Segunda-feira, 27.06.16

 

Temos criticado a política PS na CMA por ser caciquista, mas é óbvio que há pior, muito pior.

 

Em abono da CMA, deve dizer-se que não foi contratada nenhuma monografia propagandística cantando loas ao consulado do eng Bioucas, ou do dr. Nelson Carvalho.

 

Há certamente uma obra do dr.Pina da Costa sobre os SMAS, mas é obra útil, com muitos elementos para a História deste organismo, embora tenha defeitos como qualquer livro.

 

Em abono da moderação do caciquismo abrantino, deve dizer-se que o dr. Nelson Carvalho recusou que dessem o seu nome a um arruamento na terra, e que essa proposta foi dos Vereadores laranjas, dr. Pedro Marques e Moreno.

 

E para ser justo, também o Zé Bioucas recusou o nome num arruamento e se o Largo do Hospital se chama como se chama, foi contra a sua vontade, e não leva o nome real do falecido autarca.

 

O cúmulo do caciquismo costuma ser laranja (e foi-o na Madeira) e na zona centro também é laranja, atingindo o seu clímax em Vila de Rei. E a crítica certeira a este caciquismo, foi feita em 2013, pelo reputado blogue, Má Despesa Pública, donde se transcreve ''

 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

 

A despedida da presidente Irene Barata

“PRESIDENTE IRENE BARATA HOMENAGEADA PELOS VILARREGENSES”. É desta forma que o site da Câmara de Vila de Rei descreve a sucessão de eventos, que decorreram a 5 de Outubro, de despedida de Irene Barata, que esteve durante 24 anos à frente da Câmara.

Vamos então ao programa das festas. Houve o lançamento do livro “Contrastes e Transformações em Vila de Rei 2005-2013” e a inauguração da exposição “Irene Barata – Retratos de um Percurso”. O livro, descreve a autarquia, “retrata toda a obra realizada no Concelho de Vila de Rei durante os últimos dois mandatos de Irene Barata como Presidente do Município de Vila de Rei”. Claro que a edilidade é omissa quanto ao que pagou pela impressão do livro, mas o Má Despesa lá pesquisou no Base: 14.073 euros. Como o concelho tem 3.452 habitantes, significa que só a impressão do livro custou a cada munícipe quatro euros. Encontramos ainda no Base outro ajuste directo de 11.890 euros para a actualização de conteúdos da publicação “Contrastes e Transformações 1974/2004” que, presumimos, tenha tido como destino o tal livro da presidente.  Um verdadeiro luxo quando se compara com o que a Câmara paga pela prestação de serviços de actividades de enriquecimento curricular para este ano lectivo... 9 mil euros.

Veja aqui as fotos da festa

Publicada por Má Despesa Pública às 08:30''

Só conseguimos uma foto, esta

homenagem_presidente.jpg

Lá ao fundo o dr. Armando Fernandes, ao lado do Bispo resignatário de Portalegre e Castelo Branco, D. Augusto César, conhecido pela sua colaboração com o colonial-fascismo em Tete

 

O homem aparece como único autor desta obra de amor à Dona Irene, mas é injusto houve co-autor

 

Contrastes e transformações em Vila de Rei : 2005- 2013 / Armando Fernandes ; colab. Helena Sajvador ; rev. Ana Rita Leitão
 
AUTOR(ES): 
Fernandes, Armando; Salvador, Helena, colab.; Leitão, Ana Rita, revisor
PUBLICAÇÃO: 
Vila de Rei : Câmara Municipal, D.L. 2013
DESCR. FÍSICA: 
191 p. : il. ; 31 cm
NOTAS: 
Bibliografia, p. 191
ISBN: 
978-972-99796-8-2
DEP. LEGAL: 
PT -- 364821/13

 

Ou seja é uma obra conjugal e achamos que a D.Helena Salvador também merecia estar na mesa, apesar de não ser gerente da empresa que apanhou o ajuste directo

 

A empresa familiar que se dedica a este tipo de actividade também se dedica à marcenaria

marcenaria.png

 

Espero que consiga um ajuste directo para fornecer cadeiras D.Maria II a outra edilidade...

 

Aguardamos uma  prosa mal-amanhada no ''Ribatejo'', a protestar contra a Má Despesa Pública

ma    



publicado por porabrantes às 18:01 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20.11.13


pelicano disse sobre CEHLA homenageia Sr ª D.ª Francelina Chambel na Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013 às 10:04:

 

     

A fotografia não é a da D. Irene de Vila de Rei?

