e eufóricos a Bafatá.

 

O escândalo foi tal que deu reunião do Conselho de Segurança da ONU. E o capitão transferido para a Metrópole onde foi julgado em tribunal militar, sendo Advogado o cunhado, que depois foi Secretário dos Negócios Estrangeiros em algum governo PS.

 

O bravo capitão é  hoje arquitecto e pintor. Mas de vez em quando dá-lhe a nostalgia das guerras. Outro dia pedia num forúm da net cópia de algum guião do RI 2 porque estava a pintar os guiões de todas as unidades que combateram no Ultramar.

 

O alferes a quem ofereceram as orelhas  era abrantino e já morreu. Em combate contra uma leucemia aos 40 anos.

 

Muitos dos bravos fulas foram entregues aos  do PAIGG e foram fuzilados. Eram homens valentes e cruéis como os da esta tribo que o meu amigo Cidadão Abt resgatou.

 

 

 

 Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 23:50 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 05.06.12

O 1º historiador do ranking do Souto (e provavelmente o 1º do ranking da Zahara, apesar de não ter feito estudos universitários é melhor que o Joaquim Candeias Silva), o nosso estimado Sr. Traquina conta ao Correio da Manhã como não teve pejo em pegar numa picareta e em pás para abrir trincheiras durante as campanhas da Guiné.

 

Entretanto as ervas continuam a crescer no quintal de João Pico e as teias de aranha multiplicam-se na cabeça do ex-vereador-a-dias do Armando Fernandes.  

 

 

A bordo de uma LDG, uma embarcação de transporte de materiais, em Bissau

A minha guerra

“Da aldeia atacada só restou cinza e lama”

'Naquele dia 22 de Junho de 1968, a aldeia de Contabane, onde vivíamos, foi atacada durante três longas horas. Nada ficou de pé.

 

Logo que a manhã seguinte começou a clarear, dois helicópteros surgiram no ar. Lá estava a enfermeira pára-quedista Ivone - um anjo vindo do céu, para prestar os primeiros socorros. Perante aquele quadro desolador, a primeira pergunta de Ivone foi "quantos mortos?". Não havia uma tabanca de pé e, a seguir ao ataque, uma trovoada transformou a cinza em lama. A população foi evacuada para a Aldeia Formosa, e a Companhia de Caçadores 2382 viria a fixar-se em Buba até quase ao final da comissão.

Buba era uma pequena vila junto ao rio, de onde partiam os abastecimentos para as unidades da região. Muitos foram os ataques que tivemos de enfrentar. Um deles vitimou o soldado Elídio Fidalgo Rodrigues, que fazia limpeza ao refeitório.

Como furriel mecânico auto, participei nas colunas Buba-Aldeia Formosa, onde as minas e as emboscadas eram certas. Neste trajecto de cerca de 40 km, muitos foram os mortos e feridos. Quem esteve ali guarda memórias terríveis.

A nossa comissão acabou em 1970. Partimos no ‘Niassa' a 3 de Abril e chegámos a Lisboa a 9. Tinha à minha espera a minha mãe, irmão e namorada, que levaram um pano com o meu nome. Ainda o guardo. Diz ‘Traquina, Souto', a minha aldeia natal. No meu livro "Os Tempos de Guerra - De Abrantes à Guiné" é narrada grande parte desta aventura.

PERFIL

Nome: Manuel B. Traquina

Comissão: Guiné-1968/1970

Força: Companhia de Caçadores 2382

Actualidade: Aos 66 anos, está reformado da Função Pública. Vive em Abrantes.''

 

 

aqui- in Correio da Manhã

 

O nosso obrigado ao Sr.Traquina por ter defendido Portugal e agora fazer História.

 

M. de Noronha



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