Segunda-feira, 11.03.19

Em 1933, o chefe de oficinas do ''Jornal de Abrantes'', afecto ao grupo político do dr. Manuel Fernandes, Bernardo Luís de Albuquerque vai preso.

Qual fora o crime?

Escrever à margem dum exemplar do ''Correio de Abrantes''

Abaixo os malandros!

Abaixo os gatunos!

O Tribunal entendeu que era um ataque à Ditadura!

Mas o leitor abrantino sabia que o Albuquerque chamava ''malandros e gatunos'' à  seita de Henrique Augusto Silva Martins, Martins de Carvalho, do fidalgote de Alvega, ''conde Caldeira de Mendanha''', ao fascista do Rossio, Valente, e ao resto da tropa.

valente comerciantes

 

Apanhou 3 meses de cadeia remíveis a grossa soma

albuquerque

e o escárnio público de ser insultado em escandalosa parangona no ''Diário da Manhã'', orgão do fascismo

caluniadores

nota oficiosa do Administrador do Concelho, Costa Andrade.

Mudou o poder desde então?

Vejo processos crimes em autarquias (em Abrantes também, como o que foi movido contra Joaquim Ribeiro) contra críticos, que são deste género.

Tentar intimidar, como dizia o Diário da Manhã, quem é crítico.

Tinha razão o nobre Albuquerque (este sim era de fidalga ascendência, apesar de ser tipógrafo) contra os ''malandros'' ?

Tinha. Ponto Final

ma

  

 



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Quinta-feira, 27.09.18

Segundo as declarações de Maria do Céu Albuquerque, na sessão da CMA, de 3/4/2018, reportadas pela jornalista Paula Mourato, a cacique disse isto:

iniciativas terrreno

Estas declarações foram objecto de comentário aqui.

Estas declarações não constam da acta.

Já se informou então quem foram os privados que venderam os terrenos à Iniciativas, faltava apurar em que condições parte dum terreno que o Estado cedeu à autarquia, chegou às mãos da Iniciativas.

A área total  do terreno onde está  implantado o Teatro tem 775,36 m2 e foi  adquirida pela Iniciativas à CMA a parca área de 119 m2 pela quantia de 14.365 escudos, o resto do terreno (antiga Igreja de S.Pedro, em má hora abatida pelo camartelo público) dado à Câmara pelo Estado,ficou nas mãos da autarquia.

A escritura foi celebrada em 30 de Janeiro de 1947.

A avaliação do terreno foi feita por uma comissão mista, com um perito nomeado pelo Tribunal , outro pela autarquia e outro pelas Iniciativas (ou seja uma comissão com maioria de representantes do sector público).

Nada a ver com negociatas feitas recentemente em que se venderam umas piscinas avaliadas em 800.000 euros....por 6.000€ e se entregou metade dum jardim público a privados a preço da chuva.

Portanto se circulavam rumores sobre este negócio, grande parte deste ruído saiu das declarações sem fundamento feitas pela cacique a 3 de Abril.

Estes rumores são tão velhos como a história do Teatro, por volta de 1947, numa carta dirigida aos bosses da União Nacional, Henrique da Silva Martins acusava a CMA de ter entregue os terrenos do S.Pedro à borla... à Iniciativas.

O homem tinha sido deposto do cargo de Presidente da CMA por corrupção, prisões ilegais etc.

E passara toda a sua vida pública a tentar impedir a construção do Teatro, do Hotel Turismo, etc....

teatro s.pedro

mn

   

 

 



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Quarta-feira, 18.07.18

Em 1934, uma queixa enviada à tutela e ao Prof. Oliveira Salazar arrasava a gestão municipal de Henrique Augusto da Silva Martins/ França Machado e do seu grupo, que comandava todas as rédeas do poder abrantino, incluindo a Santa Casa donde tinham sido saneados Solano de Abreu e Manuel Fernandes.

A queixa acusa os visados de corrupção, abuso de poder, prisões ilegais, abusos sexuais ( praticados alegadamente pelo Administrador do Concelho, um fidalgote de Alvega), ilegalidades múltiplas, etc.

