
D.Ilustrado 24-12-1895
D.Ilustrado 1882
Ficamos a saber como era uma jornada típica das eleições do rotativismo monárquico. Também ficamos a saber que João José Soares Mendes era regenerador. Magnífica a adesão '' espontânea'' do clero à campanha do chefe político abrantino. É das primeiras campanhas do Avellar, ainda era capitão. Outro dia especulou-se aqui acerca do presumível envolvimento do Avellar na prisão do Presidente do Mação, pelo famoso juiz transmontano Abílio de Sá. Um exame de alguma documentação permitiu saber que o Avellar também foi vítima das façanhas do Abílio. Hipótese descartada portanto....
A prosa do jornal é naturalmente favorável ao Avellar, o jornal era regenerador.
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Frasam com a devida vénia
O industrial e episodicamente político João José Soares Mendes conseguiu, em 1906, do governo que lhe fosse aforada a ilha referida, povoada de manjacos. A Ilha fica no arquipélago das Bijagós, tem agora 6.500 nativos, são animistas e o principal recurso económico continua a ser o arroz, cultivado nas bolanhas.
Chegou lá a edificar um padrão de descobridor, o abrantino?
Não sei, talvez outro dia tenha paciência para investigar. Amanhã é dia da porca da política e há novidades.
Mas quando se fala dos interesses económicos de Abrantes em inícios do século XX, e se descarta África (o Soares Mendes pertencia ao lobby colonialista, organizado na Sociedade de Geografia), está-se a ter uma perspectiva reducionista da questão.
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