Quarta-feira, 27.03.19

54519359_1800685663366322_5675244642472296448_n

 

Da série: Como perder as eleições (esqueceram-se de mencionar a ajuda da Virgem de Fátima e o Povo ofende-se).......

 


tags: ,

publicado por porabrantes às 18:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.03.19

O milagre do Portugal sem padres pedófilos

 

Bárbara Reis no Público


tags:

publicado por porabrantes às 11:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.03.19

Tudo se resumiu ao Padre Raposo?

Vivia-se em 1914 em paz religiosa nesta terra?

Isso perguntava o Governador Civil.....numa orientação que vinha de Lisboa,  que mandava inquirir em todos os concelhos....

jacinto freitas

O chefe local da política  democrática ,Justo Rosa da Paixão, respondia

justo

Ou seja as freguesias mais renitentes em abandonar as práticas católicas eram o Pego e Alvega.

Sabemos que na Aldeia do Mato parece não ter havido problemas (ver blogue do amigo Maça, com as respostas do padre , a inquérito do Bispo).

E a freguesia onde o anti-clericalismo tinha maior base social de apoio era o Rossio.

Esta é a versão dum cacique democrático, porque a versão católica era outra, o povo armado com chuços tinha no Pego posto em debandada os amigos do Justo, e obrigara a fazer a procissão.

Houve expulsões de padres? Anseia-se pelo regresso da fradalhada ?, perguntavam.....

justo 2

Dizia que não, o Justo, isento de paixão jacobina, isto é terra liberal, e no raio das freguesias em que o beatério queria missas, lá estou eu para dar a autorizaçãozinha.....

 

Diminuiu a prática religiosa, graças à acção benfazeja da República?

justo 3

 

Dizia que sim....

E os padres aceitavam as pensões?

Mas o clero reaccionário e o Padre Raposo tramavam alguma....

De mais de catorze, só quatro tinham aceitado....

Isto é,  os padres recusavam ser assalariados do sr. dr. Afonso Costa e permaneciam fiéis ao Bispo, que era D.António Moutinho....

d.antónio moutinho

que tinha sido preso ....., desterrado da sede episcopal, e forçado durante 4 anos a dirigir a Diocese de longe.....

arriaga

 

O Justo diz que havia quatro padres pensionistas  e que estes eram mal vistos pelos colegas  e que um deles tinha  sido substituído numa freguesia (Mouriscas) por um colega fiel à ortodoxia.

Quais eram os que traíram Roma?

Em 11-7-1911,  foi concedida uma pensão provisória ao padre colado do Tramagal, Manuel Brás da Rosa , ao colado de S.Miguel, José Martins da Conceição, e ainda ao padre encomendado de lá, Luís de Andrade Sequeira.

Mas o principal padre pensionista foi Henrique Neves, que protagonizou um cisma nas Mouriscas.

Também foram dadas pensões aos empregados da Igreja que eram os sacristães: S.Vicente-António Rego da Silva; S.João-Manuel Vicente Valente, do Rossio, Pascoal Francisco das Chagas, de S.Facundo, Bernardo Ricardo da Natividade, de S.Miguel, José da Oliveira Costa, do Tramagal, Pedro Alves de Jesus Lobato, de Rio de Moinhos, Francisco Esteves Machado e das Mouriscas, António Marques Fernandes.

Finalmente ia o povo aceitar as administrações das Igrejas dominadas pelo partido democrático (as célebres cultuais), perguntavam?

justo 9

O Justo achava que sim. Mas contra ele tramava Guilherme Henrique Moura Neves, o chefe local do partido católico....

