Quinta-feira, 16.05.19

barroca

Um dos ex-donos do JA/AL, da construtora do Lena (para onde foi trabalhar o Vereador das obras abrantinas, Júlio Lena, ) que tantas adjudicações caçou da CMA e que Nelson Carvalho defendeu nas páginas do Jornal Primeira Linha, como se fosse accionista da empresa, agora acusada pelo MP, no caso de corrupção do 44

sócrates 1

faz como o Berardo e recusa-se a falar, no Parlamento, sobre Vale de Lobo.

Diz desconhecer como era a CGD, também não sabia certamente que a Lena deixou um triste rastro de negociatas em Abrantes.

Ler aqui o interrogatório ao marginal.

A omertá era o silêncio mafioso. Júlio Bento também não falou perante o MP na investigação à CMA.

julio bento

O patrão do Bento, ex-membro da CP do PS de Abrantes, ex-candidato do mesmo partido à AM, faz como o tipo que contratou directamente na autarquia abrantina .

É um direito do acusado não falar em processo penal?

É.

Mas também é uma prática da mafia siliciana. Chama-se Omertá.

ma

 

 



publicado por porabrantes às 10:39 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.01.19

rs 2

O povo tem-se dedicado com entusiasmo e sarcasmo a comentar esta manchete do Correio da Manhã, a folha mais vendida no país, onde a cacique é fustigada pelos escandalosos aumentos que beneficiam a empresa do seu camarada Júlio Bento, ex-Vereador da seita na CMA.

Publicamos alguns comentários tramagalenses

rs

Se houver pachorra publicaremos outros comentários feitos noutras freguesias e na cidade, incluindo o do defensor oficioso da senhora, o poeta reformado.

mn  



publicado por porabrantes às 09:49 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.07.18

julio bento

 

julio processo

acta de n23/2002 de 17-6-2002

fernando correia

 

Não seria só Mestre Fernando Correia, a seguir........foi o MP 

 

 mn



publicado por porabrantes às 19:43 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.07.18

Em  13 de Julho de 2011, o STA analisando um recurso da CMA, a propósito dum litígio da autarquia com o construtor da ETAR do Barro Vermelho, deu sopa às pretensões do município e deu vencimento ao empreiteiro a empresa   Interobra - Sociedade de Obras Públicas, Lda

 

Convém ler a sentença para saber como esta tropa autárquica, onde mandava neste sector, o Vereador das Obras, Júlio Bento, destratou o assunto do saneamento básico nesta terra.

julio bento

 

 

No processo contam coisas graves que passamos a reproduzir :

''Quesito 10

«Relativamente aos factos questionados nos quesitos 10º a 12º, as respostas dadas no que toca à data de início dos problemas devem-se sobretudo à análise da correspondência trocada entre as partes, conjugada com os depoimentos das testemunhas José Augusto Raimundo da Glória e Manuel Pompílio Almas Pinto, e também com o de Júlio Bento.

Com efeito, apesar de a testemunha do réu António Conceição Pedro se referir a Outubro de 1995 como a data em que primeiramente se deu conta da existência de anomalias, o seu depoimento, nessa parte, não encontrou corroboração, não tendo merecido qualquer credibilidade, já que na primeira missiva da Câmara à autora (21 de Dezembro de 1995) constante dos autos (fls. 76) não se menciona tais anomalias, que só começam a ser referidas a partir de 19 de Janeiro de 1996 (fls. 78).

 

 

Quesitos 22 e 23

«A resposta negativa dada aos quesitos 22º e 23º assenta na falta de prova de que essas faltas efectivamente se verificavam. Na verdade, as testemunhas do réu que sobre os mesmos depuseram (Júlio Bento e Pedro Miguel Fontes de Matos) não souberam dizer com rigor para que serviam tais elementos, nem conseguiram afirmar fundadamente que efectivamente faltavam. Isto, aliado ao facto de nunca mais se referirem à falta dos mesmos na correspondência trocada daí em diante, resultou nas respostas negativas em análise».

 

Leia a sentença no Jornal Oficial da República Portuguesa

 

A oposição acho que não deu pela sentença. O Júlio Bento foi para o tribunal e não sabia o que dizia, e estava a tratar de coisas de interesse público.

Quanto à outra testemunha António Conceição Pedro fez um testemunho que carecia de qualquer credibilidade.

 

Como  é que uma autarquia pode arranjar Vereadores destes e testemunhas destas???

 

Explicam-nos?????

 

mn

 



publicado por porabrantes às 09:43 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14.09.17

A CMA aprovou a venda para  do lote I16 (valor de 1250 euros), à Treciver – Gestão Ambiental, S.A.

Quem é que estava em 2012 no Conselho de Administração? O ex-Vereador PS Júlio Bento.

Como dizia o Zé Bioucas ceder terrenos a preço da chuva é má política.

Como sabe a cacique a propósito do seu ''amigo'' Alves.

A Treciver faz parte do grupo Lena, para variar.

Ouvimos ontem a maior parte do debate e não ouvimos uma palavra dos candidatos ao honrado Bento e à Lena.