O principal visado é França Machado, mas o Provedor da Santa Casa, Dr.Henrique Martins de Carvalho não escapa.

Inclusive é posta em causa a sua probidade como Notário.  

O poder salazarista demorou a digerir a coisa e só uma inspecção desencadeada pelo Ministério do Interior, realizada por militares, em particular pelo tenente-coronel Castel-Branco, levou à dissolução compulsiva da autarquia e à entrega da gestão a militares, chefiados pelo capitão Machado. (1945)

Trataremos disto com vagar, mas desde já a lista dos abrantinos que subscreveram a queixa:

D.Luiz Cândido do Amaral Cardoso

Dr.Raimundo Soares Mendes

Dr.Guilherme Henrique Moura Neves  (Médico e Lavrador, ex-Provedor da Santa Casa;

Dr.António Correia de Campos (Médico militar, genro de Ramiro Guedes)

Ramiro Guedes de Campos (Eng e Licenciado em letras, poeta, Professor universitário (IST), futuro chefe de Gabinete de Duarte Pacheco, ) 

Dr.António Campos Melo, Advogado

Armando Ferreira Matafome,Lavrador

José dos Santos Ruivo

João Pimenta de Almeida Beja

Dr.José Serra da Mota (Advogado)

Dr.Alfredo Pimenta de Almeida Beja (Veterinário)

Dr.Armando Moura Neves, Advogado e Lavrador

José Rosa de Sousa Falcão, Lavrador e Industrial

António Ferreira, Industrial

D.Luiz do Amaral Cardoso

António Serrão Burguete

Manuel Serra da Mota Ferraz, farmacêutico

José Joaquim Bairrão de Oliveira

Joaquim Rosado Rico, comerciante e industrial

Eduardo Dias da Silva

Manuel José Coelho

José Moura Neves, Lavrador

Jaime Pintasilgo, Comerciante

António Augusto Salgueiro, o mais antigo jornalista e comerciante da cidade

Joaquim Cipriano dos Santos

Joaquim Maria de Almeida Beja.

 

 

Foram eles que começaram a limpar Abrantes em 1934.

 

Devia haver uma lápide com estes nomes, à beira do monumento a Manuel Fernandes

 

Foram eles que o levaram onde chegou, ajudando a limpar a cidade duma gestão corrupta.

 

mn

 

 

 

     



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Quinta-feira, 12.07.18

mocho real

 O comunicado denuncia a fraude eleitoral deste homem

manuel_lopes_valente_jr - copia

cometida em 1921, nas Mouriscas, onde 480 eleitores ''votaram'' neste caudilho

henrique augosto blogue sao miguel

integralista (Henrique Augusto Silva Martins) e depois um assalto à CMA feito pelo futuro fascista Valente para fazer desaparecer documentos

 

O Manuel Lopes Valente Júnior era democrático mas tecera uma aliança com os integralistas

 

mn

créditos ; dr.João Nuno Alçada (comunicado) , para as datas :Cronologia do Eduardo Campos; foto do integralista :dr.Rui Lopes



publicado por porabrantes às 22:58 | link do post | comentar

Sexta-feira, 28.04.17

Ramiro.jpg

O Major Ramiro Antunes Farinha Pereira não gostava de políticos. Dizia sempre: ''só mudam as moscas, mas a merda é sempre a mesma''

Também não gostava do Presidente da Câmara e naturalmente sovou-o quando este saía da Casa Portugal, que era debaixo da Casa do Major.

A vítima foi esta:

henrique augusto.png

Porra, tinha-lhe mandado prender o irmão.

Assim sendo .....quando os políticos montaram um chavascal na Raimundo Soares...todas as casas estavam engalanadas, menos a dele.

raimundo soares tropa.jpg

Que era o nº 17 da Raimundo Soares.