Por volta de 1916 a única Igreja aberta era a da Santa Casa e os católicos que iam à missa eram enxovalhados pela populaça, testemunho de D.Maria Luísa Almada Albuquerque Moura Neves....

mn

sobre o assunto : Humorista Justo da Paixão aplica Lei da Separação no Pego

Em nome da Liberdade Religiosa

Padre do Rocio de Abrantes resiste ao saque republicano

 O Foro do Senhor Anacleto

Salazar e as oliveiras da Paróquia de Rio de Moinhos

https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-devolucao-do-ouro-a-paroquia-do-pego-2010603?utm_source=posts&utm_content=1552676956

 

Fonte: arquivo António Farinha Pereira; Arquivo dum sacerdote abrantino; Arquivos públicos

 

a situação no Sardoal: ver o blogue Sardoal com Memória

 

 

 

 

etc

 



publicado por porabrantes às 19:10 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.02.19

no Le Monde


tags:

publicado por porabrantes às 21:27 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14.02.19

A. era uma adolescente seduzida por um pároco e ficou grávida.

Não resistiu à pressão psicológica, à da terriola e à do celerado.

Atirou-se a um poço. Morreu.

O povo levantou-se em cólera  e resolveu chacinar o facínora.

Face a isto, face  os abusos sexuais na Igreja de Roma, diz um caridoso porta-voz da episcopal ou lá como se chame a pia associação, que em Portugal são raras essas coisas.

Feliz terra de Santa Maria!

Face a isto: só nos resta bradar: Valha-nos São Facundo!

Ss__facundo_y_primitivo

E já agora São Primitivo!!!!

ma

são facundo e são primitivo numa paróquia de León


tags:

publicado por porabrantes às 16:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.02.19

Em 16-9-2018 deu-se aqui notícias dos abusos sexuais de Sua Excelência Reverendíssima, o Bispo de Cochim, sobre umas santas e gentis freirinhas.

Agora o Papa, de quem o Bispo Franco era assessor, vem dizer que são generalizados os abusos de Bispos e outros sobre freiras.

Melhor devia ter pensado o argentino antes de nomear o Franco para colaborador directo, da mesma forma devia ter agido antes de nomear pedófilos, como certo Cardeal australiano para nº 3 da Cúria.

Entretanto as freiras de Cochim denunciam que querem destruir as provas que incriminam o Bispo.

mn

 



publicado por porabrantes às 08:20 | link do post | comentar

Sexta-feira, 04.01.19

Prefecto_Mons__Ladaria

O Cardeal jesuíta Luís Ladaria Ferrer é o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (a antiga Inquisição), importantíssimo cargo outrora desempenhado por Ratzinguer.

Ladaria é um homem da linha de Bergoglio. Um progressista.

Intimado pela França, a depor no Tribunal de Lyon, no caso de abusos sexuais que envolve o Primaz da Igreja gaulesa, Cardeal Barberin, o homem recusou-se a depor, fazendo uso da imunidade diplomática.

No Le Monde

mn



publicado por porabrantes às 09:01 | link do post | comentar

Sexta-feira, 28.09.18

44391182201_824ef7413b

Sua Excelência Reverendíssima, Monsenhor Viganò escreve nova documento dirigido aos católicos e ao mundo horrorizadao pela protecção dada pelo Papa e pela Cúria Romana ao ex-Cardeal McCarrick.

O Arcebispo cita quem o informou das sanções aplicadas ao americano, por Bento XVI, o  Cardeal Marc Ouellet, agora Prefeito da Congregação para os Bispos.

Marc-Ouellet

 

E diz: '' Qui tacet consentit'' ou seja, ''quem cala consente'' e reafirma que não foram capazes de desmentir as denúncias feitas na sua carta. Segue o texto:

Scio Cui credidi

So in Chi ho creduto

(2 Tim. 1, 12)

All’inizio di questo mio scritto desidero innanzitutto ringraziare e rendere gloria a Dio Padre per ogni situazione e prova che ha disposto e che vorrà disporre per me durante la mia vita. Come ogni battezzato, come sacerdote e vescovo della santa Chiesa, sposa di Cristo, sono chiamato a rendere testimonianza alla verità. Per il dono dello Spirito che mi sostiene con gioia nella strada che sono chiamato a percorrere, intendo farlo fino alla fine dei miei giorni. Il nostro unico Signore ha rivolto anche a me l’invito: “Seguimi!”, ed intendo seguirlo con l’aiuto della sua grazia fino alla fine dei miei giorni.