Coisa estranha.

A Treciver dedica-se ao armazenamento e tratamento de resíduos

Já era má política ter uma empresa destas no centro de Alferrarede, é pior política deixá-la expandir-se...

A isto a oposição parece que não disse nada.

Só para verem alguns dos resíduos a tratar, vejam aqui

mn



publicado por porabrantes às 20:52 | link do post | comentar

Quarta-feira, 14.06.17

sabor lena.png

 e a cacique perora na Rádio da Lena

perora.png

Como não há duas....sem três...

Passa-se a palavra ao Dr.Eurico Consciência

cons.jpg

'' (..)

Outras referências extensas foram no Público, a propósito da prisão do administrador do Grupo Lena e da sua ligação ao Sócrates, porque Abrantes foi dos municípios do PS em que, nas obras públicas, a Lena tomou conta de tudo ou quase tudo quando o Presidente da Câmara era o devotado Nélson de Carvalho. Não contente com isso, a Lena roubou à Câmara de Abrantes o devotadíssimo vereador Júlio Bento, que era justamente o vereador das obras, e que se reformou da Câmara e foi dali para director ou administrador duma das empresas do Grupo Lena.

___________

Obs: Depois disto, que não é novidade na III República, apetece dizer uma coisa: é um fartar de vilanagem...''(...)

júlio bento.jpg

mn

 



publicado por porabrantes às 12:22 | link do post | comentar

Quarta-feira, 31.05.17

bento.jpg

Em 13-3-2107 dava conta o ''Mirante'' que a CMA exigira à Abrantaqua, de que é administrador o ex-Vereador PS (que neste boletim municipal dizia que deixava a Cidade de Abrantes.....por razões pessoais...mas continua na Abrantaqua), um relatório sobre o funcionamento das Etares e da rede de saneamento.

 

O relatóriozinho era para apresentar na sessão seguinte da CMA.....e surgira a propósito de críticas pertinentes.

 

Estamos quase em Junho e gostaríamos de saber o paradeiro do relatório.

 

Quanto ao paradeiro das actas da Assembleia Municipal (para ler a intervenção de Margarida Totgema, cujas críticas  levaram a que se pedisse o relatório) também é incerto.

 

mor 2.png

Não há actas de 2107 e ainda falta uma de 2016.

 

Mas aposto que o Mor irá tirar uma selfie com o António Costa, em vez de localizar a Isilda para saber onde param as actas.

 

ma

 



publicado por porabrantes às 17:01 | link do post | comentar

Domingo, 19.03.17

rua costa.png

 Isto parece daquela vez que a única rua alcatroada no Fojo era a que dava acesso à maison do Vereador Júlio Bento. A propósito será o gestor da Lena testemunha de defesa do gerente do Jornal de Abrantes?

biblia.png

 

 

ma



publicado por porabrantes às 10:18 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.01.17

As notícias fazem adensar uma condenação anunciada para o patrão da Lena, pró Sócrates e agora pró Ricardo Salgado, se se confirmam os indícios que possui o MP.

O delegado da Lena no burgo era o ex-Vereador PS Júlio Bento.

Deixemos o Sr.Dr.Eurico Consciência tratar do Júlio, que do Sócrates e do Salgado e do argentário de Santa Catarina da Serra, trata o Meretíssimo Carlos Alexandre.:

 

 

''Aqui, d’el rey - por Eurico Heitor Consciência -

Aqui, d’el rey

Acudam. Acabo de ler nos jornais que o programa económico do Partido Socialista foi feito por 12 economistas. Doze economistas! Doze!! Doze – leram bem.

Todos sabemos que os economistas erram mais do que os meteorologistas e não me esqueço de que, anos atrás, os meteorologistas eram conhecidos não por meteorologistas mas por mentirologistas, porque, com frequência despontava sol abrasador num dia em que os meteorologistas tinham previsto chuvas torrenciais, e chuva a cântaros ou potes num dia em que eles tinham anunciado um sol de ananases.

Mas, dos economistas, todos fomos aprendendo sofridamente que haverá raios, coriscos, granizo, trovoadas, tufões, ciclones e tempestades no dia em que eles previrem a bonança do crescimento económico e do pleno emprego dos portugueses.

Hão-de – ou há-dem, na gramática do Sr. Dr. Jorge Coelho das Obras Públicas e da Mota-Engil -, hão-de lembrar-se daquele ministro que, anos atrás, asseverou que a crise já acabara e que já tinha começado o crescimento económico de Portugal. E que no Parlamento até fez aquele gesto que o celebrizou como ministro dos corninhos.

Viu-se.

Era economista no defunto Banco Espírito Santo. Parece que por onde ele passou não houve crises…

Confesso que sou dos que entendem e proclamam que onde está um economista já estão economistas a mais. Então doze! Doze! Logo doze! Não pode ter saído dali grande coisa…

Como que antecipando-se às minhas suspeições, um daqueles doze já se foi justificando com dizer que “a economia não é uma ciência exacta”.