 

 

 

Caro Pelicano e estimado amigo,

 

 

 

 

 

Esta enérgica senhora dona chefa (ex-caudilha) é de facto a Senhora Dona Irene Barata, chefa até há pouco tempo de Vila de Rei e não corresponde portanto, como o estimado amigo poderia pensar e outros leitores pensaram, à Senhora Dona Francelina Chambel...... que liderou com proverbial energia o Sardoal.

 

Quando se publicou a foto da caudilha fogosa e intemerata que é  a Senhora Dona Irene Barata, seguiu-se o critério de seleccionar uma caudilha -tipo,  segundo os mesmos critérios usados pela imprensa de referência,  e o critério adoptado foi o da beleza,  ora, a cacique mais bonita cá da zona  é óbvio que é a Senhora Dona Irene Barata. 

É verdade que o post se referia em particular ao desempenho sui generis da generosa Mãe daquele promissor rapaz que comandou os bombeiros de Abrantes , o senhor comandante distrital Chambel.

Mas o post tinha uma mensagem pedagógica, como o teatro de Gil Vicente; todas as caciques são iguais, embora haja umas que que são muito mais bonitas que outras. 

 

 

Por isso escolheu-se uma foto duma cacique muito bonita,  a Dona Irene como exemplo. Dada a enorme popularidade da Dona Irene Barata (especialmente entre o MP) nunca se pensou que alguém a pudesse confundir com a Dona Francelina, com a Dona Céu ou com a Dona Isilda ou com qualquer outra sacrificada, que por nós tenha deixado uma carreira profissional de sucesso pela ''vã glória de mandar''.

 

 

Nem sequer com a Dona Edite.

 

 

Certamente que um blogue se pode enganar, como se pode enganar a Imprensa, como daquela vez que a esposa da Dona Edite trocou um cinema pelo Banco Santander Totta, mas não é o caso.

 

 

Se o fosse publicaríamos uma rectificação deste tipo

 

 

 

 

Mas não, como o  Sr. Prof. Doutor Cavaco e Silva, Venerando Chefe de Estado, quase nunca nos enganamos e raramente temos dúvidas.

 

 

Queríamos condenar o caciquismo, mas duma maneira amável e sofisticada e por isso inseriu-se a foto a Exma. Srª Dona Cacique Irene Barata como paradigma da condenação do caciquismo como prática política lamentável e não estigmatizar a Dona Francelina, dado ser hoje uma cacique irrevelante e pouco conhecida. 

 

Ou seja damos de barato que a cacique de Vila de Rei é tão cacique como a estimada  D.Francelina, embora seja muito mais bonita.

 

 

Os nossos cumprimentos, caro amigo

 

Suzy 

 

 

No post referido, vamos proceder a uma aclaração

 

  



publicado por porabrantes às 18:33 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.04.13

Irene Barata foi absolvida. Está aqui a notícia da TVI.

 

 

O tribunal, segundo a notícia,  não atribuiu às provas documentais e testemunhais apresentadas pelo Ministério Público a mesma intenção de praticar prevaricação ou falsificação.''



Que intenção teriam a Senhora Barata e os outros arguidos?


'' Augusta Palma, juíza presidente do coletivo,  afirmou«O tribunal não conseguiu chegar lá, só se especulássemos ou fizéssemos uma caça as bruxas»,


Não é coisa que os tribunais não tenham feito, há pelo menos uma condenação por bruxaria nos anos 60.



Certamente o MP que pedia pena suspensa  conseguiu chegar lá e descortinar a intenção.

 

 


 

Mas falava a Juiz naturalmente em sentido figurado.


Sobre o crime de peculato: ''o tribunal entendeu que Irene Barata agiu de forma legítima, «em prol da ação social» no âmbito da qual os municípios têm «liberdade de escolher as formas» de apoio a instituições.''


Se isto é o teor da sentença, que não conheco de outra forma, os municipíos em prol da acção social têm liberdade para  por exemplo saltar os instrumentos de ordenamento territorial e  espetar numa zona protegida qualquer equipamento social.


A sentença é naturalmente passível de recurso e o MP pode recorrer.Vamos esperar.


E recordo a sentença da Relação de Évora que anulou a absolvição em 1ª instância dum Provedor duma Santa Casa 


Agora raciocinado em abstracto sobre a utilização do poder para fins  altruístas saltando normas legais considerou e bem a Relação de Coimbra :'' 4. - No crime de abuso de poder o bem jurídico protegido com a incriminação é a autoridade e credibilidade da administração do Estado, ao ser afectada a imparcialidade e eficácia dos seus serviços.