Quanto ao processo pela sova no cacique, jaz nos arquivos.

mn   



publicado por porabrantes às 20:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 05.10.16

Como consequência da implantação da República deixou de haver Rainhas  e passou a haver primeiras-damas......

agarra.png

manuela eanes.jpg

Esta é uma primeira-dama democrática, mas houve disto no fascismo, caso da Veneranda Senhora Dona Gertrudes Thomaz

d.gertrudes.jpg

também houve pessoas que ficaram chateadas com a bernarda, caso de Henrique Augusto da Silva Martins, que se tornou assinante do ''Thalassa'', onde se falava de Abrantes e do pintor de Constância, José Campas

campas alf.png

e onde Henrique Augusto, foi solidário com um preso político,

o talassa 2.png

com ele, outros abrantinos, era 1913

 mn

créditos: Augusto Cid, O Thalassa

 

 

 



publicado por porabrantes às 19:12 | link do post | comentar

Domingo, 13.03.16

capitao julio serras pereira.png

 

capitao julio serras pereira 3.png

 

 A figura deste militar que participou no CEP e na batalha de La Lys, já apareceu uma ou duas vezes no blogue. Mas faltam nas publicações abrantinas retratos biográficos sobre personalidades que foram de alguma forma marcantes na época em que viveram. As informações ou estão dispersas pela imprensa (o mais das vezes em notícias de falecimentos) ou não existem. Pouco a pouco vai-se tentar colmatar essa falta.Publicarei ainda outra nota acerca da morte do capitão Serras Pereira, que foi adiante-se membro da facção de Henrique Augusto da Silva Martins (as coisas são para dizer). Agora apreciem a boa prosa do meu falecido amigo João Nuno.

mn



publicado por porabrantes às 13:45 | link do post | comentar

Domingo, 07.02.16

processo abrantino.jpg

Há muita gente a sustentar que a Liberdade de Imprensa durante o fascismo foi nula.

É falso, o rigor da censura foi variável, e nos anos 30 ainda era relativamente leve, de forma que um Advogado, o dr. Borges do Pinho ainda pôde editar as peças processuais dum litígio sobre paternidade ilegítima,que envolveu o Presidente da Câmara abrantina, o fascista e industrial de moagem

henrique augusto.png

Henrique Augusto da Silva Martins

 

O Advogado foi suficientemente sarcástico para intitular a peça ''  A cada um o que é seu''

Havia na época o bom costume, que se prolongou até aos anos 70, mas cada vez menos com  menor frequência, dos Advogados editarem as suas peças processuais.

De forma que o cacique teve de aguentar com isto.

Espero mais menos dia espetar aqui a sentença, que nos dirá de quem era a paternidade.

Estou a ver quem seria agora ou há dez anos atrás quem seria o Advogado que teria a coragem de editar um processo de investigação de paternidade a um cacique.

Houve disso nos últimos 50 anos?

Ainda não investigámos

ma

ainda encontrei o processo quando andava à procura dum artigo do Candeias Silva e e encontrei mais um montão de coisas interessantes, incluindo as fotos da homenagem ao Candeias....

 

foto do blogue do dr.Rui Lopes, com a devida vénia



publicado por porabrantes às 13:48 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12.11.15

 

Publico aqui o que certamente foi o mais importante artigo de História abrantina, surgido nos últimos 30 anos.

É da autoria do dr. Joao Nuno Serras Pereira,velho e prezado amigo,  já falecido, político abrantino a quem devo e devemos muito.

joao nuno foto.png

joao nuno henrique augusto.jpg

Foi publicado no boletim clerical Nova Aliança em 15-9-94, e é uma defesa acérrima da gestão de Henrique Augusto da Silva Martins e do seu vice-presidente França Machado (avô por exemplo do falecido militar de aviação Rui Burguete, grande abrantino) contra os que os derrubaram, a facção do Dr.Manuel Fernandes.

 

Pelos vistos o dr. Serras Pereira nunca leu o inquérito. Também é verdade que nunca terá sido foi publicado mas estava em certa casa.

E também é certo que, devido à influência política que teve, que o dr.Serras Pereira poderia ter tido acesso a ele. 

O Eduardo Campos diz que por exemplo, citando o ''Jornal de Abrantes'', que se apurou que os camarários ''exigiam importâncias para a recuperação da liberdade ou para evitar ser preso''.

Isso foi a 1 de Novembro de 1944. A 6 de Novembro era dissolvida a Polícia Municipal.  