Disse que a economia não era coisa exacta, mas chamou-lhe ciência! Nem mais nem menos : ciência!

Ciência, a economia!… Só nos faltava ouvir essa!

Que topete!

Doze! Logo doze! Doze economistas juntos davam para arrasar qualquer continente, quanto mais Portugal, o Portugal dos pequeninos.

Acudam. Aqui d’el rey.

Eurico Heitor Consciência

P.S. – Abrantes teve grande relevo na comunicação social, na passada semana.

A revista Sábado fez uma extensa reportagem sobre o espantoso campo de basebol que nos custou 500.000,00 € e que agora está às moscas, sendo que a Presidente da Federação mora no Canadá, mas a sede da Federação é em Abrantes. Valha-nos isso.

Outras referências extensas foram no Público, a propósito da prisão do administrador do Grupo Lena e da sua ligação ao Sócrates, porque Abrantes foi dos municípios do PS em que, nas obras públicas, a Lena tomou conta de tudo ou quase tudo quando o Presidente da Câmara era o devotado Nélson de Carvalho. Não contente com isso, a Lena roubou à Câmara de Abrantes o devotadíssimo vereador Júlio Bento, que era justamente o vereador das obras, e que se reformou da Câmara e foi dali para director ou administrador duma das empresas do Grupo Lena.

___________

Obs: Depois disto, que não é novidade na III República, apetece dizer uma coisa: é um fartar de vilanagem...''

 

devida vénia ao Macroscópio, onde há uma boa lista de colaborações do falecido Advogado abrantino.

 

ma 

   



publicado por porabrantes às 16:55 | link do post | comentar

Sexta-feira, 16.12.16

''(...) No que tange à conduta do arguido J em utilizar os seus conhecimentos como ex – vereador para influenciar a decisão da vereadora I, é de salientar que aquele, efectivamente, abordou a sobredita dirigente autárquica, solicitando-lhe que visse “se podia fazer alguma coisa em relação à firma de um amigo seu”, “pelo menos aí o inglês” (um dos itens do concurso era o ensino da língua inglesa), “poderia ser vocês a adjudicar uma coisa a uns, outra a outros” (cfr. depoimento de fls. 1291 a 1294 e transcrição de intercepções telefónicas de fls. 1229 a 1232 – em que J relata a V a aludida conversa). Porém, I não tinha qualquer influência na decisão do concurso (como a mesma explicou no depoimento de fls. 1291 a 1294), (...)

 

(..) Quanto aos membros do júri, foram arroladas como testemunhas nestes autos a presidente M e a vogal P (jurista da C.M. Abrantes), ambas asseverando que não sofreram qualquer tentativa de “aliciamento” ou de condicionamento da decisão final por parte de algum dos arguidos, sendo que M foi clara em referir que o único contacto que teve com o arguido J foi por via telefónica e que aquele pretendia apenas inteirar-se dos trâmites do concurso público, ao que a mesma acedeu, nada lhe tendo sido pedido no sentido de condicionar a sua decisão(...)''

 

Daqui se descortina que foi feita, pela Polícia, com autorização judicial, uma escuta que apanhou uma conversa entre J. e I

 

Daqui se descortina que J. pediu a I um favor....

 

Os autos dizem que J tinha sido Vereador na CMA...

 

Os autos dizem que a Presidente M o era da Câmara de Abrantes....

 

Ora na História de Abrantes, mesmo com a ''nova narrativa'', só houve uma Presidente, donde terá de ser Maria do Céu Albuquerque, que prontamente, via telefone, acedeu a explicar a J, os contornos dum ''concurso público''.

 

cacique.png

 

Quem era J?

 

Os autos dizem que era ex-Vereador da Câmara de Abrantes....

 

Os autos dizem que se chamava Júlio....

 

Só houve um Vereador chamado Júlio, Bento de apelido,

 

júlio bento.jpg

 

Quem era I????

 

Só houve uma Vereadora, cujo nome começasse por I, na História de Abrantes, tanto na velha, como na ''nova narrativa''....

 

Isilda Alves Jana

 

isilda ps.png

 

Donde ficou provado que Júlio Bento falou ao telefone com Isilda Jana, pedindo-lhe '' se podia fazer alguma coisa em relação à firma de um amigo seu''

 

O processo em que a Acusação Pública arguia J, pelo''  CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA'', terminou com a Relação a confirmar a decisão recorrida, pelo MP,  da 1ª instância, de não pronunciar o arguido J. e o outro.

ma

expressões entre aspas do douto acórdão

 

31/08.2TAEVR.E1
Relator: MARIA JOSÉ NOGUEIRA
Descritores: DESPACHO DE NÃO PRONÚNCIA
FUNDAMENTAÇÃO
NULIDADE
CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA
ELEMENTOS ESSENCIAIS DO CRIME
INDÍCIOS SUFICIENTES
Data do Acordão: 27/04/2010
Votação: UNANIMIDADE
Texto Integral: S
Meio Processual: RECURSO PENAL
Decisão: NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO
Sumário:  


publicado por porabrantes às 11:51 | link do post | comentar

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