5. - Para o seu preenchimento exige-se: 
a) um acto ( ou acção típica) de abuso de poderes ou de violação de deveres, que não tendo de referir-se a um acto administrativo concreto corresponda a um acto idóneo a produzir efeitos jurídicos enquanto manifestação da vontade do Estado, ou por outras palavras, acto que se manifeste exteriormente através da lesão do bom andamento e imparcialidade da administração;
b) que o acto seja praticado com a intenção de obter uma vantagem ilícita ou prejudicar alguém, sendo que “O funcionário que abusou das suas funções, ou que violou deveres, pode no limite, até ter actuado com fins caritativos ou altruístas”''


Deixo aqui esta reflexação sobre o assunto


Marcello de Noronha




publicado por porabrantes às 19:45 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.04.13

Tem a senhora Céu uma peculiar noção sobre a Liberdade de Imprensa.

 

Transcrevo das actas municipais:

 

''Ainda a propósito deste assunto, a Presidente da Câmara deu conhecimento de uma notícia que foi publicada no jornal “O mirante”, na edição de 31 de maio de 2012, com o título “Câmara de Abrantes promete pagar dívidas para evitar penhora” e lamenta que acomunicação emita notícias como esta, onde mais uma vez, os municípios são achincalhados de incumpridores e maus gestores, quando isso não é verdade''.




Ora a notícia era verdadeira....


A Câmara fora penhorada.


Dar uma notícia não é ''achincalhar'' ninguém  é relatar factos, objectivos e verificados.


Quem diz que dar uma notícia é ''achincalhar'' tem da liberdade de imprensa a mesma noção fascista, autoritária e provinciana do seminarista Oliveira Salazar e do seminarista Staline.


Diz depois a cacique que os municípios são cumpridores e bons gestores, o que é falso.


A maioria das edilidades está falida. Tecnicamente, falida exactamente por ser incumpridora e má gestora.

E  ainda mais grave, às vezes por violar a Lei para favorecer os amigos.


Por isso se julga hoje na Sertã a cacique Barata.


 

 Autarca de Vila de Rei diz que alegados benefícios foram apoios sociais Jornal de Notícias



Regresso à acta:

 

O vereador Santana-Maia Leonardo disse que no blog “Cidadãos por Abrantes”, foi colocado um post no dia 15 de maio de 2012, que dizia o seguinte, “Executaram hoje a CâmaraMunicipal de Abrantes, em 264.873,93€” e a seguir transcrevem precisamente, a entrada daação, a distribuição, o executante, o executado e os dados do processo.Por isso, a partir do dia 15 de maio, qualquer cidadão que tivesse conhecimento desse post,ficaria na posse da informação e foi isso precisamente que aconteceu relativamente aos vereadores do PSD e motivou a sua intervenção.A Presidente da Câmara lamenta que a fonte de informação dos senhores vereadores do PSD seja um blog e que esclarecida a questão, não tenha sido exercido o seu dever de honrar a sua responsabilidade de denunciar uma situação.

 

A notícia era nossa e foi por nós dada.

 

A notícia era exacta

 

A dívida era real e a penhora dera entrada nos Tribunais.

 

A Presidenta disse nova alarvidade e considera que um blogue não pode ser fonte de informação, certamente porque para ela ''informação'' é a forma inculta, manipuladora e censória como manipula o Boletim Municipal.

 

Como o irmão da Pintasilgo, o fascista José Manuel Pintasilgo, manipulava a Época ao serviço da Ditadura do Prof.Caetano que era certamente mais culto que a cacique.

 

 

Portanto somos o único blogue com direito a figurar nas actas.

 

Por direito próprio.

 

E a edil Albuquerque..... a chefe duma Câmara penhorada por gerir mal e não ter gente capaz de prever o resultado das cláusulas dum contrato.

 

As coisas são assim......claras...

 

a redacção 

 

o acordês das actas é mantido ipsis verba

 

 

 



publicado por porabrantes às 14:20 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.02.13

 

 

 

A Exma Senhora Dona Irene Barata começa na quinta  a responder no Tribunal da Comarca da Sertã acusada de vários crimes

 

 

Este é o Curriculum oficial da benemérita:

 

 

Maria Irene da Conceição Barata Joaquim

Eleita para o seu 6º mandato, pelo PPD/PSD

Data de nascimento: 14 de Outubro de 1943

Estado Civil: Casada, 2 filhos

Contacto:

presidente@cm-viladerei.pt

Formação Académica:

  • Completou a instrução primária na Fundada, e mais tarde frequentou o curso complementar de contabilidade e administração, na Escola Secundária Anselmo de Andrade, não tendo concluído o mesmo.

Experiência Profissional:

  • De 1963 a 1972 exerceu funções na carreira de conferente especial de valores selados na Casa da Moeda, em Lisboa.
  • Entre 1972 e 1989 desempenhou funções na carreira administrativa, no quadro do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
  • Desde 1990 até hoje exerce as funções de Presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei.