“Finché avrò vita, canterò al Signore,

finché esisto, voglio inneggiare a Dio.

A Lui sia gradito il mio canto;

In Lui sarà la mia gioia”.

(Sal. 103, 33-34)

È trascorso ormai un mese da quando ho reso la mia testimonianza, unicamente per il bene della Chiesa, di quanto avvenuto nell’udienza con papa Francesco il 23 giugno 2013 e al riguardo di certe questioni che mi è stato dato di conoscere negli incarichi che mi furono affidati in Segreteria di Stato e a Washington, con relazione a coloro che si sono resi responsabili di aver coperto i crimini commessi dal già arcivescovo di quella capitale.

La decisione di rivelare quei fatti è stata per me la più sofferta e grave che abbia mai preso in tutta la mia vita. La presi dopo lunga riflessione e preghiera, durante mesi di profonda sofferenza e angoscia, in un crescendo di continue notizie di terribili eventi, con migliaia di vittime innocenti distrutte, di vocazioni e di giovani vite sacerdotali e religiose sconvolte. Il silenzio dei pastori che avrebbero potuto porvi rimedio, e prevenire nuove vittime, diventava sempre più insostenibile, un crimine devastante per la Chiesa. Ben consapevole delle enormi conseguenze che la mia testimonianza avrebbe potuto avere, perché quello che stavo per rivelare coinvolgeva lo stesso successore di Pietro, ciò nonostante scelsi di parlare per proteggere la Chiesa e dichiaro con chiara coscienza davanti a Dio che la mia testimonianza è vera. Cristo è morto per la Chiesa, e Pietro, Servus servorum Dei, è il primo chiamato a servire la sposa di Cristo.

Certo, alcuni dei fatti che stavo per rivelare erano coperti dal secreto pontificio che avevo promesso di osservare e che ho fedelmente osservato fin dall’inizio del mio servizio alla Santa Sede. Ma la finalità del secreto, anche di quello pontificio, è di proteggere la Chiesa dai suoi nemici, non di coprire e diventare complici di crimini commessi da alcuni suoi membri. Io ero stato testimone, non per mia scelta, di fatti sconvolgenti, e come sta scritto nel Catechismo della Chiesa Cattolica (par. 2491), il sigillo del segreto non è vincolante quando la custodia del segreto dovesse causare danni molto gravi ed evitabili soltanto mediante la divulgazione della verità. Solo il sigillo del segreto sacramentale avrebbe potuto giustificare il mio silenzio.

Né il papa, né alcuno dei cardinali a Roma hanno negato i fatti che io ho affermato nella mia testimonianza. Il detto “Qui tacet consentit” si applica sicuramente in questo caso, perché se volessero negare la mia testimonianza, non hanno che farlo, e fornire i documenti in supporto della loro negazione. Come è possibile non concludere che la ragione per cui non forniscono i documenti è perché essi sanno che i documenti confermerebbero la mia testimonianza?

Il centro della mia testimonianza è che almeno dal 23 giugno 2013 il papa ha saputo da me quanto perverso e diabolico fosse McCarrick nei suoi intenti e nel suo agire, e invece di prendere nei suoi confronti quei provvedimenti che ogni buon pastore avrebbe preso, il papa fece di McCarrick uno dei suoi principali agenti di governo della Chiesa, per gli Stati Uniti, la Curia e perfino per la Cina, come con grande sconcerto e preoccupazione per quella Chiesa martire stiamo vedendo in questi giorni.