Em 1 de Maio de 1945 é dissolvida a vereação.

cma dissoluçao.png

 Para mim a novidade no texto (que reencontrei arrumando papéis) é que os inquiridores teriam sido o Tenente Coronel João de Villas-Boas Castel-Branco e  o Major Dias Leite. O primeiro é o pai de Duarte Castel-Branco, o segundo foi comandante de Tancos e foi um ás da aviação.

O Eduardo Campos confirma que no inquérito esteve o Dias Leite, mas não fala do nobre fidalgo da Figueira da Foz, ou seja do  Tenente Coronel João de Villas-Boas Castel-Branco, e adianta outro nome capitão Joaquim Borrego.

O Borrego está aqui, mas ainda era um puto. Era escuteiro, em 1915 no Olival Basto.

borrego 1915.png

Se o querem mais velho, aqui está:

borrego 1984.png

o Capitão Borrego já deve ter falecido, a foto é de 1984. 

Quem tem razão?

Só o acesso ao documento original é que pode dar pistas.   

dias leite.jpg

O dr. Serras Pereira levanta a suspeita da sua parcialidade. Não acredito em coisas políticas na imparcialidade de ninguém. Também sei que a CMA foi dissolvida, porque caiu primeiro o Governador Civil de Santarém Dr.Eugénio Mascarenhas Viana de Lemos que foi substituído pelo então major,depois brigadeiro Lino Valente. Caiu o Lemos mas só um poucochinho, porque em 1947 já era Governador Civil de Coimbra.

eugénio mascarenhas de lemos my heritage.jpg

 

O Dias Leite era um fanático de Santos Costa e depois da morte do General Godinho, fez um discurso de canonização do Costa, em Tancos, que o Jornal de Abrantes transcreveu na primeira página, garantindo ao Mundo Civilizado que o algoz de Palmira Godinho, nunca tinha sido nazi.

Admito que entre a assistência estivesse outro abrantino, o General Mesquitella, a bater palmas..... 

 

O meu amigo João Nuno diz depois que nesta época subiram os militares ao poder em Abrantes, e refere dois nomes que são henriquistas: o capitão Júlio Serras Pereira, que ficou a defender os interesses da sua facção na Santa Casa e o capitão integralista Costa Andrade que fica no Grémio. Estes porém perdem poder e são dos derrotados. Mas em 1948 o Júlio já é Vice-Presidente da CMA. E o Andrade será Vice-Presidente em 1961. Mas já tinha sido Administrador do Concelho em 1932, quando a situação henriquista se afiança.

Uma das peças da sua estratégia foi pedir a proibição do Jornal de Abrantes, como órgão subversivo, por ser favorável a Manuel Fernandes. (1)

costa andrade.png

Tanto como eu  sei e o dr.João Nuno sabia ,foi um Homem às direitas. Embora

Com um curioso feitio. A coisa que mais o irritava era que D.Duarte Nuno falasse com um terrível sotaque alemão, e dizia gastou tanto dinheiro o Pequito (2) a educá-lo e não há maneira.

Haveria que meter aqui mais fotos e fazer mais considerações. No estado da questão não sei se o pai do Duarte Castel-Branco foi dos militares que realizou o inquérito.

Só remexendo papéis é que o posso encontrar e naturalmente, como diria Vitorino Magalhães Godinho, indo às fontes primárias.

Espero que elas já estejam desclassificadas. Senão haverá que usar outros meios.

Isto é um esboço duma análise do assunto, a jeito de crónica. Suponho que dará pano para mangas. E que haverá coisas impublicáveis. Nós não somos como a sábia Isilda Jana que garantiu que Monsieur Dupin era um alcoólico incorrigível, só porque tem uma fotocópia dum documento não assinado, escrito alegadamente por um tipo que era um notório pílulas.

ma  

créditos: Eduardo Campos, Cronologia de Abrantes no Século XX

Joaquim Borrego: Escuteiros de Olival Basto

Dr.Lemos: My Heritage

Dias Leite: Ilustração Portuguesa

General Mesquitella: Wikipedia

Capitão Andrade: Assembleia da República

Dr. Serras Pereira:    Assembleia da República

 