Outras Actividades/Cargos:

  • É Presidente da Comissão Política do PSD de Vila de Rei, (1989-2006).
  • Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Distrital do PSD, (1995-2001).
  • É membro fundador do Lyons Club de Vila de Rei, desde 1990.
  • Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Vila de Rei, desde 1998
  • Presidente da Associação de Desenvolvimento Local Pinhal Maior em 2007, tendo já desempenhado as mesmas funções em 1995.
  • Desempenhou cargos directivos no Centro de Dia “Família dias Cardoso” da Fundada (1989 – 2004).
  • Faz parte dos quadros directivos da Associação de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Castelo Branco, tendo sido a principal impulsionadora da criação de um pólo desta associação em Vila de Rei.
  • É membro do Conselho Fiscal da União das Misericórdias Portuguesas.

Pelouros:

  • Obras Públicas
  • Urbanismo
  • Planeamento
  • Finanças
  • Acção Social
  • Património
  • Ambiente e Espaços Verdes

Delegação de competências


(CM. de Vila de Rei, que devia mudar de nome para C.M. da Barata ou Baratopólis....)  


não há delegação de competências porque uma chefa não delega.....



Sobre a forma de controlar tudo da Chefa do Pinhal  leia aqui o Diário de Notícias


Sobre as acusações à cacique e aos técnicos e a um Vereador da CMVR leia aqui no Público



Diz a Barata que '' "Ninguém lucrou, seja o que for, com aquilo de que somos acusados". Ora a Barata alegadamente usou meios da CMVR  a favor da Santa Casa local bem como fez outras coisas proibidas por lei,  segundo o MP, que lucraram a Santa Casa de qual a Provedora é



 ...Irene Barata......



Ora bolas, a mim parece-me que alguém lucrou.....


mas uma arguida em processo-crime tem direito a mentir e isso não pode ser usado contra a Barata ....




Finalmente se quiser saber mais sobre os milagres da Barata leia......





Quem é o autor, deste calhamaço  dedicado à obra da Barata????


Quem será?????


Tenho impressão que é um velho conhecido deste blogue .....




FERNANDES, Armando 
Contrastes e Transformações em Vila de Rei : 1974 - 2004 / Armando Fernandes... [et. al]. - Vila de Rei : Câmara MunicipalD.L. 2005. - 92 p. : il. ; 31 cm 
ISBN 972-99796-0-X



Que por acaso coordenou  outra obra exactamente com este título, muito parecido ao outro:

 

CONTRASTES E TRANSFORMAÇÕES NA CIDADE DE BRAGANÇA 
Contrastes e transformações na cidade de Bragança : 1974-2004 / texto de José Rodrigues Monteiro...[et al] ; coord. Armando Fernandes. - Bragança :Câmara Municipal2004. - 196 p., [2] f. : il ; 31 cm 
Oferta Câmara Municipal de Bragança 
PT 217826/04 
ISBN 972-98569-6-6 
Monografias Locais / História Local--Bragança / Bragança (Portugal)

 

que é citado neste divertido estudo universitário, do Prof. José Machado Pais, sobre o movimento purificador e chauvinista contra as putas brasileiras desencadeado pelas beatas transmontanas, pelo Bispo, pelo Presidente da Câmara , movimento esse que constituiu um momento glorioso de risota geral a nível mundial acerca da fauna beata  transmontana.   

 

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 17:01 | link do post | comentar

Domingo, 07.10.12

 

 

 

Vimo-la outro dia, toda ufana, na Barca dizer que o importante é ajudar os pobrezinhos.

 

 

Vimo-la ontem no Correio da Manhã a contas com a Judite e o MP.

 

Ela e o resto da autarquia, porque o processo envolve uma pipa de gente.

 

Um processo que é exemplar, porque o que alegadamente fez a Barata ameaça tornar-se prática corrente pelas autarquias desta banda.

 

Vimos ainda  o Correio dizer que ela favoreceu o pobrezinho do irmão.

 

Vimos ainda que a acusam de fabricar documentos para ''legalizar'' acções ilegais.

 

Lembro-me do processo de Nelson Carvalho, outro velho conhecido da Judite, onde apanhado pelas escutas o Carvalho diz a um terceiro, que o Bento Pedro tratará de uns papéis à maneira.

 

O Bento Pedro diria, sob juramento, que o Carvalho estava enganado.

 

O Bento Pedro é muito respeitador, ou então ignorava o significado do verbo mentir.

 

Podia não desconhecer e então será que o Carvalho não mentia????

 

 

Leia aqui a notícia do matutino.

 

 

 

Miguel Abrantes

 



publicado por porabrantes às 13:29 | link do post | comentar

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