Ora, la risposta del papa alla mia testimonianza è stata: “Io non dirò una parola!” Salvo poi, contraddicendo se stesso, paragonare il suo silenzio a quello di Gesù a Nazareth davanti a Pilato e paragonare me al grande accusatore, Satana, che semina scandalo e divisione nella Chiesa, ma senza mai pronunciare il mio nome. Se avesse detto: “Viganò ha mentito” avrebbe contestato la mia credibilità e cercato di accreditare la sua. Così facendo però avrebbe accresciuto la richiesta da parte del popolo di Dio e del mondo dei documenti necessari per determinare chi dei due avesse detto la verità. Egli ha invece posto in essere una sottile calunnia contro di me, calunnia da lui stesso tanto spesso condannata persino con la gravità di un assassinio. Per di più, lo ha fatto ripetutamente, nel contesto della celebrazione del sacramento più sacro, l’Eucaristia, in cui non si corre il rischio di essere contestati come davanti ai giornalisti. Quando ha parlato ai giornalisti, ha chiesto loro di esercitare la loro professione con maturità e di tirare le loro conclusioni. Ma come possono i giornalisti scoprire e conoscere la verità se quelli che sono direttamente implicati si rifiutano di rispondere ad ogni domanda o di rilasciare qualsiasi documento? La non volontà del papa di rispondere alle mie accuse e la sua sordità agli appelli dei fedeli ad essere responsabile non è assolutamente compatibile con la sua richiesta di trasparenza e di essere costruttori di ponti e non di muri.

Ma c’è di più: l’aver coperto McCarrick non sembra essere stato certamente un errore isolato da parte del papa. Molti altri casi sono stati recentemente documentati dalla stampa, mostrando che papa Francesco ha difeso preti omosessuali che hanno commesso gravi abusi sessuali contro minori o adulti. Incluso il suo ruolo nel caso del padre Julio Grassi a Buenos Aires, l’aver reinstallato padre Mauro Inzoli dopo che papa Benedetto lo aveva rimosso dal ministero sacerdotale (fino al momento in cui è stato messo in carcere, e allora a questo punto papa Francesco lo ha ridotto allo stato laicale), e per aver fermato le indagini per accuse di abusi sessuali contro il cardinale Cormac Murphy O’Connor.

Nel frattempo, una delegazione della USCCB (la Conferenza episcopale degli Stati Uniti, ndr), guidata dal suo presidente, il cardinale DiNardo, è andata a Roma per chiedere un’indagine del Vaticano su McCarrick. Il cardinale DiNardo e gli altri prelati devono dire alla Chiesa in America e nel mondo: il papa si è rifiutato di svolgere un’indagine in Vaticano sui crimini di McCarrick e dei responsabili di averli coperti? I fedeli hanno diritto di saperlo.

Vorrei fare un appello speciale al cardinale Marc Ouellet, perché con lui come nunzio ho sempre lavorato in grande sintonia e ho sempre avuto grande stima e affetto nei suoi confronti. Ricorderà quando, ormai terminata la mia missione a Washington, mi ricevette la sera nel suo appartamento a Roma per una lunga conversazione. All’inizio del pontificato di papa Francesco aveva mantenuto la sua dignità, come aveva dimostrato con coraggio quando era arcivescovo di Québec. Poi, invece, quando il suo lavoro come prefetto della Congregazione per i vescovi è stato virtualmente compromesso perché la presentazione per le nomine vescovili da due “amici” omosessuali del suo dicastero passava direttamente al papa, bypassando il cardinale, ha ceduto.Un suo lungo articolo su L’Osservatore Romano, in cui si è schierato a favore degli aspetti più controversi dell’Amoris Laetitia, ha rappresentato la sua resa. Eminenza, prima che io partissi per Washington, lei mi parlò delle sanzioni di papa Benedetto nei confronti di McCarrick. Lei ha a sua completa disposizione i documenti più importanti che incriminano McCarrick e molti in curia che li hanno coperti. Eminenza, le chiedo caldamente di voler rendere testimonianza alla verità!

In fine, desidero incoraggiarvi, cari fedeli, fratelli e sorelle in Cristo: non scoraggiatevi mai! Fate vostro l’atto di fede e di completa fiducia in Cristo Gesù, nostro Salvatore, di San Paolo nella sua seconda Lettera a Timoteo, Scio Cui credidi, che ho scelto come mio motto episcopale. Questo è un tempo di penitenza, di conversione, di grazia, per preparare la Chiesa, sposa dell’Agnello, ad essere pronta e vincere con Maria la battaglia contro il drago infernale.