(1) artigo de Eduardo Campos cujo recorte anda por algum sítio

(2) o importante dirigente integralista José Pequito Rebelo 

 



publicado por porabrantes às 18:37 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.10.15

A farmácia Mota Ferraz foi erguida por este homem

motta ferraz.png

era um tramagalense, nascido na então aldeia em 1852. Formou-se em Coimbra em 1878. Em 1879 abriu uma pharmacia na Vila de Abrantes, onde já residia desde 1870. Para construir a farmácia comprou a Ermida do Socorro à Santa Casa e deu cabo dela, erguendo o edifício onde está a botica.

farmácia mota.png

 Foi ainda Manuel Motta Ferraz, na política,  Vereador pelo Partido Regenerador, naturalmente por convite do cacique regional Avellar Machado (e naturalmente adversário de Solano e do Ramiro Guedes) em 1892, estando por lá até 1908. A ele se deve especialmente a instalação da luz eléctrica na Vila.

Dalguma forma deu cabo da Capela do Socorro (a principal culpa foi dos irresponsáveis da Santa Casa que venderam um templo secular pró camartelo, já havia anacletos nessa época), mas o Ferraz preservou o que pôde, do que achou com valia artística na capela e integrou-o no novo edifício.

O negócio urbanístico do Ferraz teve contornos obscuros e deu polémica.

Mas não é disso que se trata. 

Trata-se que na próxima sessão da CMA se vai discutir a saída da Farmácia do centro histórico para o cu de judas ou seja para os arrabaldes manhosos, que a anarquia urbanística bioquista e dos seus herdeiros na CMA (Humberto & Carvalho, CRIA-Comissão de Ruinação da Identidade de Abrantes, LDA)  implementaram com fogoso e insano entusiasmo, a dar para a  indómita inconsciência. 

mota transferência.png

Já sabemos que a posição histórica da actual edililidade sobre transferências de farmácias, é a postura neo-liberal dum Pilatos fanático do ''laissez-faire, laisser-transférer''', protegendo os farmacêuticos, à custa dos interesses da população.

Há coisas dessas que andam pelos Tribunais como foi o caso da Bemposta.

 

taf bemposta.png

 

 Também sabemos que o processo de reboleirização da Cidade de Abrantes já se processou e que o Centro histórico, o miolo da maçã urbana (para usar uma metáfora utilizada pelo arq. Nuno Portas  no célebre programa ZIP-ZIP, quando ainda não nascera a Sara Morgado) está apodrecido e deserto.

Ao lado da farmácia estava assim.....

casa maestro santos silva.jpg

 As pessoas vivem nas urbanizações que fizeram a fortuna do pato-bravismo (1) e é lógico que que os serviços se queiram deslocar para junto dos clientes.

A Farmácia quer ir para uma zona chamada Olival Basto, é isto, aqui vivem os abrantinos de agora.

olival basto.png

 O centro histórico, onde montou botica o tramagalense, está às moscas e continuam a matá-lo.

Não são edis, são coveiros.

Vai uma vista da Farmácia, quando o insensato do Henrique Augusto (no intervalo de berrar:  Viva Salazar!!!!, que nem um possesso)

correio de abrantes.jpg

terminou com a Feira e o mercado semanal de Abrantes, no local onde se realizava desde a Idade Média. O Rocio da Vila. Estive outro dia em Palermo, noutro dia em Maastricht. Os civilizados holandeses continuavam, como nos tempos medievos, com o mercado na praça central. Os sicilianos também. Expliquem a esta gente que os holandeses são burros....

Maastricht_Market_14.jpg

 MN

 (1) E não só, veja-se a benta fortuna.....

Créditos: sobre Motta Ferraz, artigo de Mestre Diogo Oleiro, que aliás saiu anónimo.

Foto do tramagalense: idem

Edital da Reunião da CMA de 3-11-2015

Foto da casa do Maestro Santos e Silva: Artur Falcão

Foto da cidade do tratado: http://askan.biz/2015/03/28/the-big-one-maastricht-market-netherlands-2/

   

 

 

 



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