 

“Scio Cui credidi” (2 Tim. 1, 12)

In Te, Gesù, mio unico Signore, ripongo tutta mia fiducia.

“Diligentibus Deum omnia cooperantur in bonum” (Rom. 8, 28).

Come ricordo per la mia ordinazione episcopale, conferitami da san Giovanni Paolo II il 26 aprile 1992, avevo scelto un’immaginetta presa da un mosaico della basilica di San Marco, a Venezia. Essa riproduce il miracolo della tempesta sedata. Mi aveva colpito il fatto che nella barca di Pietro, sballottata dalle acque, la figura di Gesù è riprodotta due volte. A prua Gesù dorme profondamente, mentre Pietro dietro di lui cerca di svegliarlo: “Maestro, non t’importa che moriamo?”. Mentre gli apostoli, atterriti, guardano ciascuno in una direzione diversa e non si avvedono che Gesù è ritto in piedi dietro di loro, benedicente, ben al comando della barca. “Destatosi, sgridò il vento e disse al mare: taci, calmati… Poi disse loro: perché siete così paurosi? Non avete ancora fede?” (Mc. 4, 38-40).

La scena è quanto mai attuale per ritrarre la tremenda bufera che sta attraversando in questo momento la Chiesa, ma con una differenza sostanziale: il successore di Pietro non solo non vede il Signore a poppa che ha sicuramente il pieno controllo della barca, ma nemmeno intende svegliare il Gesù dormiente a prua.

Cristo è forse diventato invisibile al suo vicario? È tentato forse di improvvisarsi come sostituto del nostro unico Maestro e Signore?

Il Signore è ben saldo al comando della barca!

Cristo, Verità, possa essere sempre luce nel nostro cammino.!

29 settembre 2018

Festa di San Michele, Arcangelo

+ Carlo Maria Viganò

Arcivescovo tit. di Ulpiana

Nunzio Apostolico

 



publicado por porabrantes às 09:37 | link do post | comentar

Segunda-feira, 03.09.18
 
 
Diocese de Santarém
PuPbliPciPdadP
· 23 horas ·

Nota da Vigararia Geral

Tendo em conta um recente concerto na igreja de São Sebastião de Cem Soldos, Vigararia de Tomar, Diocese de Santarém, venho informar e lembrar as observações seguintes:
1. O Bispo de Santarém, bem como os serviços da Cúria Diocesana, não tiveram conhecimento prévio de que a Igreja de São Sebastião de Cem Soldos iria ser usada para espetáculos do Festival Bons Sons que decorreu de 9 a 12 de agosto de 2018.
2. Não consta até ao presente ano que o Festival Bons Sons de Cem Soldos tenha usado os espaços sagrados de modo a causar escândalo ou que exigisse a intervenção da autoridade diocesana.
3. Este ano, integrado no Festival Bons Sons, o concerto de música na igreja de São Sebastião de Cem Soldos provocou várias observações de escândalo que chegaram de várias partes do país e do estrangeiro. No caso em questão, não foram observadas as normas da Santa Sé sobre os concertos nas igrejas, Instrução da Congregação para o Culto Divino de 5 de novembro de 1987, que a Diocese de Santarém assume responsavelmente, das quais destacamos os seguintes pontos:
3. 1. A Igreja Católica tem apreço pelas artes, incluindo a música, e encoraja os artistas a desenvolverem os próprios talentos, como o fez no Concílio Vaticano II, na mensagem que este lhes dirigiu, dizendo: “Não recuseis pôr o vosso talento ao serviço da verdade divina. O mundo em que vivemos tem necessidade de beleza para não cair no desespero. A beleza como a verdade dá alegria ao coração dos homens”.
3. 2. A Igreja Católica tem promovido e permitido atuações musicais nas igrejas, sempre que as mesmas contribuam para a elevação espiritual das pessoas. Segundo o direito canónico, segue-se o princípio geral de que qualquer uso do templo “não deve ser contrário à santidade do lugar” (cân. 1210). E, no que se refere à música, a Congregação para o Culto Divino indica o “critério segundo o qual convém abrir a porta da igreja a um concerto de música sacra ou religiosa, e fechá-la a toda a outra espécie de música.”
Na verdade, esclarece a mesma Congregação, “não é legítimo programar numa igreja a execução de uma música que não é de inspiração religiosa e que foi composta para ser interpretada em contextos profanos precisos, quer se trate de música clássica ou contemporânea, erudita ou popular: tal facto não respeitaria nem o carácter sagrado da igreja, nem a própria obra musical, que não seria executada no seu contexto natural”.
3. 3. Além do tipo de música permitido nas igrejas, é preciso que não se desvirtue um ambiente propício à oração pessoal e comunitária, ao silêncio e ao cultivo da dimensão espiritual. Por isso, nos concertos, ouvintes e executantes devem, nos seus comportamentos e apresentação, respeitar o caráter sagrado do lugar.
3. 4. Para evitar a secundarização do Santíssimo Sacramento, o sacerdote responsável pela igreja deverá retirar o Santíssimo Sacramento para outro lugar digno.
3. 5. Nos casos em que as atuações se não possam fazer nas igrejas, pode a paróquia ou a comunidade religiosa disponibilizar para esse efeito um auditório ou sala disponível apropriada.
3. 6. Em ordem a salvaguardar as igrejas, para que não se transformem em “simples lugares públicos” com condições favoráveis para ouvir boa música, mas se respeite o seu caráter sagrado, as execuções de concertos musicais nos espaços de culto católico carecem, segundo a legislação da Igreja Católica, de autorização do ordinário diocesano. Para tal, os organizadores devem observar as seguintes condições:
a) “A entrada na igreja deve ser livre e gratuita.”
b) “Os músicos e os cantores evitarão ocupar o presbitério. Deve observar-se o maior respeito relativamente ao altar, à cadeira presidencial, ao ambão.”
c) Em tempo útil, apresentar-se-á o pedido por escrito ao pároco ou outro responsável pela igreja, indicando a data, local, horário e programa do concerto, explicitando as obras e os nomes dos autores, bem como dos executantes;
d) Tal pedido é enviado para o ordinário diocesano, que o apreciará com a colaboração do Departamento de Liturgia;
e) Depois de receber a autorização do ordinário diocesano, o pároco ou responsável da igreja poderá permitir o concerto se estiverem observadas as condições antes mencionadas.
f) “O organizador do concerto assumirá, por escrito, a responsabilidade civil, as despesas, o reordenamento do edifício e os danos eventuais.”
Rogo aos párocos e outros responsáveis dos espaços sagrados que, na promoção ou aceitação de concertos ou outros eventos dentro das igrejas, observem as normas que nesta Nota são lembradas.

Santarém, 01 de setembro de 2018

 

bons sons 2018 igreja 9517_7254787572168130560_n

Fotos de Carlos Manuel Martins publicadas na página do festival Bons Sons no facebook

Gamada ao colega Tomar na Rede


tags: ,

publicado por porabrantes às 11:11 | link do post | comentar

Domingo, 02.09.18

putas

Dr.Alberto João, Relatório de Combate,

9125747

O livro do Jardim já aqui citado é excelente

Cristo dava-se com as senhoras putas e o Faria nem sequer as deixava acenar ao Pontífice Romano.....

mn



publicado por porabrantes às 10:32 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

Deus ajude a Direita

Uma terra milagrosa

A situação religiosa em 1...

O sagrado incestuoso

Valha-nos São Facundo !

O Papa confirma-nos

Cardeal progressista ader...

Viganò a Bergoglio : Quem...

Comunicado da Diocese de ...

Bispo do Funchal fecha ca...

arquivos

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

baptista pereira

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

candeias silva

carlos marques

carrilhada

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

cidadão abt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

cria

duarte castel-branco

eurico consciência

fátima

fogos

gnr

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge lacão

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pico

pina da costa

portugal

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

salazar

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

são domingos

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Maio 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9


23
24
25

26
27
28
29
30
31


mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds